sábado, 25 de julho de 2020

Lúcia

Nasci num país africano chamado Cabo Verde, cedo senti necessidade de sair de lá, não tinha as condições que pretendia para viver e tendo parte da minha família em Portugal, o meu desejo era ir ter com eles. A minha infância foi difícil, perdi o meu pai com 7 anos, sendo o filho mais velho, tive de ajudar a minha mãe a criar os meus irmãos, com muito esforço, sempre tive a força necessária para ultrapassar as dificuldades.

 

Fui para Lisboa com 16 anos, queria dar continuidade aos meus estudos, e estudar música passava pelos meus planos, aprendi piano, era um instrumento que adorava tocar. 

Embora tivesse um pouco de formação musical, o trabalho que arranjei, foi como funcionário numa escola de música. A minha família acolheu-me enquanto precisei, e foi uma grande ajuda até ser independente. Já trabalhava há alguns anos na escola, tinha 27 anos, morava sozinho e comprei um piano em segunda mão para colocar em casa.


Na escola de música conheci uma aluna de piano, tinha 24 anos, o seu nome era Lúcia, uma mulher de pele branca, olhos grandes, usava o cabelo liso preso, o corpo era bem delineado, dava nas vistas pelas roupas que usava, decotes ousados e calças justas que definiam o rabo.

Fomos ganhando confiança nos intervalos das aulas, a amizade ficava mais vincada pela troca de experiências e pela partilha de carinho, através dos gestos e palavras.


Ambos gostávamos de artes, e num sábado à tarde por mera coincidência encontrámo-nos numa exposição de pintura, eu estava sozinho e a Lúcia com uma amiga, conversámos um pouco e após termos visto a exposição juntos, convidou-me para lanchar, durante o repasto trocámos opiniões sobre as obras e falámos sobre arte. 

A cumplicidade que tinha com a Lúcia mexia comigo, deixava-me com vontade de estar mais vezes com ela, de dizer-lhe que a paixão estava a apoderar-se de mim, refugiava-me nas teclas do piano, para combater a ausência da Lúcia nos fins de semana… e pensava na reação que podia ter se dissesse que estava a gostar dela. Não estava preparado para um "não ".


Tinha de transmitir o que sentia, o desejo, perceber se seria correspondido… um dia após as aulas, questionei-a… se tinha alguém, se queria sair comigo… e a resposta foi uma faca a entrar no meu corpo, tinha começado uma relação recentemente, deixou-me de rastos, não conseguia ver-me com mais ninguém. Isolei-me, deixei de sair… caí numa solidão, num vazio interior, num sofrimento desmedido, como haveria de arranjar forma para erguer-me.

Não voltei a vê-la porque já tinha terminado o curso de piano. Tinha o contacto dela, mas não queria interferir na sua relação, o meu pensamento estava focado nela e isso não me permitia ter relacionamentos.


Passados dois anos, encontrei a Lúcia, numa exposição de fotografia, o seu olhar era triste, mais magra, abatida… aproximei-me… não sabia qual seria a sua reação quando me visse, por trás dela, perguntei:

- Lúcia? Estás bem?

Olhou para trás, quando me viu, os olhos grandes ficaram ainda maiores, sorriu e disse…

- Estava longe de imaginar que te fosse ver aqui.

- Eu também não esperava, como tens passado?

- Mal… a fase tem sido difícil, vou ter de ir, tenho uns amigos à minha espera… ainda tens o meu contacto?

- Sim.

- Liga-me e falamos.


Deixei passar uns dias e liguei, o telefonema foi demorado, falámos durante muito tempo, contou que a relação que teve deixou-a de rastos, foi maltratada e chegou a ser agredida pelo ex-namorado, estava livre, abalada e traumatizada. Procurei animá-la, e disse que se precisasse de alguma coisa para ligar, estaria disposto a ajudá-la.


Alguns dias depois, ligou e disse que gostaria de estar comigo. 

Ao início da noite, fomos a um barzinho, conversámos sobre o passado e presente, disse-me que a conversa que tivera comigo ao telemóvel, ajudou-a a ver as coisas de outra forma.

Saímos do bar, estava muito frio, era inverno… os nossos lábios tremiam, o seu rosto sorria, e perguntei-lhe se queria ir beber um chocolate quente a minha casa. Acedeu.

A casa estava fria, liguei o aquecedor, colocámos uma manta pelas costas, bebemos o chocolate quente. A Lúcia avistou o meu piano, perguntou se podia tocar, respondi que sim. Os seus dedos passavam nas teclas criando uma melodia que entrava nos meus ouvidos e deixava-me sereno e nostálgico. Sentia um arrepio nas costas. 

A seguir fui eu que toquei, a Lúcia sentou-se no sofá, fechou os olhos, o som invadia as nossas almas, entranhava-se nos nossos sentidos, quando terminei, a Lúcia agradeceu-me pelo momento, sentei-me ao seu lado, e disse:

 - Lúcia desde que começaste a namorar, não tive nenhum relacionamento, não me saíste da cabeça, sofri muito… mas continuo a gostar muito de ti, o que sinto por ti é indescritível…

Os olhos da Lúcia ficaram a brilhar e caiu uma lágrima pelo rosto e pediu:

- Abraça-me.


O nosso abraço foi profundamente sentido, como se já tivesse acontecido há muito tempo atrás… o meu rosto encostou ao dela, lentamente os nossos lábios encontraram-se, os beijos aqueceram-nos, despimo-nos… fui buscar chantilly e deitei-lhe nos bicos das mamas e na sua vulva, lambi-lhe os bicos, desci até à vagina, lambi-lhe o chantilly e chupei-lhe o clitóris, a Lúcia arrepiada, estremecia. Demos um beijo na boca com sabor doce, a seguir a Lúcia colocou chantilly ao longo do meu pau, chupou e lambeu, ficou com bocados brancos no canto da boca, mesmo com o pau grande a Lúcia tentava meter o máximo possível dentro da boca, o broche foi muito gostoso. 

Sentada no sofá de lado ergueu uma perna, ficou como uma tesoura, encaixei no meio e enterrei o pénis devagarinho na sua cona, ficámos uns momentos assim...e trocámos de posição… debruçada no piano, por trás enfiei-lhe o meu pau na coninha, apalpei-lhe as mamas, a Lúcia pedia para enterrar mais, o meu pau foi bem para dentro dela, aumentei ao máximo o ritmo… já sem conseguir controlar-me mais, vi-me todo… sensação de prazer total, continuei com tesão e o pau dentro dela, o piano abanou, a Lúcia gemeu e disse alto "estou a vir-me toda".


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Podíamos nunca mais nos termos visto ou não existir envolvimento, mas tudo teve um tempo certo para acontecer, se não foi mais cedo, acabou por ser mais tarde…

Criámos uma relação, enriquecida com um filho e uma filha e ligados a um amor incalculável.


quinta-feira, 16 de julho de 2020

Tiago

A minha vida era estável, trabalhava como funcionária pública, morava sozinha, tinha 46 anos, viúva desde os 35 anos, um filho na faculdade, a estudar no estrangeiro no programa Erasmus.
Quando saía do trabalho, cuidava do meu corpo, praticava exercício, por vezes estava com amigos numa esplanada, morava em frente à praia, caminhava junto ao mar, absorvia energia, assistia ao pôr-do-sol… o meu tempo era bem passado até chegar a noite, após o jantar sentia-me mais só, a única companhia que tinha era um gatinho branco, muito fofo… viajava pelas redes sociais, pelos interesses que tinha sobre moda, culinária e para além de falar com o meu filho pelo skype… às vezes, quando me sentia menos ocupada, entrava em chats para poder conversar com outras pessoas. 

Após um dia de trabalho, fui até a uma esplanada à beira de casa e do outro lado da estrada. Avistei três surfistas que vieram na minha direção, ficaram numa mesa junto à minha, de frente para mim ficou um homem aparentemente quarentão com barba castanha, cabelo castanho claro e molhado esticado para trás, com óculos de sol, pele bastante morena… o físico dele chamou-me a atenção, notava que o olhar dele dirigia-se ao meu, estava sozinha tentava disfarçar, pegava no telemóvel e desviava o olhar… entretanto saí e fui para casa.

Passados dois dias, voltei à esplanada, sentei-me no mesmo lugar e desta vez o mesmo homem já estava na mesa em que o tinha visto da última vez, acompanhado com os outros dois colegas, vestidos com os fatos de surf, pela conversa que ia ouvindo, principalmente vindo da voz dele, reparei que ainda não tinham ido surfar, o cabelo dele estava seco, bem encaracolado, sem óculos de sol, os olhos eram grandes e castanhos… 

O olhar dele continuava a bater no meu, voltei a disfarçar, fui discreta… entretanto eles saíram, e foram na direção do mar… chegaram alguns amigos, fiquei mais um pouco e depois fui caminhar no passadiço… de longe via os três surfistas no mar à espera das ondas que demoravam a aparecer… 

Mais uma vez voltei à beira mar, desta vez… fui para o areal, tirei as sapatilhas, estendi uma toalha, sentei-me... estava agradável, o mar estava um pouco mais agitado, viam-se as ondas…e o meu olhar prendia-se no horizonte.
Ouvia um caminhar na areia atrás de mim, vozes a aproximarem-se e reconheci uma voz… eram os surfistas, ficaram na minha direção, perto do mar, fizeram alguns exercícios de aquecimento antes de entrarem no mar… fui apreciando o mar, as ondas, e eles iam aproveitando o surf, eu reparava no surfista que me ficou debaixo de olho, mantive-me ali por bastante tempo… até que o vento estava a incomodar… os surfistas saíram do mar… passaram por mim, um deles parou… era ele… meteu conversa comigo, soube que se chamava Tiago e que era meu vizinho… saímos juntos do areal, após uma curta conversa, fez-me o convite para tomarmos um café a seguir ao jantar… aceitei. 

O local combinado foi um barzinho junto à praia, ouvia-se o barulho das ondas, fomos falando de nós, soube um pouco da minha história de vida, dele soube que era divorciado, tinha 48 anos, morava sozinho, fazia pouco tempo que tinha comprado um apartamento, era professor de surf… passámos por ali umas horas, a conversa foi fluída e interessante… já estávamos quase a ir embora e o Tiago perguntou-me se no dia seguinte queria ir até ao mar com ele, aprender um pouco de surf, achei que não teria muito jeito, mas como queria estar junto dele, disse-lhe que sim… 

Ao final da tarde, encontramo-nos junto ao mar, já trazia uma prancha a mais e fato de surf para mim… segui as indicações dele, meia atrapalhada e com algum receio fui fazendo o que me dizia… acabou por correr bem, vimos o pôr-do-sol dentro de água... gostei da experiência… 

   
Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

A seguir… disse-lhe que estava a precisar de um banho quente, o Tiago olhou para mim e disse-me que ia fazer um arroz de pato para o jantar, perguntou se eu gostava e se queria ir até ao apartamento dele, respondi-lhe que embora não fosse o meu prato preferido, não me importava de lhe fazer companhia.

Chegados ao apartamento dele, estava cansada, sentámo-nos no sofá, cada um enrolado na sua toalha e disse-lhe:
- Hoje é um dia de sorte…
- Então porquê?
- Porque tive uma aula grátis de surf, e vou ter um jantar feito por ti…
- Ah sim… és uma privilegiada… sabes que já faz tempo que não cozinho para uma mulher…
- Na verdade nunca tive um homem que cozinhasse para mim, serás o primeiro…
- Então vou ter de caprichar, quero que fiques a gostar… 
- Se ficar a gostar... já viste? Venho aqui buscar o jantar todos os dias - sorri.
- Pode ser… e eu vou buscar a sobremesa a tua casa… sorriu.

Sentia atração por ele, o Tiago estava a ser um querido por tudo o que estava a fazer por mim, disse-lhe que ia tomar banho, foi preparar-me a casa de banho, deu-me uma toalha…
O banho soube-me fantasticamente, fiquei quentinha… a seguir foi ele… voltei para o sofá da sala, quando voltou, o seu perfume ficou espalhado pela sala… foi fazer o jantar.
A mesa elegantemente disposta, garrafa de vinho, o arroz de pato com bom aspeto, acendeu duas velas, estava tudo bom… a conversa deliciosa, estávamos animados… 

Arrumámos a cozinha e fomos para o sofá, o Tiago escolheu um filme para vermos, encostei-me a ele, passou o braço por trás de mim…Fazia bastante tempo que não sentia aquela proximidade, deixou-me arrepiada… deixámos de prestar atenção ao filme, íamos conversando, o Tiago passou a mão pelo meu rosto, fechei os olhos com o toque dele, a minha mão foi ter ao rosto dele também, sentia a barba… demos um abraço… o Tiago levou a boca dele à minha… as mãos dele agarraram as minhas mãos… foi um beijo prolongado, molhado e intenso… aquele beijo fez-me ficar húmida… a mão dele passou pelo meu pescoço, desceu até a um seio, percorreu a minha barriga, desabotoou o botão da minha calça, meteu a mão… e fixou a mão na minha genitália, suspirei…

Puxei as calças de fato de treino dele para baixo, a minha mão foi agarrar-lhe o pénis, estava húmido e duro… lambi-lhe a barriga, depois meti os testículos na minha boca, chupei-lhe o pénis, levei-o à minha bochecha, a minha língua fazia movimentos circulares na ponta do pénis, o Tiago suspirava… ficámos sem roupa… levou-me até ao terraço, era o último andar, acima dali, só o céu… ninguém nos via… a noite estava boa… sentou-me numa mesa… abri as pernas, a língua dele lambeu os meus seios, enquanto os apalpava, beijou-me a boca, o pescoço, desceu até ao meu clitóris… usava e abusava da língua, ao mesmo tempo meteu dois dedos dentro da minha vagina… aumentava os meus gemidos, só queria o pénis dentro de mim… não perdeu tempo, leu os meus pensamentos…

Enterrou o pau bem duro dentro de mim, agarrei-me à mesa… o Tiago em pé mexia o corpo dele sobre o meu… sentia o meu tesão e prazer a aumentar cada vez mais… o Tiago parou e sentou-se numa espreguiçadeira, fui para cima dele, fiquei de costas e o pénis estava bem dentro de mim... fazia movimentos para trás e para a frente, virei-me para ele, continuei… o Tiago ergueu-se, sentado comigo em cima, beijou-me os seios e as nossas línguas encontraram-se, aumentei o ritmo dos movimentos, junto com os movimentos dele, estávamos sintonizados… a minha vagina estava toda molhada… voltou a inclinar-se para trás, estava a chegar ao orgasmo, parecia uma louca com o pénis dentro de mim, até que me vim toda… foi uma sensação única de prazer, fui ter à boca dele e beijei-o, aguentava mais e queria que o Tiago atingisse o orgasmo, fiquei de quatro…  enterrou-me… voltei a sentir o tesão, o desejo… não parou mais, aumentou cada vez mais a intensidade, e chegou ao orgasmo, veio-se todo, sentia o leite dentro de mim… continuou a foder-me por mais uns segundos e tive novamente outro orgasmo, estremeci... mais um momento intenso.. o meu corpo tinha ultrapassado o limite do prazer… 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

O nosso envolvimento aconteceu de uma forma muito rápida e espontânea, talvez tenha ajudado a carência de ambos, continuámos a frequentar o apartamento dele e a minha casa, a sairmos e a aproveitarmos o mar, iniciámos um namoro, nunca é tarde para termos uma relação… 







segunda-feira, 6 de julho de 2020

Camila

Estava a passar um momento bom na minha vida, tinha 25 anos, fui promovido no trabalho, divertia-me com amigos, tinha um excelente ambiente familiar, sentia-me feliz.
Quanto a relações, não namorava, mas tinha algumas pretendentes e estava na dúvida na escolha. Todas elas, pertenciam ao meu grupo de amigos.

A Sílvia tinha 24 anos, era uma mulher um pouco vaidosa e arrogante, possuía um corpo escultural, tinha o dom de provocar, seduzir… sabia que já se tinha envolvido com alguns amigos.

A Núria tinha 23 anos, procurava estar mais próxima a mim, era simpática, atraente e muito ciumenta, tinha o defeito de omitir o que via, contornava as situações e criava vários problemas.

A Camila tinha 22 anos não olhava a meios para atingir fins, quando entrava algo na cabeça dela, era para ser feito. Tínhamos uma ligação "amor/ódio ", podíamos ter a melhor conversa do mundo, como a pior discussão do mundo. 

Todas tinham a sua beleza e despertavam-me desejo… tinham feitios muito diferentes e às vezes discutiam por minha causa. A minha cabeça estava confusa, sentia que qualquer uma estava ao meu alcance para existir envolvimento, teria de fazer uma escolha, deixava o tempo passar até a altura certa, sem ter ideia de quando iria acontecer.

Um dia tivemos uma festa de aniversário, era um amigo nosso que fazia anos, o jantar foi num restaurante que já conhecia, éramos um grupo de trinta pessoas. Quando nos sentámos à mesa, fiquei com as três amigas perto de mim, todas elas queriam falar comigo, pareciam que me estavam a disputar com sorrisos, insinuações e olhares… estavam a deixar-me perdido, só conseguia pensar na escolha que poderia fazer.

Fui fumar um cigarro no exterior do restaurante, apareceu a Núria e fumou um cigarro também, metia conversa, sorria, tinha uma calça justa e uma blusa de alças, queria saber para onde eu ia a seguir, não dei a resposta, não queria dar sinais.
A seguir, ao meu lado, a Sílvia quando falava comigo apoiava a sua mão na minha coxa, quase na virilha, dava-me tesão, falava ao meu ouvido e deixava as outras a roerem-se de inveja…
A Camila sentada de frente para mim, mostrava-se atenta a tudo o que as outras faziam, os olhos dela tinham fogo, notava que estava a explodir de vontade para se aproximar de mim.

Entretanto recebi uma mensagem no telemóvel, era da Camila a dizer para eu escolher um sítio no restaurante para ir ter comigo. Olhei para ela, sorriu e piscou-me o olho. Deixou-me ainda mais desejoso de fazer a escolha que tinha para fazer. Saí da mesa, ainda faltava para cantar-se os "parabéns". Fui discretamente para uma outra parte do restaurante, que estava vazia, conhecia bem aquele espaço, dirigi-me até ao WC, a Camila também conhecia, enviei-lhe mensagem para o telemóvel a indicar-lhe onde estava.
Quando chegou até mim, perguntou:
- Escolheste bem o sítio?
- Não sei… o que achas?
- Escolheste bem, vou até ao meu WC que é deste lado, o teu é daquele.
- Camila precisas que desaperte o teu vestido?
- Queres acompanhar-me?
- Sim.

Entrámos os dois no WC feminino, dentro existia uma luz ligeira que entrava por um postigo, as nossas mãos entrelaçaram-se, e demos um beijo prolongado, as nossas línguas sentiram-se… com a luz reduzida, a minha mão percorria o corpo da Camila, de costas para mim, puxei o fecho do vestido para baixo, despi-a… passei a mão no seu rabo, estava de fio dental, o seu corpo estava ardente, beijei-a no pescoço, mordi-a nas costas… com a sua mão para trás veio mexer por cima das calças no meu pénis, estava duro. Apalpei as suas mamas duras… virou-se de frente para mim, puxou-me as calças para baixo, meteu o meu pau dentro da sua boca, chupou-o… ao mesmo tempo a sua mão tocava a punheta e a outra mão passava nos meus testículos… o broche era deleitoso… a seguir… pôs um pé em cima da sanita, pela frente lambi a sua coninha, metia os dedinhos e a Camila gemia… pedia mais… queria o meu pénis dentro dela. Por trás dela enfiei-lhe o pau na sua coninha… ao mesmo tempo apalpava as suas mamas, inclinou o corpo para a frente… sentia o meu pau todo no seu fundo… estava a ser maravilhoso… continuei a fodê-la… aumentei o ritmo… a Camila continuava a pedir mais intensidade… até que soltou um gemido forte, tinha chegado ao orgasmo… estava insaciável… sentei-me na sanita, chupou-me o pénis e… veio para cima de mim, o meu pau voltou a estar dentro dela… investiu fortemente em cima de mim, muito intenso… fodeu muito… e fez-me vir… após sentir o meu leitinho, voltou a gemer e chegou novamente ao orgasmo. 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Três mulheres a desejar-me, tive de fazer uma escolha, a Camila teve o impulso e proporcionou-se o envolvimento… ficou gravado tudo o que se passou naquele WC com pouca luz… 





quinta-feira, 25 de junho de 2020

André

A minha família sempre foi muito religiosa, como tal comecei cedo a frequentar a igreja, após ter feito a segunda comunhão e a seguir o crisma, comecei aos domingos de manhã a cantar no coro da missa. A maior parte eram mulheres, mas havia um homem que me chamava a atenção, uma voz grossa e bem colocada, homem alto e forte, era o André. Durante a semana tínhamos ensaios, e a nossa aproximação era notória, entretanto iniciámos um namoro que durou sete anos, o André frequentava a minha casa e era adorado pelos meus pais, e muito acarinhado por toda a gente.
Decidimos casar… o nosso casamento foi simples, apenas com familiares, com poucas extravagâncias, mas foi um dia muito feliz.
A lua-de-mel foi num país com sol e praia, ficou para sempre gravado nos nossos corações.

A impossibilidade de ser mãe, tornou a nossa relação mais intensa, só vivida um para o outro, não queríamos cair na monotonia, nem na rotina, inventámos distrações, criámos momentos divertidos, os nossos trabalhos tinham o mesmo horário, conseguimos conciliar as horas para estarmos juntos e fazer tarefas a dois. Todo o tempo de ligação era bem aproveitado e recheado de amor.

Os anos foram passando, o André tinha 40 anos, cabelo preto encaracolado, olhos grandes escuros, rosto redondo e barba grande, era um homem sempre disponível para ajudar, levava uma vida muito ativa, não conseguia estar muito tempo parado, e além de cantar no coro, estava ligado a associações, e tinha muitos conhecidos e amigos.
Eu tinha 35 anos, gostava de acompanhar o André em determinadas iniciativas, por vezes também gostava de estar por casa, era uma mulher realizada, a nível profissional e pessoal, só com alguma frustração de não poder ser mãe, eu e o André achámos por bem, adotar… fizemos o pedido, foi um pouco demorado, entretanto a família aumentou, recebemos na nossa casa o Rúben, menino de 2 anos.

A história do Rúben deixou-nos muito emocionados, os pais eram de origem africana, vieram para o nosso país, trabalharam durante alguns anos, tiveram cá o Rúben, mas depois ficaram desempregados, o pai faleceu de doença prolongada, e a mãe não podendo cuidar dele entregou-o a uma associação. 

Quando tudo parecia que estava a correr da melhor forma possível, chegou o maior desgosto da minha vida, o André teve um acidente de trabalho e ficou cego. Teve de parar de trabalhar e deixou de ter a vida ativa como tinha antes. Foram momentos muito difíceis para mim e para o Rúben. 
Com o passar do tempo houve uma adaptação à nova realidade, os outros sentidos do André ficaram mais apurados, ajudei-o em tudo o que podia, ouvia as suas conversas, ele também era o meu ouvinte, os nossos toques mantinham a nossa proximidade, não perdemos a felicidade.

Um dia deixei adormecer o Rúben, e com o André deitado na cama disse-lhe ao ouvido que o amava muito, estávamos os dois com os corpos nus, os meus lábios prenderam-se aos seus, as nossas línguas sentiam-se uma à outra, as mãos do André passavam pelas minhas costas, sentia um arrepio pelo corpo, beijei o seu pescoço, e fui descendo pelo seu peito, barriga… o corpo do André estava arrepiado, meti o seu pau na minha boca, chupei-o muito, ele suspirava, sabia-lhe bem… entretanto com ele deitado, as minhas pernas ficaram ao lado da sua cabeça, baixei a vagina até à sua boca, a língua lambia-me a coninha molhada, chupava o clitóris, a minha excitação ultrapassava os limites.
Beijei-o nos lábios, a minha língua entrou na sua boca, o meu corpo desceu, e a minha vagina recebeu o seu pénis dentro dela. Bem enterrado, baixei o tronco, o André apalpou as minhas mamas, lambeu os meus bicos, sentimos novamente o nosso beijo, ergui o meu tronco, com as minhas mãos a segurar o meu cabelo, cavalgava em cima do seu pénis, com tanto tesão e ritmo, que não aguentei mais e rebentei de prazer… o quarto tinha um cheiro intenso a sexo e pouco tempo depois foi o André a gemer e a vir-se dentro de mim, dizendo: 
- Sabes dar-me prazer.
- André, contigo chego ao céu e fico nas nuvens.
- Não te consigo ver, mas amo sentir-te.
- O meu amor por ti, não tem fim.

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

As realidades mudam em segundos, os momentos, as circunstâncias, os problemas, a perda, mas jamais mudará o pensamento, o carinho e o que sentimos por quem amamos. 
O André arranjou um trabalho adequado às suas novas capacidades, continuou a cantar, melhor do que nunca, no coro, a igreja enchia-se só para o ouvir cantar, voltou a estar ligado ao que gostava, o Rúben foi uma grande ajuda para mim e para o André.  






segunda-feira, 15 de junho de 2020

Jéssica

Desde adolescente tinha um carinho especial e uma atração por mulheres brasileiras, mantinha conversas e amizades através de chats. Passava horas em frente ao ecrã, colado a todo o tipo de conversas, ficava a conhecer a cultura e as experiências do Brasil e eu fazia igual em relação à Europa, mais concretamente sobre Portugal.

Havia muito para dar a conhecer sobre o meu país através do computador, a gastronomia, principalmente as sobremesas, lugares ricos com monumentos interessantes, paisagens de cortar a respiração, mostrava fotos e vídeos, enviava músicas portuguesas e tantas outras coisas partilhadas.

Do outro lado recebia igualmente, o que caracterizava o Brasil, praias que tinham muito encanto, homens e mulheres lindos, o futebol também fazia parte da conversa, músicas brasileiras animadas e belas para dançar. 

No meio de todas as conversas que tinha, conheci a Jéssica, era mais nova do que eu seis anos. Logo nas primeiras conversas sentimos que havia química entre nós, ambos éramos administrativos, gostávamos de viajar, conhecer lugares novos, adorávamos música e a paixão que eu tinha pelo Brasil, ela tinha por Portugal.

Diariamente as nossas conversas eram variadas, sobre tudo, parecia que já nos conhecíamos há muito tempo (como se tivéssemos na palma das nossas mãos)… momentos de muito riso, outros de choro, mas a Jéssica era a minha companhia e ela sentia o mesmo em relação a mim. 
Iniciámos um namoro virtual, através da webcam via o corpo da Jéssica todos os dias, ficava deliciado com o seu rabo e todo o seu corpo, cada dia que passava acreditava que um dia íamos encontrar-nos pessoalmente.
A Jéssica adorava ver-me… ambos gostávamos muito de ouvir os nossos sotaques, ela tinha uma voz meiga, um sorriso brilhante, uns olhos que pareciam dois mundos, os seios eram firmes e cheios, pernas longas, cabelo castanho liso, pele morena… uma mulher que mexia muito comigo.
Fazia muitas vezes strips através da web, vê-la a dançar para mim e a despir-se, deixava-me louco, esfregava os seios, empinava o rabo diretamente para o ecrã, sentada abria as pernas e metia os dedos na cona, e depois lambia-os, terminava a atirar um beijo pela sua mão para mim… a seguir mostrava-lhe o meu pau, tocava uma punheta para ela.

Passados uns anos, tinha 34 anos e a Jéssica 28, estávamos em julho, era verão em Portugal, tive a maior surpresa da minha vida, estava de férias e recebi uma chamada no telemóvel, era a Jéssica, a pedir-me para ir buscá-la ao aeroporto. O meu corpo ficou duro como uma pedra, fiquei todo arrepiado, a minha voz tremeu e não queria acreditar…

Quando a vi, sorrimos com as lágrimas nos olhos, demos um abraço forte que simbolizou todo o tempo que falámos e todas as partilhas.
Fomos para minha casa, a Jéssica estava um pouco cansada da viagem, mas não a impediu de atirar-me para cima da cama, beijou-me intensamente, senti-me a ser devorado, em simultâneo as minhas mãos acariciavam o seu corpo, tesão não nos faltava, os nossos corpos ficaram nus, a Jéssica pôs a sua língua fora da boca e batia lá com o meu pau, depois chupou-o avidamente, ela gemia enquanto chupava, quase ficava sem ar, nunca tinha sentido uma ereção tão grande e um broche tão bom. A seguir a minha língua foi até à sua vulva, estava com a coninha com alguns pelinhos aparados, o corpo dela estremeceu, fechou os olhos, sentia o mel que saía da sua vagina. 
Ficou de quatro ao fundo da cama, eu em pé, enfiei-lhe o meu pénis até ao fundo, dei-lhe umas palmadas e chamei-a de safada, ela excitada dizia para a foder muito… continuei bem forte… pediu para não parar e aumentar o ritmo… estávamos quase a atingir o orgasmo, primeiro foi a Jéssica a vir-se e segundos depois o meu leite encheu a sua cona.
Perguntou-me:
- A surpresa foi legal? Você gozou muito?
- Foi tarde… já devia ter acontecido… mas melhor era muito difícil.
- Concordo… sempre acreditei em estar um dia com você.
- Adorei toda a nossa história, e sentir o teu corpo foi o maior desejo concretizado.
- Não quero mais sair do seu lado.

 
Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

O mar entre os dois países é gigante, mas a vontade de estarmos com a pessoa que amamos e o amor que sentimos ultrapassa tudo, a distância ficou curta. 
Foi demorado, mas valeu o tempo de espera. Levei a Jéssica a conhecer locais maravilhosos no meu país. A nossa relação ficou para sempre nos nossos corações.





sexta-feira, 5 de junho de 2020

Rodrigo

Comecei cedo a trabalhar com o meu pai, numa fábrica de móveis, mais tarde, depois da sua morte, fiquei eu a gerir a empresa. Frequentava muitas vezes o banco, por causa da empresa e conhecia bem o Rodrigo, gerente do banco, era um homem pacato, simples e bom falante. 

De todas as vezes que lá ia, o Rodrigo metia-se comigo, gostava de o ver, era um cavalheiro, eu estava solteira e sabia que ele era casado. Por vezes tinha alguns ditos que roçavam o assédio, mas não ligava às suas insinuações. 
Procurei aproveitar ao máximo todos os momentos livres da minha vida, como mulher sempre fui corajosa, lutadora e fiel aos meus princípios. Nunca fui de ter relações esporádicas ou prolongadas, aliás fugia delas, era alérgica ao compromisso. 

Um tempo mais tarde soube que o Rodrigo se tinha divorciado, sempre senti um fraquinho por ele, mas disfarçava e ele nunca se tinha apercebido disso. Ambos andávamos pelos 30 anos, morava na casa dos meus pais, e sentia que queria ter a minha independência, não queria morar sozinha e via com bons olhos uma suposta relação com o Rodrigo. 

Numa sexta-feira fui ao banco, levei um vestido decotado e curto, lábios pintados estava provocante, sentia-me a mais atraente e sensual de todas as mulheres por quem passava, quando entrei no banco, o olhar do Rodrigo foi direto a mim, sorrimos um para o outro, depois sentei-me na cadeira à sua frente para ser atendida, notei o nervosismo dele, estava inquieto e a voz trémula… perguntei:
- Então hoje não se mete comigo?
- Você hoje está esplêndida, até estou meio desorientado.
- Já tinha reparado, estou a mexer consigo, não me troque os papéis - sorri.
- Espero não chegar a esse ponto, confesso que fez-me aumentar a libido.

O Rodrigo estava caído por mim, e eu sentia vontade de cair nos braços dele. Mais tarde acabámos por sair juntos, e depois assumimos uma relação, namorámos cinco anos… casamos e tivemos quatro filhos. Os anos foram passando muito rapidamente, a nossa relação teve altos e baixos, mas existia um equilíbrio, o nosso amor era mais forte do que tudo, nada nos fazia derrubar.

Tinha chegado aos 61 anos e o Rodrigo aos 65 anos, já estava na pré-reforma, tinha deixado o banco há um mês atrás, estávamos a aproveitar ao máximo todo o tempo juntos, fizemos várias viagens, jantares românticos, voltámos a viver o tempo de namorados, tínhamos conversas nostálgicas, histórias divertidas e de amor.

A nossa ligação era muito unida e forte, estávamos sempre apaixonados e quanto mais os dias passavam, maior era o desejo que sentíamos um pelo outro.

Um dia tivemos um jantar de aniversário em casa de um dos nossos filhos, o nosso netinho fazia dois anos, a família estava toda presente, comemos bem… houve animação, e estávamos todos felizes. Depois fomos para casa, durante a viagem de carro, a nossa conversa foi sobre sexo… quando chegámos estacionámos o carro na garagem, existia algum tesão provocado pelo que tínhamos falado, quando saí do carro, o Rodrigo já estava do lado de fora, fechei a porta e o Rodrigo estava perto de mim, apertou-me contra a porta do carro, beijou-me na boca, as suas mãos apalparam os meus seios, a minha mão passou no seu pénis, tirámos a roupa um ao outro, sentou-me no capô do carro, estava quente, a sua boca foi até à minha vagina, lambeu-me a vulva, que delícia foi o seu minete! A seguir o Rodrigo ficou em pé encostado na porta da frente do carro, lambi o seu pénis e foi bem chupado, estávamos superexcitados e só queríamos foder. Voltou a sentar-me em cima do capô, depois de abrir as pernas, senti o seu pau a entrar dentro de mim, estava bem lubrificada, lambeu-me os bicos dos seios, o seu beijo aumentava o meu tesão, continuou assim por algum tempo… os nossos gemidos ecoaram na garagem e atingimos o orgasmo em simultâneo… que momento tão saboroso.

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

A nossa vida sexual sempre foi muito boa, demos o máximo prazer um ao outro, sabíamos do que gostávamos, nunca tivemos tabus, os nossos corpos unidos eram a nascente do carinho e o oceano do amor.



sexta-feira, 29 de maio de 2020

Sofia

A casa que habitava com os meus pais ficava num local sossegado, numa aldeia com um aglomerado pequeno de casas, mas relativamente perto da cidade. Até ser adolescente brincava com um grupo de amigos na rua, jogávamos futebol, andávamos de bicicleta, passávamos muito tempo fora de casa. Existia segurança e o tempo era bem aproveitado.

Ao longo da adolescência passei muito tempo a admirar a minha vizinha da casa do lado, era mais nova que eu apenas um ano, todos os dias íamos no mesmo autocarro para a escola, fazíamos muitas viagens acompanhados um pelo outro. Estudávamos inúmeras vezes juntos e quando tínhamos alguma dúvida sobre a matéria bastava tocar à campainha e as dúvidas eram tiradas. 
Ficava maravilhado com o seu corpo, a janela do quarto dela ficava na direção da minha, entre os buraquinhos do estore espreitava-a, quando tinha a janela aberta conseguia ver um busto ou por vezes a imagem do corpo a passar, outras vezes esperava muito tempo até ela vir sacudir os tapetes do seu quarto à janela. 

Tinha 22 anos, mantinha contato com a Sofia, os nossos pais conversavam amiúde, e quando a minha mãe falava com a mãe dela à frente de casa, a Sofia por vezes estava presente e eu ia ter com elas, entrava na conversa.
A Sofia tinha o cabelo preto pelo ombro, olhos com umas lindas pestanas grandes, usava aparelho nos dentes, mas até assim a sua boca despertava desejo, o seu andar era sexy e chamativo, tinha o rabo empinado para trás e os seios arrebitados para a frente.

Sentia um amor platónico pela Sofia, nunca lhe tinha dito. Era um pouco tímido e não tinha coragem para a convidar para sairmos, receava que declinasse. 
Um dia estava à janela do meu quarto a olhar para o jardim e a janela do quarto da Sofia abriu, ela apareceu… olhei na sua direção e sorrimos um para o outro. Sem saber bem o que dizer, foi ela que falou…
- Então não se faz nada por aí?
- Olha Sofia daqui a pouco vou ao ginásio.
- Também queria começar, depois dás-me as informações sobre o que preciso saber?
- Sim… quando voltar, passo pela tua casa e digo-te como são os procedimentos.
- Combinado, obrigada… até logo!
- Até logo Sofia!

Depois do jantar, fui a casa dela, toquei à campainha, a Sofia abriu a porta e disse para eu entrar, estava de fato de treino justo, o seu corpo deixava-me cheio de vontade de apalpá-la e colar-me a ela. Sentámo-nos no sofá, estávamos sozinhos porque os pais dela já tinham subido para o quarto. 
Expliquei-lhe como teria de fazer para se inscrever no ginásio e os documentos que necessitava. Naquele momento achei que a Sofia tinha um olhar diferente, mais direto aos meus olhos, ficou sentada bastante próxima a mim, as minhas mãos suavam, disse-me que já nos conhecíamos há muito tempo, desde crianças e recordamos algumas brincadeiras e partidas que fizemos no passado, rimos bastante. 
A Sofia mostrou interesse pelas histórias, a conversa estava animada, a maior parte do tempo era ela que falava, olhei para os seus lábios e imaginava um beijo, tinha vontade de fazer-lhe um convite, ficarmos a dois num local qualquer, acabou por ser a Sofia a fazê-lo… perguntou-me se queria sair com ela no dia seguinte, o meu coração acelerou os batimentos e disse que sim… 
Fui para casa a pensar na saída com a Sofia, não me saía da cabeça…

Depois do jantar, aguardei um pouco à saída da minha casa pela Sofia que saiu entretanto da sua casa, parecia outra mulher, cabelo preso, uns brincos que eram umas argolas grandes, lábios pintados com um batom preto, olhos sombreados, calção e uma blusa de alças. Muito apetitosa. Reparou também na minha roupa e disse-me que estava todo jeitoso.
Como eu não tinha carta de condução, foi a Sofia a conduzir o carro do seu pai.
Fomos até a um barzinho que ficava em frente a um rio, bebemos umas caipirinhas, a Sofia mostrava a sua coxa, seduzia com a perna cruzada, tinha sempre um motivo de conversa e eu ficava mais calado, mas mantinha a atenção sobre o que dizia.

O mar ficava perto, decidimos ir até à beira-mar, demos uma volta a pé pela marginal, era lua cheia, havia luz sobre o mar e as rochas, a maré estava a vazar, o cheiro era a maresia, os assuntos já faltavam para continuarmos a conversar, como existia visibilidade, dirigimo-nos para as rochas, não tinha mais ninguém além de nós, parámos… e encostei-me num rochedo enorme virado para o mar, a minha cabeça rodou para ver a lua, a cabeça da Sofia acompanhou, a seguir os nossos olhos ficaram frente a frente, a Sofia beijou os meus lábios, beijámo-nos a ouvir as ondas a bater nas rochas, abracei-a, estava aconchegada a mim, desabotoou os botões da minha calça, meteu a mão por dentro dos boxers, ao mesmo tempo beijava o meu pescoço, a minha mão passou por baixo da sua blusa, apalpei-lhe um seio duro por cima do sutiã, puxei o sutiã para baixo e com o dedo polegar e indicador mexia-lhe no bico teso da mama. Estava cheio de tesão, desejoso para sentir e dar-lhe ainda mais prazer. A Sofia puxou-me as calças e boxers para baixo, e aninhada lambeu a minha glande, depois chupou o meu pau bem babado… que momento incrível! 
A seguir desci o seu calção, e ela, apoiada com as costas numa rocha, abriu as pernas, à sua frente com a blusa para cima lambi-lhe as mamas, chupei-lhe os bicos eretos, a minha boca foi ao seu clitóris, que lambi acompanhado por um gemido dela, a minha língua avançou para a sua vulva, a boca ficou molhada com a sua humidade… baixinho e com a voz ofegante, a Sofia sussurrou: 
- "Fode-me".
O seu tronco ficou inclinado numa rocha, por trás… enterrei o meu pau bem dentro da sua cona, gemeu… dei-lhe umas palmadas no rabo, enquanto mantinha a minha ereção toda dentro dela, apalpava-lhe as mamas, e com a sua cabeça rodada para trás beijava a sua língua… o meu gemido também aumentou, pedia para aumentar o ritmo… balanceava o rabo para trás e para a frente para acompanhar o movimento que fazia, aumentei mais… as pernas dela tremiam, saiu um gemido intenso da sua boca: - "estou a vir-me toda" - disse.
Foi com a boca até ao pénis duro, ainda tinha restos de esperma, chupou sem parar com uma intensidade fora de série… aguentei pouco tempo… disse: - "que bom ". Vi-me todo na sua boca.

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foram vários anos de ligação, juntos na infância e adolescência, na escola, nas nossas casas sem existir envolvimento, aconteceu quando já éramos adultos, o sonho de qualquer homem era ter uma vizinha assim, adorei o momento. Mais vezes foi repetido noutros locais.