domingo, 26 de abril de 2020

João e a Prof. Matemática

Sou o João. Tinha 19 anos e frequentava o décimo segundo ano. Estávamos a meio do primeiro período, e eu tentava subir as notas de 3 disciplinas, uma delas era Matemática.
Sabia que a prof. de Matemática tinha 26 anos era estagiária, sendo a primeira vez que estava a lecionar (e logo a 100km de casa), estava noiva e faltavam 5 meses para casar.
Durante as aulas, nos intervalos da matéria, ia dando informações sobre ela. Fui absorvendo, acho que estava mais à espera dessas histórias do que propriamente da matéria… A prof. era divertida, nada acanhada, "toda para a frente”, simpática e cativante... fisicamente era morena, alta com uns seios que sobressaíam… sim... esses eram realmente chamativos, aliás não os escondia muito, porque abusava nos decotes, os olhos verdes rasgados também eram um trunfo...
Durante as aulas os nossos olhares cruzavam-se muitas vezes, podia ser até impressão minha, mas o olhar dela muitas vezes fixava-se no meu. Por vezes, enquanto fazia algum exercício, notava que a sua atenção estava concentrada em mim, quando eu levantava a cabeça, desviava o olhar para a janela...
Procurava ser discreto na sala, mas por vezes surgia a minha piada, ela sorria e abanava a cabeça, por vezes chamava-a para tirar alguma dúvida, mas na verdade o motivo era mesmo a proximidade dela… o perfume e aquele decote próximo a mim... quase me fazia corar...
Como íamos a meio do primeiro período, já tinha mais confiança com ela. Aliás, por vezes quando ia falar na aula, ela já estava a sorrir porque sabia que me ia meter com ela, e eu sentia-me como se estivéssemos os dois sozinhos na sala e intuía que ela também achava isso... 
Era uma sexta-feira, à tarde... a última aula do dia era Matemática… a prof. nesse dia parecia que ia mais provocante ou seria impressão minha, tinha os olhos verdes mais rasgados, estavam pintados, o decote continuava abusado, as calças de ganga justas, quando escrevia no quadro o rabo empinava, estava a mexer comigo... nesse dia pouco olhou para mim.. até que lhe perguntei naquele momento de pausa da matéria se ia passar o fim de semana a casa, disse-me que não,  perguntou-me o porquê de ter feito essa pergunta… corei… calei-me durante uns segundos e respondi-lhe que o estilo dela a favorecia bastante, estava linda, quem corou a seguir foi ela... agradeceu o elogio e disse que não ia a casa, que gostava de vestir-se assim, mesmo sem ir para algum lado em especial… sorri para ela.
A aula estava quase a terminar... ia estar 3 dias sem a ver, só tinha aula de Matemática na terça-feira... estava também ansioso que a aula terminasse porque ia falar com ela...
Depois de terminar a aula chamei-a... disse-lhe que tinha algumas dúvidas acerca do que tinha dito sobre o trabalho de casa… aproximou-se…  pôs a mão dela em cima do meu ombro, arrepiei-me,  perguntou qual era a dúvida, procurei inventar algo que não percebesse...  a ideia era prolongar um pouco mais de tempo com ela, explicou-me, perguntei-lhe se conhecia alguma explicadora, disse-me que não, mas que podia tentar arranjar… respondi:
 -Seria um gosto que pudesse ser a professora, mas não dá para ser… pois não?
- Não dá João... isso não pode acontecer. - perguntou: Porque gostava que fosse eu?
- Porque a prof explica bem a matéria, é divertida, e temos nos dado bem... 
- Hum, o João anda a elogiar-me muito.
- Não gosta?- Perguntei eu.
- Quem não gosta? 
De seguida disse-me que tínhamos de ir embora, que a semana já terminara, aconselhou-me a estudar no fim de semana. 
Eu sabia que a prof. morava a 200m da escola num apartamento alugado, morava sozinha.
Disse-lhe que já era tarde e que já não ia a tempo de apanhar o autocarro. Perguntei-lhe para que lado ia. Quando me informou, não era para ali que eu ia, mas disse-lhe que ficava a caminho da casa de uma tia e, se não se importasse, podia acompanhá-la. Respondeu que sim, ia passar pela sala dos professores para buscar as coisas dela e pousar o livro de ponto, disse para eu aguardar no portão à saída da escola.
Enquanto não chegava, comecei a imaginar filmes, a pensar em perguntas, o coração batia mais rápido… não se passava nada, mas parecia que já via a passar-se algo... não sabia o que ia ser...
Chegou junto a mim com frio, a tremer... sorriu... e disse:
 - Vamos?
- Sim... então está a gostar de viver cá? - Perguntei.
- Sim, João… é sossegado, não gosto muito de sair, mas a cidade é gira.
- Se não gosta de sair, como passa o tempo? Por casa?
- Sim... leio… vejo TV… trabalho, tenho testes para corrigir João. - sorriu. 
- Precisa de ajuda? - Sorri também. 
- Às vezes dava jeito… mas, não dá… preciso de chegar a casa tomar um banho quente e descansar um pouco…
- Acho que faz bem... e jantar?
- Sinceramente não me apetece fazer... 
- Aceita uma sugestão?
- Claro... então, que sugestão é essa?
- Conheço uma pizzaria aqui perto, visto estar cansada e com frio e a precisar do seu banho e eu vou ter tempo para chegar a casa, vou acabar por ficar cá com amigos e depois vou dormir a casa da minha tia, podíamos encomendar uma pizza... o que acha?
Olhou-me pensativamente… ponderou dizer não, mas tinha vontade para o fazer, hesitou… e a resposta foi…
- Sim pode ser, é uma boa opção. 
Entretanto chegámos ao apartamento... entrámos... achava que o mais difícil seria entrar ali, depois de entrar tudo podia acontecer… já me sentia mais tranquilo... disse-me que ia tomar banho, pediu para ligar para a pizzaria e fazer a encomenda… para estar à vontade e ligar a TV.
Liguei à minha mãe… avisei que não ia jantar, e que ou chegava tarde ou não ia dormir a casa. 
Fiquei no sofá, a prof. chegou com o cabelo molhado e com um fato de treino vestido, disse-lhe que também  gostava de vê-la assim desportiva… Ela sorriu e a brincar disse que eu gostava de vê-la de todas as maneiras...respondi-lhe que… de todas as maneiras não, porque ainda não a tinha visto de todas as maneiras... das que tinha visto, tinha gostado.
A campainha tocou… era a pizza… a prof. estava a acabar de secar o cabelo e foi ela que a foi receber.
Iniciámos o jantar... perguntei-lhe:
-Acha que já está preparada para o casamento?
- Olhe João, namoro há 5 anos, o meu namorado pressionou-me para nos casarmos, quer muito ser pai e a família dele quer que ele case rápido, tem 33 anos. 
- Já viu que a diferença de idade de si para ele é a mesma da minha para si?
 - Sim, é verdade, bem observado.
- Só espero que seja feliz. Agora mais longe dele, é mais difícil…
- Obrigada. Não ajuda a distância, temos momentos bons quando estamos juntos, outros menos bons, faz parte... mas sim, somos felizes.. e com o João? Não há nenhuma namorada?
- Não prof. vou estando assim, não é tarde... o que tiver de acontecer, irá acontecer no momento certo, entende?
- Sim entendo, tem muito tempo pela frente para poder aproveitar.
A seguir ligou para o namorado, disse que tinha adormecido, daí a demora no telefonema que lhe costumava fazer, que lhe doía a cabeça que ia voltar a descansar, disse que o amava e que voltava a ligar no dia seguinte.
O jantar já tinha terminado, convidou-me para ir até ao sofá. 
Ali, sentados ao lado um do outro, os nossos olhares cruzaram-se como se fosse na sala de aula, com a diferença de estarmos só os dois... fiquei sem saber o que dizer... falou ela:
- Sabe João acho-o bastante maduro para a sua idade, parece meigo, também é divertido, um querido mesmo.
Não contava, caiu me tudo ao chão... sorri e disse:
- Afinal a prof. também sabe elogiar, e ainda estou a pensar, qual a maneira que me falta vê-la…
- João, João.. diga-me você como gostava de me ver?
Tremi… o coração ia saltar do peito… achei que estava cada vez mais perto de acontecer algo que não passava de um sonho.
- Bem prof… - gaguejei.
Antes que eu pudesse responder, aproximou-se mais de mim…encolhi-me… olhou-me nos olhos, olhou a minha boca, segurou o meu pescoço... sorriu… e beijou-me... um beijo sufocado... nunca tinha sentido tanta adrenalina junta, nem numa queda de paraquedas feita há uns meses atrás.  O beijo molhado foi muito prolongado. Parou e perguntou:
- Gostou?
- Sim... foi forte... a língua da prof. é irrequieta. Era esta a maneira que queria que a visse?
- O João ainda não viu nada, nem eu vi nada de si… posso tirar-lhe a camisa?
Não respondi, mas ela já estava a beijar-me a orelha, sentada em cima de mim, tirou a camisa… beijou-me o pescoço, desceu até ao peito. Eu estava húmido e arrepiado, e só pensava em vê-la toda nua, apalpar aqueles seios…
Tirou-me as calças e manteve-se vestida… não deixava que lhe tocasse… totalmente desinibida, queria ser ela a controlar, a dominar… e estava a deixar-me louco, não me despiu os boxers, sentou-se em cima deles, beijou-me novamente até ficarmos os dois sem ar. Saiu de cima… já não tinha os boxers húmidos, mas sim molhados. Pensei: não vou aguentar! Vou vir-me todo… guardei só para mim...
Fez-me oral… chupou, lambeu, meteu-o todo dentro da boca... explorou ao máximo.. senti que estava quase a explodir de prazer… agarrei-a… puxei-a para cima… beijei-a muito… ela disse que estava a sentir muito calor… agarrou-me na mão… arrastou-me para o quarto. Já na cama… notei que as calças de fato de treino dela já estavam molhadas à frente, marcadas pela sua excitação, era um bom sinal... 
Tirei-lhe finalmente a camisola de fato de treino… não tinha sutiã... pude ver aqueles seios que desde o primeiro dia de aulas me tiravam a atenção da matéria... toquei… apalpei… o nosso tesão era enorme... lambi-lhe os bicos, grandes, pareciam faróis... tesudos... meti 2 dedos da minha mão na boca dela, chupava num dos dedos… a minha língua criou um trajeto no corpo dela... iniciou no pescoço, desceu pelo meio dos seios, foi até ao umbigo, voltou a descer até às virilhas, o corpo dela estremecia, a minha língua chegou ao destino,  lambi a vulva molhada, chupei, meti os dedos, enquanto lambia... a prof. estava entregue ao prazer... perguntei:
- Está a gostar? Quer mais? 
- A adorar... consegues dar-me mais? 
- Sim… até agora foi a maneira que mais gostei de a ver, sentindo que lhe estou a dar prazer. 
Ela pediu mais… mas…. quis ser ela novamente a dominar… veio para cima de mim, em vários sentidos,  com vários movimentos mais rápido, mais devagar... Ela controlava... gemia... e eu soltava gemidos de prazer.
Estava a ser muito intenso… baixou-se e beijou-me... saiu da posição... voltou a chupar-me o pau, a seguir mandou-me sentar, encaixou-se por cima de mim... muitos beijos, não parava… sentia que não ia durar muito mais tempo… deitou-me novamente… os gemidos aumentaram de parte a parte, aumentou a intensidade, suávamos… faltava o ar fresco..  cada segundo que passava sabia melhor… cada vez estava mais molhada… deu um gemido intenso... revirou os olhos… fui atrás e explodi... vi-me todo... estremeceu... estava com espasmos... caiu sobre mim…
As nossas respirações estavam tão intensas que parecia que tínhamos feito uma corrida longa sempre ao sprint..
Disse-lhe que tinha sido um sonho... Ela disse que não se arrependeu de nada, voltava a repetir… eram 2h da manhã... disse-lhe que era tarde para ir ter com os amigos… e que já tinha a minha tia a dormir…
                          Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

- Queres ficar cá?
- Bem... dormir consigo é algo irresistível. 
- Não, João... dormes na sala, gosto de dormir sozinha. - disse-me em tom de brincadeira. 
Passei a noite com ela, foi bom até de manhã… nunca mais se voltou a repetir... 
Subi a nota de matemática de 12 para 14.
A prof. casou… e está a dar aulas perto da sua verdadeira casa.

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