sexta-feira, 15 de outubro de 2021

Billy

O dia tinha sido muito desgastante, cheguei a casa e sentia-me exausta, à minha espera estava o Billy, um cão preto muito meigo da raça labrador, era a minha companhia. Já tinha o jantar adiantado, demorei pouco a terminar o meu manjar… comi e fui deitar-me no sofá a descansar… liguei a TV, nenhum canal me agradou, peguei num livro e recolhi-me na minha leitura de contos eróticos.


Era sexta feira, e após uma semana dura de trabalho, fiquei relaxada e sentia uma carência acentuada, passava-me pela cabeça sair, tinha vontade de envolver-me com o primeiro que aparecesse à minha frente… contive-me.. foi um devaneio dos meus 38 anos.


A noite estava quente, tinha uma blusa vestida e do tronco para baixo estava nua… enquanto lia, a minha mão passava na minha vagina, sabia como tocar-lhe, como sentir prazer… mexia no meu clitóris e ficava humedecida… apertava as pernas uma na outra com a minha mão no meio da minha coninha… o meu desejo era ter uma boca a fazer-me um minete e depois ser bem penetrada… lembrei-me de ligar a algum amigo… depois desisti da ideia… o Billy estava sentado no chão ao meu lado, o seu olhar era doce e meigo, a sua cabeça inclinava e parecia que adivinhava a minha carência… o seu respirar era intenso por causa do calor, estava babado… 


Sentei-me no sofá… continuei a passar os dedos no meu clitóris, sentia-me excitada, o Billy aproximou-se ainda mais de mim… veio pedir-me mimo, uma carícia… fechei os olhos e de repente senti uma língua quente e cheia de baba a passar na minha vagina… o Billy estava a lamber-me e sabia-me muito bem, libertava líquido dentro da minha cona, a loucura era tão grande… que… fui para o chão… pus-me de quatro… e o Billy percebeu tão bem o que eu queria… por trás, pôs-se em cima de mim… e conseguiu penetrar-me… por algum tempo tive um momento muito satisfatório… mas não chegava… peguei no meu dildo… manobrei-o dentro de mim… e cheguei rapidamente ao orgasmo… 


                                                                                      Fonte: Imagem retirada da internet,  pinterest

Não esperava envolver-me com o meu cão, mas a vontade era muita de fazer sexo e ele conseguiu perceber o meu desejo… foi uma sensação diferente, mas tive prazer.



terça-feira, 5 de outubro de 2021

Cristiana

Morava com a Cristiana numa casa dada pelos seus pais, ficava perto da cidade, tinha tudo o que precisávamos, não faltava conforto… ela tinha 23 anos e estava a terminar o curso de comunicação social e eu era técnico de som num canal de televisão. O nosso namoro corria muito bem, já durava há 3 anos, as tarefas domésticas eram repartidas, fazíamos o jantar à vez, e recebíamos muitas vezes amigos ao fim de semana.


A nossa vida sexual todos os dias era aliciante, havia sempre vontade de sentirmos prazer, de experimentarmos locais novos para fazer amor, a Cris era bem gulosa, gostava tanto de sexo quanto eu. Não havia hora marcada, quando nos apetecia fazíamos… 

Um dia, estávamos numa cena bem gostosa, na cozinha enquanto o almoço estava a ser preparado, era uma rapidinha, só que tocaram à campainha, era uma amiga da faculdade da Cris, entrou para entregar uns apontamentos para ela estudar. O seu cabelo estava por pentear, a voz ainda era acelerada e a amiga até perguntou se estava tudo bem…


Aquela amiga também era muito boa, estava com um decote ousado e um calção que mostrava toda a coxa e a nádega, veio a provocar e deixou-me com mais apetite. Entretanto fomos almoçar, por baixo da mesa a minha perna ficava encostada à perna da Cris… a seguir ao almoço arrumámos a cozinha e íamos trocando os nossos beijos apaixonados…  


A tarde prometia, ambos sentíamos o desejo de chegar ao prazer infinito, que os nossos corpos se derretessem com tanta paixão… e isso aconteceu a meio da tarde, o nosso jardim tinha muros à volta, ninguém nos via… comecei a apalpar o rabo da Cris, com o sol a bater nos rostos acariciava o seu cabelo, beijava o seu pescoço, depois baixei a sua blusa agarrei numa mama a sair do sutiã, puxei-a para fora e lambi o seu bico… a Cris sabia que eu era atrevido e gostava de explorar o seu corpo… ela passava a língua na minha orelha, passava as duas mãos por cima das minhas calças na direção do pénis, sabia arrepiar-me…


A seguir levou-me para o sofá, disse para eu tirar as calças, fiquei sem roupa da cintura para baixo, foi buscar um óleo de amêndoas doces, iniciou uma massagem na minha zona genital, fechei os olhos e sentia o passar das mãos pelas minhas virilhas, percorria muito levemente pelos testículos, abrangia com as duas mãos o pénis, e a minha cabeça do pénis soltava mel, estava a ser bom demais, para finalizar, o seu broche foi uma delícia, deixou-me o pau molhado e a boca dela colava com esperma… 


Depois foi a minha vez, com ela deitada, e o mesmo óleo, comecei uma massagem aos seus pés, pernas e usei as mãos e dedos na sua vagina… movimentos circulares, outros desciam e subiam, sem enfiar nada na sua cona, ela mordia os lábios e o mel escorria pela sua vulva… a Cristiana queria o meu pau enterrado dentro dela…


- Cris tens a máquina de lavar roupa a funcionar?

- Sim tenho… porquê?

- Vamos para a lavandaria… 


Saímos da sala molhados e cheios de vontade de foder, o tesão era avassalador… peguei na Cris ao colo, penetrei-a… depois coloquei-a em cima da máquina de lavar, abanava bastante, embalava os nossos movimentos… sentia as unhas da Cris a arranhar as minhas costas… e a dizer " fode-me meu amor" o meu pau movia-se dentro dela mais rapidamente, acelerei… a Cris gemia mais alto… e num ápice estremecia como a máquina, chegava ao êxtase…

Ainda tonta pelo orgasmo, rodou o corpo, apoiada na máquina de lavar, empinou o rabo… meti o meu pau dentro do seu cuzinho, enquanto ela dizia para comer o seu cuzinho todo… demorei pouco… a vir-me e a ver o leitinho a escorrer do seu cu… 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Este dia ficou marcado por termos feito sexo pela primeira vez na lavandaria e em cima da máquina de lavar, foi intenso… fizemos várias vezes amor ao longo do dia… à noite dormimos juntinhos, esgotados de tanto sexo bom. 

sábado, 25 de setembro de 2021

Inácio

Quando achava que a minha vida não podia correr melhor, tudo acabou por mudar e bastante rápido, tinha 42 anos, um emprego estável, mas de repente a empresa fechou e fui despedida, fiquei desempregada, o meu casamento terminou, descobri que o meu marido me traía, tinha dois filhos que deixaram de querer saber de mim. Procurei muito por emprego, e desesperada, caí numa depressão… isolei-me e passei muitas dificuldades, poucos amigos tive a meu lado… consegui recuperar, ganhei força e superei aquele estado que me deixou muito em baixo.


Voltei a procurar trabalho, cheguei a ter part-times, mas não chegava para pagar a renda do apartamento e sobreviver. Decidi colocar um anúncio no jornal e através da internet divulgar que estava disponível para encontros de cariz sexual. No início tive várias chamadas mas não houve encontros… depois comecei a receber homens no meu apartamento e também uma ou outra mulher, eram novos, mais velhos, ricos e mais pobres, havia de tudo… o dinheiro que ganhava era bastante, mas sentia alguma vergonha e não me sentia feliz com o que fazia.


Um dia, marcou-me a história do Inácio, tinha 50 anos, ligou-me e marcou a ida ao meu apartamento, era noite cerca das 21h… trazia um casaco comprido e um chapéu na cabeça, de barba por fazer, sentou-se numa cadeira e iniciámos uma conversa duradoura.


Ficara órfão com 10 anos, lutou muito durante a vida, a maior parte das vezes sozinho, estudou medicina e tirou a especialidade de psiquiatria, exerceu durante vários anos num hospital, mas com 46 anos teve um AVC, a sua fala ficou alterada, tinha falta de força nas pernas mancava ao caminhar, o braço direito tinha pouca mobilidade e a mão pouca destreza. Ficou divorciado há um ano e meio, vivia com uma filha. A sua conversa, por tudo o que passou na vida e a sua força de viver acabava por enquadrar-se nos problemas que passei… 


Depois de o ouvir muito e sentir o seu estado frágil perguntei-lhe:

- O que veio cá fazer? 

- Conversar… e ouvires-me já foi melhor do que qualquer coisa…

- Mas não sente desejo sexual?

- Sim e muito... só que estando sozinho e nestas condições físicas não é fácil ter alguém que se disponha a dar-me prazer… 


O seu rosto estava um pouco acabado, com rugas, não era feio, quando era jovem devia ser um homem charmoso… despertou-me algum interesse em envolver-me com ele, eu vestia umas calças de couro, e uma blusa branca… com ele sentado, fui tirando a minha roupa, fiquei só com uma cinta de ligas… dancei à sua frente, seduzia-o… estava imóvel, mas os seus olhos observavam todo o meu corpo… levantou-se ajudei-o a despir-se… o seu pau estava ereto, passei a minha mão nele, agarrei-o… tocava uma punheta… com a sua mão esquerda apalpava o meu rabo, e passava os dedos na minha vagina… pus-lhe um preservativo na ponta do pénis, meti-o e fiz-lhe um broche por cima, sentado a sua mão pousou por cima da minha cabeça… a seguir de costas para ele, sentei-me em cima do seu pau duro, inclinei-me para trás contra o seu peito, ele apalpava-me um seio de cada vez, e eu ao mesmo tempo mexia no meu clitóris com os dedos… estava a ser prazeroso… o Inácio com o aumentar do meu ritmo em cima do seu pau, gemeu e veio-se… o seu corpo estremeceu… e disse: "que maravilha, já não me lembrava de sentir algo assim, que sensação tão boa"... 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest 

Voltou a procurar-me, vinha sempre uma vez por semana, aquele défice físico nunca foi um problema para mim, aliás cheguei a atingir o orgasmo com ele, e para o Inácio era deslumbrante, o seu estado de espírito melhorou muito.

quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Matilde

Tinha iniciado um namoro recentemente, estava com 21 anos e era a altura das férias de verão, fui com os meus primos passar uma semana ao sul do país, como era um namoro recente a minha namorada não foi.


O nosso apartamento ficava virado para a praia, durante o dia aproveitava para estar no areal deitado em cima da minha toalha, adorava apanhar sol, à noite era a vida noturna com bastantes bares por perto, havia muita gente na marginal, o ambiente era bom, as noites eram quentes… e tudo era aproveitado ao máximo e no limite.


A meio das férias vi um grupo de raparigas a chegar à praia, eram quatro, uma delas fez-me colar o olhar, pele morena, magra, cabelo ondulado e um rosto deslumbrante, ficaram próximas de mim, presenciei o despir das calças e da blusa, observei o seu biquíni e o seu corpo, vi-a a passar o protetor… depois ficou virada de barriga para baixo, aquele fio dental entre as nádegas deixava-me sem reação, senti-me atraído.


Os nossos olhares foram-se cruzando durante a tarde, não conseguia ficar indiferente ao ver aquele corpo, e fui dar um mergulho para resfriar os meus pensamentos… depois vi-a a jogar raquetes e voleibol com as amigas, mais tarde nadou no mar, e veio secar-se na toalha, ver o seu corpo molhado deixou-me mais quente que os raios de sol.


Os dias passavam a correr, num dia à noite, após o jantar com os meus primos, fomos até a alguns bares, íamos entrando, bebíamos e saímos… mas houve um que me chamou a atenção, olhei para o meio do bar e vislumbrei a rapariga que tinha visto na praia, estava a dançar com as amigas, vestido justo, bem maquiada... que gata! Fui-me aproximando do local onde elas estavam, de copo na mão, e por trás dela, comecei a dançar… uns minutos depois olhou para trás, sorriu… reconheceu-me… o seu corpo foi-se encostando ao meu, a dança balançava os nossos corpos que iam roçando um no outro, sentia uma ereção do meu pénis, ela devia notar quando encostava, de repente virou-se para mim, agarrei-a pela cintura e continuamos a dançar juntos, agarrava na sua mão e ela rodava o corpo, falávamos ao ouvido um do outro… estava a ser divertido… estávamos animados…a música estava alta e os nossos rostos continuavam perto para ouvirmos o que dizíamos, e acabou por rolar um beijo na boca.


Saímos os dois do bar de mãos dadas, fomos até ao areal da praia, sentámos e conversámos, fiquei a saber mais informações sobre a Matilde, tinha 26 anos, estudava direito, contou-me que se tinha chateado com o namorado antes de ir de férias, ele não queria deixá-la vir com as amigas… também disse que tinha começado um namoro à pouco tempo, ambos estávamos com os sentimentos misturados um no outro, confusos, desnorteados por termos dançado e ter surgido o beijo. Mas mantivemos a proximidade, gostámos do beijo e voltámos a sentir os lábios e a língua no areal… 


No dia seguinte, combinámos ir comer um gelado, o dia estava quente, e a Matilde demonstrava-o, um grande decote, abanava a blusa, cruzava e descruzava as pernas, e parecia que tinha algo para me dizer… como tal perguntei:

- Vejo-te mais inquieta… é por algum motivo? Estás nervosa?

- Tenho vontade de te levar a um sítio… mas por outro lado não sei se o deva fazer…

- Então?

- Anda comigo.


Levou-me para o apartamento onde estava hospedada com as amigas, e disse que elas tinham ido para a praia, não podíamos demorar muito tempo, queria ser fodida por mim…

Os beijos e o apalpar o nosso corpo começou no hall de entrada, achava que era algo que não estava a acontecer, estar a envolver-me com uma miúda tão gira, com um corpo gostoso, que sensação… continuámos… já chegámos ao seu quarto sem roupa, encostou as mãos à parede, abriu as pernas e empinou o rabo para trás lambi-lhe a coninha toda, logo a seguir sentei-me na cama, ela passou a língua pelo meu pau, chupou só a cabecinha… e veio para cima de mim, fazia movimentos circulares em cima do meu pénis, beijava o meu pescoço, era bem atrevida na cama… estávamos ofegantes e suados… a Matilde ficou deitada de barriga para baixo, abriu um pouco as pernas, penetrei-a e depois fechou as pernas, estava apertadinho, movimentava bem o meu pau dentro dela, disse-me para não parar, queria vir-se comigo, continuei como pediu, ao mesmo tempo meti um dedo no cuzinho, ela gemia: “sim, continua”… 

Desvairada soluçou descontroladamente encostada à almofada, agarrou as mãos nos lençóis e veio-se… A seguir e ainda fora de si, virou-se de barriga para cima, pediu para voltar a enfiar o meu pau, enquanto a fodia, ela chupava a minha língua e eu sentia as suas mamas nas minhas mãos… estava quase a vir-me, tirei o pénis e o leitinho foi projetado para cima da sua barriga.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


As amigas ligaram a dizer que chegavam mais tarde, tivemos mais tempo para voltar a foder, foram umas horas de sexo puro, não voltámos a estar juntos, eu continuei com a minha namorada e soube que a Matilde tinha voltado a reconciliar-se com o namorado.



domingo, 5 de setembro de 2021

Roberto

A minha relação com o meu namorado durava há sete anos, eu tinha 38 anos e ele 30… e morávamos juntos há três anos… nunca tivemos o sonho de casar, mas havia o desejo de ter filhos. Éramos um casal com bastante liberdade, mas o meu namorado era bastante ciumento, só bastava eu dirigir o olhar para um homem, e a cara dele dizia tudo.


Os nossos amigos costumavam frequentar a nossa casa, aos fins de semana o jantar era feito por nós e passávamos o tempo a conversar… tínhamos amigos do tempo de escola, outros mais novos, mas havia um que foi recentemente a nossa casa e mexeu muito comigo… era o Roberto.

Casado com uma amiga minha, tinha 44 anos, as suas conversas eram interessantes, era um homem experiente, já tinha passado por momentos difíceis e deu a volta por cima, a sua coragem era bem vincada, lutador, corajoso, forte e com carisma.


A ligação que eu tinha com o meu namorado era de altos e baixos, os ciúmes dele não ajudavam a relação a ser mais consistente… e nos momentos que existiam outros problemas e parecia estar tudo pior, vinha muitas vezes à cabeça a hipótese da separação.


Um dia marcámos um jantar em nossa casa com três casais, um deles era o Roberto e a esposa…sentia vontade de fixar o meu olhar no dele, mas tinha de ter cuidado, o meu namorado era muito atento, eu teria de saber disfarçar… à mesa o Roberto ficou sentado à minha frente e o meu namorado ao meu lado, assim foi mais fácil vê-lo… no meio de todas as conversas, só o que dizia o Roberto me soava bem, a voz dele entrava nos meus ouvidos e deixava-me insegura na relação que estava a ter… achava fora do normal viver com o meu namorado, gostar dele e sentir atração por um amigo e casado com uma amiga.


Durante o jantar, percebia que o Roberto, de forma discreta, reparava no meu pequeno decote da blusa, tivemos algumas conversas paralelas e ele concordava muitas vezes com aquilo que eu dizia, o meu namorado estava distraído virado para o lado oposto da mesa, falava de futebol e o álcool fazia notar-se… entrou em ação algo que nunca tinha feito, ativar o meu poder de sedução, com o meu pé debaixo da mesa, toquei na perna do Roberto, ele deu um sorriso… percebeu que eu estava a insinuar-me… a seguir olhámos um para o outro, dei um gole no meu copo de vinho tinto e lambi os lábios com a minha língua… mantivemos a conversa sem que ninguém desse conta que estava a provocá-lo… o Roberto sabia que eu estava de folga no dia seguinte… ele tinha a liberdade de sair do seu trabalho a qualquer hora.


Precisamente no dia seguinte, durante a tarde, estava no sofá e recebo uma mensagem do Roberto no telemóvel a dizer: " Olá Gatinha! Ontem deixaste-me desejoso de ti, soubeste provocar-me… o que andas a fazer?"

Respondi: "Olá… ainda bem que tive esse efeito em ti, sinto uma atração por ti que é visível… estou em minha casa… queres fazer-me uma visita?"


Passado pouco tempo o Roberto tocou à campainha, ambos sabíamos que os nossos corpos se iam entregar ao nosso desejo. O meu namorado podia chegar mais cedo do trabalho, não podíamos demorar, corria o risco de nos apanhar e se isso acontecesse, matava-nos…


A adrenalina estava muito alta, demos um abraço forte à entrada do hall, tinha uma blusa assente no meu corpo sem sutiã e vestia umas calças sem cuecas, o Roberto beijou-me, os nossos beijos eram intensos, molhados e ofegantes… tirámos a roupa, ajoelhei-me à entrada da porta e fiz-lhe um bom broche, adorava sentir o seu pau todo dentro da minha boca, estava tesudo, e o meu desejo crescia muito, ultrapassava qualquer montanha, por trás de mim encostou-me à parede, apalpava-me as mamas com força, puxou-me as calças para baixo, com as minhas mãos coladas à parede, arrebitei o rabo para trás, deu-me uma palmada forte no rabo, estremeci… a seguir senti o seu pau duro e quente a entrar na minha cona… agarrava o meu quadril na perfeição… às vezes inclinava o seu corpo sobre o meu, voltava a apalpar as minhas mamas, eu inclinava a cabeça e a minha língua sentia a dele… continuou a foder muito… aumentou mais o ritmo… os meus gemidos aumentavam de tom, estava descontrolada… e passados segundos soltei um grito forte, o orgasmo estava ao meu alcance… o Roberto quis anal, enfiou-me com jeitinho o pau molhado no meu cuzinho, demorou pouco a sentir o leitinho todo a entrar e a escorrer pelo meu cuzinho. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foi um momento de loucura, tudo se torna rápido e fácil quando sentimos um desejo forte por alguém, por vezes é difícil existir controlo, traí o meu namorado e uma amiga, fiquei descontrolada e foi mau pela traição, mas a adrenalina e o orgasmo foram divinais.





quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Cátia

Éramos três amigas que nos conhecemos na faculdade e desde aí passámos a andar sempre juntas, estudávamos juntas, saímos juntas, tínhamos muita cumplicidade. Até que passei a namorar com uma delas, tratava-a por Ju, e pouco tempo depois fomos morar para o mesmo apartamento.


Foi fácil a adaptação, o amor era grande entre nós, a Ju era meiga, sensível, disposta a ajudar e gostava de dar e receber mimo. A nossa relação não era escondida, assumimos perante toda a gente, não tínhamos que esconder algo que nos fazia bem e dava prazer, aliás ao longo da adolescência eu e a Ju já tínhamos tido experiências com raparigas.


Ambas tínhamos 22 anos e a Cátia era um ano mais nova, quando a conhecemos namorava com um rapaz mais novo, depois terminou a relação e estava mais próxima de nós. Em conversas que tivemos a Cátia também nos disse que já se tinha envolvido com uma rapariga mais nova e que a experiência até tinha superado as suas expectativas. Mas continuava a ter desejo por homens, por isso achava que era bissexual.


Estávamos de férias na altura da Páscoa, e resolvemos passar uns dias perto da praia, os meus pais tinham lá casa, e como tal decidimos ir as três.

Logo no primeiro dia mais para o final da tarde estivemos na areia da praia, estava um pouco frio, mas sentadas íamos observando o mar, deu-me alguma tranquilidade, estava serena, de bem com a vida.


A seguir fomos para casa, o jantar foi preparado por nós, à refeição contámos várias histórias do passado, ríamos e fez-nos bem reviver todos aqueles momentos. Depois de estar tudo arrumado, eu e a Ju ficámos sentadas no mesmo sofá e a Cátia à nossa frente, a Ju deitou a cabeça nas minhas pernas, eu passava a mão pelo cabelo dela, a Cátia estava sentada com as pernas dobradas em cima do sofá, o seu monte de vénus estava bem saliente, notava-se por baixo dos calções… 


Entretanto eu e Ju demos um beijo na boca, e apalpei os seios dela, o nosso olhar foi de encontro à Cátia, reparámos que ela estava focada no que estávamos a fazer, a sua mão estava apoiada no calção na direção da sua vagina… a Ju com um jeito safado pergunta:

- Cátia, queres juntar-te a nós?

- Bem, vocês já conseguiram deixar-me assanhada. Se não for com vocês vou ter de me masturbar sozinha.

- Chega-te para aqui para a nossa beira… 


Enquanto beijava a Ju no meu colo, a Cátia iniciou um minete na Ju, a seguir já nuas, a Ju levantou-se e ficou sentado no sofá no nosso meio, as nossas três bocas juntaram-se num beijo com língua… e ao mesmo tempo os dedos da Ju entravam e mexiam na minha coninha e da Cátia, depois a Ju deitou-se de barriga para cima no chão da sala, comecei a lamber o seu clitóris, a Cátia tinha as pernas dobradas ao lado da cabeça da Ju, e assim a Ju lambia-lhe a coninha, a minha rata ficou em cima da cona da Ju e roçava bem nela, todas nós sentíamos o verdadeiro prazer… peguei no vibrador na sua mão, enterrou-o na vagina molhada da Ju, delirava com os movimentos que eu fazia, dava sinais de se vir, a Cátia beijava-a de língua e a Ju suada, atingiu o orgasmo… 


A seguir a Cátia ficou de quatro apoiada no sofá, a Ju meteu-lhe o vibrador na coninha, ao  mesmo tempo eu e ela tínhamos as bocas perto, cuspia a sua saliva na minha boca e depois o beijo era bem molhado e prolongado, a Cátia sabia dar um bom beijo, enquanto o vibrador estava dentro de si, a Ju lambia-lhe a entrada do cuzinho, a Cátia ofegante já não conseguia beijar-me, comecei a lamber-lhe as mamas… em pouco tempo a Cátia estremeceu toda, e por entre dentes diz " vocês fizeram-me vir toda".


Depois ter participado naqueles dois orgasmos, a minha ratinha estava bem molhada, sentia-me mais do que excitada, deitada no chão as duas percorreram as suas línguas pelo meu corpo, já só queria ser penetrada, primeiro a Ju meteu devagarinho o vibrador dentro do meu cuzinho e lambeu a minha coninha, foi só por uns segundos, depois meteu o vibrador dentro da minha vagina melada, a Ju lambia o meu clitóris enquanto a Cátia tinha um seio meu na boca, aperceberam-se que faltava pouco para o clímax, as duas lamberam intensamente a minha cona, e consolei-me com um orgasmo que parecia surreal.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Uma envolvência fora de série, ficámos as três abaladas com tanto prazer, ter sentido duas línguas na minha coninha foi indescritível. A noite foi toda nossa.


domingo, 15 de agosto de 2021

Renato

Quando tinha 32 anos e ainda era solteira, conheci o Renato, tinha 20 anos, era um amor de miúdo… eu trabalhava numa escola e ele era lá aluno à noite, fomos ganhando confiança e criámos uma amizade, meses depois acabámos por nos envolver, lembro-me como se tivesse sido ontem, era eu que fechava a escola e ele tinha tido um teste e ficou para último, a professora entretanto, foi embora e eu estava à entrada da sala à espera que ele saísse para desligar as luzes e fechar as portas. 


Estava um pouco chateado porque o teste não lhe corrido de feição, aproximei-me dele e passei a minha mão pelas suas costas, confortei-o e disse-lhe que ia correr melhor para a próxima, ele encostou a sua cabeça ao meu corpo, levantou-se e ficamos muito próximos, ficámos os dois meios sem jeito, sorrimos… demos um abraço e as nossas bocas juntaram-se… a nossa excitação cresceu… tinha a certeza que já não estava ali ninguém, estava tudo vazio, só tinha o segurança mais longe no portão de entrada da escola, como tal deixei rolar, aproveitar aquele momento…


Os nossos corpos foram apalpados sucessivamente, era muito tesão e sentíamos que não podíamos demorar, baixei as minhas calças e ele as dele, fiquei apoiada com o meu peito na secretária e o Renato por trás enterrou-me com veemência, demorou pouco tempo, veio-se num instante… não tive tempo para sentir prazer, foi algo muito rápido.


O tempo foi passando velozmente, mais tarde casei-me e fiquei viúva e o Renato casou e divorciou-se… o Renato estava com 49 anos e eu com 61, ao longo do tempo passávamos um pelo outro e conversávamos, embora nunca voltássemos a envolver-nos… 

O Renato tinha comprado uma autocaravana em segunda mão, e um dia encontrou-me e disse que ia passar dois dias fora, sabendo que eu estava viúva e morava sozinha e ele divorciado, convidou-me… fiquei reticente, estive para declinar, mas achava que me ia fazer bem, aceitei.


Passámos por várias localidades, e parámos a autocaravana junto a uma falésia perto do mar… saímos e fomos observar a paisagem… reparava ao mesmo tempo no Renato que ainda tinha um corpo atlético, aparentava ser mais jovem, era homem cheio de força e garra… 

Em tom de conversa foi relembrado aquele momento passado entre nós dentro da sala de aula… e o Renato disse:

- Sabes, nunca apaguei esse momento da minha memória…

- Então porquê?

- Foi bom para mim, mas péssimo para ti, não consegui dar-te prazer.

Estava vento e ao mesmo tempo que falávamos, entrámos na parte de trás da autocaravana, e o Renato sentou-se na cama.

- Na verdade não tive prazer, mas passados tantos anos, ainda vais a tempo de me dar.


Sentei-me na sua perna, fiquei ao seu colo, beijei os lábios macios do Renato, tirou-me a blusa, apalpava as minhas mamas descaídas por cima do sutiã, deitou-se para trás, com a porta aberta ouvia-se o barulho do vento, despi-o… fiz-lhe o broche que nunca tinha sentido com a minha boca, a porta da autocaravana bateu e fechou-se… ainda meio tonto, puxou-me a saia para baixo e as cuecas foram juntas… a sua língua percorria a minha vulva de baixo para cima, ele sabia lamber, já não sentia algo assim há anos. A seguir foi buscar lubrificante, esfregou no seu pau e espalhou com os dedos na entrada da minha vagina, e meteu o pénis dentro de mim… desta vez fui eu, demorei pouco tempo a chegar ao orgasmo, contorci-me de prazer, mas o Renato continuou a foder-me e quando sentiu que estava quase a vir-se… tirou o pénis e o esperma saiu na direção dos pelos que tinha no monte de vénus até escorrer pela minha virilha…


                                                                                          Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Dois envolvimentos espaçados por muitos anos, no primeiro não tive prazer e foi o Renato a vir-se rápido, no segundo fui eu a atingir o orgasmo em pouco tempo…