O dia estava soalheiro, o fim de semana quase a chegar e sentia o peito apertado, com saudade, de uma pessoa que já não via há bastante tempo - a minha namorada.
A Olga era hospedeira numa companhia aérea. Iniciou funções pouco tempo depois de iniciarmos o nosso namoro, a nossa relação fazia em breve três anos.
A Olga tinha 32 anos, o trabalho não permitia vir com frequência ao seu país, e quando vinha era de fugida para ver a família e estar comigo. Por vezes passavam duas semanas sem sentirmos o nosso cheiro e toque.
Nos meus 28 anos de vida, nunca senti tanto desejo de estar com alguém como a Olga, sabia que ainda faltava uma semana para tal acontecer, íamos passar um fim de semana juntos, que iria voar muito rápido, tinha de ser bem aproveitado.
Enquanto não chegava o dia do reencontro o meu trabalho ocupava-me durante o dia e, às vezes, à noite, em casa. Era engenheiro informático numa empresa multinacional.
O nosso tempo de namoro foi sempre muito fugaz, estávamos juntos espaçadamente, mas quando chegava o dia da nossa união, era tudo muito mais intenso.
Entretanto, chegou finalmente o dia de ir buscar a Olga ao aeroporto. Esperei-a na porta de desembarque, o coração bateu mais rápido, os meus olhos ficaram humedecidos quando a avistei, o seu sorriso irradiava felicidade, os nossos corpos colaram num abraço prolongado, a sua presença tornou-me mais leve.
A Olga tinha o cabelo aos cachos loiro, olhos claros, esguia, uma mulher bem sensual… era também uma mulher lutadora, sempre atrás dos seus sonhos, rebelde, determinada nas decisões que tomava.
Levei-a a casa da sua família, ela ia estar com eles até meio da tarde, depois estávamos juntos até domingo, voltava ao trabalho na segunda-feira após o almoço.
Preparei uma surpresa.
Fomos de carro até um local relativamente perto, não queríamos uma viagem longa para não cansar, o destino foi uma casa de turismo rural, um sítio sossegado, para relaxarmos e carregarmos energias.
Ao fim da tarde, fizemos uma massagem de casal, os dois nas marquesas, lado a lado, a descontrair com o toque da massagem, com a luz das velas, o som relaxante, e o cheiro acalmava… um momento que nos fez sentir em paz.
Subimos ao quarto, tomámos um banho e fomos jantar no pátio da casa. Um local muito romântico com vista para a piscina, a minha mão agarrou a sua mão, disse que a amava, ela disse que também me amava. A mesa estava cheia de entradas, a seguir veio o prato principal que era do nosso agrado, sangria a acompanhar e uma sobremesa caseira divinal.
Tudo corria de feição, falámos durante o jantar sobre variadas coisas, e após o jantar fomos para a varanda do quarto, sentados nas cadeiras, a observar a noite estrelada, ficámos abraçados, a saborear os beijos, a escutar as cigarras.
O desejo estava a ser mais forte do que nós, tínhamos de ser consumidos pelo amor. Os nossos beijos eram ardentes, passava a língua pelos lábios da Olga, ela mordia os meus lábios, a luz do quarto era suave, os olhos da Olga brilhavam como as estrelas, tirámos a roupa, a Olga estava provocante com umas ligas, fiquei com o corpo nu, em cima da cama deitada de barriga para baixo, disse-me que era toda minha. Apoiado por cima do seu corpo, beijei o seu pescoço, dei umas trincas nas costas, desci e mordi-lhe as nádegas, a minha língua passou pelo rego do seu rabo, deslizou até à sua vagina, empinou o rabo, a minha língua aumentou o movimento e sentia a baba pastosa que libertava da vagina, ao mesmo tempo metia só a pontinha do dedo dentro do seu cuzinho… gemia baixinho.
Deitei-me ao seu lado, veio para cima de mim, passou as unhas no meu peito, colocou um dedo da mão na minha boca, chupei-o, beijou-me o pescoço, a sua língua passou pelos meus mamilos, no umbigo fez movimentos circulares, sentia um arrepio, cortava a respiração, a língua passava ao longo do meu pénis, mordiscava a glande, lambia os testículos, eu suspirava, meteu o pau na boca, chupou-o com carinho, abocanhou mesmo até ao fundo até quase se engasgar, eu delirava com o seu broche… disse que queria sentir o meu pau bem dentro de si, em cima de mim agarrou o meu pénis e encaixou-o à entrada da vagina e desceu até ficar o meu pau todo dentro de si… balanceava, os seus movimentos eram prazerosos, saiu daquela posição, ficou de quatro, e pediu para enterrá-la… enquanto a fodia, chamava-a de putinha, gostava e aumentava o gemido, e quis mais rápido, dizia-me para foder a sua putinha, estávamos os dois em êxtase… o orgasmo foi em simultâneo… forte, intenso e gostoso.
No dia seguinte, o brunch apetitoso estava à nossa espera, recuperámos energia. Durante a tarde, apanhámos sol, estivemos só os dois na piscina, mergulhámos, nadámos e antes de sairmos da piscina, demos uma rapidinha, a Olga encostada à parede da piscina, empinou ligeiramente o rabo e por trás meti a verga dentro da sua ratinha, foi algo rápido… mas muito bom.
O tempo evaporou, mas enquanto foi tempo, deu tempo para sentirmos um amor infinito, era uma paixão tórrida que nos atraiu para sempre.








