sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Zaki

A minha tendência sexual sempre foi envolver-me com homens de cor, procurava homens maduros e negros, o seu cheiro, o tamanho do pénis, o sotaque… deixavam-me excitada e a ferver para explodir num bom orgasmo.

Tinha 29 anos, e trabalhava num armazém de bebidas, a exportação era o ponto forte da empresa. Com o volume de vendas a aumentar, o chefe decidiu contratar mais um funcionário. Chamava-se Zaki, tinha 39 anos, um homem negro, cabelo rapado, corpo forte, o seu sorriso irradiava, o contraste do branco dos dentes com o tom da sua pele. O seu trabalho era a meu lado, era eu que o orientava, notava que era um pouco inseguro, tinha medo de errar, procurei transmitir-lhe tranquilidade e mostrar-lhe que ia ajudá-lo a melhorar a sua performance no trabalho. 


O tempo foi passando e a nossa ligação tornava-se mais forte, as conversas eram duradouras, fiquei a saber que o Zaki morava sozinho num quarto, não tinha família junto a ele, mesmo sendo um homem solitário, interagia bastante com os colegas de trabalho, tinha sentido de humor, e também sabia ser safado, o que me deixava tentada a experimentar um envolvimento com ele.


O meu corpo estava sempre quente, desejosa por algo mais, a minha carência era permanente, não podia estar muito tempo sem sexo, adorava experimentar corpos variados, experiências novas, pénis grandes e grossos… a minha coninha babava muitas vezes sozinha.


Fiz anos e o Zaki sabia. Levou-me um bolo para o trabalho, gostei da surpresa. E junto deixou um bilhete que dizia: " Obrigado por tudo o que tens feito por mim, és a minha companhia, és a amiga que posso contar, mais doce que o bolo, só mesmo tu!!" Aquele bilhete aguçou-me ainda mais o apetite de entregar-me a ele de forma ardente.


No dia seguinte durante a manhã, sentia o Zaki mais safado, as suas palavras provocavam, queria o mesmo que eu, mas nunca lhe dei a entender nada… na hora de almoço ficámos sozinhos no armazém, era preciso fazer uma encomenda que acabou por demorar menos tempo do que estávamos à espera. 


O Zaki passou a sua mão grossa no meu rosto branco, fechei os olhos… fiquei calada… a seguir senti o seu abraço, aqueceu-me a alma, os meus braços também abraçaram o seu corpo… mantivemos o silêncio… o nosso desejo pedia mais… a minha mão desabotoou o botão das suas calças, correu o fecho, e sentia o seu pénis grande e grosso na minha mão, mesmo como eu adoro, ao mesmo tempo o Zaki puxou a minha blusa para cima e apalpou as minhas mamas quentes e duras, eram grandes, mas as suas mãos cobriam-nas bem… 

O nosso beijo molhado, e o toque das mãos nos nossos corpos faziam aumentar o tesão, quis sentir o seu pau dentro da minha boca, chupei-o… estava bem húmido, não conseguia metê-lo todo dentro da boca por ser grande, até me engasgava e depois cuspia os fluidos de esperma para cima da cabecinha do pénis. O Zaki ficava em pé encostado a uma palete de bebidas, enquanto o meu broche o deixava a delirar de prazer.


A seguir com a sua força de braços e pernas, agarrou no meu corpo e de pé virou a minha cabeça para baixo, fiquei a chupar o seu pénis e ao mesmo tempo a minha coninha estava junto à sua boca e a ser lambida, que sensação… 

Após uns minutos, agarrada ao seu pescoço, o meu corpo desceu e fui penetrada no seu colo, as minhas mamas saltavam, sentia-me segura e cheia de prazer… logo a seguir, fiquei inclinada por cima de uma palete, por trás o Zaki penetrou-me… sentir a grossura do seu pénis dentro de mim era muito prazeroso, aumentou mais o ritmo, deu-me umas palmadas fortes nas nádegas, estava muito excitada, continuou a foder com intensidade… dei um grito agudo… que orgasmo maravilhoso… o Zaki tirou o seu pénis dentro de mim, agarrado ao pénis, tocou uma punheta e espalhou o seu leite para cima das minhas mamas, acabei a lamber o seu pénis e a engolir os restos de esperma. 

                                                       Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Um armazém muito grande, silencioso e um espaço muito pequeno ocupado por nós, bem aproveitado, com adrenalina, excitação e sentindo com uma grande dose de prazer. Foram fodas repetidas em vários locais, o Zaki foi o meu amante durante muitos anos.

 

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Marisa

Mantive uma relação de namoro durante cinco anos com a Marisa, sempre achei que era a mulher da minha vida, que íamos construir família e sermos felizes para sempre… mas isso não aconteceu, vários problemas de parte a parte, ausência de ambos por causa do trabalho, aliada à falta de paciência e tolerância proporcionou um desfecho inevitável.

Terminámos a relação, mas continuámos a ter contacto e a manter uma amizade. Nunca pensei que isso fosse acontecer, mas até parecia que depois do fim da relação dávamo-nos melhor do que em momentos de namoro.


Quando fiquei sem namorar, estava com 33 anos e a Marisa tinha 29, evitava pensar muito no que desencadeou o fim da relação, optei por viajar por países que sonhava conhecer, procurava estar ocupado, fazia desporto, saía com amigos, tinha de estar distraído, mas sempre que conversava com a Marisa, dava saudade, chegavam as memórias de tudo o que passámos juntos… e sentia vontade de voltar a existir um envolvimento… sabia que a Marisa estava livre como eu e nas conversas que tínhamos desviávamos do tema sexo, pensando e sentindo que se tivéssemos juntos ia rolar.


Já tinham passado 11 meses do fim da relação… numa saída à noite por coincidência encontrei a Marisa, estava acompanhada com um casal de primos e eu com um amigo, falámos durante algumas horas, sobre muitas coisas, mas sem tocar no assunto da separação… toda a conversa fez lembrar e reviver os momentos bons que vivemos, fiquei nostálgico… 


Durante a semana fomos falando via internet todos os dias… e como ambos tínhamos vontade de estar juntos, resolvemos combinar passar o fim de semana seguinte juntos, numa casa de montanha do meu tio que não estava ocupada… 


Era inverno… o frio imperava, as montanhas estavam cheias de neve… chegámos a casa e acendemos a lareira… ficámos enrolados numa manta, à espera que aquecesse o ambiente, a conversa era o nosso entretenimento, íamos ficar ali recolhidos durante um dia e meio, o tempo estava mesmo invernoso, não ia permitir sair de casa.


Durante o dia bebemos chá quente, contamos piadas, as nossas conversas eram profundas, criámos o filme da relação que tivemos, percebemos o que estava mal, o que podia ser melhorado, tudo foi fluído sem discussões, estávamos em paz. Preparámos os dois o jantar, e a casa já estava quentinha… fomos para o sofá, admirava o cabelo da Marisa, o seu corpo esbelto, abri uma garrafa de vinho tinto, deitei o vinho nos copos, fizemos um brinde à amizade e ao amor que continuávamos a sentir um pelo outro…


                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


O desejo do abraço e da proximidade dos nossos corpos era grande, agarrei a Marisa… e demos um beijo de língua com o gosto do vinho, acariciei o rosto dela, a sua mão passava pelo meu pescoço, os olhos da Marisa brilhavam, continuámos com o toque das nossas mãos no corpo de ambos… o tesão aumentou… e as nossas roupas caíram ao chão… com os corpos nus disse à Marisa:

- Saudades de ver e sentir o teu corpo.

- Nunca perdi o desejo por ti.

- Acho que… o que se passou entre nós foi uma pausa e não um stop.

- Também estou convencida disso.


A Marisa estava sentada no sofá, abriu as pernas… comecei a beijar a sua boca, desci pelo pescoço e fui lamber as suas mamas, a ponta da minha língua passava pelos seus mamilos, estava arrepiada e o seu corpo mexia-se… beijei a sua barriga e passava a língua dentro do seu umbigo, continuei a descer e a minha boca foi até às suas virilhas, o seu dedo passava no clitóris, a sua vulva tinha mel, os meus dedos entravam na sua coninha molhada, e ao mesmo tempo lambia o seu clitóris, os seus olhos fecharam e ouvia-se os gemidos misturados com o som da lenha a arder na lareira, que brasa! Os preliminares continuaram, a seguir sentei-me no sofá e a Marisa, percorreu a sua língua desde a minha orelha até ao meu pau… chupou-o intensamente…estava bem lambuzado… veio para cima de mim, comigo sentado, os seus movimentos eram bem fortes agarrada às minhas mãos, os gemidos acompanhavam, levei uma das suas mamas à minha boca, continuou com um ritmo forte e dava tudo para explodir de prazer… estávamos completamente molhados… e logo a seguir o meu leite saía da minha verga, passados segundos a Marisa disse que se estava a vir também… 


                                                         Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Tivemos uns meses separados, mantivemos uma amizade e passados 11 meses reatámos a relação… percebemos que o amor que nos unia era mais forte que a separação.



sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Fábio

Resolvi experienciar a maior aventura da minha vida, tinha 43 anos e fui fazer voluntariado na Tailândia, na vertente de educação, ia interagir com crianças que era o que gostava… a duração eram 21 dias repletos de aventuras, ia fazer-me crescer intelectualmente.


No meu grupo havia pessoas de todas as idades e nacionalidades, chegada ao destino, fiquei maravilhada com as paisagens, as praias e a natureza encantava qualquer um.

Fomos para o local do nosso alojamento, lá se já se encontravam outros grupos. Sentia-me meia perdida, porque era tudo desconhecido para mim, mas a vontade era de conhecer pessoas novas.


E assim foi, no dia seguinte conheci um português, chamado Fábio, tinha 44 anos, vivia na Tailândia há 5 anos, começou por fazer voluntariado e acabou por ficar a viver na ilha. Conhecia bem os locais mais bonitos do país, disse-me que ia haver tempo para me mostrar, era um aventureiro como eu, gostava de viajar, conhecer locais novos, e sentir-se útil para a sociedade. Achei curioso num local tão longe encontrar alguém com os mesmos gostos do que eu, ter quase a mesma idade e sermos livres, solteiros e independentes.


Com o passar dos dias, fui estando mais vezes com o Fábio, embora também conhecesse outras pessoas e criasse laços de amizade. Mas com ele, havia proximidade, e a cada dia que passava conhecendo-o melhor existia mais intimidade… todos os dias mostrava-me um local na ilha, caminhávamos junto a aglomerados de vegetação, víamos cascatas, animais, tudo era puro, ele fazia de meu guia, e tudo era perfeito.


Num dia há noite, estive em sua casa, morava perto do meu alojamento, ficámos na varanda, ouvia-se o som do mar, e o barulho de alguns animais como as rãs, a noite estava agradável e a conversa era boa, o Fábio contava as suas histórias da Tailândia, os países que já tinha visitado, era uma caixa de surpresas com muito conhecimento da vida e experiências que ficavam marcadas para sempre. No dia seguinte era domingo, e o Fábio perguntou:

- Gostas de fazer praia?

- Sim adoro.

- Amanhã quero levar-te a uma praia deserta… alinhas?

- Claro… 


Saímos de manhã cedo, levámos comida e água, a ideia era ficar o dia todo pela praia, quando chegámos, os meus olhos nunca tinham visto tamanha beleza, a areia fina e branca, o mar de um topázio translúcido, a pureza das nuvens a decorar o céu, uma luxuriante vegetação atrás de nós, o sol a invadir e aquecer aquele local idílico…

Disse: "que soberbo Fábio, paisagem de cortar a respiração, era aqui que devia estar a tua casa, vinha logo morar para aqui contigo" - sorri. 


Durante a tarde éramos livres para fazer tudo o que quiséssemos, não havia pessoas por perto, entrámos no mar com a água quente, e com o calor que estava e como já nos sentíamos perfeitamente à vontade um com o outro, tirámos a roupa e ficámos nus, o mar cobria os nossos corpos, depois deitámo-nos nas toalhas, observava o corpo do Fábio a secar ao sol e ele o meu… aproximámos os nossos corpos, e o beijo surgiu… a minha mão passava pelo seu pescoço, desceu pelo peito e agarrou o seu pau, a mão dele, pelos meus ombros, apalpou as minhas mamas, desceu pela barriga e esfregou-a na minha coninha, e meteu um dedo dentro dela, aqueles toques fizeram aumentar o desejo para uma temperatura escaldante… 


Ali, nas toalhas fui para cima do Fábio, com o pau dentro de mim, gingava em cima dele, e curvava o meu tronco e a minha boca ia até à boca dele sentir o beijo de língua… depois quis ficar de quatro, por trás o Fábio cuspiu na minha cona, e penetrou-me, o seu pau chegava bem até ao fundo, apoiei o meu peito na toalha e empinei o rabo, ainda sentia mais a sua verga bem fundo… estávamos isolados na natureza entregues ao prazer, pegou em mim ao colo, levou-me até ao mar sereno… ficámos agarrados e virados de frente um para o outro, os meus braços rodeavam o seu pescoço, o beijo unia as línguas, e o pénis do Fábio enterrava-se na minha ratinha, as minhas mamas colaram ao seu peito, os movimentos na água estavam a deixar-me descontrolada… e com a minha boca colada ao seu ouvido, sussurrei roucamente: "estou a vir-me toda..." enquanto deslizava para esse orgasmo, num momento de puro prazer …a seguir o Fábio foi para trás de mim, agarrei-me a um galho de uma árvore, o meu corpo inclinou ligeiramente para a frente, ele apalpava as minhas mamas, e com o pau dentro de mim, fodia tão bem… pouco depois… gemeu e veio-se dentro da minha cona… que bom foi sentir aquele leitinho todo a escorrer por mim…


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Encontrei um homem com o qual me identifiquei e que me deu a conhecer o que não imaginava, fiz nudismo, e senti o que é ter prazer ao ar livre, no meio da natureza numa praia isolada.

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Catarina

Começara a namorar com a Catarina aos 17 anos, ambos tínhamos a mesma idade, e casámos três anos depois. A nossa relação sempre foi muito unida, vivíamos um para o outro, cada dia era um episódio de carinho, ternura e amor.


A Catarina era uma mulher determinada, simpática e cheia de garra, tinha o cabelo comprido ondulado, olhos escuros, alta, nádegas bem definidas e seios pequenos. Era apaixonada por compras, principalmente de roupa, gostava de andar bem arranjada e por vezes exagerava na vaidade. Muitos dos nossos fins de semana eram passados no centro comercial, eu não apreciava muito, mas por ela sujeitava-me e acedia.


Um dia estávamos por casa e a conversa debruçou-se sobre o tema de termos um filho, estávamos com 25 anos, e ambos tínhamos muita vontade de sermos pais, a ideia seria a Catarina deixar de tomar o contracetivo e a qualquer momento, acontecer o momento esperado. Após várias tentativas, a Catarina ficou grávida… a alegria invadiu a nossa casa, e todas as conversas dirigiam-se sobre o sexo do bebé, preparar o quarto, assistir ao parto, cedo ficámos ansiosos por tudo o que se ia passar… 


Enrolados na felicidade de sabermos que íamos ser pais, aconteceu algo inesperado, a Catarina teve uma queda e acabou por ter de abortar, foi um choque para ambos, depois de estar tudo encaminhado e planeado… o desejo de sermos pais teve de ficar adiado.


Com o passar do tempo começámos a sentir mais vontade de fazer amor, a nossa libido crescia todos os dias, bastava dirigirmos o olhar um ao outro, ou existir toque entre os nossos corpos, ou um simples beijo para desencadear um apetite desmedido de sexo.


Numa das idas ao shopping, numa tarde quente de primavera, a Catarina vestia um calção curto e um top, entrámos numa loja de mãos dadas, por trás dela dei-lhe um beijo no pescoço e outro no ombro, ela discretamente passou a sua mão por cima das minhas calças na direção do meu pénis, tive uma ereção e ela sorriu. Escolheu algumas peças de roupa e acompanhei-a até aos provadores.


Fomos até ao último do corredor, estava mais sossegado, entrámos os dois, a Catarina despiu-se para experimentar as roupas, mas estas ficaram para segundo plano, os beijos ardentes apoderaram-se de nós, as mãos percorriam os nossos corpos, não podíamos demorar para não dar a entender o que se estava a passar. A Catarina abocanhou o meu pau molhado, de joelhos à minha frente chupava prazerosamente, quis penetrá-la, não aguentava de tesão, por trás enfiei o meu pau na sua coninha molhada, estava a ser muito bom, tivemos de suster o som dos gemidos que saíam das nossas bocas… e a Catarina voltou ao broche e depois de chupar durante uns minutos, vi-me na sua boca… 


Voltamos a tentar ter um filho ou filha, o nosso sonho estava de pé e após vários momentos escaldantes de amor, a notícia surgiu… íamos ser pais.

Estávamos certos que desta vez ia correr tudo bem e teríamos a companhia do nosso primeiro filho. 


Passados uns tempos, a nossa sexualidade tornou-se diferente, a barriga crescia bastante e as posições eram adotadas em função do bem-estar da Catarina, a maior parte das vezes era de lado… as suas mamas estavam maiores, a sua sensibilidade estava mais apurada, mas continuávamos a ter noites intensas e tórridas de prazer. 


Durante a sua gravidez não faltou desejo e tesão… 


                                                            Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Após o nascimento do Ivo, ficámos com o tempo mais dedicado ao nosso filho, havia sempre intervalos e nos momentos que dormia, nunca abdicámos do orgasmo. A nossa vida sexual sempre foi bem vivida, e aproveitada ao limite. 


sábado, 5 de dezembro de 2020

Artur

Os meus pais tinham um restaurante e eu trabalhava com eles servindo às mesas. Ao almoço eram servidas muitas diárias, a maior parte das pessoas que frequentavam o espaço estavam ligadas a empresas. Perto do restaurante havia muito comércio e uma grande zona industrial com fábricas.

O meu trabalho permitia lidar com muitas pessoas, com algumas havia ganho confiança por serem clientes há muitos anos. 

Um desses clientes diários era o Artur, chegava para almoçar quando estava tudo mais calmo, perto das 14h, ou seja eu estava sempre por perto e tínhamos mais tempo para conversar, era nosso conhecido há bastante tempo, tinha 36 anos, trabalhava num stand de automóveis, corpo bem definido, olhar sedutor, possuía sentido de humor, era observador e sabia conquistar as mulheres, pelo que dizia nas conversas e não só… soube através de uma prima, que se envolveu com ele, que era um homem bom na cama.


Todos os dias estava ansiosa que chegasse a hora do Artur entrar no restaurante a sorrir, sentava na sua mesa habitual, olhava para mim de cima a baixo, dava-me um elogio, fazia-me rir… sempre senti atração por ele, mas ultimamente estava a sentir um desejo forte, até sonhos eróticos tinha. 


Numa das conversas que tínhamos, disse-lhe que precisava de trocar o meu carro, que precisava da sua ajuda para a escolha de um novo, prontificou-se em ajudar, propôs-me caso eu quisesse, passar no dia seguinte à tarde no stand. Ficou assim combinado.


Passei pelo stand, o Artur estava na parte de fora, viu-me a aproximar e perguntou:

- Então o carro que vens buscar é este? - era um Mercedes topo de gama.

- Achas?... eu quero um Ferrari, já estou a ver que tu não tens, por isso não vamos fazer negócio. - sorri.

- Tenho aqui muitas escolhas para ti, tens alguma marca ou modelo que gostes?

- Acima de tudo que não dê problemas, que gaste pouco combustível e que não seja muito caro.

- Acho que está aqui o carro ideal para ti.


Mostrou-me o carro, gostei da cor e do modelo, perguntou se eu queria ir dar uma volta para o conhecer, respondi que sim.

Assumi o volante e o Artur foi sentado ao meu lado, o carro tinha uma boa condução, confortável e não fazia qualquer barulho, estava bem estimado. O Artur em tom de provocação perguntou: 

- Então para onde me vais levar?

- Tens alguma sugestão?

- Para agora não… mas para logo à noite posso dar-te uma boa sugestão.

- Gosto de boas sugestões… estás a pensar em…?

- Ir ao cinema contigo… queres?

- Fazemos negócio lá? - sorri.

- Podemos fechar o negócio antes de irmos ver o filme…

Voltámos ao stand, o carro pareceu-me uma boa escolha, adorei-o, assim como a possibilidade de ir ao cinema com o Artur, ficou fechado o negócio e a ida ao cinema à noite.


Como tinha que trabalhar no restaurante, servir jantares, pedi aos meus pais para sair um pouco mais cedo, estava acertado entre mim e o Artur ir à última sessão.

Vesti-me com um vestido curto e decotado, maquiada a preceito, estava provocadora. Encontrei-me com o Artur perto do seu stand, quando saí do carro, senti-me comida pelos olhos dele. Entrei no carro e o Artur com o seu olhar safado disse que o meu perfume tinha invadido as suas narinas, gostava do meu perfume, estava vestido com um polo azul, e umas calças de sarja claras… estava bem gostoso.


Seguimos para o centro comercial, a conversa foi sobre o carro que ia comprar-lhe, deu-me umas dicas e uns conselhos. Quando chegámos subimos até à zona dos cinemas, escolhemos o filme que mais nos agradava, a escolha foi fácil… e entrámos na sala… faltavam poucos minutos para iniciar o filme e a sala só tinha mais um casal. 

 

O filme começou e passado algum tempo, percebemos que além de ser uma seca, o filme era muito barulhento, o nosso olhar ficou dirigido para os nossos rostos… perdemos o interesse pelo filme, a safadeza do Artur fez com que a mão dele passasse na minha coxa, tentou puxar o vestido mais para cima, mas estava preso pelo rabo, levantei um pouco o rabo e o vestido subiu, e a sua mão já chegava à minha cueca, os seus dedos passavam na minha vulva… as minhas mãos agarraram com força o apoio dos braços, ajoelhou-se à minha frente, o meu corpo escorregou um pouco para baixo, abri um pouco as pernas, fechei os olhos, a língua do Artur lambeu a coxa, subiu… puxou a cueca para o lado e lambeu-me a coninha, no escurinho com o som do filme, que maravilha! 

A seguir sentou-se e fiquei eu de joelhos entre os bancos, puxei a calça e os slips para baixo, agarrei o seu pénis, tocava-lhe uma punheta, depois lambi-lhe e chupei-lhe todo o seu pénis. Estava muito duro, sentia calor e uma vontade enorme de ser penetrada. 

Assim, estando o Artur sentado, sentei-me de costas em cima do seu pau, a minha cona estava bem preenchida pelo seu pénis, ambos tentávamos conter-nos com os nossos gemidos, inclinei o corpo para frente, apoiou as mãos no banco da frente, o Artur movimentava bem o seu pénis dentro de mim, estava a ser tão bom… pus uma mão na boca para poder gemer mais alto, tive um espasmo, os meus olhos aumentaram de tamanho, estava a vir-me toda, o Artur continuou a foder-me por mais um pedaço, e logo a seguir gemeu e molhou-me a cona com o seu sémen, quase que tive um segundo orgasmo, a seguir saí da posição e chupei-lhe a verga, quis limpar os restos de esperma que tinha no seu pénis com a minha boca.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Acho que foi dos melhores sítios que fiz sexo, teve adrenalina, teve som e imagem, uma sala grande destinada para os nossos gemidos e loucura, tive muito prazer. 



quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Inês

Viajava por todo o país, era vendedor, tinha 31 anos, sempre que tinha um tempo livre ia para o ginásio, procurava estar em forma, principalmente sentir-me bem. Divorciara-me recentemente, depois de ter estado casado cinco anos, sem filhos… sentia necessidade de ter umas umas férias. Depois do divórcio e do desgaste do trabalho, precisava de um lugar sossegado, com bonitas paisagens, absorver energia. 

Lembrei-me do Alentejo, uns amigos dos meus pais tinham lá uma herdade, podia até ir para casa deles, tinha a certeza que me deixavam lá dormir... mas não queria, preferia estar à minha vontade...aluguei uma casa relativamente perto deles, durante 15 dias.

Num domingo à tarde apareci de surpresa na herdade deles, ficaram admirados, sem contar, perguntaram-me:

- Então rapaz vieste sem avisar? E a família onde está?

Disse que estava divorciado fazia pouco tempo e que ia passar uns dias sozinho perto da herdade. Não cheguei a entrar na casa, foi uma visita rápida...

Não gostaram de saber que ia ficar noutro lugar não sendo a casa deles, mas que tinham muito gosto que fosse todos os dias lá tomar um café… 

Aceitei e agradeci a simpatia.

No dia seguinte, após o jantar, fui a casa deles… Quando entrei estavam sentados no sofá a ver TV, perguntaram se ainda me lembrava da Inês… Disse que sim. 

A última vez que tinha visto a Inês tinha sido há 10 anos atrás, eu ia várias vezes à herdade mas coincidia com a Inês estar de férias… filha única, ia passar muitas vezes férias com os tios ao Algarve. A Inês tinha 20 aninhos. Chamaram por ela e a Inês apareceu… cabelo preso, olhos claros, um rabo redondinho e bem feito, estatura normal, e um sorriso que fazia duas covinhas nas bochechas.

Perguntaram-lhe se sabia quem eu era… respondeu que embora já não me visse há muito tempo, que se lembrava bem de mim… sentou-se à minha frente no sofá, íamos falando os quatro… achava a conversa dela muito adulta… perspicaz e inteligente… foi uma boa conversa.

Fui para casa a pensar na Inês… e mortinho que chegasse o outro dia para poder ir a casa deles…

E assim foi… quando entrei a Inês estava no sofá, parecia que já estava à minha espera…

Tomei café tirado por ela, mostrava-se simpática, não queria que me faltasse nada… Voltámos todos a conversar, mas… só queria que fosse a Inês a falar para lhe dirigir o meu olhar, ela também não tirava os olhos de cima de mim, aqueles olhares eram intensos e até perdia o fio da conversa… o meu pensamento era só ela… já era tarde, disse que ia embora... fez questão de me acompanhar até à porta… Baixinho perguntei-lhe: 

- Estás ocupada amanhã à tarde?

- Não... porquê?

- Se quiseres vais ter ao largo da igreja às 15h, e vamos dar uma volta. 

- Vou pensar. 

Fiquei convencido que a resposta era sim, só pensava no passeio com a Inês, não conseguia adormecer… 

O dia chegou... às 15h estava à espera que ela chegasse… não a via a chegar, o tempo ia passando e eu ansioso por vê-la… eram 15h15… apareceu… de calção curto, de top, havaianas calçadas… reparei que tinha uma tatuagem nas costas.
- Demorei? - perguntou. 
- Exagerado… vamos passear?
- Sim… onde queres ir?
- O convite foi teu… vou para onde me levares. 
- Achei que não virias, estou à tua espera desde manhã! - e sorri.

Entrámos no meu jipe, fomos sem destino, dar uma volta. Depois de algum tempo a conduzir pelo alto Alentejo e apreciarmos os dois a paisagem, parámos… saímos do jipe e fomos sentar-nos debaixo de um chaparro… fomos falando de várias coisas, relacionamentos, viagens, os nossos livros preferidos, de tudo um pouco, tínhamos gostos semelhantes, inclusive gostávamos de tatuagens… perguntei-lhe:

- Tens mais alguma tatuagem?

- Sim, no total tenho 3 e tu?

- Olha não tenho nenhuma, mas gosto e gostava de fazer uma…

- Em que sítio e o quê?

- Nunca pensei no que poderia tatuar, teria de ter significado… o sítio seria no antebraço ou perna…

- Hum… gosto desses sítios… eu tenho uma borboleta, uma estrela e um símbolo chinês…

- Significado de todas as tatuagens?

- A estrela é a minha família, a borboleta é o animal que mais gosto e o símbolo quer dizer "sorte"... 

- E terei sorte em saber onde tens a borboleta e o símbolo chinês? Visto que a estrela está nas costas. 

- A borboleta está num seio… o símbolo chinês está abaixo da barriga… 

- Gostei e ainda não as vi…

- Um dia mostro-te…

Voltámos para o jipe… e seguimos viagem de regresso… deixei-a no largo da igreja, perguntou-me se logo ia lá a casa, disse-lhe que ia pensar e sorri…

Nesse dia não fui… fiquei por casa… quis pensar na tarde toda que passámos juntos, custou, mas aguentei sem ir… 

Acordei a pensar que já podia ser noite… fui dar uma corrida, fiz o almoço, fiz uma sesta de tarde, a seguir limpei a casa e já estava a chegar a noite… 

Voltei a casa deles e perguntei pela Inês. Responderam que tinha ido a casa de uma amiga que morava perto. A Inês não estava… Foi difícil estar ali sem a ver e sem falar com ela… vim embora cedo.

Passou mais um dia… a seguir ao jantar fui novamente a casa deles, tentar estar com ela…atenuar o desejo.

A Inês estava no quarto… levei-lhe um livro e os pais disseram para ir ter com ela ao quarto… não estava muito animada, disse-me que contava comigo naquele dia que não apareci, também lhe disse que contava com ela no dia seguinte e ela não estava. Viu o livro… era do nosso autor preferido… gostou e fomos para a sala.

Os pais dela disseram-me para não ir lá nos próximos dois dias, porque iam para Lisboa… tinham de resolver uns negócios. 

Achei que eu e a Inês pudéssemos estar juntos sozinhos nesse período… ela sorriu para mim, estava a dar-me o sinal.

Antes de ir embora, ela voltou a acompanhar-me à porta e baixinho disse-me para ir ter com ela no dia seguinte à noite porque já estaria sozinha… piscou-me o olho.

Estava cada vez mais perto o momento de ver as tatuagens dela, e na verdade tinha vontade de sentir o corpo dela por inteiro…

Chegou o dia, a noite estava quente, o verão aproximava-se do fim. A Inês estava na varanda à minha espera… o olhar dela seguiu-me da entrada do portão até chegar junto dela… o perfume do seu corpo, deixava-me com vontade de me colar a ela… agarrou-me na mão… puxou-me e disse-me para ir com ela ver uma coisa… perguntei-lhe:

- As tuas tatuagens?

- Não… maluco… anda… 

Foi-me mostrar 2 cabritinhos que tinham nascido nesse dia… tinha muitos mais animais, tudo muito limpo e um monte de palha encostado a uma parede, havia luz... 

A Inês empurrou-me para cima da palha… e a seguir atirou-se ela… riu-se… puxou-me para junto dela… não resisti… surgiu o beijo tímido e depois tornou-se mais prolongado e molhado… a minha mão estava no seio dela, ela tinha a mão dela na minha barriga… 

- Vamos sair daqui… para outro lado. - disse. 

- Para onde me vais levar cheio de palha?

- Já vais ver.

Entramos nos anexos da casa… a herdade era toda nossa… dava para fazer tudo, em qualquer lugar…

- Vai ser agora que vou ver a tua borboleta e o símbolo chinês? - Perguntei.
- Vais ver tudo o que quiseres.

Arrepiei-me...senti um desejo muito forte de me envolver…

Levou-me para o WC… abriu a água do duche… tirou a roupa… mostrou as tatuagens e disse:

-Tira a roupa e vem ter comigo…

Cumpri a ordem dela… entrei no duche de água morna… encostei-a à parede. A água caía-me pelas costas… a minha língua lambia-lhe o pescoço… apalpava-lhe os seios… beijava-a toda… passava a minha mão na sua coninha... ela tocava-me no pau… passava-me as mãos no pescoço e peito… muito tesão junto… saímos do banho… sequei-a com uma toalha, e ela a mim… a minha verga não baixava… fomos nus até à varanda que ficava na parte de trás da casa… era escuro… via-se a lua e as estrelas a reluzir no céu… sentei-me numa cadeira que descia o encosto… a Inês… veio beijar-me… passava as unhas pelo peito… arranhava-me ligeiramente... mordia os meus mamilos… a língua dela foi até ao meu umbigo… arrepiava-me… sentia a baba a sair do meu pau… tocou-o, molhou a mão e meteu-a na boca… chupou um dos dedos da minha mão… estava a deixar-me louco de tesão… levantei-me… deitei-a no meu lugar… lambi-lhe a orelha e disse-lhe ao ouvido que faltava pouco para sentir o meu pau bem duro dentro dela… a minha boca desceu até ao pescoço, a língua  ia do pescoço até à boca dela… sentia as mãos dela a agarrar com força a cadeira…

Continuei a descer… a minha língua fazia movimentos circulares nos bicos dos seios… juntava-lhe os seios e beijava um bico de cada vez… voltei a descer mais… a minha língua foi até à barriga… e voltou a subir até à boca dela, a respiração era mais acelerada, leves gemidos e arrepios… desci… fui até à vulva… lambia-lhe o clitóris e punha dois dedos na boca dela… depois apalpava os seios duros de uma menina de 20 anos. Continuei a lamber aquela vagina fechadinha como se fosse virgem… A Inês disse: 

- Penetra-me devagar, já não faço há muito tempo…

Pus-me em cima dela e penetrei-a lentamente...

- Assim devagarinho e com carinho...gostas?

- Que meigo… continua… 

A respiração dela ia ficando mais rápida, eu aumentei mais o ritmo, agarrou-me as costas,  arranhou-me… tinha os olhos fechados, a cara dela era de autêntico prazer… quis sair da posição… veio chupar-me o pau… cuspiu-lhe… lambeu-o… ficou de pé debruçada sobre as grades da varanda… empinou o rabo… fui por trás… enterrei-a com o meu pau bem molhado… os gemidos eram bem audíveis… voltámos a mudar a posição… quis ser ela a dominar… deitou-me e foi para cima de mim… muita intensidade… não parava… para cima e para baixo até ao fundo com um ritmo sem igual, estava a aumentar o gemido… exclamava "que bom"… eu suava de prazer… as mãos dela agarraram-se às minhas… explodiu de prazer… gemeu muito… toda molhada… olhos fechados… estremecia… eu também não aguentei mais… ficou com a vagina cheia de leite… nada podia ser definido naquele momento, só sentido...  os nossos corpos encaixaram e ficaram assim por uns minutos. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Ainda faltavam uns dias para voltar a casa, durante o período que estive no Alentejo, fizemos sexo muitas vezes… foi sempre bom… 15 dias inesquecíveis… 



domingo, 15 de novembro de 2020

Vitor

Frequentava a faculdade, no curso de economia, tinha 20 anos. No meu tempo livre ajudava a minha mãe na sua fábrica têxtil. Passava muitas vezes pelo escritório, pois toda a ajuda era importante. A minha progenitora tinha 37 anos. Fora mãe solteira, mulher de pulso e de garra. Era uma guerreira! Criou-me e educou-me sozinha. Também geria sozinha a empresa e ainda conseguiu colocar-me na faculdade, sentia muito orgulho nela!


A fábrica era grande com bastantes funcionários e várias máquinas. Para fazer a manutenção desta vinha um técnico. Chamava-se Vítor, tinha 26 anos, olhos esverdeados, cabelo escuro ondulado, rosto arredondado, lábio finos, sem barba… magro, bastante falador, simpático e, por vezes, um pouco atrevido. O seu olhar para as funcionárias era notório e algumas também gostavam de observá-lo.


O Vítor conhecia bem a minha mãe e ela gostava da maneira de ser dele, já tinha muita confiança e fazia a manutenção há vários anos na fábrica. Comigo começou a ter essa confiança mais tarde, tinha sempre uma palavra em tom de brincadeira, e insistia constantemente que um dia tínhamos de ir tomar um café juntos, eu nunca o levava a sério.


Sentia que o Vítor era um amigo, mas tinha noção que seria fácil ultrapassar a barreira da amizade, ele era atiradiço e se eu caísse na tentação podia haver envolvimento, queria manter-me sem namorado, embora não pusesse de lado a hipótese de algo muito breve, só de uma tarde ou noite. 


Falei com a minha mãe sobre os convites que ele fazia. Tinha uma relação de muita abertura com ela. E esta falava comigo sobre todos os assuntos, incluindo saídas que tinha com homens, ela era a minha confidente, dava-me conselhos, ajudava-me a tomar decisões, como tal, disse-lhe que tinha recebido um convite do Vítor para tomar café, qual era a opinião que tinha sobre o assunto, tornou-me como resposta a sorrir: se não tomares tu café com ele, vou eu… tinha percebido que o Vítor era um mulherengo, que se fazia a todas, mas talvez eu precisasse de alguém com experiência.


Num determinado dia, voltou a sondar para tomarmos um café e eu aceitei, não acreditou, ficou surpreso, marcámos o café para o dia seguinte à noite. 

Saímos, fomos até um bar, notei que recebia muitas mensagens no telemóvel, não sabia esconder isso, sorria para o écran, íamos mantendo a conversa, provocava bastante, mas não houve nenhum envolvimento entre nós, nem um beijo.

No dia seguinte a minha mãe perguntou como tinha corrido, disse-lhe que não se tinha passado nada entre nós, só uma conversa. A minha mãe desabafou comigo e disse que já se tinha envolvido com o Vítor há 6 anos atrás, tinha ele a minha idade, nessa altura eu tinha 14 anos. Perguntei como tinha sido o envolvimento, tive curiosidade de saber, a minha mãe disse que teve de o ensinar, que era inexperiente na altura, mas que beijava muito bem, agora já devia estar bem melhor, aquela conversa deu a entender algum desejo nosso pelo Vítor. 


Passados uns dias, já passava da hora de saída, faltava só o Vítor sair, eu estava no escritório a terminar uma fatura de umas encomendas e a minha mãe estava noutro gabinete, o Vítor bateu à porta, disse-lhe para entrar, a brincar disse:

- Estamos fechados - sorri.

- Só vim fazer uma pergunta, já chegou a máquina nova que foi pedida?

- Pensei que vinhas convidar-me para mais um café.

- Se gostaste da companhia podemos combinar outro, mas não respondeste à minha pergunta.

Ouviu-se a voz da minha mãe a dizer que a máquina tinha chegado ao final da tarde.

- Não sabia que estava aí chefinha.

- Ainda estou… cansada e a precisar de uma massagem.

- Olhe que tenho umas mãos que nem lhe conto… só experimentado.


Aquele insinuar-se a fazer a massagem à minha mãe, deixou-me com água na boca, e vieram-me filmes à cabeça, e espontaneamente perguntei-lhe se as suas mãos chegavam para mim, visto estar também a precisar do seu toque.

O Vítor ficou sem resposta, estático e sem contar… levantei-me e aproximei-me dele, a minha mão passou pelo seu rosto, ficou com olhos bem abertos e os lábios trêmulos, beijei-o na boca, correspondeu ao beijo de língua, olhou de canto de olho para o lado, a minha mãe apareceu e, sorrindo, perguntou: posso participar?


As roupas saíram dos nossos corpos, ficámos nus, o Vítor ainda estava sem acreditar no que estava a ver, enquanto sentia o seu beijo molhado, que me deixava cheia de tesão, a minha mãe de joelhos chupava-lhe o pénis… a seguir ficou sentado no sofá do gabinete da minha mãe, a minha língua e a dela passaram pelo seu pénis, chupávamos à vez, e sorrimos uma para a outra, o Vítor saiu do sofá, a minha mãe sentou-se lá eu sentei-me por cima da barriga dela, abrimos as duas as pernas, a língua do Vítor alternava entre a minha vagina e a vagina da minha mãe, estávamos molhadas e excitadas, enfiou o pau dentro da minha coninha, e apalpava-me os seios, lambeu-os também, a seguir enterrou a verga na vagina da minha mãe, e ao mesmo tempo meteu os dedos na minha cona, ambas gemíamos, sentia o ar quente da boca da minha mãe atrás de mim, o Vítor, a seguir, enfiou o pau no meu cuzinho e passado pouco tempo enterrou-o no cuzinho da minha mãe, sentimos alguma dor no sexo anal, mas gostámos… após tudo o que estava a acontecer, com tanto desejo e tesão não ia demorar a atingirmos o orgasmo, o Vítor ficou deitado no chão, o meu corpo foi para cima dele, a minha coninha foi penetrada pelo seu pénis, passava os meus dedos no clitóris, a minha mãe com uma perna de cada lado da cabeça do Vítor baixou-se e o Vítor lambia intensamente a sua rata, a primeira a vir-se fui eu, com um gemido forte, fiquei molhada e muito satisfeita, o Vítor a seguir veio-se dentro de mim com "ai" prolongado… a minha mãe foi a última, atingiu o orgasmo na boca do Vítor. 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


O Vitor confessou que sempre teve o fetiche de fazer sexo com mãe e filha, eu nunca tinha experimentado sexo anal, doeu, mas deu-me prazer, ver a minha mãe ser penetrada também aumentou o meu desejo. A minha mãe gostou mais deste envolvimento com o Vítor do que há 6 anos atrás. Gostou de presenciar um orgasmo meu.