sexta-feira, 25 de novembro de 2022

Ivo

Ainda estudava na faculdade quando houve um rapaz que me deixou tentada a conhecê-lo, sempre que ele passava por mim não conseguia disfarçar o meu olhar, não conseguia ser discreta, o seu perfume deixava-me com a sensação que o tinha junto a mim. Foram várias as vezes que trocámos olhares e nunca nos chegámos a conhecer, nem sequer ouvi a sua voz. 

Uns anos mais tarde, avistei-o na rua, havia um aglomerado de pessoas, e sem mais demora persegui-o, quis saber para onde ia, nunca o tirei da minha cabeça e seria uma oportunidade para não o perder. Entrou numa livraria e pegou num livro, observei-o de longe, sem que se apercebesse continuei atrás dele, até entrar numa agência de viagens, não entrei e deduzi que trabalhasse lá. No dia seguinte na hora do almoço, passei junto à agência de viagens e estava lá… acertei no que tinha deduzido. Esperei até que saísse, voltei a ir atrás dele, entrou num restaurante, ia almoçar, entrei também e fiquei na mesa ao seu lado, os nossos olhares direcionaram-se, surgiu um sorriso mútuo, ele reconheceu-me… fiquei meia inquieta e sem jeito, não tinha posição para estar, nem sabia como e onde colocar as mãos, perdi a vergonha, e perguntei:


- Lembras-te de mim da faculdade?

- Na verdade achava que te conhecia de algum lado, mas não sabia de onde.

- Eu não me esqueci de ti, passaram-se 10 anos e continuas praticamente igual.

- O tempo passa rápido, curioso encontrares-me aqui.


A conversa manteve-se durante a refeição, tínhamos 30 anos, era mais velho do que eu cinco dias, chamava-se Ivo, morou com uma rapariga que eu conhecia durante alguns anos, e de momento morava sozinho… a conversa foi tão agradável que trocámos contato, e passada uma semana saímos juntos… o meu desejo por ele já vinha do passado, eu estava sem ter uma relação há bastante tempo, a minha carência era evidente, sentia vontade de cair nos seus braços.


Fomos jantar a um restaurante bem calmo, ouvíamos bem as nossas vozes, falámos sobre a faculdade, sobre nós e o amor, a sua voz meiga deixava-me enternecida, colava-me ao seu olhar, após o jantar ter terminado, convidou-me para ir até sua casa, rejeitei, ficou embaraçado e desconcertado, logo a seguir disse-lhe: "Vamos para a minha casa!"


Entrámos em minha casa, estava escuro, apenas se notava a luz pública a entrar numa das janelas, o Ivo perguntou se não tinha luz em casa, disse que preferia assim, o meu corpo abraçou-o, demos um abraço apertado, a minha mão apalpou o seu rabo, a sua mão agarrou firmemente o meu seio, o beijo molhado aconteceu… a nossa excitação crescia, começámos a despir-nos… agarrei o pau do Ivo, tocava-lhe uma punheta, e ele metia dois dedos na minha cona húmida, fomos até junto da janela, o beijo era ardente, o Ivo ajoelhou-se à minha frente, eu estava de pé, foi por baixo de mim, e fez-me um minete, lambeu carinhosamente a minha vulva, os bicos das minhas mamas estavam duros, encostei-o à janela e de joelhos também, a minha boca chupou o seu pau duro e babado, queríamos mais…


De frente para a janela empinei o meu rabo, por trás o Ivo penetrou a minha cona, agarrado ao meu quadril, fodeu-me muito… agarrou os meus seios, gemia deliciado, sentir o seu pau todo dentro de mim deixava-me louca, pegou em mim ao colo, e enterrou-me o pau, em pé sentia-o todo, arranhava-lhe as costas e delirava no prazer… o meu clímax chegou ao auge… logo depois mamei o seu pau e deixei o seu leite inundar a minha boca, até escorrer pelo canto dos meus lábios… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Após estarmos anos sem nos vermos, e nunca termos falado, encontrei-o, fiz uma perseguição, conheci-o e aconteceu algo maravilhoso que só imaginava em sonhos!

terça-feira, 15 de novembro de 2022

Mafalda

Eu tinha 23 anos quando conheci a Mafalda numa festa de aniversário, era amiga de uma prima minha, nessa noite pouco falamos, não se sentia química, estávamos distantes um do outro.


Mais tarde, fomos estando mais vezes juntos num grupo de amigos em comum, aos poucos fomos tendo confiança e tornámo-nos muito amigos.

A Mafalda era uma menina com 19 aninhos, cabelo ondulado preto, olhos achinesados castanhos, alta e esguia, muito meiga e dócil.


Nas conversas que tínhamos falávamos abertamente sobre tudo, o tema do sexo era frequentemente abordado. Desde posições, fantasias, relações e lugares inesperados para tirar o máximo prazer.

Tudo isso excitava, por vezes tinha uma ereção, a Mafalda era safada e provocadora e notava que ela devia gostar muito de chegar ao clímax.


Um dia, perto de minha casa, num miradouro, a conversa durou horas, e chegámos ao ponto de ficarmos sem assunto, os nossos olhos estavam focados no corpo um do outro, a proximidade era reduzida, segurei a sua mão, estava fria… e disse:

- Mafalda, estou a sentir algo forte por ti.

- E o que te apetece fazer…?

- Vamos fazer o que ainda não foi feito?

- Alinho.


O beijo meigo surgiu, os nossos lábios colaram e as línguas movimentavam-se uma na outra, o seu perfume doce deixava-me ainda mais desejoso, as mãos entrelaçadas aqueciam. A vontade de algo mais crescia… e era urgente arranjar um local para nos consolarmos.


Assim foi, fomos para a parte das traseiras da minha casa até à garrafeira do meu avô, havia lá um sofá super confortável, depois de me sentar, a sua mão passou por cima das calças no meu pénis, depois puxou as calças para baixo, o meu pau estava colado aos boxers, tesudo e molhado, a Mafalda chupou, lambeu, acariciava com as mãos, tocava uma punheta de forma vigorosa… a seguir fui ajudando a despi-la… demos um beijo intenso, passei os meus dedos na sua cona molhada, apalpei as mamas firmes, e fiz-lhe um minete enquanto gemia levemente. 


A seguir com o meu pau teso, enterrei-o bem dentro da sua cona, aumentei um pouco a intensidade e a Mafalda veio-se num ápice… mas continuou a pedir que não parasse, queria mais e mais… estava louca e insaciável… pedia para a foder toda, e assim continuámos… fomos trocando de posição… foi para cima de mim e voltou a vir-se… eu pouco mais tempo aguentei… ela apercebeu-se… saiu de cima de mim, e a sua boca chupou o meu pau até ficar cheia de leitinho, enquanto eu me esporrava todo. Que sensação!


                                                                                          Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

 A Mafalda foi a minha namorada, depois esposa e estamos casados há muitos anos, a nossa relação é ímpar no respeito e cada dia que passa é sempre mais feliz, com ternura e amor.

sábado, 5 de novembro de 2022

Ricardo e a Professora

Chegava o segundo período do liceu, já havia uma visita de estudo marcada para a minha turma do 12º ano... mais tarde viria a viagem de finalistas. 

Eu, o Ricardo estava com muita vontade que chegasse essa visita.  A prof. que nos ia acompanhar era a de Português. Ia sabendo algumas informações sobre ela. As minhas colegas de turma também iam comentando comigo algumas coisas... e descobri o Facebook da professora, logo andava a par de algumas coisas. A prof. tinha um corpo mais para o gordinho, não deixando de ser jeitosa,  era muito simpática… até demais! Com 23 anos, morava perto do liceu com uma amiga também professora.

Era um pouco calada, tímida... corava facilmente... podia ser fruto da sua tenra idade...

Ao longo do tempo em que íamos falando, a prof. procurava sempre ajudar. Quando tinha alguma dúvida nos trabalhos de casa enviava-lhe mensagem para o Messenger e ela respondia de imediato... achei que podia conversar com ela sobre variadas coisas,  fui abordando vários temas e a resposta era sempre muito rápida, também me fazia perguntas... gostávamos de conversar um com o outro...Um dia o tema foi cinema... ambos tínhamos uma grande vontade de assistir a um filme que ia estrear…  a professora tinha a amiga a morar com ela que não gostava de sair de casa, tinha 30 anos, “era uma encalhada, parecia que tinha medo de homens”, isto dito pela prof. 

Numa terça feira acabou por surgir um convite da minha parte... não me disse que sim... também não rejeitou… fomos falando durante a semana, aguardei até sexta e voltei a perguntar… continuava na dúvida... perguntou quando e onde... deu a entender que não queria ser vista comigo no cinema... arranjei solução... ela conduzia e  íamos a um cinema mais afastado, o risco de nos verem seria menor... Propus o sábado... Aceitou.

No sábado, depois do jantar, fui ter à beira do apartamento onde morava. Tínhamos marcado às 20h45... olhava para ela como uma amiga, mas na verdade, naquele momento, em que a vi ter comigo,  senti algo mais forte…  estava poderosa... cabelo solto, um olhar feliz,  um vestido mais para o justo… gostei…

Entrei no carro dela e seguimos viagem, achava que da parte dela me via como amigo… 

Assistimos ao filme… ambos gostámos... viemos pelo caminho a falar sobre o filme… com piadas à mistura, ríamos... o ambiente era bom... chegámos às  00h30 à entrada da casa dela... despediu-se com 2 beijos na face, disse-lhe  que estava com muita vontade de fazer a tal visita de estudo com ela, olhou para mim e disse que tinha a mesma vontade que eu. aproximei-me dela, mas… ela saiu do carro, também saí… desejei-lhe boa noite e fui para casa.Continuávamos a falar… pelo Messenger à noite... nunca foi abordado aquele afastamento na despedida de sábado. 

Entretanto chegou a visita de estudo, saímos na sexta de manhã, íamos chegar no sábado à tarde...

Éramos só 3 rapazes, e 10 raparigas... Eu não quis estar no quarto, vim até a uma sala da pousada,  a prof. estava online no Messenger, disse-lhe onde estava e ela veio ter comigo.Fomos falando, estávamos sós… tinha vontade de me aproximar,  mas não me sentia confiante,  optei por não o fazer, achei que até podia dar para tentar um beijo... a prof. olhava muito para os meus lábios e sentia-a nervosa... a noite foi passando... fomos dormir, cada um para o seu quarto.O dia seguinte já era para vir para casa, chegámos mais tarde do que o esperado, jantámos pelo caminho, chegámos ao liceu às 21h. Cada um ia para seu lado, os pais estavam à espera e eu como morava perto deslocava-me a pé… 

A prof. chamou-me… olhei... deu-me um sinal… não tinha percebido... aproximei-me… disse-me para esperar... perguntou-me se eu ia para casa, disse lhe que sim… ela não queria que fosse para casa... parecia nervosa e estava corada...

Quis levar-me para o apartamento dela, perguntei se não tinha lá a amiga... respondeu que sim, mas que se deitava cedo, já devia estar a dormir no quarto..

Entrámos... a amiga estava no sofá… sem sono… disse que não tinha mal, para estarmos à vontade, ia para o quarto, a prof. não a deixou ir... disse que podia ficar… fiquei pensativo sobre no que poderia  acontecer…

A conversa começou a ser a 3… a prof. foi vestir o pijama... falei com a amiga, uma trintona, esguia, cabelo comprido, olhos azuis, e muito afável…

Foram ao frigorífico buscar cervejas... fomos bebendo... estávamos animados e com calor...

O assunto foi sexo... várias perguntas mais íntimas... a amiga da prof. admitiu que já se tinha envolvido com uma mulher,  a prof. disse que já tinha feito sexo com uma pessoa que conheceu na net… eu disse que o meu sonho era fazer sexo com duas mulheres.. riram-se muito.

A prof. estava mais animada, tinha perdido a timidez,  estava desinibida... a amiga vendo-a assim... chegou perto, beijou-a… língua com língua... Começaram a tirar a roupa... eu só assistia… apalpavam-se, cantavam… lambiam-se... e eu cheio de tesão… tirei as calças e comecei a tocar no meu pau… vieram na minha direção... ambas, à vez, chupavam-me o pau...as duas línguas passavam pela minha ereção… que sensação! As minhas mãos começaram a entrar em ação, apalpava-as… arrepiavam-se… sentia o beijo das duas... enquanto fazia sexo oral à prof., a amiga beijava-a na boca..

A prof. gemia, e a amiga fazia-me sexo oral… íamos mudando as posições, a forma como nos tocávamos... estava a ser muito prazeroso para todos... aumentava o tesão... a prof. louca e de 4 fazia sexo oral à amiga, aproveitei a posição dela e meti-lhe o meu pau na coninha molhada, deu um gemido forte, dava-lhe palmadas nas nádegas, a amiga gemia e dizia para a prof. não parar de lamber... a amiga vinha-se... e eu estava quase a chegar lá... a prof. mudou a posição... fiquei por cima dela... beijava-lhe a boca molhada, babada... e metia-lhe o pau até ao fundo... a prof. já mal se mexia, sentia que eu e ela nos íamos vir... veio-se ela num ápice.. gemeu muito… o corpo estremecia... ficou sem ação... tirei o pau dentro dela... estava totalmente consolada... a amiga aproximou-se... veio fazer-me oral, continuava cheio de tesão… chupou...lambeu… bateu a punheta... estava a ser bom demais... disse-lhe para não parar,  estava quase a vir-me todo… assim foi… enchi a boca dela de leite... engoliu. lambeu os lábios,  olhou para mim,  sorriu… e disse “muito bom”.

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foi uma noite genial... uma experiência única,  nova para os três, houve entrega, estávamos soltos, procurámos dar e sentir todo o prazer.. 

terça-feira, 25 de outubro de 2022

Judite

Em breves linhas se resume os traços da minha vida: fui casado durante trinta anos, um casamento de altos e baixos, a relação ficou esgotada, perdemos interesse, feitios incompatíveis, demos conta bastante tarde e o melhor para ambos foi a separação. Fui morar sozinho. Tenho três netinhos maravilhosos que me visitam frequentemente, trabalhei muitos anos por conta própria, como canalizador, às vezes ainda faço uns biscates, agora tenho 63 anos. 


O meu trabalho implicava entrar muitas vezes em casas, umas mais longe, outras mais perto, em casas de vizinhos, em casas de estranhos… conhecia bastante gente, procurei conviver sempre com gente jovem, e fazia da minha idade apenas um número, o meu espírito era aproveitar cada dia como se fosse o último… 

Tentava que os meus dias fossem sempre ocupados por coisas que me fizessem distrair e me fizessem sentir bem, não gostava de rotina, entre várias coisas, gostava de pescar, jogar cartas com amigos, ver futebol, assistir a peças de teatro, ler… ou seja todos os dias havia algo diferente para ser feito…


Um dia, uma amiga, perguntou-me se podia resolver um problema de um cano furado a casa de uma senhora que começara a morar há pouco tempo nessa residência.

Disse prontamente que sim, deram o meu contacto à senhora e no mesmo dia ligou-me.

Marquei para ir a sua casa no dia seguinte, durante a tarde.


Chegado a sua casa, toquei à campainha, a senhora apareceu, eu identifiquei-me e ela abriu o portão, deu-me licença para entrar na casa, o ar da senhora era jovem e fresco, explicou-me o problema do cano na cozinha, teve que ser trocado… enquanto fazia o meu trabalho foi contando um pouco de si, chamava-se Judite, tinha 60 anos, viúva há 10 anos, decidiu vir morar para aquela casa para ficar mais perto da filha, pelo meio da conversa também me apresentei… entretanto fui comprar o cano e colocá-lo no sítio… a Judite era muito acessível, espírito jovem, também gostava de sair, estando muito tempo em casa, sentia-se triste e já tinha tido uma depressão… 

Após ter o trabalho feito, a Judite perguntou-me o preço, disse-lhe que pagava só o cano, não levei dinheiro da mão-de-obra, agradeceu… a minha resposta foi que se voltasse a precisar para dispor.


Passados uns dias, encontrei a Judite de manhã no mercado, sorrimos um para o outro, perguntei se estava tudo bem e se o cano ficou bem colocado, disse que estava tudo bem e que até ter saído de casa não havia fuga de água - sorriu.

Mantivemos a conversa por algum tempo, até que… surgiu um convite meu, perguntei:

- A Judite vai estar livre logo mais?

- Olhe, eu estou quase sempre livre, faço só uns trabalhos de costura por casa só para me entreter.

- Tenho umas roupas para arranjar, ainda vou precisar das suas mãos.. - sorri.

- Sim, pode levar lá a casa… devo-lhe um favor.

- Ah… não pense nisso, queria fazer-lhe um convite… 

- O que vem daí?

- Hoje à noite, temos um festival de marisco, fica aqui perto… gosta? Aceita jantar comigo?

- Gosto de marisco, como gosto de sair, e foi simpático comigo, junta-se o útil ao agradável, aceito o convite.


Senti felicidade por ter aceitado o convite, passei pela sua casa, parei o carro e a Judite já estava a sair de casa, disse que era sempre pontual, não gostava de atrasos. 

Prosseguimos a curta viagem até ao festival de marisco. Durante o jantar tivemos uma boa conversa, o marisco estava óptimo, o vinho a acompanhar deixou-nos mais alegres… 

Falámos das nossas histórias, sentimo-nos nostálgicos, mas a maior parte da conversa foi recheada de coisas positivas, a Judite tinha um bom sentido de humor.

Estávamos a precisar de um jantar assim, de ter uma companhia, de ouvirmos e sermos ouvidos, ambos não sentíamos isso há muito tempo.

Levei-a a casa, agradeci-lhe a companhia, ela retribuiu. 


No dia seguinte acordei a pensar no jantar do dia anterior, queria ver a Judite. No final do almoço, passei pela sua casa, veio à janela, não contava comigo, abriu a porta e mostrei-lhe o saco com a roupa que precisava de ser composta, convidou-me a entrar… fomos até à sala, ainda não tinha tomado café, serviu café para os dois… seguimos com mais uma conversas, os nossos olhares prenderam-se… a Judite fez-me uma carícia no meu rosto passando a mão pela minha barba, o seu carinho despoletou uma reação minha, agarrei a sua mão, puxei-a para mim, beija-a. Os lábios tocaram-se, as nossas línguas conheceram-se, as nossas mãos começaram a despir-nos, os corpos estavam nus e marcados de histórias já vividas, a minha boca foi aos seus grandes lábios vaginais, a minha saliva molhava a sua vagina, a língua rodopiava no clitóris, a Judite soltava uns gemidos. Sentado no sofá a Judite levou a sua mão ao meu pénis, tocava-o lentamente, abocanhou o meu pau babado, fez-me gemer com um bom broche. Quis ser eu a controlar, com a Judite sentada no sofá, de pernas abertas, sentiu a minha penetração… arranhou o meu peito, lambi-lhe os bicos dos seios, o pénis saiu da vagina, cuspi-lhe a coninha e voltei a enterrá-la… estava a delirar… pouco tempo a seguir… soltou um grito de prazer, e agarrou-se ao meu pescoço, percebi que tinha atingido o orgasmo, continuei a fodê-la… e não demorei… vi-me dentro dela.


                                                                                         Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Nunca é tarde para se sentir excitação, desejo, tesão e prazer, foi uma tarde intensa.

Mantivemos uma relação de felicidade que durou 8 anos, até a Judite falecer. Deixou saudade, mas também a doce lembrança de todos os momentos prazerosos. 


domingo, 16 de outubro de 2022

David

Fui informada pela empresa que trabalhava na área dos recursos humanos que ia ser orientadora de um estagiário durante um certo período de tempo. Seria a primeira vez que ia passar por uma situação desse género.

Passados uns dias, bateram à porta do meu gabinete, foi-me apresentado o David, ficou a saber que ia ser eu a acompanhá-lo durante o seu estágio. O David era um rapaz alto, cabelo preso na nuca, tinha uma boa imagem e vinha bem vestido. Aos poucos foi sendo informado sobre os procedimentos da empresa, era um rapaz com 28 anos, interessado, responsável e atento.


Queria sempre saber mais, eu apreciava o seu perfil e ele mostrava-se disponível para o que fosse preciso. Nos momentos de pausa tínhamos conversas sobre a nossa vida pessoal, no início a sua timidez era um entrave, depois ganhou mais confiança e sentia-se mais à vontade para falar um pouco de tudo.


Não se notava a nossa diferença de idade, eu tinha 39 anos mas sentia-me uma jovem à sua beira, eram partilhados variados assuntos entre nós e crescia a amizade. O David era atencioso, ouvia-me e isso era importante, fazia-me sentir bem, tinha tempo para mim.

O estágio foi passando, as conversas foram muitas, o David era um rapaz precioso, parecia que estava protegida pelo que dizia e pela forma como me tratava. 

Entretanto o estágio estava quase a chegar ao fim, e teria de ser avaliado por mim, no momento da avaliação, estava ao meu lado, e disse-lhe que ia ter nota máxima em todos os parâmetros, porque mereceu.


- David valeu a pena todo o esforço e dedicação, certo?

- Sim sem dúvida, com a sua ajuda foi tudo mais fácil…

- Ora essa, sabe que gostei muito de o conhecer.

- Obrigado por tudo… também me senti muito bem consigo.


O último dia dele, era no dia seguinte, pela manhã achei-o triste, e eu também estava um pouco em baixo por saber que tinha de me despedir dele, já estava muito habituada à sua presença, ia sentir a sua falta. As conversas foram poucas durante o dia.

Os funcionários começaram a sair da empresa e alguns vieram ao gabinete desejar tudo de bom para o David, ele agradecia e olhava para mim emocionado. Ficámos só os dois. 

Antes de ir embora, pegou num saco e entregou-me, disse que era uma lembrança para mim, fiquei sem jeito, abri o saco, tinha um presente dentro, desembrulhei, era um pisa papéis lindíssimo para colocar na secretária. Disse que assim quando o visse, lembrava-se dele. 

Aquele carinho dele tinha de ser compensado e tinha de ser uma despedida inesquecível.


Disse-lhe para me acompanhar até à sala de reuniões, entrámos, bati a porta… encostei-me à porta pela parte de dentro, o David arregalou os olhos, puxei-o para mim, como era bem mais alto do que eu, baixou a sua cabeça e demos um beijo lento e demorado… a seguir tirei-lhe as calças, chupei o seu pau, era pequeno, cabia todo dentro da minha boca… depois pegou em mim ao colo, sentou-me na mesa de reuniões, comigo de sutiã apalpou as minhas  maminhas, lambeu-me a boca e foi beijar a minha cona peludinha, lambeu-me o clitóris… 


Naquela posição inclinei o tronco para trás, fiquei apoiada com os cotovelos na mesa e o David enterrou o pau, visto o seu pénis ser pequeno sentia pouco na profundidade, enquanto fodia, a sua respiração ficava cada vez mais ofegante, e veio-se dentro de mim, eu não consegui chegar ao orgasmo, mas fiquei feliz por ter dado prazer ao David. Fui para casa a pensar no que tinha acontecido, as minhas cuecas estavam molhadas, o meu companheiro estava a preparar o jantar e numa chamada ao telemóvel, aproveitei e fui direta para o WC, urinei na sanita e sentia a sair esperma da minha vagina, tomei um banho e ainda havia fluídos que eram expelidos pela minha coninha… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

O David foi apanhado desprevenido, de surpresa, não estava à espera que fosse sobre ele, fui danada… 

quarta-feira, 5 de outubro de 2022

Marlene

O meu casamento a cada dia que passava ia de mal a pior… tinha 35 anos, estava casado há 5 anos, da relação nasceram duas filhas gémeas, tinham 2 aninhos, acho que era em grande parte por elas que eu e a minha esposa continuávamos juntos. Desconfiava de já ter sido traído várias vezes por parte dela e eu também tinha as minhas amantes. 


Passávamos o dia inteiro fora de casa, cada um no seu trabalho, durante o dia não existia um telefonema ou uma mensagem para o telemóvel, chegados a casa só o jantar é que era partilhado, falávamos pouco os dois, depois dormíamos em camas separadas por causa das nossas filhas. 


Fomos sempre um casal que gostava de sexo, mas fazia muito tempo que não acontecia, e sentia falta do tesão, da chama do envolvimento… a seguir ao almoço, eu e os meus colegas de trabalho tínhamos por hábito ir tomar um café a uma esplanada, como me sentia carente  qualquer mulher que se aproximasse era um despertar de emoções, até a empregada do café me deixava tentado a comê-la… por vezes insinuava-me a ela, olhava para mim, sorria e virava costas… não estava a resultar a minha tentativa de engate.


Ali na mesma esplanada, passados uns dias, eu e um colega de trabalho fomos tomar café, os outros colegas não quiseram ir. Enquanto falávamos aproximou-se uma mulher magra, cabelo comprido escuro, óculos de sol, saia, bota até ao joelho… cumprimentou e sentou-se na nossa mesa, e entregou uma chave de um carro ao meu colega, o meu colega apresentou-a, disse que se chamava Marlene e era sua cunhada, o seu carro tinha ido à revisão e a Marlene como estava de férias, tratou disso… acabei por dizer que também gostava de ter uma cunhada assim, ela sorriu.


No fim de semana fui fazer umas compras e por coincidência encontrei a Marlene no supermercado, dirigiu-me o olhar, sorriu e demos um "olá ", usava umas calças justas, decote discreto, cabelo preso… a sua beleza não passava despercebida. 

Na segunda-feira, discretamente perguntei ao meu colega algumas informações sobre a sua cunhada, disse-me que trabalhava numa ourivesaria no centro comercial, que morava com o namorado, mas que se tinham separado… pouco mais quis saber…


Fui até ao centro comercial e descobri a ourivesaria, entrei e ali estava a Marlene a atender um cliente, disfarcei e olhei para algumas joias e relógios, ela após atender o cliente veio ter comigo… 

- Então, o que anda à procura?

A vontade era de dizer que a procurava a ela… contive-me…

- Procuro um relógio para mim, de ponteiros… pode ajudar-me?

- Sim claro… preferência de alguma marca?

- Não… apenas de cor preta e que marque bem as horas para não me atrasar - sorri. 


A escolha foi demorada, tive sorte de não entrar nenhum cliente e a Marlene foi estando comigo, ajudou-me, deu a sua opinião… e comprei o relógio… no dia seguinte passei novamente na loja porque a Marlene não tinha entregue a garantia, mas não estava lá, voltei no outro dia de manhã…vi-a e entrei na loja, expliquei-lhe a situação e ela pediu desculpa por ter tido essa falha. Mantivemos a conversa ao balcão e convidei-a para tomar um café, fui um pouco descarado, mas quis saber qual a reação dela… disse que estava de folga passados dois dias, perguntou se dava para mim, disse que sim. Meti um dia de férias nesse dia…


Encontramo-nos num café perto da sua casa e afastado da minha, a Marlene mais uma vez vestia de forma elegante, mexia comigo… passámos a tarde inteira na conversa, soube que tinha 28 anos. Disse-me que estava a precisar de se sentar em algo mais fofinho, num sofá, convidou-me a ir até sua casa. Chegámos e assim foi, sentou-se no sofá e ficou à sua vontade, confortável… quando estávamos no café o seu olhar ficava focado na minha boca e em sua casa voltou a ser igual… 


Sem perguntar, serviu um uísque para ambos…deu um gole, cruzou a perna, e suspirou… cheguei-me para junto dela, rolou um beijo… sem demoras, fomos até ao seu quarto, no intervalo de cada beijo saía uma peça de roupa do nosso corpo, já despidos… sentou-se em cima do meu rosto levemente, e a minha boca chupava e lambia-lhe a cona, depois chupou vigorosamente o meu pau, até ficar sem ar… quis experimentar algo novo comigo, pegou num dildo, ficou de barriga para baixo, colocou uma almofada por baixo do quadril, enfiou o dildo na coninha… empinou ligeiramente o cuzinho… e disse "faz anal comigo"…


Devagarinho enterrei o meu pénis babado no seu cu até meio, o seu corpo abanava em todos os sentidos, da sua boca saíram gemidos grossos de prazer, sentia a sua mão por baixo dela a mexer no dildo… eu estava a sentir um enorme prazer por ter o meu pau todo dentro daquele cu bom… e em instantes a Marlene rouca, e a estremecer, atingiu o orgasmo… tirou o dildo e disse: "termina na minha coninha"... estava aberta e bem molhada, o meu pau deslizou para dentro dela, comecei a fodê-la de forma bruta… e o esperma soltou-se dentro da sua ratinha.


                                                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pintetest


Várias histórias de traições envolveram o meu casamento, minhas e da minha mulher… era um casamento infeliz.



domingo, 25 de setembro de 2022

Joel

Estava divorciada há 3 anos, e com 50 de idade a minha vida era passada em casa, ocupava o tempo a arrumar, a ler, a cozinhar, as minhas poucas saídas além de ir trabalhar era levar o meu filho de 12 anos aos treinos de basquetebol.


Sentia que estava numa fase que vendo qualquer homem pela frente aumentava o meu desejo para ter um momento de sexo puro e intenso, andava carente… o meu apetite sexual era voraz, queria algo que me deixasse consolada.

Comecei a assistir aos treinos de basquetebol do meu filho e a reparar no treinador, o Joel, era um homem com 45 anos, entroncado, usava barba, uma voz grossa, a sua liderança no grupo era bem ativa. Sentia-me atraída, teria de tentar uma aproximação para perceber se seria correspondida.


Um dia após o treino dirigi-me ao treinador, fiz algumas perguntas sobre a adaptação do meu filho ao desporto, e qual a opinião que o treinador tinha sobre ele, e mostrei interesse em fazer parte da secção de basquetebol, como diretora, podendo ajudar no que fosse necessário.

A resposta foi positiva e passei a acompanhar os treinos e jogos do meu filho, e também estava mais próxima do Joel, era um homem divertido, sempre pronto a ajudar, tinha algum mau feitio, principalmente quando perdia, mas no geral gostava da sua forma de ser.


Passados uns meses, quase que subia as paredes de desejo, não ia aguentar mais tempo sem sexo, não podia deixar passar o dia que idealizei para o fazer. Num sábado ao final da tarde, tivemos jogo fora e por acaso coincidiu com uma vitória, durante o fim de semana ia ficar sozinha porque o meu filho ia para casa do pai. Durante o caminho perguntei ao Joel se tinha interesse em jantar comigo. A sua resposta foi um "sim", até me disse que já tinha a intenção de me ter convidado.


Fomos jantar a um restaurante que tinha aberto fazia pouco tempo, era a nossa primeira vez naquele local, a comida era boa, o vinho também, a conversa prolongou-se e saímos tarde, estávamos animados e a vontade era de prolongarmos a noite por mais tempo, sabendo que estava sozinha em casa e morava mais perto, o nosso destino foi deslocar-nos até minha casa.

Entrámos e o calor abrasava o meu corpo, tirei alguma roupa, o Joel disse que sentia o rosto quente, ambos tínhamos o corpo à espera do toque e da entrega. Não demorou muito tempo, sentados no sofá, a minha mão foi de encontro ao seu corpo, os nossos lábios colaram, o beijo incendiou-se… ficámos sem roupa, iniciei uma boa punheta no Joel, o seu pau era médio, mais para o grosso, a seguir meti na minha boca o seu pau, mas a sua ereção não correspondia ao que eu pretendia, teria sido o álcool que o fazia perder o tesão? 


A seguir lambeu-me a vulva, a minha coninha estava molhada e desejosa para ser enterrada. O Joel enfiou o seu pénis, mas estava mole, não me estava a satisfazer, disfarcei e dei uns gemidos para tentar que crescesse o seu tesão, percebi que ele estava a lidar mal com a situação. Tirou o seu pénis… abriu-me as pernas… deu-me um beijo molhado na boca, lambeu-me os seios e apalpou-os… o meu tesão era muito… a sua boca voltou à minha coninha, enfiou os seus dedos, fechei os olhos e imaginei que fosse o seu pénis a entrar dentro de mim, continuou a fazer movimentos com os dedos, giravam dentro de mim, a sua língua lambia e chupava o meu clitóris, as minhas mãos esfregavam no seu cabelo, sentia a sua respiração ofegante, com falta de ar, o seu chupar era com uma sequência bem forte, estava toda babada e prestes a ter o orgasmo, aumentou o ritmo dos dedos, e eu atingi o clímax, soltei um gemido forte, apertei as pernas com a sua cabeça no meio… foi magistral.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Embora sentisse vontade de ter um pau duro dentro de mim, o Joel não conseguiu ter uma ereção, mas o minete que fez valeu por uma boa foda. Noutras vezes voltámos a tentar, mas a sua performance na cama nunca foi prazerosa, só valia pelos bons minetes que fazia.