quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Inês

Viajava por todo o país, era vendedor, tinha 31 anos, sempre que tinha um tempo livre ia para o ginásio, procurava estar em forma, principalmente sentir-me bem. Divorciara-me recentemente, depois de ter estado casado cinco anos, sem filhos… sentia necessidade de ter umas umas férias. Depois do divórcio e do desgaste do trabalho, precisava de um lugar sossegado, com bonitas paisagens, absorver energia. 

Lembrei-me do Alentejo, uns amigos dos meus pais tinham lá uma herdade, podia até ir para casa deles, tinha a certeza que me deixavam lá dormir... mas não queria, preferia estar à minha vontade...aluguei uma casa relativamente perto deles, durante 15 dias.

Num domingo à tarde apareci de surpresa na herdade deles, ficaram admirados, sem contar, perguntaram-me:

- Então rapaz vieste sem avisar? E a família onde está?

Disse que estava divorciado fazia pouco tempo e que ia passar uns dias sozinho perto da herdade. Não cheguei a entrar na casa, foi uma visita rápida...

Não gostaram de saber que ia ficar noutro lugar não sendo a casa deles, mas que tinham muito gosto que fosse todos os dias lá tomar um café… 

Aceitei e agradeci a simpatia.

No dia seguinte, após o jantar, fui a casa deles… Quando entrei estavam sentados no sofá a ver TV, perguntaram se ainda me lembrava da Inês… Disse que sim. 

A última vez que tinha visto a Inês tinha sido há 10 anos atrás, eu ia várias vezes à herdade mas coincidia com a Inês estar de férias… filha única, ia passar muitas vezes férias com os tios ao Algarve. A Inês tinha 20 aninhos. Chamaram por ela e a Inês apareceu… cabelo preso, olhos claros, um rabo redondinho e bem feito, estatura normal, e um sorriso que fazia duas covinhas nas bochechas.

Perguntaram-lhe se sabia quem eu era… respondeu que embora já não me visse há muito tempo, que se lembrava bem de mim… sentou-se à minha frente no sofá, íamos falando os quatro… achava a conversa dela muito adulta… perspicaz e inteligente… foi uma boa conversa.

Fui para casa a pensar na Inês… e mortinho que chegasse o outro dia para poder ir a casa deles…

E assim foi… quando entrei a Inês estava no sofá, parecia que já estava à minha espera…

Tomei café tirado por ela, mostrava-se simpática, não queria que me faltasse nada… Voltámos todos a conversar, mas… só queria que fosse a Inês a falar para lhe dirigir o meu olhar, ela também não tirava os olhos de cima de mim, aqueles olhares eram intensos e até perdia o fio da conversa… o meu pensamento era só ela… já era tarde, disse que ia embora... fez questão de me acompanhar até à porta… Baixinho perguntei-lhe: 

- Estás ocupada amanhã à tarde?

- Não... porquê?

- Se quiseres vais ter ao largo da igreja às 15h, e vamos dar uma volta. 

- Vou pensar. 

Fiquei convencido que a resposta era sim, só pensava no passeio com a Inês, não conseguia adormecer… 

O dia chegou... às 15h estava à espera que ela chegasse… não a via a chegar, o tempo ia passando e eu ansioso por vê-la… eram 15h15… apareceu… de calção curto, de top, havaianas calçadas… reparei que tinha uma tatuagem nas costas.
- Demorei? - perguntou. 
- Exagerado… vamos passear?
- Sim… onde queres ir?
- O convite foi teu… vou para onde me levares. 
- Achei que não virias, estou à tua espera desde manhã! - e sorri.

Entrámos no meu jipe, fomos sem destino, dar uma volta. Depois de algum tempo a conduzir pelo alto Alentejo e apreciarmos os dois a paisagem, parámos… saímos do jipe e fomos sentar-nos debaixo de um chaparro… fomos falando de várias coisas, relacionamentos, viagens, os nossos livros preferidos, de tudo um pouco, tínhamos gostos semelhantes, inclusive gostávamos de tatuagens… perguntei-lhe:

- Tens mais alguma tatuagem?

- Sim, no total tenho 3 e tu?

- Olha não tenho nenhuma, mas gosto e gostava de fazer uma…

- Em que sítio e o quê?

- Nunca pensei no que poderia tatuar, teria de ter significado… o sítio seria no antebraço ou perna…

- Hum… gosto desses sítios… eu tenho uma borboleta, uma estrela e um símbolo chinês…

- Significado de todas as tatuagens?

- A estrela é a minha família, a borboleta é o animal que mais gosto e o símbolo quer dizer "sorte"... 

- E terei sorte em saber onde tens a borboleta e o símbolo chinês? Visto que a estrela está nas costas. 

- A borboleta está num seio… o símbolo chinês está abaixo da barriga… 

- Gostei e ainda não as vi…

- Um dia mostro-te…

Voltámos para o jipe… e seguimos viagem de regresso… deixei-a no largo da igreja, perguntou-me se logo ia lá a casa, disse-lhe que ia pensar e sorri…

Nesse dia não fui… fiquei por casa… quis pensar na tarde toda que passámos juntos, custou, mas aguentei sem ir… 

Acordei a pensar que já podia ser noite… fui dar uma corrida, fiz o almoço, fiz uma sesta de tarde, a seguir limpei a casa e já estava a chegar a noite… 

Voltei a casa deles e perguntei pela Inês. Responderam que tinha ido a casa de uma amiga que morava perto. A Inês não estava… Foi difícil estar ali sem a ver e sem falar com ela… vim embora cedo.

Passou mais um dia… a seguir ao jantar fui novamente a casa deles, tentar estar com ela…atenuar o desejo.

A Inês estava no quarto… levei-lhe um livro e os pais disseram para ir ter com ela ao quarto… não estava muito animada, disse-me que contava comigo naquele dia que não apareci, também lhe disse que contava com ela no dia seguinte e ela não estava. Viu o livro… era do nosso autor preferido… gostou e fomos para a sala.

Os pais dela disseram-me para não ir lá nos próximos dois dias, porque iam para Lisboa… tinham de resolver uns negócios. 

Achei que eu e a Inês pudéssemos estar juntos sozinhos nesse período… ela sorriu para mim, estava a dar-me o sinal.

Antes de ir embora, ela voltou a acompanhar-me à porta e baixinho disse-me para ir ter com ela no dia seguinte à noite porque já estaria sozinha… piscou-me o olho.

Estava cada vez mais perto o momento de ver as tatuagens dela, e na verdade tinha vontade de sentir o corpo dela por inteiro…

Chegou o dia, a noite estava quente, o verão aproximava-se do fim. A Inês estava na varanda à minha espera… o olhar dela seguiu-me da entrada do portão até chegar junto dela… o perfume do seu corpo, deixava-me com vontade de me colar a ela… agarrou-me na mão… puxou-me e disse-me para ir com ela ver uma coisa… perguntei-lhe:

- As tuas tatuagens?

- Não… maluco… anda… 

Foi-me mostrar 2 cabritinhos que tinham nascido nesse dia… tinha muitos mais animais, tudo muito limpo e um monte de palha encostado a uma parede, havia luz... 

A Inês empurrou-me para cima da palha… e a seguir atirou-se ela… riu-se… puxou-me para junto dela… não resisti… surgiu o beijo tímido e depois tornou-se mais prolongado e molhado… a minha mão estava no seio dela, ela tinha a mão dela na minha barriga… 

- Vamos sair daqui… para outro lado. - disse. 

- Para onde me vais levar cheio de palha?

- Já vais ver.

Entramos nos anexos da casa… a herdade era toda nossa… dava para fazer tudo, em qualquer lugar…

- Vai ser agora que vou ver a tua borboleta e o símbolo chinês? - Perguntei.
- Vais ver tudo o que quiseres.

Arrepiei-me...senti um desejo muito forte de me envolver…

Levou-me para o WC… abriu a água do duche… tirou a roupa… mostrou as tatuagens e disse:

-Tira a roupa e vem ter comigo…

Cumpri a ordem dela… entrei no duche de água morna… encostei-a à parede. A água caía-me pelas costas… a minha língua lambia-lhe o pescoço… apalpava-lhe os seios… beijava-a toda… passava a minha mão na sua coninha... ela tocava-me no pau… passava-me as mãos no pescoço e peito… muito tesão junto… saímos do banho… sequei-a com uma toalha, e ela a mim… a minha verga não baixava… fomos nus até à varanda que ficava na parte de trás da casa… era escuro… via-se a lua e as estrelas a reluzir no céu… sentei-me numa cadeira que descia o encosto… a Inês… veio beijar-me… passava as unhas pelo peito… arranhava-me ligeiramente... mordia os meus mamilos… a língua dela foi até ao meu umbigo… arrepiava-me… sentia a baba a sair do meu pau… tocou-o, molhou a mão e meteu-a na boca… chupou um dos dedos da minha mão… estava a deixar-me louco de tesão… levantei-me… deitei-a no meu lugar… lambi-lhe a orelha e disse-lhe ao ouvido que faltava pouco para sentir o meu pau bem duro dentro dela… a minha boca desceu até ao pescoço, a língua  ia do pescoço até à boca dela… sentia as mãos dela a agarrar com força a cadeira…

Continuei a descer… a minha língua fazia movimentos circulares nos bicos dos seios… juntava-lhe os seios e beijava um bico de cada vez… voltei a descer mais… a minha língua foi até à barriga… e voltou a subir até à boca dela, a respiração era mais acelerada, leves gemidos e arrepios… desci… fui até à vulva… lambia-lhe o clitóris e punha dois dedos na boca dela… depois apalpava os seios duros de uma menina de 20 anos. Continuei a lamber aquela vagina fechadinha como se fosse virgem… A Inês disse: 

- Penetra-me devagar, já não faço há muito tempo…

Pus-me em cima dela e penetrei-a lentamente...

- Assim devagarinho e com carinho...gostas?

- Que meigo… continua… 

A respiração dela ia ficando mais rápida, eu aumentei mais o ritmo, agarrou-me as costas,  arranhou-me… tinha os olhos fechados, a cara dela era de autêntico prazer… quis sair da posição… veio chupar-me o pau… cuspiu-lhe… lambeu-o… ficou de pé debruçada sobre as grades da varanda… empinou o rabo… fui por trás… enterrei-a com o meu pau bem molhado… os gemidos eram bem audíveis… voltámos a mudar a posição… quis ser ela a dominar… deitou-me e foi para cima de mim… muita intensidade… não parava… para cima e para baixo até ao fundo com um ritmo sem igual, estava a aumentar o gemido… exclamava "que bom"… eu suava de prazer… as mãos dela agarraram-se às minhas… explodiu de prazer… gemeu muito… toda molhada… olhos fechados… estremecia… eu também não aguentei mais… ficou com a vagina cheia de leite… nada podia ser definido naquele momento, só sentido...  os nossos corpos encaixaram e ficaram assim por uns minutos. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Ainda faltavam uns dias para voltar a casa, durante o período que estive no Alentejo, fizemos sexo muitas vezes… foi sempre bom… 15 dias inesquecíveis… 



domingo, 15 de novembro de 2020

Vitor

Frequentava a faculdade, no curso de economia, tinha 20 anos. No meu tempo livre ajudava a minha mãe na sua fábrica têxtil. Passava muitas vezes pelo escritório, pois toda a ajuda era importante. A minha progenitora tinha 37 anos. Fora mãe solteira, mulher de pulso e de garra. Era uma guerreira! Criou-me e educou-me sozinha. Também geria sozinha a empresa e ainda conseguiu colocar-me na faculdade, sentia muito orgulho nela!


A fábrica era grande com bastantes funcionários e várias máquinas. Para fazer a manutenção desta vinha um técnico. Chamava-se Vítor, tinha 26 anos, olhos esverdeados, cabelo escuro ondulado, rosto arredondado, lábio finos, sem barba… magro, bastante falador, simpático e, por vezes, um pouco atrevido. O seu olhar para as funcionárias era notório e algumas também gostavam de observá-lo.


O Vítor conhecia bem a minha mãe e ela gostava da maneira de ser dele, já tinha muita confiança e fazia a manutenção há vários anos na fábrica. Comigo começou a ter essa confiança mais tarde, tinha sempre uma palavra em tom de brincadeira, e insistia constantemente que um dia tínhamos de ir tomar um café juntos, eu nunca o levava a sério.


Sentia que o Vítor era um amigo, mas tinha noção que seria fácil ultrapassar a barreira da amizade, ele era atiradiço e se eu caísse na tentação podia haver envolvimento, queria manter-me sem namorado, embora não pusesse de lado a hipótese de algo muito breve, só de uma tarde ou noite. 


Falei com a minha mãe sobre os convites que ele fazia. Tinha uma relação de muita abertura com ela. E esta falava comigo sobre todos os assuntos, incluindo saídas que tinha com homens, ela era a minha confidente, dava-me conselhos, ajudava-me a tomar decisões, como tal, disse-lhe que tinha recebido um convite do Vítor para tomar café, qual era a opinião que tinha sobre o assunto, tornou-me como resposta a sorrir: se não tomares tu café com ele, vou eu… tinha percebido que o Vítor era um mulherengo, que se fazia a todas, mas talvez eu precisasse de alguém com experiência.


Num determinado dia, voltou a sondar para tomarmos um café e eu aceitei, não acreditou, ficou surpreso, marcámos o café para o dia seguinte à noite. 

Saímos, fomos até um bar, notei que recebia muitas mensagens no telemóvel, não sabia esconder isso, sorria para o écran, íamos mantendo a conversa, provocava bastante, mas não houve nenhum envolvimento entre nós, nem um beijo.

No dia seguinte a minha mãe perguntou como tinha corrido, disse-lhe que não se tinha passado nada entre nós, só uma conversa. A minha mãe desabafou comigo e disse que já se tinha envolvido com o Vítor há 6 anos atrás, tinha ele a minha idade, nessa altura eu tinha 14 anos. Perguntei como tinha sido o envolvimento, tive curiosidade de saber, a minha mãe disse que teve de o ensinar, que era inexperiente na altura, mas que beijava muito bem, agora já devia estar bem melhor, aquela conversa deu a entender algum desejo nosso pelo Vítor. 


Passados uns dias, já passava da hora de saída, faltava só o Vítor sair, eu estava no escritório a terminar uma fatura de umas encomendas e a minha mãe estava noutro gabinete, o Vítor bateu à porta, disse-lhe para entrar, a brincar disse:

- Estamos fechados - sorri.

- Só vim fazer uma pergunta, já chegou a máquina nova que foi pedida?

- Pensei que vinhas convidar-me para mais um café.

- Se gostaste da companhia podemos combinar outro, mas não respondeste à minha pergunta.

Ouviu-se a voz da minha mãe a dizer que a máquina tinha chegado ao final da tarde.

- Não sabia que estava aí chefinha.

- Ainda estou… cansada e a precisar de uma massagem.

- Olhe que tenho umas mãos que nem lhe conto… só experimentado.


Aquele insinuar-se a fazer a massagem à minha mãe, deixou-me com água na boca, e vieram-me filmes à cabeça, e espontaneamente perguntei-lhe se as suas mãos chegavam para mim, visto estar também a precisar do seu toque.

O Vítor ficou sem resposta, estático e sem contar… levantei-me e aproximei-me dele, a minha mão passou pelo seu rosto, ficou com olhos bem abertos e os lábios trêmulos, beijei-o na boca, correspondeu ao beijo de língua, olhou de canto de olho para o lado, a minha mãe apareceu e, sorrindo, perguntou: posso participar?


As roupas saíram dos nossos corpos, ficámos nus, o Vítor ainda estava sem acreditar no que estava a ver, enquanto sentia o seu beijo molhado, que me deixava cheia de tesão, a minha mãe de joelhos chupava-lhe o pénis… a seguir ficou sentado no sofá do gabinete da minha mãe, a minha língua e a dela passaram pelo seu pénis, chupávamos à vez, e sorrimos uma para a outra, o Vítor saiu do sofá, a minha mãe sentou-se lá eu sentei-me por cima da barriga dela, abrimos as duas as pernas, a língua do Vítor alternava entre a minha vagina e a vagina da minha mãe, estávamos molhadas e excitadas, enfiou o pau dentro da minha coninha, e apalpava-me os seios, lambeu-os também, a seguir enterrou a verga na vagina da minha mãe, e ao mesmo tempo meteu os dedos na minha cona, ambas gemíamos, sentia o ar quente da boca da minha mãe atrás de mim, o Vítor, a seguir, enfiou o pau no meu cuzinho e passado pouco tempo enterrou-o no cuzinho da minha mãe, sentimos alguma dor no sexo anal, mas gostámos… após tudo o que estava a acontecer, com tanto desejo e tesão não ia demorar a atingirmos o orgasmo, o Vítor ficou deitado no chão, o meu corpo foi para cima dele, a minha coninha foi penetrada pelo seu pénis, passava os meus dedos no clitóris, a minha mãe com uma perna de cada lado da cabeça do Vítor baixou-se e o Vítor lambia intensamente a sua rata, a primeira a vir-se fui eu, com um gemido forte, fiquei molhada e muito satisfeita, o Vítor a seguir veio-se dentro de mim com "ai" prolongado… a minha mãe foi a última, atingiu o orgasmo na boca do Vítor. 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


O Vitor confessou que sempre teve o fetiche de fazer sexo com mãe e filha, eu nunca tinha experimentado sexo anal, doeu, mas deu-me prazer, ver a minha mãe ser penetrada também aumentou o meu desejo. A minha mãe gostou mais deste envolvimento com o Vítor do que há 6 anos atrás. Gostou de presenciar um orgasmo meu.



quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Sabrina

Era uma menina sossegada, um pouco introvertida, nunca tive muitos amigos, ficava mais no meu canto, às vezes até ficava melhor isolada. No liceu quando me sentia mais sozinha nos intervalos das aulas, procurava alguma amiga ou amigo e assim passava o tempo. 


Nunca deixei muito que abusassem com aproximações desmedidas, por vezes era assediada no liceu, metiam-se comigo, a roupa que vestia era sempre mais ousada, tinha noção que provocava, a tentação era grande para dizerem uns piropos, eu ouvia, gostava porque me sentia melhor que qualquer mulher, mas não ligava, mantinha a minha postura e seguia o caminho.


Perdi a virgindade com 16 anos, depois desse dia tive poucos envolvimentos que acabassem em sexo, os meus 19 aninhos acabados de fazer ainda tinham pouca experiência sexual.

A minha maneira de ser era complicada, muito nariz empinado, tentava ser independente, era pouco carinhosa, por vezes até era bruta, sentia que havia rapazes que me abordavam e queriam conversa para se aproveitarem de mim, para sexo… quando suspeitava que o objetivo era esse, a conversa terminava e não havia sucesso.


Considerava-me caseira, saía pouco com amigos, era difícil conseguirem tirar-me de casa. 

Mas num dia de verão, estava calor e recebi um convite para ir até ao rio, estávamos de férias, e aceitei. Foi um casal de namorados que eu não conhecia, uma amiga e dois amigos, passámos a tarde junto a um rio. Quando chegámos quis refrescar-me e dei um mergulho nas água límpidas, estava de calção e t-shirt, os bicos das minhas mamas notavam-se na t-shirt e o papo do meu monte de vénus no calção… fui até à toalha secar-me e estive atenta ao casal desconhecido, eram pouco mais velhos do que eu, soube que tinham começado uma relação há pouco tempo, havia muitos beijos e toques no corpo entre eles… 


Os dois foram para dentro de água estavam juntinhos, os corpos roçavam-se, davam abraços e vê-los assim deixava-me excitada… depois vieram também para a toalha, no calção do rapaz notava-se que tinha um pau acima da média, estava bem delineado, deitados continuavam com os beijos e os corpos juntos… de repente saíram da nossa beira, percebi que tinham ido dar uma queca, estavam desejosos e não conseguiam esconder… e eu sentia-me quente e com vontade de algo que me saciasse… aguentei a tarde assim desejosa.


Quando cheguei a casa, vi que os meus pais deixaram um bilhete a dizer que tinham ido jantar fora… fui tomar um banho de água fria, para baixar o nível de excitação, mas depois pus a água mais quente, as minhas mãos tocavam e passavam pelo meu corpo todo, os dedos entravam na minha vagina, estive quase a vir-me com a água do chuveiro a cair-me nas costas.  


Saí do banho, sequei-me com a toalha, fui buscar à gaveta um vibrador que me tinham oferecido no meu aniversário, deitei-me na cama, dobrei e abri as pernas, primeiro fui penetrando com dois dedos a minha coninha e assim passado pouco tempo, libertava mel, depois peguei no vibrador, e coloquei-o a vibrar em cima do meu clitóris, o meu corpo ficava agitado, eu soltava alguns gemidos, logo a seguir enfiei metade do vibrador dentro da minha cona, girava, mexia para um lado e para o outro, e depois meti-o todo até ao fundo, aquela vibração toda dentro de mim, e o pensar naquele casal no rio, fez-me revirar os olhos e atingir o clímax, deitei-me de lado e adormeci em cima da cama até os meus pais chegarem.  


                   Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Ter visto a envolvência de um casal, deixou-me excitada e com vontade de algo mais, usei o meu vibrador para me masturbar e chegar ao prazer.

domingo, 25 de outubro de 2020

Gabriel

Começara a trabalhar como terapeuta ocupacional numa clínica de fisioterapia, e ao mesmo tempo também entrou um colega fisioterapeuta chamado Gabriel. Os nossos horários coincidiam, e partilhávamos a hora de almoço na copa da clínica, com o passar dos dias e pelas conversas que tínhamos, fomos ganhando confiança e sabendo várias coisas sobre nós.


O Gabriel tinha 30 anos, mais três do que eu, era um homem alto, nem magro, nem gordo, cabelo castanho, olhos azulados, e um sinal na bochecha. 

Marcou-me pela história de vida que foi contando, o Gabriel tinha 5 anos quando o seu pai faleceu, sendo filho único viveu sempre com a sua mãe, durante a infância teve sempre de se desenrascar, a mãe trabalhava e só chegava a casa ao final do dia. Quando entrou na faculdade teve de arranjar emprego ao mesmo tempo, senão não teria possibilidade de pagar as despesas que tinha. Era um homem lutador, assertivo e tinha uma força interior que contagiava quem estivesse a seu lado.


A sua boa disposição favorecia o bom ambiente entre colegas e utentes da clínica, era bastante acarinhado por todos. A minha ligação com o Gabriel era de confiança, tínhamos boas conversas, e sentia-me atraída pela sua forma de ser, pelo seu corpo, tinha vontade de estar mais tempo com ele, sentia que estava a apaixonar-me… pensava muitas vezes num suposto envolvimento, mas não gostava do meu corpo, tinha peso a mais, a minha autoestima estava em baixo, e supunha que ele não tinha interesse por mim.


Achei que devia iniciar uma dieta, praticar exercício físico, mudar os meus hábitos, não estava obcecada na minha mudança, apenas queria sentir-me melhor comigo mesma e gostar mais de mim, ser mais feliz. Sendo que o Gabriel, seria o motivo desta viragem na minha consciência.  


O tempo foi passando, eu e o Gabriel continuávamos a manter as nossas rotinas na clínica, mas ultimamente tinha notado que uma colega de trabalho, chamada Núria estaria mais próxima do Gabriel, estavam várias vezes perto um do outro, existiam sorrisos, alguma cumplicidade e os meus ciúmes rompiam e ficavam à flor da pele, sempre que os via juntos, o meu coração batia mais forte e ficava com um nó na garganta que custava engolir. 


Resolveu-se marcar um jantar entre colegas da clínica, foram quase todos, no restaurante fiquei ao lado do Gabriel e à frente da Núria, durante o jantar, o olhar dela sobre o Gabriel era notório, a troca de olhares era evidente, mas a conversa dele era quase sempre dirigida para mim. Após o jantar havia música e espaço para dançar, a Núria aproximou-se do Gabriel, agarrou-lhe a mão e começaram a dançar, o estilo de música era quizomba, os corpos deles estavam colados, a Núria sabia dançar bem, o seu corpo conduzia o corpo do Gabriel, e eu estava perto a derreter-me de ciúmes, acabei por iniciar uma dança com um colega de trabalho, mas o meu olhar ia de encontro ao Gabriel.

Entretanto o pessoal começou a ir embora, inclusive a Núria, fiquei mais animada por saber que podia ter a oportunidade de estar juntinha ao Gabriel, era esse o meu desejo. Logo a seguir começámos a dançar, sentia o seu corpo a balançar junto ao meu, o seu jeito deixava-me entregue a si. 

Sabendo que podia surgir a hipótese de envolver-me com o Gabriel, durante a semana, tinha pedido a uma colega de trabalho o seu apartamento emprestado, visto não precisar dele. Enquanto estávamos a dançar perguntei ao Gabriel:

- Vamos sair os dois daqui?

- Queres ir para onde?

- Segues-me?

- Sim… quero saber para onde me vais guiar.


Saímos do restaurante, cada um no seu carro, veio atrás de mim até chegarmos ao apartamento, subimos até ao terceiro andar… o Gabriel surpreso disse:

- O que viemos aqui fazer? 

- Pedi este apartamento emprestado, preciso de uma massagem às costas… dás?

- Bem… sabes que por ti… quero fazer-te sentir bem.


Fomos até ao quarto, tirei a blusa… deitei-me de barriga para baixo na cama, desci um pouco as calças, fiquei com o início do rego do rabo à mostra, o Gabriel desprendeu o sutiã, colocou óleo nas suas mãos e iniciou a massagem, o seu toque desde o fundo das costas até chegar ao pescoço e o movimento descendente, arrepiava-me. As mãos deslizavam como se descrevessem uma dança, passava as mãos pelos lados do meu corpo, abrangendo a lateral dos meus seios, eu suspirava, a massagem prosseguia, o contacto das suas mãos quentes nas minhas costas, faziam-me babar. Após a massagem terminar estava sem ação, leve e relaxada.

Agradeci e queria compensá-lo.

Virei-me de barriga para cima, fiquei com os braços abertos esticados ao lado do meu corpo, tinha os olhos fechados, o Gabriel estava atrás da minha cabeça, baixou a sua cabeça os nossos lábios uniram-se num beijo assim mesmo naquela posição. Após vários beijos, a roupa saiu dos nossos corpos… o Gabriel ficou deitado de barriga para cima, fui buscar um cubo de gelo, passei pelo seu peito, os seus mamilos ficaram duros, passei o cubo pela sua barriga, a água escorria e o Gabriel arrepiava-se, apoiei o meu corpo quente sobre o dele, eu senti o frio do seu corpo, ele sentiu o meu calor… os beijos de língua deixavam-nos com muito tesão. Fomos até ao chão do quarto, rebolávamos abraçados um ao outro, o Gabriel lambeu-me os bicos das mamas, a minha mão agarrou no seu pénis, sentia um desejo enorme de ser penetrada, desde o momento da massagem. Ainda no chão do quarto, o Gabriel deliciou-me com um extasiante minete, sentia a minha coninha molhada, a seguir chupei o seu pau, não aguentei mais… a minha vagina foi até ao seu pénis, visto estar algum tempo sem fazer sexo, estava apertadinha, custou um bocadinho a entrar todo dentro dela, depois fazia movimentos lentos e o Gabriel sorria e suspirava, fui aumentado o ritmo, as minhas mãos agarraram as mãos dele os meus gemidos aumentavam de tom, o pénis estava bem duro, a expressão do rosto do Gabriel era de prazer, estava suada, o ritmo estava muito forte e cheguei às estrelas, satisfação plena. A seguir fiquei de quatro, com muito jeitinho o Gabriel enterrou o seu pénis no meu cuzinho, era bem apertadinho, demorou pouco tempo a sentir o seu leitinho dentro de mim, veio-se com um gemido forte. No fim exclamou: brilhante!


               Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Continuei na minha fase de emagrecimento, e de vida saudável, perdi muitas calorias a fazer amor com o Gabriel, foram atingidos todos os objetivos, começámos a viver juntos… não existia forma de medir o nosso amor, era grandioso. 

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Rita

Tive um acidente de mota e fui parar ao hospital, fraturas múltiplas, fui operado, estive em coma, foram vários meses no hospital… momentos difíceis para um rapaz de 25 anos. 

Ao longo do tempo em que estive no hospital, foram vários enfermeiros que passaram pelo meu quarto, mas uma delas ficou na retina.


Era a Enf. Rita… prestável… boa profissional... incansável perguntáva frequentemente se precisava de alguma coisa... gostava da sua forma de ser, tinha sempre uma palavra amiga ou uma brincadeira quando entrava no quarto... animava-me… fisicamente era loira com cabelo encaracolado, olhos castanhos, estatura média... era muito fofinha.


Aos poucos, de fugida, íamos sabendo mais coisas um sobre o outro… cada dia que passava era mais uma informação, das mais curiosas foi saber que tinha a minha idade, e que fazíamos anos no mesmo dia... havia várias coincidências: éramos ambos filhos únicos, gostávamos os dois de viajar, de motas… entre muitas outras coisas…


Achava que estávamos a iniciar uma bonita amizade… aproximava-se a data para sair do hospital e iniciar a fisioterapia... ainda ia ter uma recuperação para uns tempos...


Sabendo que estava perto a minha saída do hospital, gostava de poder manter contato com a Enf. Rita… mas não sabia como fazer, não tinha coragem para lhe pedir o contato...


Quando a Enf. Rita entrava no quarto, eu ficava triste por saber que estava perto de sair dali e que ia deixar de estar com ela quase todos os dias, que iria deixar de ver a sua animação de sentir a sua alegria e de ouvir a palavra amiga e encorajadora. Mas estava contente por saber que ia recuperar e que o meu maior tormento estava a ser ultrapassado. 


Após uma conversa da parte dela dizendo que eu estava quase a sair dali, respondi-lhe que sim… que só lhe tinha que agradecer tudo o que fizera por mim, para continuar a ser como era, porque os doentes ganhavam muito com isso, que um dia gostava de poder agradecer de outra forma… A Enf. sentou-se na cama... agradeceu os elogios… disse-me que fui um doente fácil de tratar e que esperava que ficasse totalmente bem, para continuar a ter força na recuperação… e curiosa perguntou-me…

- De que forma gostava de me agradecer?

- Um dia vamos dar uma volta de mota e faço-lhe uma surpresa.

- Acha? Não confio na sua condução… -  sorriu - mas estou aberta a essa surpresa.

Disse-lhe que logo que recuperasse teria essa surpresa.


Saí do hospital… fazia fisioterapia num hospital perto de casa… passado um mês, senti saudades da Enf. Rita… Escrevi num bilhete: 

" Olá Enf. Rita,

Mais uma vez agradeço tudo o que me fez. Já me sinto melhor e falta muito pouco para o nosso passeio de mota. Beijinho do seu doente preferido." 

Deixei o meu contacto. Pedi a um amigo que comprasse um ramo de rosas, colocasse o bilhete que escrevi, levasse ao hospital e entregasse diretamente à Enf. Rita. Assim foi… fez-me esse favor... correu bem… o meu amigo contou-me que depois da Enf. ter lido o bilhete, sorriu... agradeceu-lhe... guardou o bilhete.


Passaram-se uns dias e não recebi uma mensagem dela, estranhei… achei que provavelmente não entraria em contato comigo… que o passeio de mota não ia existir… fui um pouco abaixo, mas continuei a dar tudo na minha recuperação. 


Passado uma semana, enviou mensagem... quando vi que o número não era conhecido, achei logo que seria o dela… com os dedos a tremer e um sorriso li… dizia:

" Olá doente preferido, tenho tido muito trabalho, muitos turnos seguidos, sem tempo e cansada, hoje finalmente estou de folga, adorei as flores, espero que a recuperação esteja a correr bem… Beijinho... vá dando notícias. "


Fomos mantendo contato... falávamos com mais frequência… 

Finalmente estava quase a ter alta… acho que o motivo maior para ter a força de recuperar era o passeio de mota com a Enf. Era esse o objetivo... era esse o prémio… 


Vários meses no hospital, vários meses de fisioterapia, chegou ao fim... estava totalmente recuperado… 


Numa quinta-feira a mensagem foi enviada à Enf. :

"Tive alta… Quando tiver disponibilidade, fico a aguardar pelo nosso passeio. " 

Sabia que a Enf. ia entrar de férias e que ia haver tempo para estarmos juntos. 

Respondeu: 

"O passeio fica marcado para sábado à tarde". 

Marcámos o sítio a cerca de 20km de cada um... morávamos a 40km de distância. Era um dia soalheiro. Ela também apareceu na mota dela… tirámos os capacetes… sorrimos… já não nos víamos há uns meses, demos um abraço...

Depois de falarmos um pouco, perguntei-lhe:

- Confias? Agarras-te a mim? 

- Acho que depois do acidente que tiveste, vou confiar na condução porque não vais querer passar por outra... mas…

- Mas… - continuei eu...

- Não sei se confio no sítio que me possas levar... - sorriu.

- Tranquila, vais gostar.

E assim foi... seguimos viagem... passámos junto à praia... parámos... falámos,  lanchámos.. Continuámos a viagem... levei-a a um sítio que conhecia desde pequeno, tinha um rio… uma paisagem gira... só natureza... parecia que só existíamos nós... calmo... só se ouvia os pássaros... contou-me que depois de tanto barulho no hospital e confusão, estava mesmo a precisar de um local tranquilo como aquele... disse que eu tinha acertado, que já tinha ganhado a confiança dela.


Sentámo-nos no chão... íamos observando a toda a nossa volta... só havia sinal de aves... tudo sossegado… uma brisa leve, estávamos em paz… perguntou-me qual era a surpresa que tinha para ela, lembrou-me o que eu tinha dito no bilhete com as flores… disse-lhe que era o sítio onde estávamos… perguntei se estava a gostar… respondeu-me que sim… então disse-lhe que tinha algo para lhe dar… mas não sabia se ia aceitar…

- O que é?

- O meu beijo...aceitas?

- Hum... só um?

- Depende… se gostares serão mais…

Chegámos perto… e os nossos lábios uniram-se… um beijo que esperava há meses..

- Gostaste? - perguntei.

- Sim... posso pedir mais?

- Não precisas pedir porque ia dar-te na mesma...

Continuámos...o sol ainda durava... estava calor... era verão…

- Vamos dar um mergulho? - propôs a Rita.

Tirámos a roupa… fomos mergulhar no rio… o sentimento era de estarmos totalmente livres, como o mundo fosse só nosso… 

Os nossos corpos nus uniram-se dentro de água... abraçados... com beijos... centrados um no outro.

- O que me queres dar mais? -  Perguntou a Rita.

- Bem… será que a minha vontade é a mesma que a tua?

- Tenho a certeza que sim.

- O meu pau está bem duro para ti… queres?

- Sim… quero-o todo dentro de mim…


Saímos da água… os dois cheios de tesão… encostei-a a uma árvore... meti-lhe o meu pau bem duro dentro dela… estava com uma respiração ofegante…

Pedia-me para a apalpar, agarrava-lhe nos seios... mordia-lhe as costas,  junto ao pescoço...

Estava a sentir-se fora dela... saiu da posição… deitou-se no chão,  pôs-se de lado... por trás voltei a enterrá-la… gemia muito… eu também estava a gostar muito... pediu-me que a fodesse no cuzinho… meti o meu pau duro com jeitinho no ânus dela, o gemido era maior... ao mesmo tempo passava os meus dedos na vagina... estava muito intenso… o meu pau grosso no cu apertadinho dela, não dava para aguentar mais… vi-me… o cuzinho dela ficou cheio do meu leite… ela ainda não tinha atingido o orgasmo... também queria que chegasse lá... lambi-lhe e chupei-lhe a vagina… meti-lhe 3 dedinhos ao mesmo tempo que a lambia no clitóris... estava fora dela… dizia para não parar… aumentei o ritmo dos dedos… lambia mais rápido… o gemido aumentou… estava toda molhada… contraiu-se… gritou… riu-se… tinha chegado ao orgasmo. 

Foi maravilhoso… valeu a pena o tempo de espera…


Fonte: Foto retirada da internet, pinterest


Mais momentos bons se repetiram… começámos a namorar… casámos… e tivemos 3 filhos.

Se não tivesse tido aquele momento mau, nunca ia ter os momentos tão bons que vieram no futuro.  

 











 

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Santiago

Estive vários anos a trabalhar numa empresa mediana, mas não era o que queria. Através de um amigo surgiu o convite para entrar numa empresa bastante conceituada, com o cargo de presidente do conselho fiscal, seria um salto grande na minha curta carreira. Tinha 28 anos, estava solteira e era uma mulher ambiciosa. O meu objetivo sempre foi evoluir e subir todos os patamares profissionais e ter sucesso. 


Entrei na empresa passado um mês. Fui recebida pelo Administrador, um homem na casa dos sessenta anos. Mostrou-me os objetivos da empresa, quem estava nos cargos principais e orientou-me nas minhas tarefas. Parecia ser uma pessoa que gostava de ajudar, e sendo uma empresa tão grande e com tantos lucros, teria de ser competente e ter pessoas bastante aptas a seu lado... Disse-me que no dia seguinte ia haver uma reunião, para me inteirar dos assuntos e conhecer as pessoas mais importantes dentro da empresa.


A reunião foi da parte da tarde. Fomos várias pessoas para uma sala, uma das pessoas que estava presente era filho do Administrador, chamava-se Santiago, era o Presidente da Assembleia Geral, notei que talvez por ser familiar do Administrador, os assuntos passavam muito por ele, era uma pessoa atenta, perspicaz e responsável. Senti-me pequenina no meio dos tubarões, mas não dei a parte fraca, quis mostrar competência para ocupar o meu cargo.

Os olhares de todos estavam dirigidos a mim, por ser nova na empresa. Mas o olhar do Santiago era mais intenso, olhava constantemente e não sabia disfarçar, senti-me um pouco intimidada. Após a reunião terminar, o Santiago deu-me sinal para aguardar, quis falar a sós comigo. Com uma voz forte e bem colocada disse:

- Bem-vinda, espero que se adapte bem à empresa e que tudo corra bem.

- Obrigada, assim o espero.

- Caso precise de alguma coisa, estarei ao seu dispor, aliás se tiver alguma dúvida pergunte-me, sou a pessoa mais indicada para a ajudar.

- Ok… dúvidas vão existir sempre, por isso vou mantendo-o a par de tudo.

- O meu gabinete fica ao lado do seu, estaremos perto e estou cá todos os dias.


Senti-me mais protegida com a conversa do Santiago, soube bem sentir aquele apoio.

A sua presença no meu gabinete era assídua, mostrava interesse sobre o que eu fazia e tirava-me todas as dúvidas, entre os assuntos metia a sua piada… com o passar do tempo ganhámos confiança um com o outro, a meio da manhã íamos tomar café, e falávamos sobre a nossa vida pessoal, os nossos gostos, o que gostávamos de fazer…

Fiquei a saber que o Santiago tinha 40 anos, era solteiro, morava num apartamento junto à praia, mas tinha outra casa numa aldeia. Além disso possuía um iate, para passear pelo mar. Ou seja bens não lhe faltavam, tinha tudo o que queria, era milionário. 

Fisicamente era um homem de estatura média, um bocadinho de peso a mais, com uma barriga ligeiramente saliente, olhos castanhos, cabelo preto a cobrir as orelhas.


Não sentia atração pelo Santiago, mas era importante manter-me próxima e ter uma boa relação com ele.  

O Santiago tinha boas conversas, provocava, sabia o que dizia e a forma de dizer as coisas no momento certo. Comecei a achar, perante as suas conversas, que tinha interesse em envolver-se comigo.

Passados uns meses, continuávamos a ter os nossos cafés a meio da manhã e da tarde, as nossas conversas já tendiam para existir um convite para sairmos os dois, já nos conhecíamos bem. Como tal… o Santiago sabendo que eu adorava o mar, propôs-me dar um passeio de barco… 


Sábado de sol, temperatura amena. Estávamos no início de junho, os dias eram grandes… saímos a seguir ao almoço, entrámos no iate e o Santiago iniciou a viagem. Após umas horitas de viagem já estávamos em alto mar, um oceano calmo, uma imensidão de água… o iate parado, o Santiago e eu fomos para o interior, tinha uns degraus para a parte de baixo, abriu uma garrafa de champanhe, disse que já vinha tarde, mas era para comemorar a minha entrada na empresa. Fizemos um brinde… sorrimos um para o outro… estávamos de pé frente a frente, o Santiago pôs as duas mãos no meu rosto, e o seu rosto aproximou-se, beijou-me… não foi o melhor beijo do mundo, mas acedi e dei continuidade ao beijo, o ambiente do mar, o balancear do barco pedia algo mais, despiu-me… o seu toque nos meus seios arrepiou-me, foi diretamente à minha vagina, lambeu-a, conseguiu excitar-me um pouco mais, a seguir tirei-lhe as calças e os boxers, o pénis libertava baba, era fino e médio, com uma curvatura para a esquerda, chupei-o estava duro, o Santiago passado pouco tempo pediu para parar, estava quase a vir-se e não queria que fosse daquela forma, beijou-me novamente, a sua língua passou pelos meios seios, veio para cima de mim, esfregou o pau no meu clitóris e depois meteu-o na minha cona, aumentou o desejo, respirações ofegantes, o Santiago continuou sem parar, sem trocar a posição, gemeu e senti a cona molhada, veio-se… naquele momento simulei o orgasmo, gemi mais alto… demos uns linguados e senti-o satisfeitíssimo.


                                                    Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Acabei por ser interesseira, não tinha atração, nem desejo pelo Santiago, mas deixei-me envolver, fui pelo passeio de barco, por ser algo diferente do que já tinha feito, e não lhe quis dizer "não " por temer alguma represália na empresa, o certo é que não foi bom para mim, continuámos a sair, viajámos juntos, mantive uma relação que não era feliz, subi no cargo da empresa, e estando presa à relação, à família e à empresa, casámos. Passados dois anos, o casamento terminou, não existia amor.