Numa das visitas que fazia a casa dos meus pais, a viagem não correu bem, tive um acidente de carro, bati nos rails da autoestrada e fiquei ferida com alguma gravidade. Tinha 36 anos e foi o maior susto que tive na minha vida, passei por alguns meses de recuperação.
Morava sozinha há três anos, a minha única companhia era uma coelha de estimação, embora tivesse tido algumas relações e visitas a minha casa, nunca foram suficientemente fortes para morar junta com alguém ou até casar.
O momento vivido no acidente ficou marcado em mim, a única sequela psíquica que tive foi ficar com medo de conduzir, fisicamente fiquei totalmente recuperada.
Um dia tive de deslocar-me até à minha companhia de seguros para tratar de uns assuntos. Enquanto aguardava para ser atendida os meus olhos foram de encontro a um homem que estava numa secretária… nunca o tinha visto antes, era um funcionário novo, vestido com um fato, barba aparada, lábios grossos e cabelo preto curto, o seu olhar percorria o meu corpo… e eu disfarçando, não desviava os olhos, iam sempre ao seu encontro.
Fui atendida por ele, prestável e simpático, auxiliou-me e resolveu os assuntos que eu tinha para tratar… quando fez um telefonema, a sua voz bem colocada e o seu olhar dirigido a mim, despertava-me para algo inexplicável… a minha voz quando saía da minha boca, era meia tremida e algumas palavras não saíam com boa dicção, aquele homem mexeu muito comigo.
Após aquele encontro na companhia de seguros, fiquei com um cartão que tinha o seu contacto, chamava-se Miguel… fiquei com vontade de ligar, mas não tinha motivo para o fazer, também não sabia se tinha alguma relação… teria de arranjar forma de conhecê-lo melhor.
Voltei à seguradora, levei uns papéis do carro do meu pai, quis mudar o seu seguro do carro, acertámos a mudança, e perguntei se tivesse alguma dúvida poderia ligar-lhe, a sua resposta foi positiva, disse-me que podia ligar à hora que quisesse.
Assim foi, passado uns dias, liguei… meia atrapalhada fui colocando algumas perguntas, o Miguel foi respondendo e a conversa foi dispersando, depois começámos a ficar sem assunto, mas nenhum de nós tinha vontade de desligar a chamada, ambos sentíamos que queríamos algo mais… o Miguel disse para quando tivesse disponibilidade para voltar a passar na seguradora.
Passei no dia seguinte ao final da tarde, quase na hora de fechar a seguradora, levei um vestido preto, sentia-me provocante, o Miguel arregalou os olhos quando me viu, falámos sobre o seguro, mas era um pretexto… percebemos que a conversa ia noutro sentido. Como tal, combinámos sair a seguir.
Levou-me a um espaço relativamente perto, usufruímos de um lanche ajantarado, estava delicioso, tivemos uma conversa de conhecimento de parte a parte, soube que tinha 38 anos, morava sozinho, tinha um filho, gostava de praticar desporto e sair com amigos.
A conversa foi-se desenrolando, o tempo foi passando e sentia-me bem e mais à vontade com ele, já tínhamos vontade de sair dali… e o Miguel perguntou:
- A noite está agradável, o céu está limpo e estrelado, a lua está perfeita… posso fazer-te um convite?
- Vais levar-me ao céu? - sorri.
- Por acaso não, mas é um sítio que fica mais perto das nuvens.
- Quero conhecer.
Segui-o no meu carro, fui atrás dele até umas casas nos arredores da cidade, estacionámos os carros, deu-me a mão e levou-me até sua casa, ficava no terceiro piso, fomos pelas escadas, cansou-me… entrámos e sentei-me no sofá… fiquei pensativa... estar mais perto das nuvens seria pela altura da sua casa?
Depois de conversarmos mais um pouco, surgiu um beijo na boca, ambos tínhamos essa vontade desde que os nossos olhos se cruzaram pela primeira vez…
Agarrou a minha mão e disse… vou levar-te às nuvens…
Fiquei curiosa e com suspense para onde me ia levar?
Subimos um patamar de escadas, tínhamos chegado ao telhado da casa assente numa varanda, perto não havia casas com aquela altura, só víamos a cidade em pano de fundo, conjugação perfeita com o céu, voltámos ao nosso beijo, o Miguel apalpava-me e chegava o meu corpo para junto dele, roçava o seu pénis no meu corpo, as roupas começaram a sair dos nossos corpos, sentou-me num pequeno parapeito, lambeu-me as mamas, os meus bicos estavam bem duros, percorreu a sua língua até chegar à minha vagina com alguns pelos, chupou o meu clitóris… excitou-me ainda mais quando meteu dois dedos na minha coninha e um dedo no meu cuzinho… não consegui controlar-me e vi-me, tinha acabado de chegar às nuvens… ajoelhei-me à sua frente, estava louca… chupei o seu pau duro e babado, tinha uma ligeira inclinação para o lado esquerdo, mas era muito bom, tamanho perfeito e grossura ideal, soltava fluídos de esperma, cuspi-a para cima do pénis e continuava a agarrá-lo e a chupá-lo…
O Miguel pediu para parar, ergui-me… beijou-me a boca molhada, agarrou-me os meus seios ligeiramente descaídos, meteu-me dois dedos dentro da minha boca, chupei-os… estava entregue ao Miguel, a tudo o quisesse fazer com o meu corpo, só pensava no prazer de ambos… sentou-se novamente no parapeito, e eu pus-me em cima dele, sentir o seu pau a entrar bem dentro de mim foi uma sensação única… vários movimentos intensos fizeram-me quase vir novamente… o Miguel não estava a conseguir chegar ao orgasmo, levantámo-nos… fiquei apoiada à frente num ferro, empinei o cu para trás, via o céu e a cidade repleta de luzes… devagarinho o Miguel meteu dois dedos no meu cuzinho e lambeu o buraquinho, a seguir enterrou com jeitinho o seu pénis no meu cu… doeu um pedaço, mas depois era bem gostoso… ao mesmo tempo os meus dedos friccionavam o meu clitóris, o Miguel por trás apalpou-me as mamas e depois agarrou bem na minha cintura, ganhava balanço e fodia bem o meu cuzinho… o gemido do Miguel foi intenso, o leitinho dele já estava a escorrer do meu cuzinho…
Poucos dias bastaram para ter um envolvimento intenso, não deixei passar muito tempo, o tempo de espera podia ser prejudicial, assim superou as minhas expectativas, principalmente pelo lugar… porque o momento foi especial, repleto de excitação.







