terça-feira, 5 de abril de 2022

Bernardo

O seu jeito doce encantava-me, a sua simpatia e educação enterneciam-me, a sua voz ecoava no meu ouvido e o arrepio apoderava-se de mim, os seus passos quando se aproximavam deixavam-me descontrolada, adorava inalar o seu perfume, sentia o suor a escorrer nas costas, mesmo estando com as mãos geladas, o Bernardo mexia comigo.

Mudei de trabalho, fiquei responsável pela gestão da empresa, conheci o Bernardo num jantar de Natal, e achei-o logo bastante interessante. Eu ainda namorava, mas a minha relação terminou passado pouco tempo.


Durante o dia de trabalho, o Bernardo entrava diversas vezes no meu gabinete, tinha 23 anos, menos sete do que eu, olhos claros, cabelo encaracolado, sardas no rosto, era alto e magro.

Não falava muito, o seu sorriso brilhava quando olhava para mim.  

Começámos a conversar mais vezes durante os intervalos da manhã e da tarde, e a conversa era boa, os nossos pontos de vista eram semelhantes e gostava da sua maturidade.


Um dia soube que as nossas casas ficavam próximas, aliás para ir para a minha casa quase que passava na dele, o desvio era pequeno, como sabia que o Bernardo ia de transportes públicos para o trabalho, ofereci-lhe boleia. A partir daí passou a ser todos os dias.


Depois de termos bastante confiança um com o outro, o Bernardo fez-me um convite.

- Hoje, queres vir lanchar a minha casa?

- Não estava a contar com esse convite… o que tens para me dar?

- Bolinhos de framboesa e posso preparar um chá, sei que gostas.

- Bem… acho o convite irrecusável.


Assim foi, numa sexta-feira após o trabalho, fui até sua casa, uma moradia pequena, mas bem dividida e cheirosa, já tinha deixado a mesa preparada, iniciámos o lanche na cozinha, depois da conversa que tivemos, o Bernardo começou a arrumar a mesa, sabia que era um pouco tímido, percebi que o primeiro passo tinha de ser dado por mim.

Quando estava de costas virado para a banca da cozinha, fui por trás dele e dei-lhe um beijo no pescoço, agarrei-o… ele rodou o corpo e o abraço aconteceu… com naturalidade, o nosso beijo nos lábios fluiu… os nossos rostos começaram a enrubescer… as mãos dele agarraram com firmeza a minha cintura, as minhas mãos passavam pelo seu pescoço. O clima estava a aquecer, e começámos a despir-nos… sentia a minha coninha molhada, e depois de agarrar o pau do Bernardo senti-o babado, fiz-lhe um bom broche de joelhos na cozinha, estava bem duro… a seguir fiquei debruçada sobre a mesa, passou a sua língua nas minhas costas, desceu e mordeu as minhas nádegas, abri as pernas e fez-me um minete delicioso…


Voltámos a beijar-nos de forma ardente, só queria o seu pau tesudo dentro de mim… apoiei as minhas mãos nas costas de uma cadeira, inclinei o meu rabo para trás e a verga do Bernardo penetrou com força na minha ratinha, comigo a soltar gemidos de desejo e prazer… continuou forte, estávamos ofegantes… Quis ser eu a dominar e trocámos a posição, sentado na cadeira, fui para cima dele, estava a ser muito intenso, e após uma boa cavalgada consegui atingir o orgasmo, logo a seguir sentada de costas para ele, quis o pau do Bernardo dentro do meu cu, e com alguns balanços, foi tão bom sentir o seu leite dentro do meu cuzinho. 


                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Adorava levá-lo a casa todos os dias, era paragem pela certa na sua casa, e o envolvimento surgia sempre. Era muito sexo, após o trabalho era um final do dia magnífico.

sexta-feira, 25 de março de 2022

Fernanda

Chamo-me Hugo, estudava na faculdade, estava a terminar o curso de Educação Física, gostava de praticar todo o tipo de desporto, mas preferia mais os de aventura… ligados à natureza.

O nosso grupo de amigos tinha como hábito ir todos os fins de semana praticar desporto. Durante a semana era escolhido o programa… desde BTT, paintball, escalada, rafting… havia sempre o que fazer… o grupo era composto, por três amigas e dois amigos. 

Tinha 24 anos, corpo definido, cabelo muito curto, olhos castanhos-claros, gostava de sair com amigos, divertir-me… sem namorada… frequentava muito a casa dos amigos.


Ia várias vezes a casa da D.Fernanda, mãe do Paulo. Éramos quase vizinhos, ele era meu colega de curso e fazia parte do nosso grupo. Sempre que ia a casa deles, era muito bem recebido pela D. Fernanda. Estudava muitas vezes por lá… fazia uns bons lanches, era uma mulher simpática, atraente, anca um pouco larga, seios pequenos… de olhar safado, sinal no queixo.

Também praticava exercício, caminhadas, aulas de zumba e ginásio. Era divorciada, tinha 45 anos e morava com o filho. Falávamos muitas vezes sobre os exercícios que fazia no ginásio, dava-lhe conselhos, explicava-lhe a postura que deveria ter…fazia agachamentos à minha frente e perguntava se fazia bem, provocava… e deixava-me sem jeito… 

Depois perguntava o número de repetições dos exercícios, que tipo de alimentação fazer, era interessada, mas notava que ela queria meter conversa comigo, porque por vezes já repetia as perguntas e estava farta de saber como fazer...


Num dia à tarde eram 14.30h, ia a ouvir música nos meus phones e passei à frente da casa dela, tinha combinado com o Paulo estudar por volta das 18h, o Paulo estava em casa da namorada, a mãe dele estava no jardim… 

- Boa tarde D. Fernanda.

- Boa tarde Hugo, andas por aqui?

- Sim vim dar uma volta, mais logo venho aqui a sua casa estudar com o Paulo.

- A que horas?

- Às 18h… porquê?

- Sabes… mudaram-me o plano no ginásio e preciso que me dês umas dicas sobre os exercícios que tenho para fazer…

- Não se preocupe eu ajudo-a… quer que venha mais cedo?

- Mais logo vou ter de sair, se desse para me explicares agora, acabei de fazer um bolo, podias aproveitar, está quentinho e comias uma fatia…

- Bem… pode ser, mas sem a fatia do bolo.


Seria a primeira vez que ia estar só com a D. Fernanda naquela casa. Fomos para a sala, tinha o plano no e-mail, quis que lhe explicasse todos os exercícios, ia exemplificando e ela ia fazendo… mantinha-se mais tempo nas posições mais provocantes, sorria para mim, estava vestida com umas leggins, e notava-se a vulva dela bem pronunciada… estava à espera que eu investisse sobre ela, mantive-me no lugar, resisti... até que… foi ao computador ver um exercício, inclinou o corpo para a frente para olhar para o écran, eu estava atrás perto dela, olhou para trás e reparou que eu estava a olhar para o cu dela… ela sabia o que queria, e eu já estava completamente atraído pela sedução dela… 


Saiu daquela posição, veio na minha direção, pôs a mão no meu pénis… e de forma atrevida disse:

- Hugo, posso experimentar um exercício novo contigo?

- Bem… acha que o exercício é só para si ou para mim também?

- Malandro… já me explicaste como se faz… agora sou eu a explicar… pode ser?

- Quero ver se tem jeito…

- Não vais só ver, quero que sintas também…

- Sentimos os dois? Vou-me cansar?

- Sentindo os dois é bem melhor, acho que vamos ficar mais cansados que uma aula de zumba.

- Você é muito provocante.

- Ainda não viste nada.


Aquela conversa de saber que ia envolver-me com ela, deixou-me cheio de tesão e adrenalina.

Deu-me a mão… levou-me até à cozinha. 

- Hugo, quero que vejas o meu bolo de cenoura. O que achas?

- Tem bom aspeto…parece fofinho…

- É como tu… Queres comer?

- Quero… comê-la a si… 

- Ai Hugo assim fico com uma vontade maior de…

Não a deixei terminar a frase… 

- De me dar a conhecer o exercício que tem para experimentar comigo. 


Sentou-me numa cadeira, puxou as calças para baixo e virou o cu para mim, dei-lhe umas palmadas, estremeceu… continuou a provocar, a seguir puxou a blusa para cima, mexeu nos seios e encostou-os ao meu rosto… sem dar tempo para os lamber ou agarrar… foi tirando a roupa e passou na minha cara as cuecas e o sutiã… o monte de vénus estava sem pelinhos, os bicos dos seios tesos… voltou a virar o cu para a minha cara, deixou-me que a lambesse, mordi-lhe as nádegas… virou-se e ajudou-me a tirar a roupa, sentou-me na cadeira, estava nu, foi buscar umas algemas, prendeu-me as mãos… queria ser ela a protagonista, pôs-me uma venda nos olhos… ficava sempre sem saber onde me ia tocar, beijar… mas ia percorrendo a sua língua pelo meu corpo, arrepiava-me… tocava-me uma punheta, a mão escorregava no meu pénis… beijava-me na boca… lambeu-me o pénis, a língua subia e descia, levou o meu pénis à bochecha dela… sentia a excitação dela e eu cheio de vontade de a penetrar…


Sentou-se em cima do meu pénis virada para mim, nunca tinha sentido uma vagina tão molhada, que sensação… beijava-me de uma forma que cortava a respiração, tirou-me a venda… a cara dela rosada… a boca molhada dos beijos… ficou quieta, o meu pénis... estava todo dentro dela… agarrada ao meu pescoço… disse-me ao ouvido que queria que eu a fizesse vir… 


Saímos da cozinha… passamos no corredor agarrados e aos beijos escaldantes… fomos parar em cima da máquina de lavar, estava ligada e trepidava muito… com a perna aberta, penetrei-a… apalpava-lhe os seios… gemíamos… as mãos dela no meu peito… a intensidade aumentou, e atingiu o orgasmo… sugou os meus lábios, arranhou-me as costas… por breves momentos parou… continuava com o meu pénis bem duro dentro dela… 

Queria fazer-me vir, estava insaciável… levou-me até ao quarto, o meu pénis pingava molhado, deitou-me no tapete do chão… foi para cima de mim, fazia movimentos circulares, toda enterrada, gemia e fazia-me gemer… não parava… saiu da posição… chupou-me o pénis… e fomos para cima da cama… ficámos de lado… estava a aguentar muito tempo sem me vir, notava que ela estava exausta, mas com muita vontade de ser comida… e eu cheio de vontade de a comer…assim de lado de costas para mim, meti-lhe o pénis dentro dela, foi sem parar,  ritmo no máximo, foi até me vir todo… ficou com o leite todo dentro dela…os meus batimentos cardíacos estavam no máximo, o coração quase que saía do peito… 


Disse-lhe que tinha gostado do exercício que experimentamos os dois, e que me tinha cansado mais que 10 aulas de zumba seguidas… ela disse-me que queria voltar a repetir o exercício comigo.


                                                                                      Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Foi uma verdadeira aventura, maior que qualquer salto de bungee jumping… continuei a frequentar a casa da D. Fernanda, sobre o que se passou entre nós, ficou um segredo só nosso… repetimos mais umas vezes, depois parámos… comecei a trabalhar num ginásio onde fui personal trainer dela.



 

terça-feira, 15 de março de 2022

Orlando

A minha vida profissional ocupava-me praticamente o dia todo, sobrava apenas um pouco de tempo para comer e dormir. Tinha 27 anos e precisava de uns dias de descanso. Sentia que estava a entrar em esgotamento. 

Sempre fui uma mulher que precisava de carinho, de ter alguém para conversar, que me ouvisse, de ter um programa para sair, mas já fazia tempo que estava sem esse alguém.


Finalmente, tive um fim de semana livre, e decidi pedir a uma tia a sua casa de férias, só era habitada de longe a longe por familiares. Ficava num local calmo, com vegetação e os raios de sol entravam pelas janelas da casa até ao final da tarde. À frente desta havia um lago, e um vale que se perdia de vista, e no horizonte a paisagem era lindíssima com vários montes.


No sábado acordei ao final da manhã, o meu corpo estava relaxado, a noite tinha sido bem dormida, sentia que tinha recuperado todo o cansaço. Ao início da tarde fui até à entrada da casa, na varanda sentei-me numa cadeira de baloiço… e terminei a leitura de um livro que tinha iniciado recentemente.


A meio da tarde lembrei-me do Orlando, um ex-namorado que já não via há uns meses, morava relativamente perto, aliás no passado já tínhamos frequentado a casa de férias da minha tia. Tinha 36 anos, era um homem bem constituído, barba aparada, olhos escuros,  divertido e meigo. A nossa relação tinha terminado há 5 anos, mas nunca deixei de gostar dele… Ficou marcado no meu coração. E enviei-lhe uma mensagem:


"Olá Orlando. Estou na casa da minha tia e lembrei-me de ti, já estamos sem nos ver faz muito tempo, espero que estejas bem… se estiveres disponível e quiseres, podes vir ter comigo.

Respondeu:

"Olá. Por acaso estou por casa, só amanhã é que vou viajar para fora do país, entretanto faço-te uma visita."


Apareceu pouco depois, os raios de sol ainda eram visíveis por cima dos montes, aqueciam ligeiramente, o Orlando veio de encontro a mim, o beijo de cumprimento foi no cantinho dos nossos lábios, demos um abraço apertado de amizade, sentámo-nos na parte de fora da casa, estávamos sós e não havia ninguém que nos avistasse. O meu desejo era de pouca conversa e mais ação, mas fomos conversando e rindo, contou-me pormenores da viagem de negócios que ia fazer no dia seguinte. 

Os nossos olhares pediam um envolvimento, relembrar tempos passados, a tentação de nos entregarmos um ao outro era muito grande.


Não demorou, o Orlando aproximou-se de mim, a sua mão agarrou a minha, aconchegou-me ao seu corpo, o beijo molhado surgiu, com os meus olhos abertos via os dele fechados, os seus lábios eram grossos, o beijo intenso deixava-me húmida, o Orlando tirou-me a blusa e o sutiã e com as mãos macias apalpava as minhas mamas, eram grandes, lambia os meus bicos alternadamente, passava a sua língua pelo meio das mamas, eu gemia levemente, beijava-me o pescoço, estava arrepiada e louca de tesão. 

Desci as suas calças, a minha mão foi dentro dos seus boxers e agarrou no seu pau babado, tocava-lhe uma punheta, e ajoelhei-me à sua frente, a minha língua lambeu os seus testículos, os lábios escorregaram no seu pénis, abocanhei-o até ao fundo… chupei-o avidamente, saudades de fazer um bom broche, o Orlando gemia e dizia que eu chupava bem. 


A seguir, já nua apoiei o meu corpo nas grades da varanda, por trás o Orlando mordeu as minhas nádegas, lambeu o meu cuzinho, a sua língua entrava no buraquinho do ânus, e desceu até à minha coninha, o seu minete fazia-me estremecer, e querer mais, a vontade de ser penetrada crescia alucinadamente. Pedi ao Orlando para enterrar o pau dentro de mim.

E assim foi, penetrou-me por trás e apalpava as minhas mamas, mordia as minhas costas… puxava o meu cabelo para trás enquanto fodia a minha cona, estava a ser muito bom, agarrado ao meu quadril aumentou a intensidade… os gemidos entre nós aumentaram de tom, descontrolada… deixei-me ir até sentir um poderoso orgasmo… 

Logo a seguir o Orlando brindou-me com o seu leitinho dentro de mim.


  
Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Estava mesmo a precisar de algo assim, um tempo para mim, de descanso, relaxamento, recuperar energia e uma foda que me aquecesse a alma. 


sábado, 5 de março de 2022

Rosa

A Rosa era a minha cabeleireira, tinha 22 anos, o seu corpo era delgado com perna fina, um olhar vivo e sedutor, olhos castanhos pintados com rímel e batom rosa claro nos lábios, cabelo fino dourado. A sua simpatia fazia-me derreter, e era tão bem humorada que tornava fácil soltar um sorriso. Ia ao seu salão de cabeleireiro duas vezes por mês.


Estava casado há quatro anos, desde os vinte e quatro anos, com uma mulher cinco anos mais velha, sentia que o nosso casamento estava instável, algumas discussões, pouca proximidade e passavam-se dias sem fazermos amor. A tentação de trair a minha mulher era grande, já tinha evitado diversas vezes com o assédio de colegas de trabalho. 


Num dia de manhã liguei à Rosa e fiz marcação para cortar o cabelo, só tinha disponível a última vaga do dia, às 20h. Chegado ao salão notei que a Rosa estava cansada, mas mesmo assim mostrava-se bem-disposta, a conversa desenrolou-se, a sua voz era meiga e penetrante, enquanto a ouvia passavam-me várias coisas pela cabeça. Havia confiança entre nós, uma vez que nos conhecíamos há bastante tempo, e o tema foi um pouco mais apimentado, entre risos e palavras calorosas, o corte estava feito, depois do corte fui passar o cabelo por água, a Rosa lavou o meu cabelo e ao mesmo tempo fez-me uma massagem prolongada e suave na cabeça, que me deixou relaxado e excitado.


Depois de secar o cabelo e dizer que estava pronto… olhou para mim, sorriu e disse:

- Que gato! Grande corte da cabeleireira - sorriu

- Rosa deixaste-me mais bonito.

- Aceitas um café?

- Sim aceito, obrigado.


A Rosa foi fechar a porta do salão, tinha encerrado o trabalho, suspirou de alívio, tirou a bata e estava de minissaia preta, sentei-me no sofá do salão e vi-a de costas a tirar o café na máquina, aquele rabo e as pernas encantavam o meu olhar, tinha um ligeiro decote, aproximou-se de mim e entregou o café, depois foi tirar para ela. Sentou-se ao meu lado, demasiadamente perto de mim, continuámos a conversar e a beber o café, coloquei a minha mão sobre a sua coxa… não fez nenhum reparo, só olhou para mim e focou-se nos meus lábios, ambos aproximámos os rostos e surgiu um beijo com gosto a café, mas não ficámos só pelo beijo.


As mãos dela eram ornadas por umas unhas de gel compridas de cor vermelha, e passaram pelo meu rosto, desceram pelo meu peito, e foram até aos botões das minhas calças, desabotoou-os enquanto estávamos perdidos num beijo molhado. O meu pau teso e molhado era tocado pelas suas mãos, sabia tocar uma boa punheta, a seguir tirou a blusa, tinha um soutien de renda preto, tirei-o e apalpei as suas mamas e lambi os bicos, a nossa respiração era ofegante, a adrenalina estava no auge… ajoelhou-se à minha frente e fez um broche de ir às nuvens, despi-a… a minha língua percorria o seu umbigo, desceu até à sua coninha e lambi-a… a Rosa delirava e contorcia-se… queria mais e pedia mais…


Sentada e de pernas abertas, com os dedos abriu a cona com pouco pelo, penetrei-a… enquanto metia os meus dedos na sua boca, depois apalpava as mamas com os bicos duros, estava corada e suada, desejosa por chegar ao clímax… já fazia tempo que não sentia tamanho tesão… estávamos a arder, o nossos corpos estavam muito quentes e excitados e não aguentei mais tempo, tirei o pénis dentro da sua cona e vi-me na sua púbis… descansámos um pouco e logo a seguir já estávamos novamente a foder… a Rosa veio para cima de mim, com uma intensidade fora de série… que safadeza tão boa… estava louca e deixou-me descontrolado… cavalgou tanto… que soltou um gemido forte e grosso… e ao meu ouvido disse que se veio toda.


                                                              Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


A rotina do meu casamento e a fase má que estava a atravessar com a minha mulher, despoletou um envolvimento onde menos esperava, dentro de um salão de cabeleireiro… ficámos superconsolados… 

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Heitor

Após um processo bastante complicado de divórcio, aos 48 anos fiquei finalmente livre, com um casal de filhos fantásticos já adultos e independentes, vivia sozinha e tinha iniciado há uns meses uma relação com o Heitor… era homem com 51 anos, igualmente divorciado, era arquiteto, um apaixonado por natureza e por leitura, a sua cultura era acima da média.


O Heitor também morava sozinho, como tal, íamos variando, ora namorávamos em minha casa, ora na dele… o mais importante era estarmos juntos e sentirmo-nos bem… as nossas noites quando dormíamos juntos eram calorosas, éramos dois seres soltos e loucos por sentir carinho e amor.


Com o fim de semana a aproximar-se, decidimos ir passá-lo fora… como ambos adorávamos a natureza, escolhemos uma casa de turismo rural que ficava numa serra bastante alta a cerca de 400 km de distância. 


Saímos de manhãzinha, o cheirinho a manhã era inalado pelas nossas narinas, o nosso percurso era longo, fomos devagar e por estradas secundárias, fomos parando e caminhando para aproveitar e apreciar a paisagem… o dia estava nublado e com o aproximar das serras, ficava nevoeiro… parámos pelo caminho num restaurante para almoçar e retomamos a viagem…


O nevoeiro atrapalhava a paisagem, estava a ser difícil para conduzir, o Heitor ia cada vez mais devagar porque viam-se mal as linhas na estrada, levantou um pouco o nevoeiro, enquanto conduzia a minha mão foi até ao seu pénis, apertou-o, e o pénis cresceu, o Heitor também passava a sua mão pela minha perna, e apalpou a minha coninha, vi no GPS que estávamos a passar uma reta grande, desapertei o cinto das calças do Heitor, desabotoei os botões, agarrei na sua verga mole e babada, inclinei-me sobre as suas pernas e durante a sua condução, eu mamava no seu pau… notava às vezes o carro a oscilar…

- Está a saber-te bem Heitor?

- Sim está, tu chupas bem… assim mesmo com GPS ainda me vou perder…

- Queres perder-te comigo?

- Vamos atrasar a viagem, mas vai valer a pena pararmos e perder-me em ti…


Começámos a subir novamente, e o nevoeiro voltava, resolvemos fazer uma pausa, o carro ficou parado num parque à beira da estrada, não havia mais carros… vimos umas árvores perto rodeadas de nevoeiro, tinha umas escadas que desciam para um terreno… resolvemos dar um passeio pelo incerto, conscientes onde estávamos a colocar os pés, e já no meio do terreno só se viam as nossas pegadas no chão, não nos íamos perder porque dava para seguir as pegada para trás… 


Sentia algum frio, saía algum vapor pela minha boca, parecia que estava a fumar, o Heitor aconchegou-me ao seu corpo, com os narizes frios demos um beijo, entregou as mãos nas minhas costas, arrepiou-me… via-se uns raios de sol a entrar pelo meio do nevoeiro, o Heitor tinha as mãos frias, meteu-as por baixo da minha blusa e apalpou as minhas maminhas, depois meteu uma mão por a descer do umbigo, por baixo das calças e esfregou a minha coninha, ao mesmo tempo agarrei no seu pau duro… aqueles mimos deixaram-nos com tesão e vontade de algo mais…


Ambos baixámos as calças, ali isolados no terreno, com o nevoeiro à nossa volta, apoiei as mãos num tronco de uma árvore e por trás o Heitor enterrou o seu pau na minha ratinha, estava húmida, com o pau bem enfiado apalpava as minhas mamas por cima da blusa, continuou assim a foder a minha cona, ambos estávamos a ter muito prazer, pelo local no meio da natureza, pela adrenalina, e pela excitação… disse que estava quase a vir-se… saí daquela posição, debrucei o meu tronco e meti o seu pau na minha boca chupei até sentir o leitinho morno a entrar na minha boca e a escorrer pela minha garganta… 


                                                                      Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foi uma viagem cheia de adrenalina e sexo puro num local menos apropriado na natureza, embora com algum frio e nevoeiro, foi bem gostoso… 



terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Soraia

Conhecia a Soraia desde o tempo de escola, começámos a estudar na primária até entrarmos na faculdade, cada um seguiu o seu curso e deixámos de ter contato, soube que teria casado com 23 anos, e eu casei com 25. O tempo foi passando e um dia passei por ela de carro, não me viu, já não a via há dez anos.


Mais tarde soube que viera morar para o andar de cima do meu apartamento, tinha um filho de três anos e eu uma filha de um ano e meio… acabámos por nos cruzar no elevador, ficámos perplexos, já passara muito tempo que não nos víamos, eu tinha 30 anos e a Soraia 29. Disse-me que veio morar para ali para ficar mais perto da casa dos pais, o marido estava a trabalhar fora do país, precisava do apoio da família. Eu estava casado com uma enfermeira que passava tempo demais fora de casa, havia dias que não punha os olhos na minha esposa.


Ao longo do tempo eu e a Soraia falávamos várias vezes quando nos encontrávamos, recuperámos a nossa amizade, estávamos perto um do outro, havia apoio, desabafos, lembranças do passado e confidências, ambos tentávamos salvar os nossos casamentos.


Num fim de semana ia estar sozinho, a Ana iria fazer noite no hospital, o marido da Soraia estava fora do país, eram 22h de sábado, liguei à Soraia… sentia-me só e pela conversa percebemos que ambos precisávamos de companhia… a noite estava a ser penosa, demorava a passar, os nossos filhos já dormiam… peguei no meu filho ao colo e subi até ao apartamento da Soraia, ela estava à minha espera, deitei o meu filho no sofá da sala.

A Soraia vestia um robe de cetim, cabelo aos cachos loiro, era da minha altura, magra e olhos claros, fomos para o escritório, uma luz ténue iluminava a secretária, sentou-se na sua cadeira e desligou o computador, o espaço ficou com menos luz… olhou para mim e disse:


- Sabes, estou a pensar em divorciar-me… 

- Então, porquê? O que se passa?

- Falta-me a presença do meu marido, sinto-me carente e criar uma criança sozinha também não ajuda.

- Entendo-te sinto o mesmo… por vezes dá vontade de mudar, é difícil suportar a ausência.


A conversa desenrolou-se, e de repente a Soraia pediu-me para sentar-me na sua cadeira, depois tirou o robe à minha frente, estava com uma cinta de ligas, um sutiã rendado, iniciou uma dança sensual, esfregava os seios, gingava a anca, batia com a mão no rabo empinado, tirou o sutiã apertou uma mama na outra, o seu olhar sedutor deixava-me com taquicardia, despiu as cuecas, a coninha estava rapadinha, agarrou nas cuecas e esfregava-as de um lado para o outro entre as pernas… sem me tocar deixou-me com o pau teso. 

Veio até mim, nua… sentou-se em cima de mim, agarrou no meu cabelo e beijou-me o pescoço e a boca com vontade, ficávamos sem ar, apalpei as suas mamas, lambi os bicos, levantei-me da cadeira, despi-me… de joelhos a Soraia lambuzou o meu pénis, chupou-o carinhosamente, voltei a sentar-me na cadeira junto à secretária, a Soraia veio para cima de mim, a minha mão e dedos passaram pela sua cona molhada, os dedos entraram dentro dela, soltava leves gemidos e dizia que queria sentir o meu pau dentro dela.


Lentamente a sua cona ficou em cima do meu pau e desceu até ficar todo enterrado, fazia movimentos bons e ouvia-se o som do pénis a bater no fundo, os bicos dela estavam tesos, aumentou o ritmo, queria ser ela a controlar, estava cada vez mais solta, molhada e embalada em cima de mim, e fui eu já sem aguentar mais que inundei a sua cona com leite quentinho e logo a seguir a Soraia contorceu-se e o seu tronco caiu sobre o meu, e disse: "Obrigada pela companhia e pelo carinho, deste-me o que me faltava".


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


A carência proporcionou um momento de sexo, que nos deixou supersatisfeitos, fomos amantes durante muitos anos, mas mantivemos sempre os nossos casamentos. 


sábado, 5 de fevereiro de 2022

David

Fui informada pela empresa que trabalhava na área dos recursos humanos que ia ser orientadora de um estagiário durante um certo período de tempo. Seria a primeira vez que ia passar por uma situação desse género. 

Passados uns dias, bateram à porta do meu gabinete, foi-me apresentado o David, ficou a saber que ia ser eu a acompanhá-lo durante o seu estágio. O David era um rapaz alto, cabelo preso na nuca, tinha uma boa imagem e vinha bem vestido. Aos poucos foi sendo informado sobre os procedimentos da empresa, era um rapaz com 28 anos, interessado, responsável e atento.

Queria sempre saber mais, eu apreciava o seu perfil e ele mostrava-se disponível para o que fosse preciso. Nos momentos de pausa tínhamos conversas sobre a nossa vida pessoal, no início a sua timidez era um entrave, depois ganhou mais confiança e sentia-se mais à vontade para falar um pouco de tudo.


Não se notava a nossa diferença de idade, eu tinha 39 anos mas sentia-me uma jovem à sua beira, eram partilhados variados assuntos entre nós e crescia a amizade. O David era atencioso, ouvia-me e isso era importante, fazia-me sentir bem, tinha tempo para mim.

O estágio foi passando, as conversas foram muitas, o David era um rapaz precioso, parecia que estava protegida pelo que dizia e pela forma como me tratava. 

Entretanto o estágio estava quase a chegar ao fim, e teria de ser avaliado por mim, no momento da avaliação, estava ao meu lado, e disse-lhe que ia ter nota máxima em todos os parâmetros, porque mereceu.


- David valeu a pena todo o esforço e dedicação, certo?

- Sim sem dúvida, com a sua ajuda foi tudo mais fácil…

- Ora essa, sabe que gostei muito de o conhecer.

- Obrigado por tudo… também me senti muito bem consigo.


O último dia dele, era no dia seguinte, pela manhã achei-o triste, e eu também estava um pouco em baixo por saber que tinha de me despedir dele, já estava muito habituada à sua presença, ia sentir a sua falta. As conversas foram poucas durante o dia.

Os funcionários começaram a sair da empresa e alguns vieram ao gabinete desejar tudo de bom para o David, ele agradecia e olhava para mim emocionado. Ficámos só os dois. 

Antes de ir embora, pegou num saco e entregou-me, disse que era uma lembrança para mim, fiquei sem jeito, abri o saco, tinha um presente dentro, desembrulhei, era um pisa papéis lindíssimo para colocar na secretária. Disse que assim quando o visse, lembrava-se dele. 

Aquele carinho dele tinha de ser compensado e tinha de ser uma despedida inesquecível.


Disse-lhe para me acompanhar até à sala de reuniões, entrámos, bati a porta… encostei-me à porta pela parte de dentro, o David arregalou os olhos, puxei-o para mim, como era bem mais alto do que eu, baixou a sua cabeça e demos um beijo lento e demorado… a seguir tirei-lhe as calças, chupei o seu pau, era pequeno, cabia todo dentro da minha boca… depois pegou em mim ao colo, sentou-me na mesa de reuniões, comigo de sutiã apalpou as minhas  maminhas, lambeu-me a boca e foi beijar a minha cona peludinha, lambeu-me o clitóris… 


Naquela posição inclinei o tronco para trás, fiquei apoiada com os cotovelos na mesa e o David enterrou o pau, visto o seu pénis ser pequeno sentia pouco na profundidade, enquanto fodia, a sua respiração ficava cada vez mais ofegante, e veio-se dentro de mim, eu não consegui chegar ao orgasmo, mas fiquei feliz por ter dado prazer ao David. Fui para casa a pensar no que tinha acontecido, as minhas cuecas estavam molhadas, o meu companheiro estava a preparar o jantar e numa chamada ao telemóvel, aproveitei e fui direta para o WC, urinei na sanita e sentia a sair esperma da minha vagina, tomei um banho e ainda havia fluídos que eram expelidos pela minha coninha… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


O David foi apanhado desprevenido, de surpresa, não estava à espera que fosse sobre ele, fui danada…