terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Soraia

Conhecia a Soraia desde o tempo de escola, começámos a estudar na primária até entrarmos na faculdade, cada um seguiu o seu curso e deixámos de ter contato, soube que teria casado com 23 anos, e eu casei com 25. O tempo foi passando e um dia passei por ela de carro, não me viu, já não a via há dez anos.


Mais tarde soube que viera morar para o andar de cima do meu apartamento, tinha um filho de três anos e eu uma filha de um ano e meio… acabámos por nos cruzar no elevador, ficámos perplexos, já passara muito tempo que não nos víamos, eu tinha 30 anos e a Soraia 29. Disse-me que veio morar para ali para ficar mais perto da casa dos pais, o marido estava a trabalhar fora do país, precisava do apoio da família. Eu estava casado com uma enfermeira que passava tempo demais fora de casa, havia dias que não punha os olhos na minha esposa.


Ao longo do tempo eu e a Soraia falávamos várias vezes quando nos encontrávamos, recuperámos a nossa amizade, estávamos perto um do outro, havia apoio, desabafos, lembranças do passado e confidências, ambos tentávamos salvar os nossos casamentos.


Num fim de semana ia estar sozinho, a Ana iria fazer noite no hospital, o marido da Soraia estava fora do país, eram 22h de sábado, liguei à Soraia… sentia-me só e pela conversa percebemos que ambos precisávamos de companhia… a noite estava a ser penosa, demorava a passar, os nossos filhos já dormiam… peguei no meu filho ao colo e subi até ao apartamento da Soraia, ela estava à minha espera, deitei o meu filho no sofá da sala.

A Soraia vestia um robe de cetim, cabelo aos cachos loiro, era da minha altura, magra e olhos claros, fomos para o escritório, uma luz ténue iluminava a secretária, sentou-se na sua cadeira e desligou o computador, o espaço ficou com menos luz… olhou para mim e disse:


- Sabes, estou a pensar em divorciar-me… 

- Então, porquê? O que se passa?

- Falta-me a presença do meu marido, sinto-me carente e criar uma criança sozinha também não ajuda.

- Entendo-te sinto o mesmo… por vezes dá vontade de mudar, é difícil suportar a ausência.


A conversa desenrolou-se, e de repente a Soraia pediu-me para sentar-me na sua cadeira, depois tirou o robe à minha frente, estava com uma cinta de ligas, um sutiã rendado, iniciou uma dança sensual, esfregava os seios, gingava a anca, batia com a mão no rabo empinado, tirou o sutiã apertou uma mama na outra, o seu olhar sedutor deixava-me com taquicardia, despiu as cuecas, a coninha estava rapadinha, agarrou nas cuecas e esfregava-as de um lado para o outro entre as pernas… sem me tocar deixou-me com o pau teso. 

Veio até mim, nua… sentou-se em cima de mim, agarrou no meu cabelo e beijou-me o pescoço e a boca com vontade, ficávamos sem ar, apalpei as suas mamas, lambi os bicos, levantei-me da cadeira, despi-me… de joelhos a Soraia lambuzou o meu pénis, chupou-o carinhosamente, voltei a sentar-me na cadeira junto à secretária, a Soraia veio para cima de mim, a minha mão e dedos passaram pela sua cona molhada, os dedos entraram dentro dela, soltava leves gemidos e dizia que queria sentir o meu pau dentro dela.


Lentamente a sua cona ficou em cima do meu pau e desceu até ficar todo enterrado, fazia movimentos bons e ouvia-se o som do pénis a bater no fundo, os bicos dela estavam tesos, aumentou o ritmo, queria ser ela a controlar, estava cada vez mais solta, molhada e embalada em cima de mim, e fui eu já sem aguentar mais que inundei a sua cona com leite quentinho e logo a seguir a Soraia contorceu-se e o seu tronco caiu sobre o meu, e disse: "Obrigada pela companhia e pelo carinho, deste-me o que me faltava".


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


A carência proporcionou um momento de sexo, que nos deixou supersatisfeitos, fomos amantes durante muitos anos, mas mantivemos sempre os nossos casamentos. 


sábado, 5 de fevereiro de 2022

David

Fui informada pela empresa que trabalhava na área dos recursos humanos que ia ser orientadora de um estagiário durante um certo período de tempo. Seria a primeira vez que ia passar por uma situação desse género. 

Passados uns dias, bateram à porta do meu gabinete, foi-me apresentado o David, ficou a saber que ia ser eu a acompanhá-lo durante o seu estágio. O David era um rapaz alto, cabelo preso na nuca, tinha uma boa imagem e vinha bem vestido. Aos poucos foi sendo informado sobre os procedimentos da empresa, era um rapaz com 28 anos, interessado, responsável e atento.

Queria sempre saber mais, eu apreciava o seu perfil e ele mostrava-se disponível para o que fosse preciso. Nos momentos de pausa tínhamos conversas sobre a nossa vida pessoal, no início a sua timidez era um entrave, depois ganhou mais confiança e sentia-se mais à vontade para falar um pouco de tudo.


Não se notava a nossa diferença de idade, eu tinha 39 anos mas sentia-me uma jovem à sua beira, eram partilhados variados assuntos entre nós e crescia a amizade. O David era atencioso, ouvia-me e isso era importante, fazia-me sentir bem, tinha tempo para mim.

O estágio foi passando, as conversas foram muitas, o David era um rapaz precioso, parecia que estava protegida pelo que dizia e pela forma como me tratava. 

Entretanto o estágio estava quase a chegar ao fim, e teria de ser avaliado por mim, no momento da avaliação, estava ao meu lado, e disse-lhe que ia ter nota máxima em todos os parâmetros, porque mereceu.


- David valeu a pena todo o esforço e dedicação, certo?

- Sim sem dúvida, com a sua ajuda foi tudo mais fácil…

- Ora essa, sabe que gostei muito de o conhecer.

- Obrigado por tudo… também me senti muito bem consigo.


O último dia dele, era no dia seguinte, pela manhã achei-o triste, e eu também estava um pouco em baixo por saber que tinha de me despedir dele, já estava muito habituada à sua presença, ia sentir a sua falta. As conversas foram poucas durante o dia.

Os funcionários começaram a sair da empresa e alguns vieram ao gabinete desejar tudo de bom para o David, ele agradecia e olhava para mim emocionado. Ficámos só os dois. 

Antes de ir embora, pegou num saco e entregou-me, disse que era uma lembrança para mim, fiquei sem jeito, abri o saco, tinha um presente dentro, desembrulhei, era um pisa papéis lindíssimo para colocar na secretária. Disse que assim quando o visse, lembrava-se dele. 

Aquele carinho dele tinha de ser compensado e tinha de ser uma despedida inesquecível.


Disse-lhe para me acompanhar até à sala de reuniões, entrámos, bati a porta… encostei-me à porta pela parte de dentro, o David arregalou os olhos, puxei-o para mim, como era bem mais alto do que eu, baixou a sua cabeça e demos um beijo lento e demorado… a seguir tirei-lhe as calças, chupei o seu pau, era pequeno, cabia todo dentro da minha boca… depois pegou em mim ao colo, sentou-me na mesa de reuniões, comigo de sutiã apalpou as minhas  maminhas, lambeu-me a boca e foi beijar a minha cona peludinha, lambeu-me o clitóris… 


Naquela posição inclinei o tronco para trás, fiquei apoiada com os cotovelos na mesa e o David enterrou o pau, visto o seu pénis ser pequeno sentia pouco na profundidade, enquanto fodia, a sua respiração ficava cada vez mais ofegante, e veio-se dentro de mim, eu não consegui chegar ao orgasmo, mas fiquei feliz por ter dado prazer ao David. Fui para casa a pensar no que tinha acontecido, as minhas cuecas estavam molhadas, o meu companheiro estava a preparar o jantar e numa chamada ao telemóvel, aproveitei e fui direta para o WC, urinei na sanita e sentia a sair esperma da minha vagina, tomei um banho e ainda havia fluídos que eram expelidos pela minha coninha… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


O David foi apanhado desprevenido, de surpresa, não estava à espera que fosse sobre ele, fui danada… 

terça-feira, 25 de janeiro de 2022

Marcelo e Dalila

Faltava um ano para terminar o meu curso na universidade, tinha 21 anos e morava com o Marcelo que tinha 22, as nossas faculdades eram diferentes, por vezes passávamos tardes a estudar no quarto, e raramente saíamos à noite. A nossa ligação de amizade era mantida de forma muito consistente, havia entreajuda, já nos conhecíamos desde miúdos, embora na adolescência não tivéssemos muito contacto, o Marcelo fez o liceu numa escola particular e eu numa pública, os nossos pais já se conheciam antes de nós nascermos...

Ambos namorávamos, a minha namorada tinha 19 anos, estudava direito e era jogadora de ténis profissional, o seu corpo era atlético, seios pequenos e duros, andava sempre de rabo de cavalo, a cor do cabelo era loiro, pele clara, tinha um piercing na orelha, enquanto não conhecia bem as pessoas abusava da timidez, mas depois soltava-se ganhava confiança e parecia outra pessoa… gostava de natureza, desportos de aventura, de adrenalina. 


A namorada do Marcelo já namorara comigo na adolescência, mantivemos uma relação durante um ano e depois não deu certo, mas nem eu nem ela contámos ao Marcelo… era um segredo nosso que não quisemos partilhar. A Dalila tinha 20 anos, era morena, olhos esverdeados, alta e o rabo estava bem mais gostoso agora do que quando namorávamos, tinha uma tatuagem na omoplata, a sua mente era liberal, sabia que já se tinha envolvido com amigas, desconfiava que podia ser bissexual, e o Marcelo sabia disso… 


Várias vezes as nossas namoradas visitavam-nos, por vezes, ao fim de semana, íamos os quatro ao cinema ou beber um copo aos bares e depois passavam a noite connosco… éramos todos amigos e os momentos que vivíamos eram de alegria e diversão.

Numa sexta-feira tivemos um jantar entre amigos, bebemos bastante, estávamos todos animados, entrámos em bares, dançámos… fomos para junto do rio, conversámos e a noite estava intensa e a passar rápido… já era de madrugada, quase de manhã, estava a nascer o dia, estávamos cansados e voltámos para o apartamento.


Como tínhamos alguma fome fomos para a cozinha, preparar uns petiscos, enquanto íamos buscar o que nos apetecia, eu dava uns beijos à minha namorada e via o Marcelo a apalpar a Dalila, os nossos sorrisos entre todos eram evidentes, a Dalila era provocadora e descarada, estava cheia de calor, tirou a blusa e ficou de sutiã, as suas mamas eram volumosas, pouco faltava para ver-se os mamilos, de repente a minha namorada começa a dançar com ela, agarradas uma à outra, eu sentia tesão, o Marcelo observava com um ar de safado.

Ambas iniciaram um beijo quente de língua, entretanto a Dalila já tinha uma mama à mostra, encostaram as costas uma à outra e chamaram-nos… enquanto beijava a minha namorada, apalpava os seios da Dalila, e o Marcelo beijava a Dalila e apalpava os seios da minha namorada, os quatro estávamos superexcitados, sentíamos que estava a acontecer algo diferente, mas a certeza era que todos íamos alinhar naquele envolvimento de casais.


Eu e o Marcelo ficamos encostados ao balcão da cozinha, a Dalila ajoelhou-se à minha frente e fez-me um broche, chupava bem melhor agora, quando namorávamos o seu broche era fraco, ao lado a minha namorada metia o pau do Marcelo todo na sua boca, olhava para mim ao mesmo tempo que chupava, a seguir deitei-me no chão, a Dalila pediu ao Marcelo para a enterrar por trás enquanto chupava o meu pau e a minha namorada pôs uma perna de cada lado da minha cabeça, dobrou as pernas e fiz-lhe um minete… estava muito prazeroso, a Dalila já tinha gritado fortemente, havia atingido o orgasmo, a minha namorada foi para cima do meu pau que estava molhado e entrou bem na sua cona… desejosa por mais, pediu ao Marcelo que penetrasse o seu pau dentro do cuzinho dela… beijava a sua boca e ao mesmo tempo gemia muito, tinha as suas mamas bem aconchegadas ao meu peito, pouco tempo aguentou, explodiu num orgasmo… logo a seguir sentámos as duas lado a lado na mesa da cozinha, o Marcelo enfiou o pau na cona da minha namorada, agarrado às suas pernas fodeu-a intensamente, quando chegou o momento de se vir, tirou o pau e veio-se para cima da barriga dela, o leite ficou à volta e dentro do seu umbigo. Ao lado na mesma posição que estava a minha namorada, fui ao cuzinho da Dalila, enquanto namorámos nunca tinha acontecido, o meu pau entrou bem e afundou facilmente dentro do seu cuzinho, ela chupava os seus dedos, depois o Marcelo foi beijá-la na boca e eu acelerei o ritmo, estava a ser tão bom, por baixo a minha namorada ainda passou a sua língua nos meus testículos… a seguir tirei o meu pau e vi-me dentro da boca da minha namorada. 


     

                                                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Inesperado... diferente ... e prazeroso… adorámos a experiência, mais vezes foi repetida e bem aproveitada, conhecíamos os corpos de cada um e o que gostávamos mais de fazer e como fazer… foram muitas loucuras acumuladas.


sábado, 15 de janeiro de 2022

Isabel

O meu casamento durava há 25 anos, a Isabel continuava a ser o amor da minha vida, tivemos 3 filhos e já tínhamos netos. Eu estava com 57 anos e ela 54. No entanto, já passáramos por momentos bastante difíceis, há quatro anos atrás, foi detetado um cancro da mama na Isabel. O mundo acabou por desmoronar sobre nós. 

Entre tratamentos, quimioterapia e operação foi complicado ter resistência psicológica, e a Isabel acabou por ficar sem uma mama. O cabelo caiu o que se tornou num choque para todos, mas ela era uma mulher forte, corajosa, encarou sempre o problema de forma positiva, e ajudou muito na sua recuperação.


A nossa proximidade sempre foi evidente, poucas eram as vezes que saímos um sem o outro, durante a semana tínhamos uma loja ligada ao comércio e estávamos o dia todo juntos, e o fim de semana era aproveitado para sair, passear… e desde a recuperação da Isabel, começámos a frequentar mais hotéis, passar noites fora, aproveitar os dias livres ao máximo.


A nossa casa era grande e como tal num domingo fizemos a festinha de aniversário do nosso neto mais novo, foram cerca de trinta pessoas, usámos um salão e a cozinha dos anexos, toda a gente estava animada e os miúdos brincavam todos juntos.

Ajudei a cozinhar e a servir o almoço, deixei a Isabel descansar e aproveitar para estar perto dos netinhos.


Mais tarde cantámos os parabéns ao nosso pequenino, comemos bolo e bebemos champanhe, já sentíamos falta de ter a família toda junta e aquela azáfama à nossa volta.

Depois, entre todos, ajudámos a arrumar tudo, e tornou-se mais fácil, a festa terminou ao final da tarde.


A Isabel estava feliz, conversou bastante, brincou com os netos, foi um dia bem passado… e de repente tinha terminado o barulho, ficámos os dois envolvidos no silêncio, um pouco nostálgicos, demos a mão um ao outro…

- Isabel, gostaste? Como te sentes?

- Sim gostei, mas acho que os miúdos gostaram mais… sinto-me bem, tu foste incansável, ajudaste bastante.

- Agora temos tempo para relaxar e ter o nosso momento a dois.


Ainda no anexo, o sol já se tinha posto, tínhamos o fogão aceso, o ambiente estava quentinho, a Isabel estava de costas para mim virada para um armário, fui por trás de si, encostei-me ao seu corpo, passei a mão pelo seu cabelo que já era comprido, afastei o cabelo e dei-lhe um beijo no pescoço… as minhas mãos apalparam as suas nádegas, ela rodou o corpo para mim, passou a mão pelo meu rosto, até ao pescoço, os nossos lábios uniram-se e trocámos um beijo repleto de carinho.


Juntos à lareira, tirámos as nossas roupas, a Isabel não tinha qualquer complexo por não ter uma mama no seu corpo, a minha mão passava levemente pelo seio, lambia-o… ela sentou-se numa poltrona, e abriu as pernas, a sua coninha tinha variados pelos, mas não obstruíam a minha língua, que descobria o clitóris no meio dos pelos e lambia a sua vulva, a Isabel tapava com uma mão os olhos e a outra descansava atrás da nuca, elogiava a minha perícia… continuou sentada, debruçou o tronco para a frente e comigo em pé e com o meu pau virado para a sua boca, chupou-o… passava uma mão pelos meus testículos e a outra metia os dedos na coninha… o seu broche estava a deixar-me prestes a vir-me, parou…


Voltou-se a recostar na poltrona, e o meu pénis duro e cheio de baba, penetrou-a… a vagina tinha contrações, chupei a sua língua fora da boca, enquanto a fodia, o meu polegar mexia no seu clitóris, estava embalada no meu ritmo, era eu que a controlava… começou a pedir para a foder mais, agarrada ao meu quadril, fazia força para a frente… estava desejosa… disse-lhe para se vir para mim… Mantivemos assim aquela foda por mais algum tempo, e no momento em que o meu pénis foi até ao fundo, bem enterrado na cona, estremeceu o corpo, a sua rata ficou mais molhada… o gemido foi alto… para juntar ao seu clímax, o meu pau veio-se, acrescentando ainda mais prazer a ambos.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Houve muitas adversidades e problemas, soubemos superar todos os obstáculos sempre juntos e unidos, foi o nosso primeiro orgasmo após a sua recuperação.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Márcio

Estava solteira, tinha 23 anos, quase todos os dias após o jantar, ia para o meu quarto e através da internet conhecia homens e mulheres, despia-me através da webcam, via homens e mulheres a masturbarem-se à frente do ecrã, sentia tesão, o meu dildo era frequentemente usado. Dava-me uma vontade extrema de ir ter com alguém para apagar-me o calor, e chegou a acontecer várias vezes.

Conhecia pela internet, indicava a morada da minha casa, vinham ter comigo, eu fugia pela janela, sem os meus pais se aperceberem, entrava dentro do carro e toda aquela adrenalina fazia-me ficar ofegante e desejosa de ser penetrada, mais tarde achava que era louca, parecia que estava a pedir que me violassem, nunca devia ter feito o que fiz, porque podia correr mal, era um risco elevado.


Na casa ao lado moravam a minha irmã e o meu cunhado, este tinha 41 anos e possuía um corpo bem delineado, frequentava o ginásio, o seu tronco era largo, cabelo curto, tinha um feitio complicado, um pouco bruto, frieza nas palavras, mas tinha momentos que sentia atração por ele.


Eu e a minha irmã não tínhamos uma boa ligação, ficávamos chateadas muitas vezes, cada uma ocupava o seu lugar, sem grandes confianças, raramente ia até sua casa.

Um dia à tarde, a temperatura ambiente era alta, sabia que a minha irmã não estava em casa, viria do trabalho só ao final do dia. 

Da minha janela observava o meu cunhado Márcio que andava pelo jardim, regou as plantas, limpou a churrasqueira e deitou-se numa espreguiçadeira a apanhar sol, via o seu abdômen definido, os braços tinham os músculos a sobressair, notava-se bem a sua boa forma. Olhava para o seu corpo e passava os dedos na minha coninha, estava humedecida.


Teria de arranjar uma forma de me aproximar dele, desci as escadas com um biquíni a tapar as minhas maminhas, e um calção bem curto com parte das nádegas a saírem, reparei que o Márcio olhava-me, perto do muro da separação do terreno, de costas para ele baixei o meu tronco e empinei o rabo na sua direção para fazer carícias ao Jack, o meu cão. Olhei para o Márcio e ele estava apoiado com os cotovelos na cadeira, sorri e ele sorriu para mim, encostei a um ferro do terreno, coloquei-o no meio das mamas e disse-lhe:

- Está calor cunhado, só está bom para estar dentro da piscina.

- Queres vir cá dar um mergulho?

- Apetecia-me… precisava de refrescar-me…

- Anda cá então.


Avancei o muro e segui na direção da piscina, tirei o calção e fiquei de cueca de bikini, mergulhei, a água estava quente… os bicos das minhas mamas ficaram a notar-se… o Márcio foi a um chuveiro perto da piscina, via a água fria a cair no seu tronco forte, aproximou-se e mergulhou também. Passamos um bom bocado dentro da piscina a conversar, cada palavra dele aumentava a minha tentação de me envolver.


Pouco depois, fomos ambos até ao chuveiro, não estava ninguém por perto, os meus pais não estavam em casa, só víamos o jardim e a piscina à nossa frente… a água do chuveiro caía sobre os nossos corpos, o Márcio estava atrás de mim e colou-se ao meu corpo, no meu rabo sentia o seu pénis a crescer encostado, virei-me para ele, já estava à espera do meu beijo, demos um linguado bem intenso, a minha boca beijou o seu pescoço e foi lamber um dos seus mamilos, a água morna caía nas minhas costas, baixei as suas cuecas e meti o seu pau torto e duro dentro da minha boca, o pau batia por dentro na minha bochecha, chupava-o cheia de tesão, fechou a água… levantou o meu corpo leve e sentou-me com as pernas nos ombros e a minha cona direcionada à sua boca, sentia a sua língua a entrar dentro da minha ratinha, que delícia!


Com a sua força de braços, manteve-me ao colo, agarrei-me no seu pescoço, baixou o meu corpo e fui penetrada… fodeu-me assim durante uns minutos… mudamos a posição, apoiei um pé em cima de uma cadeira, por trás o Márcio enterrou o seu pau gostoso na minha cona molhada… continuou sem parar… batia de forma bruta no meu fundo… não conseguia controlar os meus gemidos, já estava perto de chegar ao clímax, o Márcio investia em mim fortemente suados e loucos de prazer, primeiro soltei um gemido prolongado, o orgasmo apoderou-se de mim, a seguir foi o Márcio a tirar o pau dentro de mim, a minha boca foi até ao seu pau engoliu e ficou lambuzada de esperma. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


O meu cunhado fez-me chegar ao orgasmo, deu-me imenso prazer… não senti nenhum arrependimento por ter traído a minha irmã. 

O Márcio foi um garanhão e eu fui a putinha

sábado, 25 de dezembro de 2021

Dulce

Eu e a Dulce tínhamos uma relação que durava há 6 anos, optámos desde o início do namoro em partilhar a mesma casa, os nossos trabalhos eram bem remunerados, os horários eram ótimos, tínhamos uma vida folgada, que era aproveitada muitas das vezes a viajar. 


Tinha 36 anos e a Dulce 37, nunca pusemos de lado ter filhos, só achámos que ainda não seria o momento certo, e enquanto não acontecia, todos os momentos que passávamos juntos eram intensos.


Na semana que estávamos de férias, resolvemos fazer uma viagem de avião até Itália, e depois de comboio fomos conhecendo algumas cidades, o país era encantador, todas as viagens que fazíamos sabiam sempre a uma lua-de-mel, a paixão que sentíamos era muito forte, nenhum de nós imaginava viver um sem o outro.


Ficámos hospedados num bom hotel em Roma, uma cidade que parecia um museu a céu aberto, em qualquer local havia algo de interessante para se ver. Agarrado à mão da Dulce passeávamos e conhecíamos o máximo possível, quando visitávamos um local por norma não voltávamos lá, tínhamos preferência por conhecer locais novos.


Na véspera da nossa partida à noite fomos até uma esplanada que ficava perto do local onde estávamos hospedados, a noite estava quente, mas começara a cair uns pingos de chuva… a Dulce vestia um vestido preto justo com decote, salto alto, uns brincos em forma de argolas, os lábios pintados, estava muito provocadora, bebemos um café e fizemos uma retrospetiva dos momentos que passáramos no decurso daquela viagem.


Entretanto a chuva ficou mais forte, segurei a mão da Dulce para ela não cair e demos uma ligeira corrida até ao hotel… quando entrámos no quarto já íamos um pouco cansados, demos um beijo na boca com pingas de chuva no rosto, estávamos com a roupa meia humedecida, fomos ficando sem roupa… corremos as cortinas e encostados à porta de vidro que dava para uma pequena varanda assistíamos à chuva a cair, abraçados víamos Roma iluminada por um clarão de trovoada, parecia que tinha ficado dia… arrastei uma cadeira, a Dulce sentou-se virada para a porta de vidro, enquanto lambia e saboreava a sua cona, a Dulce via os raios da trovoada no céu… 

- Assim não vou resistir a um pau duro… 

- Vai ser todo teu no meio das tuas pernas…

- Não demores porque estou cheia de vontade de o sentir…


Tinha o pau teso, para a deixar mais louca, batia com ele no seu clitóris e depois roçava, a Dulce dizia " mete… mete…" depois metia só a pontinha e tirava, ela sofria e com a voz tremida de desejo pedia para o meter todo até ao fundo, voltei a lamber a sua cona, estava toda melada, e logo de seguida o meu pau enterrou-a com força e entretanto ouvimos o barulho de um trovão, assustados estremecemos, a Dulce agarrou o meu quadril, os nossos gemidos estavam em sintonia, dava-lhe umas palmadas na cara e metia os meus dedos na sua boca, ela chupava-os…as minhas mãos mexiam nas mamas e lambia-as... dizia-lhe ao ouvido "que tesão meu amor"... a Dulce teve um espasmo, através da luz da trovoada vi os seus olhos revirar… e murmurou "és tão bom"... 


Ela não tinha perdido o desejo e eu ainda tinha tesão, sentou-me na cadeira quente por estar apoiado o seu corpo, batia com o pau duro na sua língua fora da boca, chupava só a pontinha e depois abocanhava até ao fundo, tocava punheta com as duas mãos, colocou o pénis no rego dos seus seios, e lambia… com a voz meiga perguntou: "Onde te queres vir?"

Louco de tesão… agarrei nas suas mãos, abri a porta que dava para a varanda, caía uma chuva miudinha que fazia refrescar os nossos corpos, ficou apoiada com as mãos na varanda por trás, penetrei-a… foi muito rápido e intenso… a Dulce voltou a contorcer-se com o orgasmo e eu soltei um gemido de satisfação… vi-me com um prazer imenso. A Dulce com salpicos de chuva na cara, ainda lambeu os restos de esperma do meu pau. A seguir ficámos regalados com um duche quente.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Conhecíamos muito bem o corpo de cada um, o que dava verdadeiramente prazer, nenhum de nós ficava sem o orgasmo, ambos tínhamos de sentir sempre o auge do prazer. Fomos feitos um para o outro.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

Roger

Trabalhava há dois anos num centro comercial numa loja de decoração, tinha 27 anos e um histórico de relacionamentos mal sucedidos, era uma mulher aventureira, gostava de sentir a adrenalina no auge, o meu corpo era gordinho, de baixa estatura, olhos azulados, as minhas mamas eram grandes e adorava usar decotes, tinha um piercing na língua e uma tatuagem nas costas.


Os dias não andavam favoráveis, a autoestima estava baixa, sentia necessidade de conhecer alguém, do tesão apoderar-me e desejava um orgasmo que me fizesse catapultar para um infinito prazer.

Um dia à tarde, no intervalo do trabalho, fui lanchar e a seguir tomar um café dentro do centro comercial, apareceu ao meu lado um homem baixo com barba que já era de alguns dias, o seu sotaque era espanhol, reparámos um no outro… pediu igualmente um café, percebi que seria funcionário de alguma loja.


No dia seguinte, voltámos a encontrar-nos casualmente, num local no centro comercial que era destinado a fumadores, demos um sorriso, e existiu uma química entre nós, a conversa desenrolou-se… o Roger começara recentemente a trabalhar numa loja no mesmo piso que eu, tinha 39 anos, e fui percebendo que ambos tínhamos gostos semelhantes sobre várias coisas. 

Os encontros sucediam-se e trocámos contato, cada dia que passava ficava a conhecer melhor o Roger, era divorciado e notava nele alguma carência, as conversas que tínhamos eram muito liberais, falávamos sobre tudo, não havia pudor, nem tabus… acabava por acelerar o nosso desejo para algo que se pudesse passar entre nós. Não escondíamos a vontade que tínhamos de fazer sexo.


Passado uns tempos houve uma coincidência, íamos sair à mesma hora do trabalho, os nossos carros estavam perto um do outro no parque de estacionamento, saímos juntos e seguimos em direção ao parque, estava calor, vestia uma calça larga preta, uma blusa branca com um decote abusado, pelo caminho até chegarmos aos carros, o Roger provocou-me, não me deixei ficar e alinhei na provocação… o meu corpo pedia satisfação.

O Roger acompanhou-me até à porta do meu carro, o carro dele estava ao lado, não havia movimento, a localização dos nossos carros estava tapada por uma coluna, ali entre os carros, demos um beijo molhado, sentia a língua dele a tocar no piercing da minha língua, a minha mão roçou no seu pénis e sentia-o duro. A adrenalina subiu, podíamos ser vistos… baixei-me e fiquei aninhada, tirei o seu pénis dentro das calças e abocanhei-o… o Roger disfarçava e olhava para todos os lados, podia aparecer alguém. 


Não podíamos demorar, ergui-me… encostou-me ao meu carro virada de costas para ele, baixou as minhas calças, meteu os dedos na minha coninha húmida, a sua boca passou por lá lambeu-a e cuspiu-a…  por trás agarrou as minhas mamas, e penetrou-me… não consegui suster um gemido vigoroso, passou um carro por nós, não reparou no que estávamos a fazer… o seu pau duro bem dentro de mim estava a deixar-me louca…


- Roger, continua assim… fode-me… vou aguentar pouco tempo…

- Sim… está muito bom assim, o meu pau só quer estar enterrado dentro de ti.

- Isso… Isso… não pares…


A foda estava muito intensa, os bicos das minhas mamas estavam tesos, e logo a seguir, ofegante, contive-me no gemido, a minha cona ficou toda molhada, o orgasmo deixou-me sem força nas pernas, a cona latejava, e eu consolada de prazer… o Roger poucos segundos depois, ainda molhou mais a minha cona com o seu leitinho. 


                                                                     Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Num parque de estacionamento público, entre dois carros, numa adrenalina fora de série, e um orgasmo que me deixou consolada.