quinta-feira, 30 de abril de 2020

Helena

A minha entrada na faculdade foi aos 23 anos. Terminei o meu curso de multimédia com 27 anos. Durante tempo universitário, fui um homem que conheci bastantes mulheres, saía muito à noite, fiz numerosas amizades, aproveitei ao máximo o convívio… destacaram-se três amigos muito importantes ao longo desse período de tempo… e foi com eles que após terminarmos o curso, marcámos a ida a um festival de música no verão. 

Saímos do norte de Portugal e fomos de autocarro até ao sul, com as mochilas às costas, bem carregadas, e com muita vontade de aproveitarmos ao máximo a experiência. 
Chegámos ao destino a meio da tarde. Fomos diretos para o espaço do festival destinado ao acampamento. Pousámos as mochilas e descansámos um pouco. Já havia muita gente. Perto do local onde íamos montar a tenda estava um grupo de quatro raparigas já com a tenda quase montada… todas elas eram atraentes, mas uma conseguia sobressair mais, era ruiva, estatura média, com a pele clara salpicada de sardas, olhos azuis, o rabo empinado… gostei.

Começámos a montar a tenda. A organizar as coisas. Por vezes ia observando o jeito dela… após estar tudo preparado, sentámo-nos à entrada da tenda, lanchámos, bebemos… e o grupo das raparigas cantava e ria… íamos acompanhando o som que vinha da tenda delas, dançávamos… eu olhava para ela como se a quisesse ter ainda mais perto de mim.

O festival já tinha começado, estávamos eufóricos por ver algumas bandas, o cartaz era do nosso agrado…jantámos e fomos para a zona do palco, já havia muita gente concentrada, e no meio da confusão, vi a rapariga ruiva que estava acampada ao nosso lado, aproximei-me dela… esboçou um sorriso, reconheceu-me… o barulho era muito, perguntei-lhe o nome, chamava-se Helena, fomos dançando e estando perto um do outro, a seguir fui buscar cerveja para os dois… depois de terminar aquele concerto, disse-me que ia comer alguma coisa, perguntou-me se queria ir também, fomos os dois… enquanto comíamos, íamos falando… perguntei-lhe:
- Então de que zona és?
- Sou da zona centro e tu?
- Do norte… já costumas vir a este festival?
- Olha é a segunda vez… vim cá há 3 anos… e tu?
- Esta é a minha primeira vez… 
A conversa foi rolando, simples no início, depois mais aprofundada, soube que tinha 26 anos, que era fotógrafa e quem a acompanhava no festival eram duas amigas e uma prima… ficámosos bastante tempo a saber várias coisas um do outro… o tempo foi passando e acabámos por ir descansar.

No dia seguinte, a meio da tarde, levámos as toalhas e fomos apanhar sol… a Helena levava biquíni, chinelo de dedo, e o seu corpo escultural atraía-me o olhar.
Deitados nas toalhas, o sol aquecia os nossos corpos, os meus olhos dirigiam-se aos olhos azuis dela, já existia alguma cumplicidade entre nós… 
Falámos sobre música, uma vez que tinha sido a música a levar-nos até ao festival e também foi o motivo para nos conhecermos… o cabeça de cartaz do concerto da noite, não era o nosso favorito, mas quem nos acompanhava queria ir ver… ficámos juntos até o sol se pôr… voltámos para as tendas, fomos tomar banho de água fria nos chuveiros do parque. 

Mais tarde o pessoal começou a preparar-se para ir ver o concerto. Disse-lhes que ia ficar na tenda, sabiam que não era a minha banda preferida, embora não quisessem que eu ficasse, aceitaram… A Helena disse o mesmo às amigas e à prima e ficou na tenda dela… 
Parecia que tinha sido combinado não irmos os dois ver o concerto… O local das tendas estava silencioso, ouvia-se só o concerto… entretanto vim até à parte de fora da tenda, a Helena estava sentada à porta da tenda dela… perguntei-lhe:
-Então, porque não foste ver o concerto?
- Disse-te que não apreciava, e sabia que tu também não…
- Será que pensámos os dois que... não íamos ver o concerto?
- Provavelmente…
- Acho que não vou ficar pior ficando aqui junto a ti…
- Se calhar também não me vou arrepender por ter ficado...
- Helena posso ir para a tua beira?
- Sim, podes… a noite está fresca… entramos dentro da tenda?
- Sim… ficamos melhor.

Entrámos na tenda, a Helena passou-me uma lata de cerveja e abriu uma para ela… a luz dentro da tenda era pouca… a visibilidade entre nós era reduzida… aproximei-me dela, ao mesmo tempo ela veio de encontro a mim… beijámo-nos prolongadamente. A Helena agarrou o meu cabelo enquanto me beijava, as minhas mãos estavam firmes nas coxas dela… puxei-lhe a camisola para cima… continuei a beijá-la… tirei-lhe o sutiã… ela tirou-me a camisola… apalpei-lhe os seios, sentia-os dentro da palma da minha mão… tirou as calças dela, eu tirei as minhas… fui para cima dela, lambi-lhe o pescoço, os meus dedos passavam pela vagina húmida, a Helena gemia levemente, a minha língua aflorou-lhe suavemente os lábios… mordisquei-lhe um seio, a minha língua circundava um mamilo depois o outro também, passei a língua pelo umbigo, e desci… beijei o clitóris… a minha língua foi até ao cuzinho, entrou mesmo dentro dele, aumentou o gemido quando introduzi dois dedos dentro da coninha… assim ficou por algum tempo… a gozar aquele prazer... logo a seguir…

Virei-me de barriga para cima… foi para cima de mim, beijou-me a orelha… pus a língua de fora da boca e ela chupou-me a língua… desceu com a língua pelo meu pescoço, lambeu os meus mamilos, arrepiou-me… a língua dela continuou a descer, passou pelas minhas virilhas, meteu os testículos na boca… lambeu-me o pénis de baixo para cima e de cima para baixo… 
Começou a chupar… tocou-me punheta ao mesmo tempo…era muito bom, a boca dela deixou-me desejoso para a penetrar, aquele broche foi o melhor que me fizeram…
Meteu o meu pénis dentro dela, gemeu… e eu suspirei… o pénis foi até à profundidade, sentia a vagina toda molhada, ela fazia movimentos circulares, depois para trás e para a frente, controlava bem os movimentos… estava a ser prazeroso… aumentou a intensidade… as mãos dela agarraram as minhas, o pénis estava bem dentro da vagina, voltou a aumentar o ritmo… e cheguei ao orgasmo… o meu gemido foi intenso, e foi maravilhoso… a Helena não tinha chegado ao orgasmo, meti-lhe dois dedos na vagina, depois meti mais um, sentia ainda o meu leite dentro da vagina, passei a língua no clitóris, a minha intensidade com os dedos aumentou, a língua também aumentou a velocidade… explodiu de prazer, a vagina ainda ficou mais molhada, estremeceu… tinha chegado ao orgasmo… as palavras que disse a seguir foi "boa rapaz!!!... não conseguia atingir o orgasmo há muito tempo"... 
Aquelas palavras ficaram-me marcadas… 

                                                  Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

O festival terminou no dia seguinte, passamos mais um dia juntos no festival, não voltamos a envolver-nos… foi um momento muito bom de curtição apenas de uma noite… 


domingo, 26 de abril de 2020

João e a Prof. Matemática

Sou o João. Tinha 19 anos e frequentava o décimo segundo ano. Estávamos a meio do primeiro período, e eu tentava subir as notas de 3 disciplinas, uma delas era Matemática.
Sabia que a prof. de Matemática tinha 26 anos era estagiária, sendo a primeira vez que estava a lecionar (e logo a 100km de casa), estava noiva e faltavam 5 meses para casar.
Durante as aulas, nos intervalos da matéria, ia dando informações sobre ela. Fui absorvendo, acho que estava mais à espera dessas histórias do que propriamente da matéria… A prof. era divertida, nada acanhada, "toda para a frente”, simpática e cativante... fisicamente era morena, alta com uns seios que sobressaíam… sim... esses eram realmente chamativos, aliás não os escondia muito, porque abusava nos decotes, os olhos verdes rasgados também eram um trunfo...
Durante as aulas os nossos olhares cruzavam-se muitas vezes, podia ser até impressão minha, mas o olhar dela muitas vezes fixava-se no meu. Por vezes, enquanto fazia algum exercício, notava que a sua atenção estava concentrada em mim, quando eu levantava a cabeça, desviava o olhar para a janela...
Procurava ser discreto na sala, mas por vezes surgia a minha piada, ela sorria e abanava a cabeça, por vezes chamava-a para tirar alguma dúvida, mas na verdade o motivo era mesmo a proximidade dela… o perfume e aquele decote próximo a mim... quase me fazia corar...
Como íamos a meio do primeiro período, já tinha mais confiança com ela. Aliás, por vezes quando ia falar na aula, ela já estava a sorrir porque sabia que me ia meter com ela, e eu sentia-me como se estivéssemos os dois sozinhos na sala e intuía que ela também achava isso... 
Era uma sexta-feira, à tarde... a última aula do dia era Matemática… a prof. nesse dia parecia que ia mais provocante ou seria impressão minha, tinha os olhos verdes mais rasgados, estavam pintados, o decote continuava abusado, as calças de ganga justas, quando escrevia no quadro o rabo empinava, estava a mexer comigo... nesse dia pouco olhou para mim.. até que lhe perguntei naquele momento de pausa da matéria se ia passar o fim de semana a casa, disse-me que não,  perguntou-me o porquê de ter feito essa pergunta… corei… calei-me durante uns segundos e respondi-lhe que o estilo dela a favorecia bastante, estava linda, quem corou a seguir foi ela... agradeceu o elogio e disse que não ia a casa, que gostava de vestir-se assim, mesmo sem ir para algum lado em especial… sorri para ela.
A aula estava quase a terminar... ia estar 3 dias sem a ver, só tinha aula de Matemática na terça-feira... estava também ansioso que a aula terminasse porque ia falar com ela...
Depois de terminar a aula chamei-a... disse-lhe que tinha algumas dúvidas acerca do que tinha dito sobre o trabalho de casa… aproximou-se…  pôs a mão dela em cima do meu ombro, arrepiei-me,  perguntou qual era a dúvida, procurei inventar algo que não percebesse...  a ideia era prolongar um pouco mais de tempo com ela, explicou-me, perguntei-lhe se conhecia alguma explicadora, disse-me que não, mas que podia tentar arranjar… respondi:
 -Seria um gosto que pudesse ser a professora, mas não dá para ser… pois não?
- Não dá João... isso não pode acontecer. - perguntou: Porque gostava que fosse eu?
- Porque a prof explica bem a matéria, é divertida, e temos nos dado bem... 
- Hum, o João anda a elogiar-me muito.
- Não gosta?- Perguntei eu.
- Quem não gosta? 
De seguida disse-me que tínhamos de ir embora, que a semana já terminara, aconselhou-me a estudar no fim de semana. 
Eu sabia que a prof. morava a 200m da escola num apartamento alugado, morava sozinha.
Disse-lhe que já era tarde e que já não ia a tempo de apanhar o autocarro. Perguntei-lhe para que lado ia. Quando me informou, não era para ali que eu ia, mas disse-lhe que ficava a caminho da casa de uma tia e, se não se importasse, podia acompanhá-la. Respondeu que sim, ia passar pela sala dos professores para buscar as coisas dela e pousar o livro de ponto, disse para eu aguardar no portão à saída da escola.
Enquanto não chegava, comecei a imaginar filmes, a pensar em perguntas, o coração batia mais rápido… não se passava nada, mas parecia que já via a passar-se algo... não sabia o que ia ser...
Chegou junto a mim com frio, a tremer... sorriu... e disse:
 - Vamos?
- Sim... então está a gostar de viver cá? - Perguntei.
- Sim, João… é sossegado, não gosto muito de sair, mas a cidade é gira.
- Se não gosta de sair, como passa o tempo? Por casa?
- Sim... leio… vejo TV… trabalho, tenho testes para corrigir João. - sorriu. 
- Precisa de ajuda? - Sorri também. 
- Às vezes dava jeito… mas, não dá… preciso de chegar a casa tomar um banho quente e descansar um pouco…
- Acho que faz bem... e jantar?
- Sinceramente não me apetece fazer... 
- Aceita uma sugestão?
- Claro... então, que sugestão é essa?
- Conheço uma pizzaria aqui perto, visto estar cansada e com frio e a precisar do seu banho e eu vou ter tempo para chegar a casa, vou acabar por ficar cá com amigos e depois vou dormir a casa da minha tia, podíamos encomendar uma pizza... o que acha?
Olhou-me pensativamente… ponderou dizer não, mas tinha vontade para o fazer, hesitou… e a resposta foi…
- Sim pode ser, é uma boa opção. 
Entretanto chegámos ao apartamento... entrámos... achava que o mais difícil seria entrar ali, depois de entrar tudo podia acontecer… já me sentia mais tranquilo... disse-me que ia tomar banho, pediu para ligar para a pizzaria e fazer a encomenda… para estar à vontade e ligar a TV.
Liguei à minha mãe… avisei que não ia jantar, e que ou chegava tarde ou não ia dormir a casa. 
Fiquei no sofá, a prof. chegou com o cabelo molhado e com um fato de treino vestido, disse-lhe que também  gostava de vê-la assim desportiva… Ela sorriu e a brincar disse que eu gostava de vê-la de todas as maneiras...respondi-lhe que… de todas as maneiras não, porque ainda não a tinha visto de todas as maneiras... das que tinha visto, tinha gostado.
A campainha tocou… era a pizza… a prof. estava a acabar de secar o cabelo e foi ela que a foi receber.
Iniciámos o jantar... perguntei-lhe:
-Acha que já está preparada para o casamento?
- Olhe João, namoro há 5 anos, o meu namorado pressionou-me para nos casarmos, quer muito ser pai e a família dele quer que ele case rápido, tem 33 anos. 
- Já viu que a diferença de idade de si para ele é a mesma da minha para si?
 - Sim, é verdade, bem observado.
- Só espero que seja feliz. Agora mais longe dele, é mais difícil…
- Obrigada. Não ajuda a distância, temos momentos bons quando estamos juntos, outros menos bons, faz parte... mas sim, somos felizes.. e com o João? Não há nenhuma namorada?
- Não prof. vou estando assim, não é tarde... o que tiver de acontecer, irá acontecer no momento certo, entende?
- Sim entendo, tem muito tempo pela frente para poder aproveitar.
A seguir ligou para o namorado, disse que tinha adormecido, daí a demora no telefonema que lhe costumava fazer, que lhe doía a cabeça que ia voltar a descansar, disse que o amava e que voltava a ligar no dia seguinte.
O jantar já tinha terminado, convidou-me para ir até ao sofá. 
Ali, sentados ao lado um do outro, os nossos olhares cruzaram-se como se fosse na sala de aula, com a diferença de estarmos só os dois... fiquei sem saber o que dizer... falou ela:
- Sabe João acho-o bastante maduro para a sua idade, parece meigo, também é divertido, um querido mesmo.
Não contava, caiu me tudo ao chão... sorri e disse:
- Afinal a prof. também sabe elogiar, e ainda estou a pensar, qual a maneira que me falta vê-la…
- João, João.. diga-me você como gostava de me ver?
Tremi… o coração ia saltar do peito… achei que estava cada vez mais perto de acontecer algo que não passava de um sonho.
- Bem prof… - gaguejei.
Antes que eu pudesse responder, aproximou-se mais de mim…encolhi-me… olhou-me nos olhos, olhou a minha boca, segurou o meu pescoço... sorriu… e beijou-me... um beijo sufocado... nunca tinha sentido tanta adrenalina junta, nem numa queda de paraquedas feita há uns meses atrás.  O beijo molhado foi muito prolongado. Parou e perguntou:
- Gostou?
- Sim... foi forte... a língua da prof. é irrequieta. Era esta a maneira que queria que a visse?
- O João ainda não viu nada, nem eu vi nada de si… posso tirar-lhe a camisa?
Não respondi, mas ela já estava a beijar-me a orelha, sentada em cima de mim, tirou a camisa… beijou-me o pescoço, desceu até ao peito. Eu estava húmido e arrepiado, e só pensava em vê-la toda nua, apalpar aqueles seios…
Tirou-me as calças e manteve-se vestida… não deixava que lhe tocasse… totalmente desinibida, queria ser ela a controlar, a dominar… e estava a deixar-me louco, não me despiu os boxers, sentou-se em cima deles, beijou-me novamente até ficarmos os dois sem ar. Saiu de cima… já não tinha os boxers húmidos, mas sim molhados. Pensei: não vou aguentar! Vou vir-me todo… guardei só para mim...
Fez-me oral… chupou, lambeu, meteu-o todo dentro da boca... explorou ao máximo.. senti que estava quase a explodir de prazer… agarrei-a… puxei-a para cima… beijei-a muito… ela disse que estava a sentir muito calor… agarrou-me na mão… arrastou-me para o quarto. Já na cama… notei que as calças de fato de treino dela já estavam molhadas à frente, marcadas pela sua excitação, era um bom sinal... 
Tirei-lhe finalmente a camisola de fato de treino… não tinha sutiã... pude ver aqueles seios que desde o primeiro dia de aulas me tiravam a atenção da matéria... toquei… apalpei… o nosso tesão era enorme... lambi-lhe os bicos, grandes, pareciam faróis... tesudos... meti 2 dedos da minha mão na boca dela, chupava num dos dedos… a minha língua criou um trajeto no corpo dela... iniciou no pescoço, desceu pelo meio dos seios, foi até ao umbigo, voltou a descer até às virilhas, o corpo dela estremecia, a minha língua chegou ao destino,  lambi a vulva molhada, chupei, meti os dedos, enquanto lambia... a prof. estava entregue ao prazer... perguntei:
- Está a gostar? Quer mais? 
- A adorar... consegues dar-me mais? 
- Sim… até agora foi a maneira que mais gostei de a ver, sentindo que lhe estou a dar prazer. 
Ela pediu mais… mas…. quis ser ela novamente a dominar… veio para cima de mim, em vários sentidos,  com vários movimentos mais rápido, mais devagar... Ela controlava... gemia... e eu soltava gemidos de prazer.
Estava a ser muito intenso… baixou-se e beijou-me... saiu da posição... voltou a chupar-me o pau, a seguir mandou-me sentar, encaixou-se por cima de mim... muitos beijos, não parava… sentia que não ia durar muito mais tempo… deitou-me novamente… os gemidos aumentaram de parte a parte, aumentou a intensidade, suávamos… faltava o ar fresco..  cada segundo que passava sabia melhor… cada vez estava mais molhada… deu um gemido intenso... revirou os olhos… fui atrás e explodi... vi-me todo... estremeceu... estava com espasmos... caiu sobre mim…
As nossas respirações estavam tão intensas que parecia que tínhamos feito uma corrida longa sempre ao sprint..
Disse-lhe que tinha sido um sonho... Ela disse que não se arrependeu de nada, voltava a repetir… eram 2h da manhã... disse-lhe que era tarde para ir ter com os amigos… e que já tinha a minha tia a dormir…
                          Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

- Queres ficar cá?
- Bem... dormir consigo é algo irresistível. 
- Não, João... dormes na sala, gosto de dormir sozinha. - disse-me em tom de brincadeira. 
Passei a noite com ela, foi bom até de manhã… nunca mais se voltou a repetir... 
Subi a nota de matemática de 12 para 14.
A prof. casou… e está a dar aulas perto da sua verdadeira casa.

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Lucas

A minha vida mudou aos 18 anos: a menina do Norte começou a estudar em Lisboa, tinha entrado na faculdade, no curso que sempre quis - designer de moda.
Morava sozinha, tornei-me independente, ia a casa de 15 em 15 dias… fazia a viagem de comboio… 
Numa das viagens que fiz de Lisboa para o Porto, sentou-se ao meu lado um tropa, com um saco grande, aparentava ir passar o fim de semana a casa como eu. A idade dele seria semelhante à minha. Eu estava a ler e ele perguntou-me qual era o livro que lia. Olhei-o e respondi. O rosto dele era giro, o corpo ainda melhor, desenrolámos uma conversa durante a viagem, parecia ser simpático… chamava-se Lucas, estudava na academia militar, também ia passar o fim de semana a casa de 15 em 15 dias, numa aldeia a 30km de minha casa… tinha 21 anos, fiquei a gostar da conversa que tivemos… a viagem passou rápido e chegou a estação que ia sair, despediu-se e disse que provavelmente íamos ver-nos mais vezes. 

Passei o fim de semana a pensar naquela viagem, naquele momento, no Lucas. 
Domingo à tarde voltei para a estação para regressar a Lisboa, retornei à minha leitura… quando se aproximou a estação onde o Lucas tinha saído, fiquei mais atenta, só queria que ele entrasse, embora fosse pouco provável porque podia ter ido noutro horário… o comboio parou, olhei pela janela não o vi… quando já tinha desistido da ideia de o Lucas entrar no comboio, senti um toque no ombro… olhei… era o Lucas… perguntou-me se estava a contar com ele, disse-lhe que embora pensasse que poderia aparecer, achava que ia ser difícil... perguntou-me se podia sentar-se ao meu lado, disse-lhe que sim… 

Na verdade, soube-me bem a presença dele, sentir-me acompanhada fez-me perder as saudades que tinha de casa… voltámos a ter uma boa conversa até Lisboa, antes de sairmos do comboio pediu-me o número de telemóvel, fiquei reticente, visto ter falado com ele duas vezes, mas sentia que já o conhecia há muito tempo, e sentia um fraquinho por ele, trocámos  o contacto.

Aquela despedida foi só um "até já", através do telemóvel fomos falando várias vezes, trocando mensagens, o Lucas estava a ser a minha companhia em Lisboa.
Num dia, à tarde, durante a semana marcámos um café, passeámos pela cidade… o Lucas  levou-me a sítios que eu não conhecia, notava que ele estava a gostar da minha companhia, e eu sentia-me bem ao lado dele… 

Já tinham passado uns meses desde que nos tínhamos conhecido. Fizéramos juntos algumas viagens de comboio Lisboa-Porto e Porto-Lisboa. Passeáramos várias vezes juntos, tinha chegado à altura de nos sentirmos ainda mais próximos, surgiu um convite da parte do Lucas: passarmos um fim de semana juntos no meu apartamento. Já sentia essa vontade e desejo a algum tempo… portanto foi fácil combinarmos um fim de semana a dois...

No sábado, de manhã, veio ter ao meu apartamento, chegou com um ar sorridente. Eu também sentia felicidade por saber que ele ia passar estes dois dias comigo. Deixou a mala dele e saímos, fomos até ao centro comercial. Acabámos por almoçar por lá, a seguir voltámos a passear por Lisboa, ainda faltava conhecer alguns sítios… os nossos olhares prendiam-se um no outro, fomos até um jardim…sentámo-nos no chão à sombra, debaixo dos ramos de uma árvore… aquele momento fez-me pensar em tudo o que foi acontecendo desde que conheci o Lucas… perguntou-me:
-Estás a gostar de Lisboa?
- Sim… acho que por tua causa, fiquei a gostar mais…
- Quer dizer que sou um bom guia turístico?
- Também és… tens jeitinho… 
- Falta saber se… vais ficar a gostar mais da cidade ou de mim…
- Gosto da cidade… mas o que sinto por ti, já começa a ficar forte e tu? O que sentes por mim?
- Sinto que encontrei alguém que me faz bem, uma boa companhia, que mexe comigo e sinto vontade de dar algo que nunca te dei..
- Ai sim? O que é?
O Lucas aproximou-se de mim, e deu-me um beijo nos lábios, arrepiei-me… depois do beijo sorriu, e perguntou-me se tinha gostado da oferta, disse-lhe que tinha gostado, pedi para repetir… conheci os beijos do Lucas, húmidos e saborosos… as nossas mãos uniram-se, continuamos a passear de mão dada, aquela mão era a força que eu precisava para continuar a estudar longe de casa, da família… 

Fomos até ao meu apartamento, já tínhamos jantado, o dia estava a ser muito bem passado, a TV estava no quarto, deitámo-nos na minha cama… a mão dele foi até à minha barriga, a minha mão estava apoiada na coxa dele… tinha uma coisa para dizer ao Lucas, antes do envolvimento, disse-lhe que era virgem… ficou corado, parecia não estar a contar… disse-me que podia ser um momento muito especial para ambos e perguntou-me se estava preparada para perder a virgindade, e se queria que fosse com ele, a minha resposta com a voz a tremer e nervosa foi que gostava que fosse com ele...

Fui buscar uma toalha, coloquei-a em cima da cama, de pé virados um para o outro, o Lucas tirou-me a blusa, eu tirei a camisa dele, tirou-me o sutiã, deu-me um abraço, os meus seios estavam aconchegados no peito dele, beijou-me na boca, beijou-me o ombro, as mãos dele agarraram os meus seios, o desejo crescia… tirei as calças… ele tirou as dele, puxei-lhe os boxers para baixo, deitou-se na cama, por cima dele, beijei-o na boca, um beijo longo de língua, fui descendo… as minhas mãos mexiam no pénis... a minha boca foi fazer algo que nunca tinha feito, chupei-lhe o pénis, lambi-o… sentia que o Lucas estava a gostar… e eu gostei de ter sentido o pénis dentro da minha boca. 

O Lucas veio para cima de mim, ao meu ouvido disse-me que ia adorar tirar-me a virgindade, a língua dele percorreu o meu corpo, arrepiava-me… lambeu-me os seios… apalpou-os… a língua foi ter à minha vagina, suspirei… ainda um pouco ansiosa pedi-lhe para meter o pénis devagarinho, o Lucas com muito cuidado e carinho, apontou a cabecinha e fez força para enfiar o pénis na minha vagina, senti dor… uma dor forte… junto com um pouco de prazer… notava que o Lucas não se sentia confortável, o pénis ia entrando… a dor aumentava… sentia um líquido a escorrer, era sangue… continuámos mais um bocado com ele a fazer movimentos lentos, a dor era menos intensa… o pénis saiu dentro de mim... estava ensanguentado, limpou-o à toalha e limpou a minha vagina… a mão dele foi ao pénis batendo   uma punheta… veio-se em cima da minha barriga, senti o leitinho morno na minha pele… 


                                                          Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Gostei de todo o envolvimento, e de ter sido o Lucas a tirar-me a virgindade, quanto a prazer foi muito pouco, a minha ansiedade e nervosismo também não ajudaram a descontrair, o dia e a pessoa ficaram marcados para sempre… mais tarde, senti com ele o que era um verdadeiro orgasmo.
Iniciámos um namoro que durou oito anos, depois a nossa relação terminou…