quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Sabrina

Era uma menina sossegada, um pouco introvertida, nunca tive muitos amigos, ficava mais no meu canto, às vezes até ficava melhor isolada. No liceu quando me sentia mais sozinha nos intervalos das aulas, procurava alguma amiga ou amigo e assim passava o tempo. 


Nunca deixei muito que abusassem com aproximações desmedidas, por vezes era assediada no liceu, metiam-se comigo, a roupa que vestia era sempre mais ousada, tinha noção que provocava, a tentação era grande para dizerem uns piropos, eu ouvia, gostava porque me sentia melhor que qualquer mulher, mas não ligava, mantinha a minha postura e seguia o caminho.


Perdi a virgindade com 16 anos, depois desse dia tive poucos envolvimentos que acabassem em sexo, os meus 19 aninhos acabados de fazer ainda tinham pouca experiência sexual.

A minha maneira de ser era complicada, muito nariz empinado, tentava ser independente, era pouco carinhosa, por vezes até era bruta, sentia que havia rapazes que me abordavam e queriam conversa para se aproveitarem de mim, para sexo… quando suspeitava que o objetivo era esse, a conversa terminava e não havia sucesso.


Considerava-me caseira, saía pouco com amigos, era difícil conseguirem tirar-me de casa. 

Mas num dia de verão, estava calor e recebi um convite para ir até ao rio, estávamos de férias, e aceitei. Foi um casal de namorados que eu não conhecia, uma amiga e dois amigos, passámos a tarde junto a um rio. Quando chegámos quis refrescar-me e dei um mergulho nas água límpidas, estava de calção e t-shirt, os bicos das minhas mamas notavam-se na t-shirt e o papo do meu monte de vénus no calção… fui até à toalha secar-me e estive atenta ao casal desconhecido, eram pouco mais velhos do que eu, soube que tinham começado uma relação há pouco tempo, havia muitos beijos e toques no corpo entre eles… 


Os dois foram para dentro de água estavam juntinhos, os corpos roçavam-se, davam abraços e vê-los assim deixava-me excitada… depois vieram também para a toalha, no calção do rapaz notava-se que tinha um pau acima da média, estava bem delineado, deitados continuavam com os beijos e os corpos juntos… de repente saíram da nossa beira, percebi que tinham ido dar uma queca, estavam desejosos e não conseguiam esconder… e eu sentia-me quente e com vontade de algo que me saciasse… aguentei a tarde assim desejosa.


Quando cheguei a casa, vi que os meus pais deixaram um bilhete a dizer que tinham ido jantar fora… fui tomar um banho de água fria, para baixar o nível de excitação, mas depois pus a água mais quente, as minhas mãos tocavam e passavam pelo meu corpo todo, os dedos entravam na minha vagina, estive quase a vir-me com a água do chuveiro a cair-me nas costas.  


Saí do banho, sequei-me com a toalha, fui buscar à gaveta um vibrador que me tinham oferecido no meu aniversário, deitei-me na cama, dobrei e abri as pernas, primeiro fui penetrando com dois dedos a minha coninha e assim passado pouco tempo, libertava mel, depois peguei no vibrador, e coloquei-o a vibrar em cima do meu clitóris, o meu corpo ficava agitado, eu soltava alguns gemidos, logo a seguir enfiei metade do vibrador dentro da minha cona, girava, mexia para um lado e para o outro, e depois meti-o todo até ao fundo, aquela vibração toda dentro de mim, e o pensar naquele casal no rio, fez-me revirar os olhos e atingir o clímax, deitei-me de lado e adormeci em cima da cama até os meus pais chegarem.  


                   Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Ter visto a envolvência de um casal, deixou-me excitada e com vontade de algo mais, usei o meu vibrador para me masturbar e chegar ao prazer.

domingo, 25 de outubro de 2020

Gabriel

Começara a trabalhar como terapeuta ocupacional numa clínica de fisioterapia, e ao mesmo tempo também entrou um colega fisioterapeuta chamado Gabriel. Os nossos horários coincidiam, e partilhávamos a hora de almoço na copa da clínica, com o passar dos dias e pelas conversas que tínhamos, fomos ganhando confiança e sabendo várias coisas sobre nós.


O Gabriel tinha 30 anos, mais três do que eu, era um homem alto, nem magro, nem gordo, cabelo castanho, olhos azulados, e um sinal na bochecha. 

Marcou-me pela história de vida que foi contando, o Gabriel tinha 5 anos quando o seu pai faleceu, sendo filho único viveu sempre com a sua mãe, durante a infância teve sempre de se desenrascar, a mãe trabalhava e só chegava a casa ao final do dia. Quando entrou na faculdade teve de arranjar emprego ao mesmo tempo, senão não teria possibilidade de pagar as despesas que tinha. Era um homem lutador, assertivo e tinha uma força interior que contagiava quem estivesse a seu lado.


A sua boa disposição favorecia o bom ambiente entre colegas e utentes da clínica, era bastante acarinhado por todos. A minha ligação com o Gabriel era de confiança, tínhamos boas conversas, e sentia-me atraída pela sua forma de ser, pelo seu corpo, tinha vontade de estar mais tempo com ele, sentia que estava a apaixonar-me… pensava muitas vezes num suposto envolvimento, mas não gostava do meu corpo, tinha peso a mais, a minha autoestima estava em baixo, e supunha que ele não tinha interesse por mim.


Achei que devia iniciar uma dieta, praticar exercício físico, mudar os meus hábitos, não estava obcecada na minha mudança, apenas queria sentir-me melhor comigo mesma e gostar mais de mim, ser mais feliz. Sendo que o Gabriel, seria o motivo desta viragem na minha consciência.  


O tempo foi passando, eu e o Gabriel continuávamos a manter as nossas rotinas na clínica, mas ultimamente tinha notado que uma colega de trabalho, chamada Núria estaria mais próxima do Gabriel, estavam várias vezes perto um do outro, existiam sorrisos, alguma cumplicidade e os meus ciúmes rompiam e ficavam à flor da pele, sempre que os via juntos, o meu coração batia mais forte e ficava com um nó na garganta que custava engolir. 


Resolveu-se marcar um jantar entre colegas da clínica, foram quase todos, no restaurante fiquei ao lado do Gabriel e à frente da Núria, durante o jantar, o olhar dela sobre o Gabriel era notório, a troca de olhares era evidente, mas a conversa dele era quase sempre dirigida para mim. Após o jantar havia música e espaço para dançar, a Núria aproximou-se do Gabriel, agarrou-lhe a mão e começaram a dançar, o estilo de música era quizomba, os corpos deles estavam colados, a Núria sabia dançar bem, o seu corpo conduzia o corpo do Gabriel, e eu estava perto a derreter-me de ciúmes, acabei por iniciar uma dança com um colega de trabalho, mas o meu olhar ia de encontro ao Gabriel.

Entretanto o pessoal começou a ir embora, inclusive a Núria, fiquei mais animada por saber que podia ter a oportunidade de estar juntinha ao Gabriel, era esse o meu desejo. Logo a seguir começámos a dançar, sentia o seu corpo a balançar junto ao meu, o seu jeito deixava-me entregue a si. 

Sabendo que podia surgir a hipótese de envolver-me com o Gabriel, durante a semana, tinha pedido a uma colega de trabalho o seu apartamento emprestado, visto não precisar dele. Enquanto estávamos a dançar perguntei ao Gabriel:

- Vamos sair os dois daqui?

- Queres ir para onde?

- Segues-me?

- Sim… quero saber para onde me vais guiar.


Saímos do restaurante, cada um no seu carro, veio atrás de mim até chegarmos ao apartamento, subimos até ao terceiro andar… o Gabriel surpreso disse:

- O que viemos aqui fazer? 

- Pedi este apartamento emprestado, preciso de uma massagem às costas… dás?

- Bem… sabes que por ti… quero fazer-te sentir bem.


Fomos até ao quarto, tirei a blusa… deitei-me de barriga para baixo na cama, desci um pouco as calças, fiquei com o início do rego do rabo à mostra, o Gabriel desprendeu o sutiã, colocou óleo nas suas mãos e iniciou a massagem, o seu toque desde o fundo das costas até chegar ao pescoço e o movimento descendente, arrepiava-me. As mãos deslizavam como se descrevessem uma dança, passava as mãos pelos lados do meu corpo, abrangendo a lateral dos meus seios, eu suspirava, a massagem prosseguia, o contacto das suas mãos quentes nas minhas costas, faziam-me babar. Após a massagem terminar estava sem ação, leve e relaxada.

Agradeci e queria compensá-lo.

Virei-me de barriga para cima, fiquei com os braços abertos esticados ao lado do meu corpo, tinha os olhos fechados, o Gabriel estava atrás da minha cabeça, baixou a sua cabeça os nossos lábios uniram-se num beijo assim mesmo naquela posição. Após vários beijos, a roupa saiu dos nossos corpos… o Gabriel ficou deitado de barriga para cima, fui buscar um cubo de gelo, passei pelo seu peito, os seus mamilos ficaram duros, passei o cubo pela sua barriga, a água escorria e o Gabriel arrepiava-se, apoiei o meu corpo quente sobre o dele, eu senti o frio do seu corpo, ele sentiu o meu calor… os beijos de língua deixavam-nos com muito tesão. Fomos até ao chão do quarto, rebolávamos abraçados um ao outro, o Gabriel lambeu-me os bicos das mamas, a minha mão agarrou no seu pénis, sentia um desejo enorme de ser penetrada, desde o momento da massagem. Ainda no chão do quarto, o Gabriel deliciou-me com um extasiante minete, sentia a minha coninha molhada, a seguir chupei o seu pau, não aguentei mais… a minha vagina foi até ao seu pénis, visto estar algum tempo sem fazer sexo, estava apertadinha, custou um bocadinho a entrar todo dentro dela, depois fazia movimentos lentos e o Gabriel sorria e suspirava, fui aumentado o ritmo, as minhas mãos agarraram as mãos dele os meus gemidos aumentavam de tom, o pénis estava bem duro, a expressão do rosto do Gabriel era de prazer, estava suada, o ritmo estava muito forte e cheguei às estrelas, satisfação plena. A seguir fiquei de quatro, com muito jeitinho o Gabriel enterrou o seu pénis no meu cuzinho, era bem apertadinho, demorou pouco tempo a sentir o seu leitinho dentro de mim, veio-se com um gemido forte. No fim exclamou: brilhante!


               Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Continuei na minha fase de emagrecimento, e de vida saudável, perdi muitas calorias a fazer amor com o Gabriel, foram atingidos todos os objetivos, começámos a viver juntos… não existia forma de medir o nosso amor, era grandioso. 

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Rita

Tive um acidente de mota e fui parar ao hospital, fraturas múltiplas, fui operado, estive em coma, foram vários meses no hospital… momentos difíceis para um rapaz de 25 anos. 

Ao longo do tempo em que estive no hospital, foram vários enfermeiros que passaram pelo meu quarto, mas uma delas ficou na retina.


Era a Enf. Rita… prestável… boa profissional... incansável perguntáva frequentemente se precisava de alguma coisa... gostava da sua forma de ser, tinha sempre uma palavra amiga ou uma brincadeira quando entrava no quarto... animava-me… fisicamente era loira com cabelo encaracolado, olhos castanhos, estatura média... era muito fofinha.


Aos poucos, de fugida, íamos sabendo mais coisas um sobre o outro… cada dia que passava era mais uma informação, das mais curiosas foi saber que tinha a minha idade, e que fazíamos anos no mesmo dia... havia várias coincidências: éramos ambos filhos únicos, gostávamos os dois de viajar, de motas… entre muitas outras coisas…


Achava que estávamos a iniciar uma bonita amizade… aproximava-se a data para sair do hospital e iniciar a fisioterapia... ainda ia ter uma recuperação para uns tempos...


Sabendo que estava perto a minha saída do hospital, gostava de poder manter contato com a Enf. Rita… mas não sabia como fazer, não tinha coragem para lhe pedir o contato...


Quando a Enf. Rita entrava no quarto, eu ficava triste por saber que estava perto de sair dali e que ia deixar de estar com ela quase todos os dias, que iria deixar de ver a sua animação de sentir a sua alegria e de ouvir a palavra amiga e encorajadora. Mas estava contente por saber que ia recuperar e que o meu maior tormento estava a ser ultrapassado. 


Após uma conversa da parte dela dizendo que eu estava quase a sair dali, respondi-lhe que sim… que só lhe tinha que agradecer tudo o que fizera por mim, para continuar a ser como era, porque os doentes ganhavam muito com isso, que um dia gostava de poder agradecer de outra forma… A Enf. sentou-se na cama... agradeceu os elogios… disse-me que fui um doente fácil de tratar e que esperava que ficasse totalmente bem, para continuar a ter força na recuperação… e curiosa perguntou-me…

- De que forma gostava de me agradecer?

- Um dia vamos dar uma volta de mota e faço-lhe uma surpresa.

- Acha? Não confio na sua condução… -  sorriu - mas estou aberta a essa surpresa.

Disse-lhe que logo que recuperasse teria essa surpresa.


Saí do hospital… fazia fisioterapia num hospital perto de casa… passado um mês, senti saudades da Enf. Rita… Escrevi num bilhete: 

" Olá Enf. Rita,

Mais uma vez agradeço tudo o que me fez. Já me sinto melhor e falta muito pouco para o nosso passeio de mota. Beijinho do seu doente preferido." 

Deixei o meu contacto. Pedi a um amigo que comprasse um ramo de rosas, colocasse o bilhete que escrevi, levasse ao hospital e entregasse diretamente à Enf. Rita. Assim foi… fez-me esse favor... correu bem… o meu amigo contou-me que depois da Enf. ter lido o bilhete, sorriu... agradeceu-lhe... guardou o bilhete.


Passaram-se uns dias e não recebi uma mensagem dela, estranhei… achei que provavelmente não entraria em contato comigo… que o passeio de mota não ia existir… fui um pouco abaixo, mas continuei a dar tudo na minha recuperação. 


Passado uma semana, enviou mensagem... quando vi que o número não era conhecido, achei logo que seria o dela… com os dedos a tremer e um sorriso li… dizia:

" Olá doente preferido, tenho tido muito trabalho, muitos turnos seguidos, sem tempo e cansada, hoje finalmente estou de folga, adorei as flores, espero que a recuperação esteja a correr bem… Beijinho... vá dando notícias. "


Fomos mantendo contato... falávamos com mais frequência… 

Finalmente estava quase a ter alta… acho que o motivo maior para ter a força de recuperar era o passeio de mota com a Enf. Era esse o objetivo... era esse o prémio… 


Vários meses no hospital, vários meses de fisioterapia, chegou ao fim... estava totalmente recuperado… 


Numa quinta-feira a mensagem foi enviada à Enf. :

"Tive alta… Quando tiver disponibilidade, fico a aguardar pelo nosso passeio. " 

Sabia que a Enf. ia entrar de férias e que ia haver tempo para estarmos juntos. 

Respondeu: 

"O passeio fica marcado para sábado à tarde". 

Marcámos o sítio a cerca de 20km de cada um... morávamos a 40km de distância. Era um dia soalheiro. Ela também apareceu na mota dela… tirámos os capacetes… sorrimos… já não nos víamos há uns meses, demos um abraço...

Depois de falarmos um pouco, perguntei-lhe:

- Confias? Agarras-te a mim? 

- Acho que depois do acidente que tiveste, vou confiar na condução porque não vais querer passar por outra... mas…

- Mas… - continuei eu...

- Não sei se confio no sítio que me possas levar... - sorriu.

- Tranquila, vais gostar.

E assim foi... seguimos viagem... passámos junto à praia... parámos... falámos,  lanchámos.. Continuámos a viagem... levei-a a um sítio que conhecia desde pequeno, tinha um rio… uma paisagem gira... só natureza... parecia que só existíamos nós... calmo... só se ouvia os pássaros... contou-me que depois de tanto barulho no hospital e confusão, estava mesmo a precisar de um local tranquilo como aquele... disse que eu tinha acertado, que já tinha ganhado a confiança dela.


Sentámo-nos no chão... íamos observando a toda a nossa volta... só havia sinal de aves... tudo sossegado… uma brisa leve, estávamos em paz… perguntou-me qual era a surpresa que tinha para ela, lembrou-me o que eu tinha dito no bilhete com as flores… disse-lhe que era o sítio onde estávamos… perguntei se estava a gostar… respondeu-me que sim… então disse-lhe que tinha algo para lhe dar… mas não sabia se ia aceitar…

- O que é?

- O meu beijo...aceitas?

- Hum... só um?

- Depende… se gostares serão mais…

Chegámos perto… e os nossos lábios uniram-se… um beijo que esperava há meses..

- Gostaste? - perguntei.

- Sim... posso pedir mais?

- Não precisas pedir porque ia dar-te na mesma...

Continuámos...o sol ainda durava... estava calor... era verão…

- Vamos dar um mergulho? - propôs a Rita.

Tirámos a roupa… fomos mergulhar no rio… o sentimento era de estarmos totalmente livres, como o mundo fosse só nosso… 

Os nossos corpos nus uniram-se dentro de água... abraçados... com beijos... centrados um no outro.

- O que me queres dar mais? -  Perguntou a Rita.

- Bem… será que a minha vontade é a mesma que a tua?

- Tenho a certeza que sim.

- O meu pau está bem duro para ti… queres?

- Sim… quero-o todo dentro de mim…


Saímos da água… os dois cheios de tesão… encostei-a a uma árvore... meti-lhe o meu pau bem duro dentro dela… estava com uma respiração ofegante…

Pedia-me para a apalpar, agarrava-lhe nos seios... mordia-lhe as costas,  junto ao pescoço...

Estava a sentir-se fora dela... saiu da posição… deitou-se no chão,  pôs-se de lado... por trás voltei a enterrá-la… gemia muito… eu também estava a gostar muito... pediu-me que a fodesse no cuzinho… meti o meu pau duro com jeitinho no ânus dela, o gemido era maior... ao mesmo tempo passava os meus dedos na vagina... estava muito intenso… o meu pau grosso no cu apertadinho dela, não dava para aguentar mais… vi-me… o cuzinho dela ficou cheio do meu leite… ela ainda não tinha atingido o orgasmo... também queria que chegasse lá... lambi-lhe e chupei-lhe a vagina… meti-lhe 3 dedinhos ao mesmo tempo que a lambia no clitóris... estava fora dela… dizia para não parar… aumentei o ritmo dos dedos… lambia mais rápido… o gemido aumentou… estava toda molhada… contraiu-se… gritou… riu-se… tinha chegado ao orgasmo. 

Foi maravilhoso… valeu a pena o tempo de espera…


Fonte: Foto retirada da internet, pinterest


Mais momentos bons se repetiram… começámos a namorar… casámos… e tivemos 3 filhos.

Se não tivesse tido aquele momento mau, nunca ia ter os momentos tão bons que vieram no futuro.  

 











 

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Santiago

Estive vários anos a trabalhar numa empresa mediana, mas não era o que queria. Através de um amigo surgiu o convite para entrar numa empresa bastante conceituada, com o cargo de presidente do conselho fiscal, seria um salto grande na minha curta carreira. Tinha 28 anos, estava solteira e era uma mulher ambiciosa. O meu objetivo sempre foi evoluir e subir todos os patamares profissionais e ter sucesso. 


Entrei na empresa passado um mês. Fui recebida pelo Administrador, um homem na casa dos sessenta anos. Mostrou-me os objetivos da empresa, quem estava nos cargos principais e orientou-me nas minhas tarefas. Parecia ser uma pessoa que gostava de ajudar, e sendo uma empresa tão grande e com tantos lucros, teria de ser competente e ter pessoas bastante aptas a seu lado... Disse-me que no dia seguinte ia haver uma reunião, para me inteirar dos assuntos e conhecer as pessoas mais importantes dentro da empresa.


A reunião foi da parte da tarde. Fomos várias pessoas para uma sala, uma das pessoas que estava presente era filho do Administrador, chamava-se Santiago, era o Presidente da Assembleia Geral, notei que talvez por ser familiar do Administrador, os assuntos passavam muito por ele, era uma pessoa atenta, perspicaz e responsável. Senti-me pequenina no meio dos tubarões, mas não dei a parte fraca, quis mostrar competência para ocupar o meu cargo.

Os olhares de todos estavam dirigidos a mim, por ser nova na empresa. Mas o olhar do Santiago era mais intenso, olhava constantemente e não sabia disfarçar, senti-me um pouco intimidada. Após a reunião terminar, o Santiago deu-me sinal para aguardar, quis falar a sós comigo. Com uma voz forte e bem colocada disse:

- Bem-vinda, espero que se adapte bem à empresa e que tudo corra bem.

- Obrigada, assim o espero.

- Caso precise de alguma coisa, estarei ao seu dispor, aliás se tiver alguma dúvida pergunte-me, sou a pessoa mais indicada para a ajudar.

- Ok… dúvidas vão existir sempre, por isso vou mantendo-o a par de tudo.

- O meu gabinete fica ao lado do seu, estaremos perto e estou cá todos os dias.


Senti-me mais protegida com a conversa do Santiago, soube bem sentir aquele apoio.

A sua presença no meu gabinete era assídua, mostrava interesse sobre o que eu fazia e tirava-me todas as dúvidas, entre os assuntos metia a sua piada… com o passar do tempo ganhámos confiança um com o outro, a meio da manhã íamos tomar café, e falávamos sobre a nossa vida pessoal, os nossos gostos, o que gostávamos de fazer…

Fiquei a saber que o Santiago tinha 40 anos, era solteiro, morava num apartamento junto à praia, mas tinha outra casa numa aldeia. Além disso possuía um iate, para passear pelo mar. Ou seja bens não lhe faltavam, tinha tudo o que queria, era milionário. 

Fisicamente era um homem de estatura média, um bocadinho de peso a mais, com uma barriga ligeiramente saliente, olhos castanhos, cabelo preto a cobrir as orelhas.


Não sentia atração pelo Santiago, mas era importante manter-me próxima e ter uma boa relação com ele.  

O Santiago tinha boas conversas, provocava, sabia o que dizia e a forma de dizer as coisas no momento certo. Comecei a achar, perante as suas conversas, que tinha interesse em envolver-se comigo.

Passados uns meses, continuávamos a ter os nossos cafés a meio da manhã e da tarde, as nossas conversas já tendiam para existir um convite para sairmos os dois, já nos conhecíamos bem. Como tal… o Santiago sabendo que eu adorava o mar, propôs-me dar um passeio de barco… 


Sábado de sol, temperatura amena. Estávamos no início de junho, os dias eram grandes… saímos a seguir ao almoço, entrámos no iate e o Santiago iniciou a viagem. Após umas horitas de viagem já estávamos em alto mar, um oceano calmo, uma imensidão de água… o iate parado, o Santiago e eu fomos para o interior, tinha uns degraus para a parte de baixo, abriu uma garrafa de champanhe, disse que já vinha tarde, mas era para comemorar a minha entrada na empresa. Fizemos um brinde… sorrimos um para o outro… estávamos de pé frente a frente, o Santiago pôs as duas mãos no meu rosto, e o seu rosto aproximou-se, beijou-me… não foi o melhor beijo do mundo, mas acedi e dei continuidade ao beijo, o ambiente do mar, o balancear do barco pedia algo mais, despiu-me… o seu toque nos meus seios arrepiou-me, foi diretamente à minha vagina, lambeu-a, conseguiu excitar-me um pouco mais, a seguir tirei-lhe as calças e os boxers, o pénis libertava baba, era fino e médio, com uma curvatura para a esquerda, chupei-o estava duro, o Santiago passado pouco tempo pediu para parar, estava quase a vir-se e não queria que fosse daquela forma, beijou-me novamente, a sua língua passou pelos meios seios, veio para cima de mim, esfregou o pau no meu clitóris e depois meteu-o na minha cona, aumentou o desejo, respirações ofegantes, o Santiago continuou sem parar, sem trocar a posição, gemeu e senti a cona molhada, veio-se… naquele momento simulei o orgasmo, gemi mais alto… demos uns linguados e senti-o satisfeitíssimo.


                                                    Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Acabei por ser interesseira, não tinha atração, nem desejo pelo Santiago, mas deixei-me envolver, fui pelo passeio de barco, por ser algo diferente do que já tinha feito, e não lhe quis dizer "não " por temer alguma represália na empresa, o certo é que não foi bom para mim, continuámos a sair, viajámos juntos, mantive uma relação que não era feliz, subi no cargo da empresa, e estando presa à relação, à família e à empresa, casámos. Passados dois anos, o casamento terminou, não existia amor. 


sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Laura

Estive casado durante cinco anos, fruto dessa relação nasceu uma filha, sentia imensa felicidade, gostava muito da minha esposa, tinha 40 anos e achava que era um amor para a vida toda. Mas o inesperado aconteceu, chegado mais cedo a casa do meu trabalho (era chefe de cozinha num hotel) apanhei a minha mulher no nosso quarto com outro homem, tinha um amante, as pernas tremeram, a respiração parou, fiquei sem reação… a minha relação tinha terminado naquele instante. 


Após o divórcio, sentia-me perdido, sem encontrar sentido para viver, só a minha filha ajudava a manter-me ligado ao mundo. O meu trabalho tirava-me muito tempo, por um lado era bom porque estava distraído, por outro lado fazia-me falta sair e divertir-me. 


Passados uns meses, tive a oportunidade de conhecer a Laura, era prima de um amigo, foi-me apresentada num encontro casual na rua, os nossos olhos ficaram cúmplices, senti que seria um amor à primeira vista, aquele seu sorriso, dirigido a mim, encantou-me… queria voltar a vê-la, conhecê-la melhor… 


Através desse amigo, arranjei o contacto da Laura, começámos a conversar, mantivemos o contacto até marcarmos uma saída a dois. Numa folga, durante a tarde fomos a uma esplanada à beira mar… a Laura tinha 31 anos, era diretora de recursos humanos numa empresa de publicidade, era uma mulher atraente, olhos esverdeados, cabelo ondulado com madeixas loiras, esguia com uns seios médios, e um rabo bem definido… a nossa conversa baseou-se nas histórias que tivemos no passado e fiquei a saber que a Laura, tinha sido casada durante dois anos, teve um filho, mantinha uma paixão desmedida pelo homem da sua vida, até descobrir mensagens no telemóvel do seu marido que comprometeram a relação, não quis acreditar, preferiu não valorizar, mas o que se tinha passado ficou sempre na sua cabeça, e mais tarde voltou a descobrir novas mensagens, a indicar mesmo uma traição. 

Ambos éramos divorciados, livres para amar e assim foi, pouco tempo depois iniciámos uma relação.


Nas nossas férias resolvemos dar um passeio a pé, perto do local onde ficava a minha casa, conhecia uns caminhos pela natureza, quis mostrá-los à Laura, sentíamos o sol a aquecer as nossas costas, e às vezes tínhamos árvores à nossa volta, ouvia-se os pássaros a cantar, respirava-se ar puro, as nossas mãos iam entrelaçadas e estávamos isolados de pessoas.

Durante o caminho falávamos e tirávamos algumas fotos através do telemóvel, passámos uma ponte, que atravessava as duas margens do rio, vimos um peixe a saltar na água, continuámos a caminhar até cairmos sobre um campo de centeio, fiquei por cima da Laura e dei-lhe um beijo na boca… estávamos a sentir desejo para nos possuirmos.


Mais à frente, encontrámos uma casa abandonada, a porta estava entreaberta, resolvemos entrar… os raios de sol penetravam pelas janelas, a casa estava vazia, só havia alguns bocados de pedra caídos das paredes, e uma mesa com uma jarra numa divisão da casa… eu e a Laura demos um abraço como se tivéssemos no centro da sala da nossa casa, o nosso beijo foi dado com carinho, a luz iluminava a "suposta" sala… perguntei à Laura:

- Vamos fazer um vídeo através do telemóvel?

- E o que pretendes filmar?

- Eu e tu num envolvimento prazeroso… alinhas?

- Agrada-me essa ideia… 


A filmagem iniciou… puxei as calças e os boxers para baixo, a Laura deu-me um beijo na boca de língua e foi até ao meu pénis e chupou-o incessantemente, olhou para o telemóvel e deitou a língua fora da boca com bocados de sêmen, o seu broche era tão bom que fazia-me quase vir… a seguir tirou a blusa e o sutiã, lambi-lhe as mamas e apalpava-as, a Laura baixou as calças, abriu ligeiramente as pernas, a minha língua passava pelo seu clitóris, lambia-lhe a vulva, meti-lhe um dedo na sua coninha, estava bem húmida, a nossa excitação ultrapassava os limites, o meu pénis estava duro e babado, encostei a Laura a uma parede que estava em bom estado e pareceu-me segura, beijei-a no pescoço e enterrei o meu pau duro na sua vagina, agarrado às suas mãos, a foda estava a ser muito boa, apenas se ouvia os pássaros a cantar e os nossos gemidos… a seguir a Laura apoiou as palmas das mãos na parede, por trás dela, o meu pénis entrou até ao fundo, o meu ritmo aumentou, ambos estávamos quase a atingir o orgasmo, primeiro fui eu a vir-me e passados segundos após a Laura sentir o meu leite dentro dela, soltou um gemido e veio-se toda também… demos um beijo com as línguas fora das nossas bocas… 


                                                                                  Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Aquele lugar inóspito trouxe-nos um momento para mais tarde recordar, foi inesquecível…

À noite vimos a filmagem e a seguir voltamos a envolver-nos… não conseguíamos passar muito tempo sem sentirmos os nossos corpos bem juntos e o auge do prazer. 

terça-feira, 15 de setembro de 2020

Jorge

A minha relação com o Jorge durava há 5 anos, eu tinha 33 anos e ele 34. O Jorge definia-me como sendo uma mulher direta, com capacidade para gerir e perfil para liderar, vaidosa, tinha uma boa coxa, olhos de chinesa, cabelo escuro longo e ondulado.

Ele era um homem com ideias fixas, rigoroso, procurava sempre a perfeição em tudo o que punha as mãos, um pouco comodista e arrogante. Em termos físicos era alto, barba grande, cabelo curto, usava muitas vezes boina, o seu estilo cativava.


Começáramos a morar juntos há pouco tempo numa vivenda que ficava perto do local de trabalho… uma quinta que eu tinha herdado de uma tia, logo que ficou na nossa posse, optámos por recuperar o espaço para organizar eventos, nomeadamente todo o tipo de espetáculos que envolvesse música e dança, também alguns casamentos e outras festividades.


O trabalho consumia-nos muito tempo, não tínhamos fins de semana livres, nos feriados muitas vezes a quinta estava ocupada, a nossa relação baseava-se no nosso trabalho, o stress acumulava-se bastante, tínhamos de gerir bem as emoções.


Após um ano absolutamente esgotante, com trabalho diário, achámos que devíamos parar durante um mês, escolhemos uma altura de época baixa, coincidia com o início de um curso de dança que ambos queríamos frequentar. 

E, assim foi, aproveitámos as aulas às segundas e quartas-feiras ao final do dia, para aprendermos a dançar tango. 

Durante o dia, pensávamos um pouco nas decorações da quinta e eventos de futuro. E dávamos um pezinho de dança para treinar.

Os dias totalmente livres, eram vividos de forma apaixonada, como se fosse o início de uma relação, estávamos descontraídos, leves, sem a pressão do trabalho que nos afetava.


Decidimos marcar uma viagem, passar um fim de semana romântico, e escolhemos Paris.

Saímos para o aeroporto num sábado de manhã e seguimos viagem com uma grande vontade de conhecer a cidade e vivermos como se fosse uma lua-de-mel, juntos e felizes.


Durante a tarde passávamos momentos fantásticos, conhecemos muitas coisas na cidade, tirámos fotos, passeávamos de mão dada, surgia um abraço ou um beijo, o nosso carinho, cumplicidade e a nossa companhia extravasava amor.

À noite, já um pouco cansados, éramos iluminados pela luz da cidade, estávamos rendidos a todo o encanto que nos envolvia. 


Numa dessas noites, chegámos ao quarto e caímos em cima da cama, sorrimos e demos um abraço, a decoração do quarto assemelhava-se a um motel, o ambiente ficava mais apimentado. 

O Jorge perguntou:

- Que tal a cidade? Dentro das expectativas?

- Vale a pena visitar… acho que supera as expectativas, e tu estás a gostar?

- Muito… esta viagem vai reforçar o que sentimos um pelo outro.

- Concordo… vai fazer bem à nossa relação. 


Gostávamos de inovar no nosso envolvimento, criar ambientes propícios a transformar o ato sexual num momento intenso, experimentar sensações novas, era uma relação aberta ao conhecimento das diversas formas de prazer. 

Como tal, após uns beijos mais longos e molhados, eu e o Jorge fomos até ao wc, mais concretamente ao poliban, o Jorge aninhou-se e inclinou o tronco para trás, abri um pouco as pernas e urinei para cima do seu peito, a minha urina escorria até ao seu pénis. A seguir sentei-me no chão do poliban, e o Jorge agarrou no pau e urinou igualmente na direção do meu peito, fechei os olhos, um jacto forte batia nos meus seios, e sentia a urina quente a escorrer… nunca o tínhamos feito, gostámos da chuva dourada… ligámos o chuveiro, tomámos banho, fui acariciada pelas mãos dele, também passava as minhas mãos no seu corpo. 

Saímos do banho, secámos os corpos, com os corpos nus, embalamos numa dança no quarto, os passos eram calculados e controlados…

O Jorge ficou de quatro em cima da cama, por trás dele, lambi-lhe o ânus, a minha língua ia até aos testículos e voltava e ficava a lamber à entrada do ânus, ao mesmo tempo tocava-lhe no pénis, o Jorge arrepiava-se… o botão rosa fazia-o arrepiar.

Fiquei de barriga para baixo, empinei ligeiramente o quadril e o Jorge… lambia-me o cuzinho e metia a língua dentro da minha cona, abri um pouco as pernas e a língua dele deixava-me excitada… estávamos os dois desejosos por chegar ao orgasmo, a minha boca passou pela sua verga, chupou um pouco e ficou com sémen… deitei-me de barriga para cima, ficámos na posição pouso relaxado, pernas fechadas, com o Jorge por cima e o seu pénis bem enterrado dentro de mim, continuou assim, dizia sentir o pau bem apertadinho, prolongou mais um bocado, com os nossos gemidos a aumentar de tom, o Jorge chegou ao clímax. Eu sentindo o leitinho dele e ouvindo o seu gemer, contorci-me e prazerosamente cheguei ao orgasmo. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Uma viagem repleta de conhecimento, quebramos a rotina, tivemos sensações novas, e em variados momentos a dança proporcionou-nos muita sedução. 







 

sábado, 5 de setembro de 2020

Carolina

Com 38 anos a minha vida tinha caído em rotina. Casado há sete anos, dois filhos, o trabalho ocupava-me desde manhã cedo até à hora de jantar, a seguir a este passava o tempo com os meus filhos. Quando chegava à cama, muitas vezes estava cansado e com sono ou era a minha mulher que não estava com vontade para nos envolvermos… quando fazíamos amor era fazer por fazer, precisava de algo novo e diferente, que me despertasse…


A minha profissão por vezes implicava passar uns dias fora de casa, ou para fazer formações ou por causa mesmo de determinados trabalhos que tinham de ser feitos e terminados o quanto antes. 


A nossa empresa tinha uma empregada de escritório que era assediada por todos os homens. Chamava-se Carolina, tinha 31 anos, era relativamente baixa, magra, uns seios firmes que enchiam as mãos e que pareciam duros ao toque, loira, olhos castanhos cor de avelã, uns lábios cheios e grossos, um olhar bem atrevido e uma voz muito meiga.


Sempre que entrava no escritório procurava meter-me com ela conversando, e logo surgia uma piada ou um elogio. Estava sempre bem vestida e provocante… o seu olhar e a voz, deixava-me com vontade de a ouvir bem mais perto de mim, de sentir o seu cheiro e de percorrer o corpo dela… o meu ar assanhado e a forma como me metia com ela, fazia-a notar que eu a assediava, e que estava mortinho para estar num sítio a dois.

 

Precisava de marcar algo com ela. Quando insinuava isso a Carolina não se cortava, parecia que estava à espera de um convite…e eu teria de aproveitar,  pensar de que forma o poderia fazer … então.. resolvi escrever-lhe uma mensagem e meti dentro de uma carta.


" Carolina desde que entrei para a empresa, o local que mais gosto de estar e me sinto melhor é no escritório… porque será? Sinto que a tua conversa junta com a minha faz-me querer mais, mais conversa (não sejas maliciosa)… sabes que sou casado, poderá não ser benéfico…vou dar-te a escolher as seguintes opções: 

Das três que te vou apresentar vais escolher uma e depois dás-me a resposta.

  1. Sairmos por uma noite

  2. Passarmos um fim de semana juntos (hotel)

  3. Não sairmos (estive quase para não colocar esta alínea )"


A carta foi colocada à frente de uma fatura que lhe entreguei no escritório, disse-lhe que tinha uma carta para ela para além da fatura, saí e pisquei-lhe o olho. 

No dia seguinte entrei no escritório, era uma quinta-feira… a Carolina olhou-me, sorriu… estava corada… perguntou:

- A resposta é dada pessoalmente ou por carta também?

- Aceito a resposta de qualquer forma… sendo positiva claro.

- Vou deixar-te curioso até amanhã… hoje não terás a resposta.

- Vais deixar-me assim?

- Sim, vou….


Aguardei ansioso… acreditava que poderia estar com a Carolina no fim de semana, como tal avisei a minha mulher que ia ter formação, no sábado não iria dormir a casa… 


Sexta-feira, às 16h, tive a resposta da Carolina… disse-me que não ia passar o fim de semana comigo num hotel, mas que podia sair no sábado à noite… para escolher bem o sítio porque era casado e não queria ser vista comigo.


Combinamos o encontro a 10km de minha casa. Deixei o meu carro na garagem de um amigo, e fomos no carro dela, era mais seguro ser assim… dei-lhe as indicações… até um Motel… Quando subimos ao quarto é que reparei verdadeiramente nela, batom vermelho nos lábios, cabelo solto, blusa justa com os seios a sobressair, calça justa… estava bastante apetitosa, o perfume dela enchia o quarto… Perguntou-me:

- Como fugiste da tua mulher?

- Disse-lhe que tinha uma formação, só chegava amanhã.

- Mas vais ensinar-me alguma coisa ou vais ser ensinado? - sorriu.

- Só vamos saber depois… estou preparado para as duas coisas.

- Estou curiosa, nunca me envolvi com um homem casado.

- Prepara-te porque vamos estar aqui 12h, vais ter tempo para saber como é…

- 12h? a minha opção foi a... a) e não foi a... b).

- Passamos a noite juntos, depois logo se vê…


Sentámos na cama, liguei a televisão, o canal era pornográfico, íamos observando os dois, a Carolina perguntou-me se já me tinham feito alguma vez um strip… disse-lhe que não… levantou-se… o quarto tinha um varão… foi até junto dele, andava à volta dele, e a olhar para mim, deitei-me a olhar para ela, foi tirando a roupa, ficou sem as calças, encostou-se ao varão de costas para mim... baixou o tronco, o varão atravessava o cu dela, encostado ao fio dental, simulava com a língua que lambia o varão, agarrava com as mãos bem firmes, movimentava as mãos para cima e para baixo como se tivesse a tocar uma punheta… estava a deixar-me com tesão, que sedução… tirou a blusa, os seios duros… tirou o sutiã… o varão ficou no meio dos seios, ela apertava os seios contra o varão... a seguir tirou as cuecas, agarrada, baixou o tronco, de costas para mim, empinou o cu para trás, que imagem brutal, encostou o ombro ao varão, e com as mãos abria o buraquinho do cu e depois o da vagina…e olhava para trás na minha direção... deixou-me cheio de tesão, tinha o pau duro só de ver…


Veio de encontro a mim… perguntou-me ao ouvido se tinha gostado… disse-lhe que tinha adorado. Ajudou-me a tirar a roupa… deitei-a de barriga para cima, pus-lhe as minhas mãos nos seios, apalpei-os com força… passei a língua pelos bicos, desci até ao umbigo… subi… passei a língua pelo meio dos seios, pelo pescoço dela, beijei-a muito, beijos bem molhados, a minha mão passava na vagina, estava molhada, ia metendo dois dedinhos dentro e ela suspirava… deitou-me de barriga para cima, mordeu-me a orelha, beijou-me o pescoço, lambeu-me os bicos das mamas, a língua dela desceu… desceu… passou pelo pénis e lambeu-me os testículos, meteu-os na boca… arrepiava-me… chupou-me o pénis, sentia os lábios bem grossos dela, com a língua… deixava-me com muito desejo de a foder toda…

Fui para cima dela, com ela virada para cima… abri-lhe as pernas… meti-lhe dois dedos na boca,  ela chupava-os… enfiei-lhe o meu pénis na vagina, logo até ao fundo, revirou os olhos e soltou um gemido de prazer… as minhas mãos seguravam nos seios dela, bem firmes, e o meu pénis não parava dentro dela… gemia mais… dei-lhe palmadas suaves na cara, notava que ela gostava de alguma brutalidade, dava-lhe prazer… desci o meu tronco, sentia os seios dela junto ao meu peito… cuspi-lhe... o meu cuspe caía lentamente para dentro da boca dela, ela lambia… dava-lhe palmadas nos seios, ela estremecia… estava a ser muito bom para ambos… pôs-se de quatro, enterrei-a bem até ao fundo, puxava-lhe o cabelo para trás… pedia mais intensidade, dizia que estava cheia de tesão… dava-lhe palmadas bem fortes no cu, ficavam as marcas das minhas mãos na pele, as nádegas bem vermelhas… gemia mais… aumentei o ritmo… a vagina estava toda molhada… apoiou o peito na cama, empinou o cu… enquanto a fodia, pus os dedos no clitóris dela, apoiou a vagina nos meus dedos, estava totalmente deitada, abriu as pernas, continuei a fodê-la muito… com a nossa respiração acelerada… soltou um grito intenso de prazer… tinha atingido o orgasmo… ficou imóvel… continuei no meu ritmo… e também cheguei ao orgasmo… o meu leite entrou na vagina, fiquei deitado sobre as costas dela… 


Gostei bastante como nos entregámos um ao outro, estava a precisar de algo assim, a Carolina também queria sentir-me… durante a noite e manhã fomos aproveitando, depois fomos mais meigos um com o outro… 


                                                                       Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

A hora de sair do motel tinha chegado, cada um de nós foi para sua casa, eu fiz um pouco de tempo até ir para casa… não nos voltámos a envolver… a Carolina pouco tempo depois  mudou de trabalho, não voltámos a falar um com o outro…