domingo, 25 de dezembro de 2022

Dulce

Eu e a Dulce tínhamos uma relação que durava há 6 anos, optámos desde o início do namoro em partilhar a mesma casa, os nossos trabalhos eram bem remunerados, os horários eram ótimos, tínhamos uma vida folgada, que era aproveitada muitas das vezes a viajar. 

Tinha 36 anos e a Dulce 37, nunca pusemos de lado ter filhos, só achámos que ainda não seria o momento certo, e enquanto não acontecia, todos os momentos que passávamos juntos eram intensos.

Na semana que estávamos de férias, resolvemos fazer uma viagem de avião até Itália, e depois de comboio fomos conhecendo algumas cidades, o país era encantador, todas as viagens que fazíamos sabiam sempre a uma lua-de-mel, a paixão que sentíamos era muito forte, nenhum de nós imaginava viver um sem o outro.Ficámos hospedados num bom hotel em Roma, uma cidade que parecia um museu a céu aberto, em qualquer local havia algo de interessante para se ver. Agarrado à mão da Dulce passeávamos e conhecíamos o máximo possível, quando visitávamos um local por norma não voltávamos lá, tínhamos preferência por conhecer locais novos.

Na véspera da nossa partida à noite fomos até uma esplanada que ficava perto do local onde estávamos hospedados, a noite estava quente, mas começara a cair uns pingos de chuva… a Dulce vestia um vestido preto justo com decote, salto alto, uns brincos em forma de argolas, os lábios pintados, estava muito provocadora, bebemos um café e fizemos uma retrospetiva dos momentos que passáramos no decurso daquela viagem.

Entretanto a chuva ficou mais forte, segurei a mão da Dulce para ela não cair e demos uma ligeira corrida até ao hotel… quando entrámos no quarto já íamos um pouco cansados, demos um beijo na boca com pingas de chuva no rosto, estávamos com a roupa meia humedecida, fomos ficando sem roupa… corremos as cortinas e encostados à porta de vidro que dava para uma pequena varanda assistíamos à chuva a cair, abraçados víamos Roma iluminada por um clarão de trovoada, parecia que tinha ficado dia… arrastei uma cadeira, a Dulce sentou-se virada para a porta de vidro, enquanto lambia e saboreava a sua cona, a Dulce via os raios da trovoada no céu… 

- Assim não vou resistir a um pau duro… 

- Vai ser todo teu no meio das tuas pernas…

- Não demores porque estou cheia de vontade de o sentir…

Tinha o pau teso, para a deixar mais louca, batia com ele no seu clitóris e depois roçava, a Dulce dizia " mete… mete…" depois metia só a pontinha e tirava, ela sofria e com a voz tremida de desejo pedia para o meter todo até ao fundo, voltei a lamber a sua cona, estava toda melada, e logo de seguida o meu pau enterrou-a com força e entretanto ouvimos o barulho de um trovão, assustados estremecemos, a Dulce agarrou o meu quadril, os nossos gemidos estavam em sintonia, dava-lhe umas palmadas na cara e metia os meus dedos na sua boca, ela chupava-os…as minhas mãos mexiam nas mamas e lambia-as... dizia-lhe ao ouvido "que tesão meu amor"... a Dulce teve um espasmo, através da luz da trovoada vi os seus olhos revirar… e murmurou "és tão bom"... 

Ela não tinha perdido o desejo e eu ainda tinha tesão, sentou-me na cadeira quente por estar apoiado o seu corpo, batia com o pau duro na sua língua fora da boca, chupava só a pontinha e depois abocanhava até ao fundo, tocava punheta com as duas mãos, colocou o pénis no rego dos seus seios, e lambia… com a voz meiga perguntou: "Onde te queres vir?"

Louco de tesão… agarrei nas suas mãos, abri a porta que dava para a varanda, caía uma chuva miudinha que fazia refrescar os nossos corpos, ficou apoiada com as mãos na varanda por trás, penetrei-a… foi muito rápido e intenso… a Dulce voltou a contorcer-se com o orgasmo e eu soltei um gemido de satisfação… vi-me com um prazer imenso. A Dulce com salpicos de chuva na cara, ainda lambeu os restos de esperma do meu pau. A seguir ficámos regalados com um duche quente.

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Conhecíamos muito bem o corpo de cada um, o que dava verdadeiramente prazer, nenhum de nós ficava sem o orgasmo, ambos tínhamos de sentir sempre o auge do prazer. Fomos feitos um para o outro.



 

sábado, 17 de dezembro de 2022

Luís

Após vários meses de procura incessante de trabalho, finalmente arranjei trabalho numa ótica que ficava perto da faculdade. Obrigou-me a sair de casa dos meus pais e passei a morar em casa de uma tia viúva. Seria também uma forma de fazer-lhe um pouco de companhia. 

O meu estilo era um pouco alternativo, usava cabelo pintado de loiro, óculos que me davam um ar de professora de filme erótico, coloquei um piercing na língua, antes tinha aumentado um pouco os meus seios com silicone, a minha estatura era mais para o baixinha, os olhos eram azulados.

Nunca fiquei presa a relações, podia dar uma boa queca com um homem e depois mudar para outro e a seguir voltar ao anterior, era inconstante… e livre, se me apetecesse conhecer alguém e em pouco tempo darmos uma foda numa tarde ou noite e não voltarmos a encontrar-nos, acontecia e era normal para mim…eu reconhecia que era radical… 

Adorava aquele sentimento de ficar consolada após o ato, gostava de experimentar tudo o que me desse prazer, não me fazia de complicada, era aventureira e não tinha tabus.

Um certo dia entrou na ótica um rapaz, bastante simpático, sorridente e interessado em comprar uns óculos de sol, mostrei-lhe os modelos que se podiam enquadrar no estilo que procurava, ia passando para a sua mão e ele experimentava olhando para o espelho, reparava que tinha um rabo bem feito… pedia a minha opinião e ajudava-o, os óculos assentavam bem no seu rosto, continuei a tirar-lhe a pinta, e a conversa era agradável em tom de brincadeira.

Escolheu o par de óculos que lhe ficavam melhor, tinham sido os que aconselhei. Disse para reservá-los que no dia seguinte passava lá para efetuar o pagamento. No dia seguinte depois do almoço, apareceu… não tinha ninguém na loja, e iniciámos uma conversa mais pessoal, contou-me que tinha 28 anos, que andava a estudar cinema, que ainda morava com os pais, ou seja deu-se a conhecer… antes de pagar disse:
-Tem algum desconto?
- Sim 10%... 
- Ah ok… e a funcionária não está à venda? Tem desconto? - sorriu. 
- Não… é grátis na compra dos seus óculos - sorri.
Ficou com um ar de espanto, não contava com aquela minha resposta.
- Quando a posso vir buscar?
- Amanhã à tarde dá para si?
- Perfeitamente.

O contacto foi trocado entre nós, pareceu tudo muito fácil, mas não quis adiar, perder tempo, gosto do imediato, do momento e estava atraída pelo Luís e não podia demorar.
Eu estava de folga no dia seguinte e sabia que a minha tia ia visitar uma familiar, como tal combinei com o Luís passar em casa da minha tia às 15h.

Depois de entrar na casa, subimos até ao sótão, era lá o meu quarto… estava nas alturas e gostava daquele meu espaço, em tom de brincadeira disse, se entretanto chegasse a minha tia ele atirava-se da janela lá para baixo para ela não o ver, ele disse que preferia que eu lhe desejasse melhor sorte… a conversa prolongou-se por algum tempo, coloquei um som ambiente, o sol entrava pelo sótão, o Luís estava deitado com a cabeça apoiada na palma das mãos, fui para cima dele, ele sorriu, rocei em cima do seu pau, ainda vestidos demos um beijo. Gostou de sentir o meu piercing a raspar na sua língua.

Ficámos nus, os nossos corpos colaram, havia muito desejo, mas no meio da loucura, reparei que não tinha preservativos, expliquei ao Luís que não queria ser penetrada sem proteção, sempre tive esse trauma… ainda pensei em fazer anal, mas depois ia sentir vontade de ser fodida na coninha, continuámos com mais beijos e toques no corpo com as nossas mãos, éramos bem apalpados, crescia o tesão e optei pelo "69"… fiquei deitada de barriga para cima e o Luís ficou por cima de mim, o seu pénis fodia a minha boca e a sua boca fazia maravilhas na minha vulva, eu tocava a punheta, punha o pau à minha feição, na melhor posição para ser bem abocanhado, mamava-o muito, ia quase até ao inicio da minha garganta, também lambia os seus testículos… e com aquele ritmo o leitinho foi expelido do orifício da sua glande, senti-o na língua e a escorrer pelo canto da boca, o Luís continuava a chupar a minha vagina, acrescentou os dedos dentro dela, friccionava o clitóris, lambeu mais um pouco e fiquei doida com aquele orgasmo.

                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Passou a ser o sótão do prazer, tive muitos momentos de sexo com o Luís, a nossa relação foi sempre de sexo… o meu consolo era exageradamente bom.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

Marta

Estava desempregado, cansado de procurar emprego, só queria um que fosse na minha área… tinha 27 anos... sem namorada, entrei num chat, para conhecer pessoas novas, conversar, passar  um pouco de tempo... vi o perfil de uma mulher que morava relativamente perto de mim, cerca de 17km, era 11 anos mais velha do que eu, vi as fotos que ela tinha, achei-a interessante, a cara era gira, o corpo favorável, não aparentava ter essa idade… eu também tinha fotos minhas... meti conversa... não respondeu… tentei encontrar uma pergunta que a despertasse a dar uma resposta,  perguntei se não ia sair dali um "olá " , esse "olá " saiu... a seguir fui fazendo perguntas… ia respondendo... sentia-me um jornalista, parei… e perguntei se não ia perguntar nada... disse-me que não tinha nada para perguntar... através das informações que já me tinha dado, fui puxando conversa e ao mesmo tempo escrevendo um pouco sobre mim, pelo meio metia-me com ela,  ia rindo...


Soube que era casada que se chamava Marta, que o marido trabalhava no estrangeiro e que ia a casa de 15 em 15 dias, estava desempregada... fomos conversando diversas vezes, durante o dia e à noite, parecia que já nos conhecíamos há muito tempo, um dia perguntei-lhe se o casamento estava bem... respondeu que sim... não se alongou... achei que a presença do marido de 15 em 15 dias, podia não ser favorável... 

Quando o marido chegava, contava-me que a primeira coisa que fazia era ir para o café, não lhe passava muito cartão, que saía pouco com ela entre outras coisas... achei que o que tinha dito sobre o casamento de estar bem, não seria tanto assim... mesmo aos fins de semana em que o marido estava presente, continuávamos a conversar e até tarde...


Um dia pedi-lhe o Facebook... deu…continuámos a conversar por lá... até que passadas umas semanas já estávamos a trocar o número de telemóvel... começámos a trocar mensagens pelo telemóvel ...  sentíamos mais à vontade um com o outro,  embora nunca nos tivéssemos visto pessoalmente, ganhávamos confiança... e o próximo passo seria esse, estarmos juntos...


E que fosse junto a casa dela, ia levar o lixo, explicou-me o local onde deveria ir e lá estava, protegida com o guarda-chuva aberto, parecia estar escondida… parei o carro e entrou… deu um olá e pediu-me para arrancar... não queria ser vista… eu não conhecia o local... indicou-me o caminho,  estava meia assustada... parámos num local que parecia um pequeno parque... resguardado. Como chovia não se via pessoas a passar a pé... olhámos um para o outro... sentia que depois de tantas conversas só faltava um carinho, um mimo... agarrei a mão dela, estava gelada... para descontrair perguntei-lhe se o guarda-chuva que tinha trazido era para a abrigar da chuva ou para me bater se me portasse mal, ela disse que era para as duas coisas... rimos... fomos falando de várias coisas e surgiu um silêncio... e agora? 


Olhei para os olhos dela, bem negros... não larguei a sua mão... perguntou-me o que se passava... não sabia o que dizer... cheguei perto... tentei o beijo na boca, encostei os meus lábios aos dela... não alinhou... disse que não... pedi desculpa...disse-lhe que a vontade veio ao de cima... sorriu... notava-se que não estava segura... continuou a olhar para mim, pensei que se voltasse a tentar o beijo já ia alinhar… passei a minha mão no rosto dela... perguntei se me ia bater... chamou-me tonto... agarrou ela na minha mão... já não havia conversa… só olhares... e toques nas mãos... voltaram os meus lábios aos dela... beijámo-nos.. disse-lhe que tinha melhorado… e que gostei... não passou do beijo... levei-a até perto de casa...


A nossa conversa durava… todos os dias havia algo para dizer, para brincar... sentia vontade de voltar a estar com a Marta... ela dava a entender que podíamos voltar a estar juntos...

Esse dia aconteceu... novamente à noite... desta vez fui até mais perto da casa dela, veio ter comigo, e saímos... disse-lhe que nesse dia a tinha ido buscar mais perto, se estava mais preguiçosa,  visto não querer andar... e não trazia o guarda-chuva,  perguntei se já me podia portar mal... disse-me para ter juízo...


Saímos dali e fomos para um sítio diferente, num largo afastado de casa dela... estava a dar o jogo de futebol do Porto na rádio, eramos os dois portistas, propus um desafio... a cada golo do Porto dávamos um Beijo… íamos conversando e atentos ao desenrolar do jogo... o Porto ganhou por 3-0... foram 3 beijos molhados e felizes... mudei de emissora... ouvíamos música e falávamos... já estavam a aparecer os beijos de forma espontânea… mais prolongados... mais sem ar... e ao mesmo tempo ouvíamos na rádio a música do Pedro Abrunhosa, "Vamos fazer o que ainda não foi feito "... peguei nesse refrão...ela sorriu... disse-lhe para irmos para banco de trás... ela respondeu que sim.


Começamos a tirar a roupa... as nossas mãos exploravam cada parte do nosso corpo... os beijos continuavam... o tesão aumentava... a Marta deixou-me sentado… ajoelhou-se… entre os acentos... fez-me oral... de forma lenta e meiga… continuou a chupar... estava a ser muito bom...interrompeu... deitei-a no banco... beijava-a... lambia-lhe os seios ao mesmo tempo que os afagava entre as minhas mãos... desci... fiz-lhe oral... a vagina estava toda molhada… enquanto lambia metia-lhe um dedo no cuzinho... estava a delirar... pedia-me o meu pau... meti só uma parte dele,  pedia mais... deixei estar só assim,  queria que metesse todo... meti até ao fundo, aumentei a intensidade... segurei-a firmemente pelos braços ... pediu-me para a beijar, lambi-lhe os lábios e depois os seios... a cara dela estava corada, o olhar era de prazer... ficou de 4... meti bem até ao fundo novamente enquanto segurava os seios dela por trás... gemíamos… fomos mudando as posições... voltámos à posição inicial… por cima dela... aumentei o ritmo… beijava-a... os gemidos aumentaram de tom... dizia-me para não parar... estávamos a vir-nos os dois... suados... sem ar... e completamente entregues um ao outro... juntos num só corpo... “adorei” - exclamei… a Marta disse-me que sempre sonhou que fosse assim a primeira vez dela... 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Voltámos a ter outros encontros: em casa dela, em hotéis, motéis, na praia… foram 3 anos.. A Marta divorciou-se... passámos 8 dias de férias juntos fora do país, ficou a morar sozinha, tinha arranjado trabalho... fomos mais felizes quando não devíamos do que quando tínhamos a liberdade total para o ser... cortámos por completo, não voltámos a falar. 





sexta-feira, 25 de novembro de 2022

Ivo

Ainda estudava na faculdade quando houve um rapaz que me deixou tentada a conhecê-lo, sempre que ele passava por mim não conseguia disfarçar o meu olhar, não conseguia ser discreta, o seu perfume deixava-me com a sensação que o tinha junto a mim. Foram várias as vezes que trocámos olhares e nunca nos chegámos a conhecer, nem sequer ouvi a sua voz. 

Uns anos mais tarde, avistei-o na rua, havia um aglomerado de pessoas, e sem mais demora persegui-o, quis saber para onde ia, nunca o tirei da minha cabeça e seria uma oportunidade para não o perder. Entrou numa livraria e pegou num livro, observei-o de longe, sem que se apercebesse continuei atrás dele, até entrar numa agência de viagens, não entrei e deduzi que trabalhasse lá. No dia seguinte na hora do almoço, passei junto à agência de viagens e estava lá… acertei no que tinha deduzido. Esperei até que saísse, voltei a ir atrás dele, entrou num restaurante, ia almoçar, entrei também e fiquei na mesa ao seu lado, os nossos olhares direcionaram-se, surgiu um sorriso mútuo, ele reconheceu-me… fiquei meia inquieta e sem jeito, não tinha posição para estar, nem sabia como e onde colocar as mãos, perdi a vergonha, e perguntei:


- Lembras-te de mim da faculdade?

- Na verdade achava que te conhecia de algum lado, mas não sabia de onde.

- Eu não me esqueci de ti, passaram-se 10 anos e continuas praticamente igual.

- O tempo passa rápido, curioso encontrares-me aqui.


A conversa manteve-se durante a refeição, tínhamos 30 anos, era mais velho do que eu cinco dias, chamava-se Ivo, morou com uma rapariga que eu conhecia durante alguns anos, e de momento morava sozinho… a conversa foi tão agradável que trocámos contato, e passada uma semana saímos juntos… o meu desejo por ele já vinha do passado, eu estava sem ter uma relação há bastante tempo, a minha carência era evidente, sentia vontade de cair nos seus braços.


Fomos jantar a um restaurante bem calmo, ouvíamos bem as nossas vozes, falámos sobre a faculdade, sobre nós e o amor, a sua voz meiga deixava-me enternecida, colava-me ao seu olhar, após o jantar ter terminado, convidou-me para ir até sua casa, rejeitei, ficou embaraçado e desconcertado, logo a seguir disse-lhe: "Vamos para a minha casa!"


Entrámos em minha casa, estava escuro, apenas se notava a luz pública a entrar numa das janelas, o Ivo perguntou se não tinha luz em casa, disse que preferia assim, o meu corpo abraçou-o, demos um abraço apertado, a minha mão apalpou o seu rabo, a sua mão agarrou firmemente o meu seio, o beijo molhado aconteceu… a nossa excitação crescia, começámos a despir-nos… agarrei o pau do Ivo, tocava-lhe uma punheta, e ele metia dois dedos na minha cona húmida, fomos até junto da janela, o beijo era ardente, o Ivo ajoelhou-se à minha frente, eu estava de pé, foi por baixo de mim, e fez-me um minete, lambeu carinhosamente a minha vulva, os bicos das minhas mamas estavam duros, encostei-o à janela e de joelhos também, a minha boca chupou o seu pau duro e babado, queríamos mais…


De frente para a janela empinei o meu rabo, por trás o Ivo penetrou a minha cona, agarrado ao meu quadril, fodeu-me muito… agarrou os meus seios, gemia deliciado, sentir o seu pau todo dentro de mim deixava-me louca, pegou em mim ao colo, e enterrou-me o pau, em pé sentia-o todo, arranhava-lhe as costas e delirava no prazer… o meu clímax chegou ao auge… logo depois mamei o seu pau e deixei o seu leite inundar a minha boca, até escorrer pelo canto dos meus lábios… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Após estarmos anos sem nos vermos, e nunca termos falado, encontrei-o, fiz uma perseguição, conheci-o e aconteceu algo maravilhoso que só imaginava em sonhos!

terça-feira, 15 de novembro de 2022

Mafalda

Eu tinha 23 anos quando conheci a Mafalda numa festa de aniversário, era amiga de uma prima minha, nessa noite pouco falamos, não se sentia química, estávamos distantes um do outro.


Mais tarde, fomos estando mais vezes juntos num grupo de amigos em comum, aos poucos fomos tendo confiança e tornámo-nos muito amigos.

A Mafalda era uma menina com 19 aninhos, cabelo ondulado preto, olhos achinesados castanhos, alta e esguia, muito meiga e dócil.


Nas conversas que tínhamos falávamos abertamente sobre tudo, o tema do sexo era frequentemente abordado. Desde posições, fantasias, relações e lugares inesperados para tirar o máximo prazer.

Tudo isso excitava, por vezes tinha uma ereção, a Mafalda era safada e provocadora e notava que ela devia gostar muito de chegar ao clímax.


Um dia, perto de minha casa, num miradouro, a conversa durou horas, e chegámos ao ponto de ficarmos sem assunto, os nossos olhos estavam focados no corpo um do outro, a proximidade era reduzida, segurei a sua mão, estava fria… e disse:

- Mafalda, estou a sentir algo forte por ti.

- E o que te apetece fazer…?

- Vamos fazer o que ainda não foi feito?

- Alinho.


O beijo meigo surgiu, os nossos lábios colaram e as línguas movimentavam-se uma na outra, o seu perfume doce deixava-me ainda mais desejoso, as mãos entrelaçadas aqueciam. A vontade de algo mais crescia… e era urgente arranjar um local para nos consolarmos.


Assim foi, fomos para a parte das traseiras da minha casa até à garrafeira do meu avô, havia lá um sofá super confortável, depois de me sentar, a sua mão passou por cima das calças no meu pénis, depois puxou as calças para baixo, o meu pau estava colado aos boxers, tesudo e molhado, a Mafalda chupou, lambeu, acariciava com as mãos, tocava uma punheta de forma vigorosa… a seguir fui ajudando a despi-la… demos um beijo intenso, passei os meus dedos na sua cona molhada, apalpei as mamas firmes, e fiz-lhe um minete enquanto gemia levemente. 


A seguir com o meu pau teso, enterrei-o bem dentro da sua cona, aumentei um pouco a intensidade e a Mafalda veio-se num ápice… mas continuou a pedir que não parasse, queria mais e mais… estava louca e insaciável… pedia para a foder toda, e assim continuámos… fomos trocando de posição… foi para cima de mim e voltou a vir-se… eu pouco mais tempo aguentei… ela apercebeu-se… saiu de cima de mim, e a sua boca chupou o meu pau até ficar cheia de leitinho, enquanto eu me esporrava todo. Que sensação!


                                                                                          Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

 A Mafalda foi a minha namorada, depois esposa e estamos casados há muitos anos, a nossa relação é ímpar no respeito e cada dia que passa é sempre mais feliz, com ternura e amor.

sábado, 5 de novembro de 2022

Ricardo e a Professora

Chegava o segundo período do liceu, já havia uma visita de estudo marcada para a minha turma do 12º ano... mais tarde viria a viagem de finalistas. 

Eu, o Ricardo estava com muita vontade que chegasse essa visita.  A prof. que nos ia acompanhar era a de Português. Ia sabendo algumas informações sobre ela. As minhas colegas de turma também iam comentando comigo algumas coisas... e descobri o Facebook da professora, logo andava a par de algumas coisas. A prof. tinha um corpo mais para o gordinho, não deixando de ser jeitosa,  era muito simpática… até demais! Com 23 anos, morava perto do liceu com uma amiga também professora.

Era um pouco calada, tímida... corava facilmente... podia ser fruto da sua tenra idade...

Ao longo do tempo em que íamos falando, a prof. procurava sempre ajudar. Quando tinha alguma dúvida nos trabalhos de casa enviava-lhe mensagem para o Messenger e ela respondia de imediato... achei que podia conversar com ela sobre variadas coisas,  fui abordando vários temas e a resposta era sempre muito rápida, também me fazia perguntas... gostávamos de conversar um com o outro...Um dia o tema foi cinema... ambos tínhamos uma grande vontade de assistir a um filme que ia estrear…  a professora tinha a amiga a morar com ela que não gostava de sair de casa, tinha 30 anos, “era uma encalhada, parecia que tinha medo de homens”, isto dito pela prof. 

Numa terça feira acabou por surgir um convite da minha parte... não me disse que sim... também não rejeitou… fomos falando durante a semana, aguardei até sexta e voltei a perguntar… continuava na dúvida... perguntou quando e onde... deu a entender que não queria ser vista comigo no cinema... arranjei solução... ela conduzia e  íamos a um cinema mais afastado, o risco de nos verem seria menor... Propus o sábado... Aceitou.

No sábado, depois do jantar, fui ter à beira do apartamento onde morava. Tínhamos marcado às 20h45... olhava para ela como uma amiga, mas na verdade, naquele momento, em que a vi ter comigo,  senti algo mais forte…  estava poderosa... cabelo solto, um olhar feliz,  um vestido mais para o justo… gostei…

Entrei no carro dela e seguimos viagem, achava que da parte dela me via como amigo… 

Assistimos ao filme… ambos gostámos... viemos pelo caminho a falar sobre o filme… com piadas à mistura, ríamos... o ambiente era bom... chegámos às  00h30 à entrada da casa dela... despediu-se com 2 beijos na face, disse-lhe  que estava com muita vontade de fazer a tal visita de estudo com ela, olhou para mim e disse que tinha a mesma vontade que eu. aproximei-me dela, mas… ela saiu do carro, também saí… desejei-lhe boa noite e fui para casa.Continuávamos a falar… pelo Messenger à noite... nunca foi abordado aquele afastamento na despedida de sábado. 

Entretanto chegou a visita de estudo, saímos na sexta de manhã, íamos chegar no sábado à tarde...

Éramos só 3 rapazes, e 10 raparigas... Eu não quis estar no quarto, vim até a uma sala da pousada,  a prof. estava online no Messenger, disse-lhe onde estava e ela veio ter comigo.Fomos falando, estávamos sós… tinha vontade de me aproximar,  mas não me sentia confiante,  optei por não o fazer, achei que até podia dar para tentar um beijo... a prof. olhava muito para os meus lábios e sentia-a nervosa... a noite foi passando... fomos dormir, cada um para o seu quarto.O dia seguinte já era para vir para casa, chegámos mais tarde do que o esperado, jantámos pelo caminho, chegámos ao liceu às 21h. Cada um ia para seu lado, os pais estavam à espera e eu como morava perto deslocava-me a pé… 

A prof. chamou-me… olhei... deu-me um sinal… não tinha percebido... aproximei-me… disse-me para esperar... perguntou-me se eu ia para casa, disse lhe que sim… ela não queria que fosse para casa... parecia nervosa e estava corada...

Quis levar-me para o apartamento dela, perguntei se não tinha lá a amiga... respondeu que sim, mas que se deitava cedo, já devia estar a dormir no quarto..

Entrámos... a amiga estava no sofá… sem sono… disse que não tinha mal, para estarmos à vontade, ia para o quarto, a prof. não a deixou ir... disse que podia ficar… fiquei pensativo sobre no que poderia  acontecer…

A conversa começou a ser a 3… a prof. foi vestir o pijama... falei com a amiga, uma trintona, esguia, cabelo comprido, olhos azuis, e muito afável…

Foram ao frigorífico buscar cervejas... fomos bebendo... estávamos animados e com calor...

O assunto foi sexo... várias perguntas mais íntimas... a amiga da prof. admitiu que já se tinha envolvido com uma mulher,  a prof. disse que já tinha feito sexo com uma pessoa que conheceu na net… eu disse que o meu sonho era fazer sexo com duas mulheres.. riram-se muito.

A prof. estava mais animada, tinha perdido a timidez,  estava desinibida... a amiga vendo-a assim... chegou perto, beijou-a… língua com língua... Começaram a tirar a roupa... eu só assistia… apalpavam-se, cantavam… lambiam-se... e eu cheio de tesão… tirei as calças e comecei a tocar no meu pau… vieram na minha direção... ambas, à vez, chupavam-me o pau...as duas línguas passavam pela minha ereção… que sensação! As minhas mãos começaram a entrar em ação, apalpava-as… arrepiavam-se… sentia o beijo das duas... enquanto fazia sexo oral à prof., a amiga beijava-a na boca..

A prof. gemia, e a amiga fazia-me sexo oral… íamos mudando as posições, a forma como nos tocávamos... estava a ser muito prazeroso para todos... aumentava o tesão... a prof. louca e de 4 fazia sexo oral à amiga, aproveitei a posição dela e meti-lhe o meu pau na coninha molhada, deu um gemido forte, dava-lhe palmadas nas nádegas, a amiga gemia e dizia para a prof. não parar de lamber... a amiga vinha-se... e eu estava quase a chegar lá... a prof. mudou a posição... fiquei por cima dela... beijava-lhe a boca molhada, babada... e metia-lhe o pau até ao fundo... a prof. já mal se mexia, sentia que eu e ela nos íamos vir... veio-se ela num ápice.. gemeu muito… o corpo estremecia... ficou sem ação... tirei o pau dentro dela... estava totalmente consolada... a amiga aproximou-se... veio fazer-me oral, continuava cheio de tesão… chupou...lambeu… bateu a punheta... estava a ser bom demais... disse-lhe para não parar,  estava quase a vir-me todo… assim foi… enchi a boca dela de leite... engoliu. lambeu os lábios,  olhou para mim,  sorriu… e disse “muito bom”.

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foi uma noite genial... uma experiência única,  nova para os três, houve entrega, estávamos soltos, procurámos dar e sentir todo o prazer.. 

terça-feira, 25 de outubro de 2022

Judite

Em breves linhas se resume os traços da minha vida: fui casado durante trinta anos, um casamento de altos e baixos, a relação ficou esgotada, perdemos interesse, feitios incompatíveis, demos conta bastante tarde e o melhor para ambos foi a separação. Fui morar sozinho. Tenho três netinhos maravilhosos que me visitam frequentemente, trabalhei muitos anos por conta própria, como canalizador, às vezes ainda faço uns biscates, agora tenho 63 anos. 


O meu trabalho implicava entrar muitas vezes em casas, umas mais longe, outras mais perto, em casas de vizinhos, em casas de estranhos… conhecia bastante gente, procurei conviver sempre com gente jovem, e fazia da minha idade apenas um número, o meu espírito era aproveitar cada dia como se fosse o último… 

Tentava que os meus dias fossem sempre ocupados por coisas que me fizessem distrair e me fizessem sentir bem, não gostava de rotina, entre várias coisas, gostava de pescar, jogar cartas com amigos, ver futebol, assistir a peças de teatro, ler… ou seja todos os dias havia algo diferente para ser feito…


Um dia, uma amiga, perguntou-me se podia resolver um problema de um cano furado a casa de uma senhora que começara a morar há pouco tempo nessa residência.

Disse prontamente que sim, deram o meu contacto à senhora e no mesmo dia ligou-me.

Marquei para ir a sua casa no dia seguinte, durante a tarde.


Chegado a sua casa, toquei à campainha, a senhora apareceu, eu identifiquei-me e ela abriu o portão, deu-me licença para entrar na casa, o ar da senhora era jovem e fresco, explicou-me o problema do cano na cozinha, teve que ser trocado… enquanto fazia o meu trabalho foi contando um pouco de si, chamava-se Judite, tinha 60 anos, viúva há 10 anos, decidiu vir morar para aquela casa para ficar mais perto da filha, pelo meio da conversa também me apresentei… entretanto fui comprar o cano e colocá-lo no sítio… a Judite era muito acessível, espírito jovem, também gostava de sair, estando muito tempo em casa, sentia-se triste e já tinha tido uma depressão… 

Após ter o trabalho feito, a Judite perguntou-me o preço, disse-lhe que pagava só o cano, não levei dinheiro da mão-de-obra, agradeceu… a minha resposta foi que se voltasse a precisar para dispor.


Passados uns dias, encontrei a Judite de manhã no mercado, sorrimos um para o outro, perguntei se estava tudo bem e se o cano ficou bem colocado, disse que estava tudo bem e que até ter saído de casa não havia fuga de água - sorriu.

Mantivemos a conversa por algum tempo, até que… surgiu um convite meu, perguntei:

- A Judite vai estar livre logo mais?

- Olhe, eu estou quase sempre livre, faço só uns trabalhos de costura por casa só para me entreter.

- Tenho umas roupas para arranjar, ainda vou precisar das suas mãos.. - sorri.

- Sim, pode levar lá a casa… devo-lhe um favor.

- Ah… não pense nisso, queria fazer-lhe um convite… 

- O que vem daí?

- Hoje à noite, temos um festival de marisco, fica aqui perto… gosta? Aceita jantar comigo?

- Gosto de marisco, como gosto de sair, e foi simpático comigo, junta-se o útil ao agradável, aceito o convite.


Senti felicidade por ter aceitado o convite, passei pela sua casa, parei o carro e a Judite já estava a sair de casa, disse que era sempre pontual, não gostava de atrasos. 

Prosseguimos a curta viagem até ao festival de marisco. Durante o jantar tivemos uma boa conversa, o marisco estava óptimo, o vinho a acompanhar deixou-nos mais alegres… 

Falámos das nossas histórias, sentimo-nos nostálgicos, mas a maior parte da conversa foi recheada de coisas positivas, a Judite tinha um bom sentido de humor.

Estávamos a precisar de um jantar assim, de ter uma companhia, de ouvirmos e sermos ouvidos, ambos não sentíamos isso há muito tempo.

Levei-a a casa, agradeci-lhe a companhia, ela retribuiu. 


No dia seguinte acordei a pensar no jantar do dia anterior, queria ver a Judite. No final do almoço, passei pela sua casa, veio à janela, não contava comigo, abriu a porta e mostrei-lhe o saco com a roupa que precisava de ser composta, convidou-me a entrar… fomos até à sala, ainda não tinha tomado café, serviu café para os dois… seguimos com mais uma conversas, os nossos olhares prenderam-se… a Judite fez-me uma carícia no meu rosto passando a mão pela minha barba, o seu carinho despoletou uma reação minha, agarrei a sua mão, puxei-a para mim, beija-a. Os lábios tocaram-se, as nossas línguas conheceram-se, as nossas mãos começaram a despir-nos, os corpos estavam nus e marcados de histórias já vividas, a minha boca foi aos seus grandes lábios vaginais, a minha saliva molhava a sua vagina, a língua rodopiava no clitóris, a Judite soltava uns gemidos. Sentado no sofá a Judite levou a sua mão ao meu pénis, tocava-o lentamente, abocanhou o meu pau babado, fez-me gemer com um bom broche. Quis ser eu a controlar, com a Judite sentada no sofá, de pernas abertas, sentiu a minha penetração… arranhou o meu peito, lambi-lhe os bicos dos seios, o pénis saiu da vagina, cuspi-lhe a coninha e voltei a enterrá-la… estava a delirar… pouco tempo a seguir… soltou um grito de prazer, e agarrou-se ao meu pescoço, percebi que tinha atingido o orgasmo, continuei a fodê-la… e não demorei… vi-me dentro dela.


                                                                                         Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Nunca é tarde para se sentir excitação, desejo, tesão e prazer, foi uma tarde intensa.

Mantivemos uma relação de felicidade que durou 8 anos, até a Judite falecer. Deixou saudade, mas também a doce lembrança de todos os momentos prazerosos.