sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Fábio

Resolvi experienciar a maior aventura da minha vida, tinha 43 anos e fui fazer voluntariado na Tailândia, na vertente de educação, ia interagir com crianças que era o que gostava… a duração eram 21 dias repletos de aventuras, ia fazer-me crescer intelectualmente.


No meu grupo havia pessoas de todas as idades e nacionalidades, chegada ao destino, fiquei maravilhada com as paisagens, as praias e a natureza encantava qualquer um.

Fomos para o local do nosso alojamento, lá se já se encontravam outros grupos. Sentia-me meia perdida, porque era tudo desconhecido para mim, mas a vontade era de conhecer pessoas novas.


E assim foi, no dia seguinte conheci um português, chamado Fábio, tinha 44 anos, vivia na Tailândia há 5 anos, começou por fazer voluntariado e acabou por ficar a viver na ilha. Conhecia bem os locais mais bonitos do país, disse-me que ia haver tempo para me mostrar, era um aventureiro como eu, gostava de viajar, conhecer locais novos, e sentir-se útil para a sociedade. Achei curioso num local tão longe encontrar alguém com os mesmos gostos do que eu, ter quase a mesma idade e sermos livres, solteiros e independentes.


Com o passar dos dias, fui estando mais vezes com o Fábio, embora também conhecesse outras pessoas e criasse laços de amizade. Mas com ele, havia proximidade, e a cada dia que passava conhecendo-o melhor existia mais intimidade… todos os dias mostrava-me um local na ilha, caminhávamos junto a aglomerados de vegetação, víamos cascatas, animais, tudo era puro, ele fazia de meu guia, e tudo era perfeito.


Num dia há noite, estive em sua casa, morava perto do meu alojamento, ficámos na varanda, ouvia-se o som do mar, e o barulho de alguns animais como as rãs, a noite estava agradável e a conversa era boa, o Fábio contava as suas histórias da Tailândia, os países que já tinha visitado, era uma caixa de surpresas com muito conhecimento da vida e experiências que ficavam marcadas para sempre. No dia seguinte era domingo, e o Fábio perguntou:

- Gostas de fazer praia?

- Sim adoro.

- Amanhã quero levar-te a uma praia deserta… alinhas?

- Claro… 


Saímos de manhã cedo, levámos comida e água, a ideia era ficar o dia todo pela praia, quando chegámos, os meus olhos nunca tinham visto tamanha beleza, a areia fina e branca, o mar de um topázio translúcido, a pureza das nuvens a decorar o céu, uma luxuriante vegetação atrás de nós, o sol a invadir e aquecer aquele local idílico…

Disse: "que soberbo Fábio, paisagem de cortar a respiração, era aqui que devia estar a tua casa, vinha logo morar para aqui contigo" - sorri. 


Durante a tarde éramos livres para fazer tudo o que quiséssemos, não havia pessoas por perto, entrámos no mar com a água quente, e com o calor que estava e como já nos sentíamos perfeitamente à vontade um com o outro, tirámos a roupa e ficámos nus, o mar cobria os nossos corpos, depois deitámo-nos nas toalhas, observava o corpo do Fábio a secar ao sol e ele o meu… aproximámos os nossos corpos, e o beijo surgiu… a minha mão passava pelo seu pescoço, desceu pelo peito e agarrou o seu pau, a mão dele, pelos meus ombros, apalpou as minhas mamas, desceu pela barriga e esfregou-a na minha coninha, e meteu um dedo dentro dela, aqueles toques fizeram aumentar o desejo para uma temperatura escaldante… 


Ali, nas toalhas fui para cima do Fábio, com o pau dentro de mim, gingava em cima dele, e curvava o meu tronco e a minha boca ia até à boca dele sentir o beijo de língua… depois quis ficar de quatro, por trás o Fábio cuspiu na minha cona, e penetrou-me, o seu pau chegava bem até ao fundo, apoiei o meu peito na toalha e empinei o rabo, ainda sentia mais a sua verga bem fundo… estávamos isolados na natureza entregues ao prazer, pegou em mim ao colo, levou-me até ao mar sereno… ficámos agarrados e virados de frente um para o outro, os meus braços rodeavam o seu pescoço, o beijo unia as línguas, e o pénis do Fábio enterrava-se na minha ratinha, as minhas mamas colaram ao seu peito, os movimentos na água estavam a deixar-me descontrolada… e com a minha boca colada ao seu ouvido, sussurrei roucamente: "estou a vir-me toda..." enquanto deslizava para esse orgasmo, num momento de puro prazer …a seguir o Fábio foi para trás de mim, agarrei-me a um galho de uma árvore, o meu corpo inclinou ligeiramente para a frente, ele apalpava as minhas mamas, e com o pau dentro de mim, fodia tão bem… pouco depois… gemeu e veio-se dentro da minha cona… que bom foi sentir aquele leitinho todo a escorrer por mim…


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Encontrei um homem com o qual me identifiquei e que me deu a conhecer o que não imaginava, fiz nudismo, e senti o que é ter prazer ao ar livre, no meio da natureza numa praia isolada.

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Catarina

Começara a namorar com a Catarina aos 17 anos, ambos tínhamos a mesma idade, e casámos três anos depois. A nossa relação sempre foi muito unida, vivíamos um para o outro, cada dia era um episódio de carinho, ternura e amor.


A Catarina era uma mulher determinada, simpática e cheia de garra, tinha o cabelo comprido ondulado, olhos escuros, alta, nádegas bem definidas e seios pequenos. Era apaixonada por compras, principalmente de roupa, gostava de andar bem arranjada e por vezes exagerava na vaidade. Muitos dos nossos fins de semana eram passados no centro comercial, eu não apreciava muito, mas por ela sujeitava-me e acedia.


Um dia estávamos por casa e a conversa debruçou-se sobre o tema de termos um filho, estávamos com 25 anos, e ambos tínhamos muita vontade de sermos pais, a ideia seria a Catarina deixar de tomar o contracetivo e a qualquer momento, acontecer o momento esperado. Após várias tentativas, a Catarina ficou grávida… a alegria invadiu a nossa casa, e todas as conversas dirigiam-se sobre o sexo do bebé, preparar o quarto, assistir ao parto, cedo ficámos ansiosos por tudo o que se ia passar… 


Enrolados na felicidade de sabermos que íamos ser pais, aconteceu algo inesperado, a Catarina teve uma queda e acabou por ter de abortar, foi um choque para ambos, depois de estar tudo encaminhado e planeado… o desejo de sermos pais teve de ficar adiado.


Com o passar do tempo começámos a sentir mais vontade de fazer amor, a nossa libido crescia todos os dias, bastava dirigirmos o olhar um ao outro, ou existir toque entre os nossos corpos, ou um simples beijo para desencadear um apetite desmedido de sexo.


Numa das idas ao shopping, numa tarde quente de primavera, a Catarina vestia um calção curto e um top, entrámos numa loja de mãos dadas, por trás dela dei-lhe um beijo no pescoço e outro no ombro, ela discretamente passou a sua mão por cima das minhas calças na direção do meu pénis, tive uma ereção e ela sorriu. Escolheu algumas peças de roupa e acompanhei-a até aos provadores.


Fomos até ao último do corredor, estava mais sossegado, entrámos os dois, a Catarina despiu-se para experimentar as roupas, mas estas ficaram para segundo plano, os beijos ardentes apoderaram-se de nós, as mãos percorriam os nossos corpos, não podíamos demorar para não dar a entender o que se estava a passar. A Catarina abocanhou o meu pau molhado, de joelhos à minha frente chupava prazerosamente, quis penetrá-la, não aguentava de tesão, por trás enfiei o meu pau na sua coninha molhada, estava a ser muito bom, tivemos de suster o som dos gemidos que saíam das nossas bocas… e a Catarina voltou ao broche e depois de chupar durante uns minutos, vi-me na sua boca… 


Voltamos a tentar ter um filho ou filha, o nosso sonho estava de pé e após vários momentos escaldantes de amor, a notícia surgiu… íamos ser pais.

Estávamos certos que desta vez ia correr tudo bem e teríamos a companhia do nosso primeiro filho. 


Passados uns tempos, a nossa sexualidade tornou-se diferente, a barriga crescia bastante e as posições eram adotadas em função do bem-estar da Catarina, a maior parte das vezes era de lado… as suas mamas estavam maiores, a sua sensibilidade estava mais apurada, mas continuávamos a ter noites intensas e tórridas de prazer. 


Durante a sua gravidez não faltou desejo e tesão… 


                                                            Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Após o nascimento do Ivo, ficámos com o tempo mais dedicado ao nosso filho, havia sempre intervalos e nos momentos que dormia, nunca abdicámos do orgasmo. A nossa vida sexual sempre foi bem vivida, e aproveitada ao limite. 


sábado, 5 de dezembro de 2020

Artur

Os meus pais tinham um restaurante e eu trabalhava com eles servindo às mesas. Ao almoço eram servidas muitas diárias, a maior parte das pessoas que frequentavam o espaço estavam ligadas a empresas. Perto do restaurante havia muito comércio e uma grande zona industrial com fábricas.

O meu trabalho permitia lidar com muitas pessoas, com algumas havia ganho confiança por serem clientes há muitos anos. 

Um desses clientes diários era o Artur, chegava para almoçar quando estava tudo mais calmo, perto das 14h, ou seja eu estava sempre por perto e tínhamos mais tempo para conversar, era nosso conhecido há bastante tempo, tinha 36 anos, trabalhava num stand de automóveis, corpo bem definido, olhar sedutor, possuía sentido de humor, era observador e sabia conquistar as mulheres, pelo que dizia nas conversas e não só… soube através de uma prima, que se envolveu com ele, que era um homem bom na cama.


Todos os dias estava ansiosa que chegasse a hora do Artur entrar no restaurante a sorrir, sentava na sua mesa habitual, olhava para mim de cima a baixo, dava-me um elogio, fazia-me rir… sempre senti atração por ele, mas ultimamente estava a sentir um desejo forte, até sonhos eróticos tinha. 


Numa das conversas que tínhamos, disse-lhe que precisava de trocar o meu carro, que precisava da sua ajuda para a escolha de um novo, prontificou-se em ajudar, propôs-me caso eu quisesse, passar no dia seguinte à tarde no stand. Ficou assim combinado.


Passei pelo stand, o Artur estava na parte de fora, viu-me a aproximar e perguntou:

- Então o carro que vens buscar é este? - era um Mercedes topo de gama.

- Achas?... eu quero um Ferrari, já estou a ver que tu não tens, por isso não vamos fazer negócio. - sorri.

- Tenho aqui muitas escolhas para ti, tens alguma marca ou modelo que gostes?

- Acima de tudo que não dê problemas, que gaste pouco combustível e que não seja muito caro.

- Acho que está aqui o carro ideal para ti.


Mostrou-me o carro, gostei da cor e do modelo, perguntou se eu queria ir dar uma volta para o conhecer, respondi que sim.

Assumi o volante e o Artur foi sentado ao meu lado, o carro tinha uma boa condução, confortável e não fazia qualquer barulho, estava bem estimado. O Artur em tom de provocação perguntou: 

- Então para onde me vais levar?

- Tens alguma sugestão?

- Para agora não… mas para logo à noite posso dar-te uma boa sugestão.

- Gosto de boas sugestões… estás a pensar em…?

- Ir ao cinema contigo… queres?

- Fazemos negócio lá? - sorri.

- Podemos fechar o negócio antes de irmos ver o filme…

Voltámos ao stand, o carro pareceu-me uma boa escolha, adorei-o, assim como a possibilidade de ir ao cinema com o Artur, ficou fechado o negócio e a ida ao cinema à noite.


Como tinha que trabalhar no restaurante, servir jantares, pedi aos meus pais para sair um pouco mais cedo, estava acertado entre mim e o Artur ir à última sessão.

Vesti-me com um vestido curto e decotado, maquiada a preceito, estava provocadora. Encontrei-me com o Artur perto do seu stand, quando saí do carro, senti-me comida pelos olhos dele. Entrei no carro e o Artur com o seu olhar safado disse que o meu perfume tinha invadido as suas narinas, gostava do meu perfume, estava vestido com um polo azul, e umas calças de sarja claras… estava bem gostoso.


Seguimos para o centro comercial, a conversa foi sobre o carro que ia comprar-lhe, deu-me umas dicas e uns conselhos. Quando chegámos subimos até à zona dos cinemas, escolhemos o filme que mais nos agradava, a escolha foi fácil… e entrámos na sala… faltavam poucos minutos para iniciar o filme e a sala só tinha mais um casal. 

 

O filme começou e passado algum tempo, percebemos que além de ser uma seca, o filme era muito barulhento, o nosso olhar ficou dirigido para os nossos rostos… perdemos o interesse pelo filme, a safadeza do Artur fez com que a mão dele passasse na minha coxa, tentou puxar o vestido mais para cima, mas estava preso pelo rabo, levantei um pouco o rabo e o vestido subiu, e a sua mão já chegava à minha cueca, os seus dedos passavam na minha vulva… as minhas mãos agarraram com força o apoio dos braços, ajoelhou-se à minha frente, o meu corpo escorregou um pouco para baixo, abri um pouco as pernas, fechei os olhos, a língua do Artur lambeu a coxa, subiu… puxou a cueca para o lado e lambeu-me a coninha, no escurinho com o som do filme, que maravilha! 

A seguir sentou-se e fiquei eu de joelhos entre os bancos, puxei a calça e os slips para baixo, agarrei o seu pénis, tocava-lhe uma punheta, depois lambi-lhe e chupei-lhe todo o seu pénis. Estava muito duro, sentia calor e uma vontade enorme de ser penetrada. 

Assim, estando o Artur sentado, sentei-me de costas em cima do seu pau, a minha cona estava bem preenchida pelo seu pénis, ambos tentávamos conter-nos com os nossos gemidos, inclinei o corpo para frente, apoiou as mãos no banco da frente, o Artur movimentava bem o seu pénis dentro de mim, estava a ser tão bom… pus uma mão na boca para poder gemer mais alto, tive um espasmo, os meus olhos aumentaram de tamanho, estava a vir-me toda, o Artur continuou a foder-me por mais um pedaço, e logo a seguir gemeu e molhou-me a cona com o seu sémen, quase que tive um segundo orgasmo, a seguir saí da posição e chupei-lhe a verga, quis limpar os restos de esperma que tinha no seu pénis com a minha boca.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Acho que foi dos melhores sítios que fiz sexo, teve adrenalina, teve som e imagem, uma sala grande destinada para os nossos gemidos e loucura, tive muito prazer. 



quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Inês

Viajava por todo o país, era vendedor, tinha 31 anos, sempre que tinha um tempo livre ia para o ginásio, procurava estar em forma, principalmente sentir-me bem. Divorciara-me recentemente, depois de ter estado casado cinco anos, sem filhos… sentia necessidade de ter umas umas férias. Depois do divórcio e do desgaste do trabalho, precisava de um lugar sossegado, com bonitas paisagens, absorver energia. 

Lembrei-me do Alentejo, uns amigos dos meus pais tinham lá uma herdade, podia até ir para casa deles, tinha a certeza que me deixavam lá dormir... mas não queria, preferia estar à minha vontade...aluguei uma casa relativamente perto deles, durante 15 dias.

Num domingo à tarde apareci de surpresa na herdade deles, ficaram admirados, sem contar, perguntaram-me:

- Então rapaz vieste sem avisar? E a família onde está?

Disse que estava divorciado fazia pouco tempo e que ia passar uns dias sozinho perto da herdade. Não cheguei a entrar na casa, foi uma visita rápida...

Não gostaram de saber que ia ficar noutro lugar não sendo a casa deles, mas que tinham muito gosto que fosse todos os dias lá tomar um café… 

Aceitei e agradeci a simpatia.

No dia seguinte, após o jantar, fui a casa deles… Quando entrei estavam sentados no sofá a ver TV, perguntaram se ainda me lembrava da Inês… Disse que sim. 

A última vez que tinha visto a Inês tinha sido há 10 anos atrás, eu ia várias vezes à herdade mas coincidia com a Inês estar de férias… filha única, ia passar muitas vezes férias com os tios ao Algarve. A Inês tinha 20 aninhos. Chamaram por ela e a Inês apareceu… cabelo preso, olhos claros, um rabo redondinho e bem feito, estatura normal, e um sorriso que fazia duas covinhas nas bochechas.

Perguntaram-lhe se sabia quem eu era… respondeu que embora já não me visse há muito tempo, que se lembrava bem de mim… sentou-se à minha frente no sofá, íamos falando os quatro… achava a conversa dela muito adulta… perspicaz e inteligente… foi uma boa conversa.

Fui para casa a pensar na Inês… e mortinho que chegasse o outro dia para poder ir a casa deles…

E assim foi… quando entrei a Inês estava no sofá, parecia que já estava à minha espera…

Tomei café tirado por ela, mostrava-se simpática, não queria que me faltasse nada… Voltámos todos a conversar, mas… só queria que fosse a Inês a falar para lhe dirigir o meu olhar, ela também não tirava os olhos de cima de mim, aqueles olhares eram intensos e até perdia o fio da conversa… o meu pensamento era só ela… já era tarde, disse que ia embora... fez questão de me acompanhar até à porta… Baixinho perguntei-lhe: 

- Estás ocupada amanhã à tarde?

- Não... porquê?

- Se quiseres vais ter ao largo da igreja às 15h, e vamos dar uma volta. 

- Vou pensar. 

Fiquei convencido que a resposta era sim, só pensava no passeio com a Inês, não conseguia adormecer… 

O dia chegou... às 15h estava à espera que ela chegasse… não a via a chegar, o tempo ia passando e eu ansioso por vê-la… eram 15h15… apareceu… de calção curto, de top, havaianas calçadas… reparei que tinha uma tatuagem nas costas.
- Demorei? - perguntou. 
- Exagerado… vamos passear?
- Sim… onde queres ir?
- O convite foi teu… vou para onde me levares. 
- Achei que não virias, estou à tua espera desde manhã! - e sorri.

Entrámos no meu jipe, fomos sem destino, dar uma volta. Depois de algum tempo a conduzir pelo alto Alentejo e apreciarmos os dois a paisagem, parámos… saímos do jipe e fomos sentar-nos debaixo de um chaparro… fomos falando de várias coisas, relacionamentos, viagens, os nossos livros preferidos, de tudo um pouco, tínhamos gostos semelhantes, inclusive gostávamos de tatuagens… perguntei-lhe:

- Tens mais alguma tatuagem?

- Sim, no total tenho 3 e tu?

- Olha não tenho nenhuma, mas gosto e gostava de fazer uma…

- Em que sítio e o quê?

- Nunca pensei no que poderia tatuar, teria de ter significado… o sítio seria no antebraço ou perna…

- Hum… gosto desses sítios… eu tenho uma borboleta, uma estrela e um símbolo chinês…

- Significado de todas as tatuagens?

- A estrela é a minha família, a borboleta é o animal que mais gosto e o símbolo quer dizer "sorte"... 

- E terei sorte em saber onde tens a borboleta e o símbolo chinês? Visto que a estrela está nas costas. 

- A borboleta está num seio… o símbolo chinês está abaixo da barriga… 

- Gostei e ainda não as vi…

- Um dia mostro-te…

Voltámos para o jipe… e seguimos viagem de regresso… deixei-a no largo da igreja, perguntou-me se logo ia lá a casa, disse-lhe que ia pensar e sorri…

Nesse dia não fui… fiquei por casa… quis pensar na tarde toda que passámos juntos, custou, mas aguentei sem ir… 

Acordei a pensar que já podia ser noite… fui dar uma corrida, fiz o almoço, fiz uma sesta de tarde, a seguir limpei a casa e já estava a chegar a noite… 

Voltei a casa deles e perguntei pela Inês. Responderam que tinha ido a casa de uma amiga que morava perto. A Inês não estava… Foi difícil estar ali sem a ver e sem falar com ela… vim embora cedo.

Passou mais um dia… a seguir ao jantar fui novamente a casa deles, tentar estar com ela…atenuar o desejo.

A Inês estava no quarto… levei-lhe um livro e os pais disseram para ir ter com ela ao quarto… não estava muito animada, disse-me que contava comigo naquele dia que não apareci, também lhe disse que contava com ela no dia seguinte e ela não estava. Viu o livro… era do nosso autor preferido… gostou e fomos para a sala.

Os pais dela disseram-me para não ir lá nos próximos dois dias, porque iam para Lisboa… tinham de resolver uns negócios. 

Achei que eu e a Inês pudéssemos estar juntos sozinhos nesse período… ela sorriu para mim, estava a dar-me o sinal.

Antes de ir embora, ela voltou a acompanhar-me à porta e baixinho disse-me para ir ter com ela no dia seguinte à noite porque já estaria sozinha… piscou-me o olho.

Estava cada vez mais perto o momento de ver as tatuagens dela, e na verdade tinha vontade de sentir o corpo dela por inteiro…

Chegou o dia, a noite estava quente, o verão aproximava-se do fim. A Inês estava na varanda à minha espera… o olhar dela seguiu-me da entrada do portão até chegar junto dela… o perfume do seu corpo, deixava-me com vontade de me colar a ela… agarrou-me na mão… puxou-me e disse-me para ir com ela ver uma coisa… perguntei-lhe:

- As tuas tatuagens?

- Não… maluco… anda… 

Foi-me mostrar 2 cabritinhos que tinham nascido nesse dia… tinha muitos mais animais, tudo muito limpo e um monte de palha encostado a uma parede, havia luz... 

A Inês empurrou-me para cima da palha… e a seguir atirou-se ela… riu-se… puxou-me para junto dela… não resisti… surgiu o beijo tímido e depois tornou-se mais prolongado e molhado… a minha mão estava no seio dela, ela tinha a mão dela na minha barriga… 

- Vamos sair daqui… para outro lado. - disse. 

- Para onde me vais levar cheio de palha?

- Já vais ver.

Entramos nos anexos da casa… a herdade era toda nossa… dava para fazer tudo, em qualquer lugar…

- Vai ser agora que vou ver a tua borboleta e o símbolo chinês? - Perguntei.
- Vais ver tudo o que quiseres.

Arrepiei-me...senti um desejo muito forte de me envolver…

Levou-me para o WC… abriu a água do duche… tirou a roupa… mostrou as tatuagens e disse:

-Tira a roupa e vem ter comigo…

Cumpri a ordem dela… entrei no duche de água morna… encostei-a à parede. A água caía-me pelas costas… a minha língua lambia-lhe o pescoço… apalpava-lhe os seios… beijava-a toda… passava a minha mão na sua coninha... ela tocava-me no pau… passava-me as mãos no pescoço e peito… muito tesão junto… saímos do banho… sequei-a com uma toalha, e ela a mim… a minha verga não baixava… fomos nus até à varanda que ficava na parte de trás da casa… era escuro… via-se a lua e as estrelas a reluzir no céu… sentei-me numa cadeira que descia o encosto… a Inês… veio beijar-me… passava as unhas pelo peito… arranhava-me ligeiramente... mordia os meus mamilos… a língua dela foi até ao meu umbigo… arrepiava-me… sentia a baba a sair do meu pau… tocou-o, molhou a mão e meteu-a na boca… chupou um dos dedos da minha mão… estava a deixar-me louco de tesão… levantei-me… deitei-a no meu lugar… lambi-lhe a orelha e disse-lhe ao ouvido que faltava pouco para sentir o meu pau bem duro dentro dela… a minha boca desceu até ao pescoço, a língua  ia do pescoço até à boca dela… sentia as mãos dela a agarrar com força a cadeira…

Continuei a descer… a minha língua fazia movimentos circulares nos bicos dos seios… juntava-lhe os seios e beijava um bico de cada vez… voltei a descer mais… a minha língua foi até à barriga… e voltou a subir até à boca dela, a respiração era mais acelerada, leves gemidos e arrepios… desci… fui até à vulva… lambia-lhe o clitóris e punha dois dedos na boca dela… depois apalpava os seios duros de uma menina de 20 anos. Continuei a lamber aquela vagina fechadinha como se fosse virgem… A Inês disse: 

- Penetra-me devagar, já não faço há muito tempo…

Pus-me em cima dela e penetrei-a lentamente...

- Assim devagarinho e com carinho...gostas?

- Que meigo… continua… 

A respiração dela ia ficando mais rápida, eu aumentei mais o ritmo, agarrou-me as costas,  arranhou-me… tinha os olhos fechados, a cara dela era de autêntico prazer… quis sair da posição… veio chupar-me o pau… cuspiu-lhe… lambeu-o… ficou de pé debruçada sobre as grades da varanda… empinou o rabo… fui por trás… enterrei-a com o meu pau bem molhado… os gemidos eram bem audíveis… voltámos a mudar a posição… quis ser ela a dominar… deitou-me e foi para cima de mim… muita intensidade… não parava… para cima e para baixo até ao fundo com um ritmo sem igual, estava a aumentar o gemido… exclamava "que bom"… eu suava de prazer… as mãos dela agarraram-se às minhas… explodiu de prazer… gemeu muito… toda molhada… olhos fechados… estremecia… eu também não aguentei mais… ficou com a vagina cheia de leite… nada podia ser definido naquele momento, só sentido...  os nossos corpos encaixaram e ficaram assim por uns minutos. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Ainda faltavam uns dias para voltar a casa, durante o período que estive no Alentejo, fizemos sexo muitas vezes… foi sempre bom… 15 dias inesquecíveis… 



domingo, 15 de novembro de 2020

Vitor

Frequentava a faculdade, no curso de economia, tinha 20 anos. No meu tempo livre ajudava a minha mãe na sua fábrica têxtil. Passava muitas vezes pelo escritório, pois toda a ajuda era importante. A minha progenitora tinha 37 anos. Fora mãe solteira, mulher de pulso e de garra. Era uma guerreira! Criou-me e educou-me sozinha. Também geria sozinha a empresa e ainda conseguiu colocar-me na faculdade, sentia muito orgulho nela!


A fábrica era grande com bastantes funcionários e várias máquinas. Para fazer a manutenção desta vinha um técnico. Chamava-se Vítor, tinha 26 anos, olhos esverdeados, cabelo escuro ondulado, rosto arredondado, lábio finos, sem barba… magro, bastante falador, simpático e, por vezes, um pouco atrevido. O seu olhar para as funcionárias era notório e algumas também gostavam de observá-lo.


O Vítor conhecia bem a minha mãe e ela gostava da maneira de ser dele, já tinha muita confiança e fazia a manutenção há vários anos na fábrica. Comigo começou a ter essa confiança mais tarde, tinha sempre uma palavra em tom de brincadeira, e insistia constantemente que um dia tínhamos de ir tomar um café juntos, eu nunca o levava a sério.


Sentia que o Vítor era um amigo, mas tinha noção que seria fácil ultrapassar a barreira da amizade, ele era atiradiço e se eu caísse na tentação podia haver envolvimento, queria manter-me sem namorado, embora não pusesse de lado a hipótese de algo muito breve, só de uma tarde ou noite. 


Falei com a minha mãe sobre os convites que ele fazia. Tinha uma relação de muita abertura com ela. E esta falava comigo sobre todos os assuntos, incluindo saídas que tinha com homens, ela era a minha confidente, dava-me conselhos, ajudava-me a tomar decisões, como tal, disse-lhe que tinha recebido um convite do Vítor para tomar café, qual era a opinião que tinha sobre o assunto, tornou-me como resposta a sorrir: se não tomares tu café com ele, vou eu… tinha percebido que o Vítor era um mulherengo, que se fazia a todas, mas talvez eu precisasse de alguém com experiência.


Num determinado dia, voltou a sondar para tomarmos um café e eu aceitei, não acreditou, ficou surpreso, marcámos o café para o dia seguinte à noite. 

Saímos, fomos até um bar, notei que recebia muitas mensagens no telemóvel, não sabia esconder isso, sorria para o écran, íamos mantendo a conversa, provocava bastante, mas não houve nenhum envolvimento entre nós, nem um beijo.

No dia seguinte a minha mãe perguntou como tinha corrido, disse-lhe que não se tinha passado nada entre nós, só uma conversa. A minha mãe desabafou comigo e disse que já se tinha envolvido com o Vítor há 6 anos atrás, tinha ele a minha idade, nessa altura eu tinha 14 anos. Perguntei como tinha sido o envolvimento, tive curiosidade de saber, a minha mãe disse que teve de o ensinar, que era inexperiente na altura, mas que beijava muito bem, agora já devia estar bem melhor, aquela conversa deu a entender algum desejo nosso pelo Vítor. 


Passados uns dias, já passava da hora de saída, faltava só o Vítor sair, eu estava no escritório a terminar uma fatura de umas encomendas e a minha mãe estava noutro gabinete, o Vítor bateu à porta, disse-lhe para entrar, a brincar disse:

- Estamos fechados - sorri.

- Só vim fazer uma pergunta, já chegou a máquina nova que foi pedida?

- Pensei que vinhas convidar-me para mais um café.

- Se gostaste da companhia podemos combinar outro, mas não respondeste à minha pergunta.

Ouviu-se a voz da minha mãe a dizer que a máquina tinha chegado ao final da tarde.

- Não sabia que estava aí chefinha.

- Ainda estou… cansada e a precisar de uma massagem.

- Olhe que tenho umas mãos que nem lhe conto… só experimentado.


Aquele insinuar-se a fazer a massagem à minha mãe, deixou-me com água na boca, e vieram-me filmes à cabeça, e espontaneamente perguntei-lhe se as suas mãos chegavam para mim, visto estar também a precisar do seu toque.

O Vítor ficou sem resposta, estático e sem contar… levantei-me e aproximei-me dele, a minha mão passou pelo seu rosto, ficou com olhos bem abertos e os lábios trêmulos, beijei-o na boca, correspondeu ao beijo de língua, olhou de canto de olho para o lado, a minha mãe apareceu e, sorrindo, perguntou: posso participar?


As roupas saíram dos nossos corpos, ficámos nus, o Vítor ainda estava sem acreditar no que estava a ver, enquanto sentia o seu beijo molhado, que me deixava cheia de tesão, a minha mãe de joelhos chupava-lhe o pénis… a seguir ficou sentado no sofá do gabinete da minha mãe, a minha língua e a dela passaram pelo seu pénis, chupávamos à vez, e sorrimos uma para a outra, o Vítor saiu do sofá, a minha mãe sentou-se lá eu sentei-me por cima da barriga dela, abrimos as duas as pernas, a língua do Vítor alternava entre a minha vagina e a vagina da minha mãe, estávamos molhadas e excitadas, enfiou o pau dentro da minha coninha, e apalpava-me os seios, lambeu-os também, a seguir enterrou a verga na vagina da minha mãe, e ao mesmo tempo meteu os dedos na minha cona, ambas gemíamos, sentia o ar quente da boca da minha mãe atrás de mim, o Vítor, a seguir, enfiou o pau no meu cuzinho e passado pouco tempo enterrou-o no cuzinho da minha mãe, sentimos alguma dor no sexo anal, mas gostámos… após tudo o que estava a acontecer, com tanto desejo e tesão não ia demorar a atingirmos o orgasmo, o Vítor ficou deitado no chão, o meu corpo foi para cima dele, a minha coninha foi penetrada pelo seu pénis, passava os meus dedos no clitóris, a minha mãe com uma perna de cada lado da cabeça do Vítor baixou-se e o Vítor lambia intensamente a sua rata, a primeira a vir-se fui eu, com um gemido forte, fiquei molhada e muito satisfeita, o Vítor a seguir veio-se dentro de mim com "ai" prolongado… a minha mãe foi a última, atingiu o orgasmo na boca do Vítor. 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


O Vitor confessou que sempre teve o fetiche de fazer sexo com mãe e filha, eu nunca tinha experimentado sexo anal, doeu, mas deu-me prazer, ver a minha mãe ser penetrada também aumentou o meu desejo. A minha mãe gostou mais deste envolvimento com o Vítor do que há 6 anos atrás. Gostou de presenciar um orgasmo meu.



quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Sabrina

Era uma menina sossegada, um pouco introvertida, nunca tive muitos amigos, ficava mais no meu canto, às vezes até ficava melhor isolada. No liceu quando me sentia mais sozinha nos intervalos das aulas, procurava alguma amiga ou amigo e assim passava o tempo. 


Nunca deixei muito que abusassem com aproximações desmedidas, por vezes era assediada no liceu, metiam-se comigo, a roupa que vestia era sempre mais ousada, tinha noção que provocava, a tentação era grande para dizerem uns piropos, eu ouvia, gostava porque me sentia melhor que qualquer mulher, mas não ligava, mantinha a minha postura e seguia o caminho.


Perdi a virgindade com 16 anos, depois desse dia tive poucos envolvimentos que acabassem em sexo, os meus 19 aninhos acabados de fazer ainda tinham pouca experiência sexual.

A minha maneira de ser era complicada, muito nariz empinado, tentava ser independente, era pouco carinhosa, por vezes até era bruta, sentia que havia rapazes que me abordavam e queriam conversa para se aproveitarem de mim, para sexo… quando suspeitava que o objetivo era esse, a conversa terminava e não havia sucesso.


Considerava-me caseira, saía pouco com amigos, era difícil conseguirem tirar-me de casa. 

Mas num dia de verão, estava calor e recebi um convite para ir até ao rio, estávamos de férias, e aceitei. Foi um casal de namorados que eu não conhecia, uma amiga e dois amigos, passámos a tarde junto a um rio. Quando chegámos quis refrescar-me e dei um mergulho nas água límpidas, estava de calção e t-shirt, os bicos das minhas mamas notavam-se na t-shirt e o papo do meu monte de vénus no calção… fui até à toalha secar-me e estive atenta ao casal desconhecido, eram pouco mais velhos do que eu, soube que tinham começado uma relação há pouco tempo, havia muitos beijos e toques no corpo entre eles… 


Os dois foram para dentro de água estavam juntinhos, os corpos roçavam-se, davam abraços e vê-los assim deixava-me excitada… depois vieram também para a toalha, no calção do rapaz notava-se que tinha um pau acima da média, estava bem delineado, deitados continuavam com os beijos e os corpos juntos… de repente saíram da nossa beira, percebi que tinham ido dar uma queca, estavam desejosos e não conseguiam esconder… e eu sentia-me quente e com vontade de algo que me saciasse… aguentei a tarde assim desejosa.


Quando cheguei a casa, vi que os meus pais deixaram um bilhete a dizer que tinham ido jantar fora… fui tomar um banho de água fria, para baixar o nível de excitação, mas depois pus a água mais quente, as minhas mãos tocavam e passavam pelo meu corpo todo, os dedos entravam na minha vagina, estive quase a vir-me com a água do chuveiro a cair-me nas costas.  


Saí do banho, sequei-me com a toalha, fui buscar à gaveta um vibrador que me tinham oferecido no meu aniversário, deitei-me na cama, dobrei e abri as pernas, primeiro fui penetrando com dois dedos a minha coninha e assim passado pouco tempo, libertava mel, depois peguei no vibrador, e coloquei-o a vibrar em cima do meu clitóris, o meu corpo ficava agitado, eu soltava alguns gemidos, logo a seguir enfiei metade do vibrador dentro da minha cona, girava, mexia para um lado e para o outro, e depois meti-o todo até ao fundo, aquela vibração toda dentro de mim, e o pensar naquele casal no rio, fez-me revirar os olhos e atingir o clímax, deitei-me de lado e adormeci em cima da cama até os meus pais chegarem.  


                   Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Ter visto a envolvência de um casal, deixou-me excitada e com vontade de algo mais, usei o meu vibrador para me masturbar e chegar ao prazer.

domingo, 25 de outubro de 2020

Gabriel

Começara a trabalhar como terapeuta ocupacional numa clínica de fisioterapia, e ao mesmo tempo também entrou um colega fisioterapeuta chamado Gabriel. Os nossos horários coincidiam, e partilhávamos a hora de almoço na copa da clínica, com o passar dos dias e pelas conversas que tínhamos, fomos ganhando confiança e sabendo várias coisas sobre nós.


O Gabriel tinha 30 anos, mais três do que eu, era um homem alto, nem magro, nem gordo, cabelo castanho, olhos azulados, e um sinal na bochecha. 

Marcou-me pela história de vida que foi contando, o Gabriel tinha 5 anos quando o seu pai faleceu, sendo filho único viveu sempre com a sua mãe, durante a infância teve sempre de se desenrascar, a mãe trabalhava e só chegava a casa ao final do dia. Quando entrou na faculdade teve de arranjar emprego ao mesmo tempo, senão não teria possibilidade de pagar as despesas que tinha. Era um homem lutador, assertivo e tinha uma força interior que contagiava quem estivesse a seu lado.


A sua boa disposição favorecia o bom ambiente entre colegas e utentes da clínica, era bastante acarinhado por todos. A minha ligação com o Gabriel era de confiança, tínhamos boas conversas, e sentia-me atraída pela sua forma de ser, pelo seu corpo, tinha vontade de estar mais tempo com ele, sentia que estava a apaixonar-me… pensava muitas vezes num suposto envolvimento, mas não gostava do meu corpo, tinha peso a mais, a minha autoestima estava em baixo, e supunha que ele não tinha interesse por mim.


Achei que devia iniciar uma dieta, praticar exercício físico, mudar os meus hábitos, não estava obcecada na minha mudança, apenas queria sentir-me melhor comigo mesma e gostar mais de mim, ser mais feliz. Sendo que o Gabriel, seria o motivo desta viragem na minha consciência.  


O tempo foi passando, eu e o Gabriel continuávamos a manter as nossas rotinas na clínica, mas ultimamente tinha notado que uma colega de trabalho, chamada Núria estaria mais próxima do Gabriel, estavam várias vezes perto um do outro, existiam sorrisos, alguma cumplicidade e os meus ciúmes rompiam e ficavam à flor da pele, sempre que os via juntos, o meu coração batia mais forte e ficava com um nó na garganta que custava engolir. 


Resolveu-se marcar um jantar entre colegas da clínica, foram quase todos, no restaurante fiquei ao lado do Gabriel e à frente da Núria, durante o jantar, o olhar dela sobre o Gabriel era notório, a troca de olhares era evidente, mas a conversa dele era quase sempre dirigida para mim. Após o jantar havia música e espaço para dançar, a Núria aproximou-se do Gabriel, agarrou-lhe a mão e começaram a dançar, o estilo de música era quizomba, os corpos deles estavam colados, a Núria sabia dançar bem, o seu corpo conduzia o corpo do Gabriel, e eu estava perto a derreter-me de ciúmes, acabei por iniciar uma dança com um colega de trabalho, mas o meu olhar ia de encontro ao Gabriel.

Entretanto o pessoal começou a ir embora, inclusive a Núria, fiquei mais animada por saber que podia ter a oportunidade de estar juntinha ao Gabriel, era esse o meu desejo. Logo a seguir começámos a dançar, sentia o seu corpo a balançar junto ao meu, o seu jeito deixava-me entregue a si. 

Sabendo que podia surgir a hipótese de envolver-me com o Gabriel, durante a semana, tinha pedido a uma colega de trabalho o seu apartamento emprestado, visto não precisar dele. Enquanto estávamos a dançar perguntei ao Gabriel:

- Vamos sair os dois daqui?

- Queres ir para onde?

- Segues-me?

- Sim… quero saber para onde me vais guiar.


Saímos do restaurante, cada um no seu carro, veio atrás de mim até chegarmos ao apartamento, subimos até ao terceiro andar… o Gabriel surpreso disse:

- O que viemos aqui fazer? 

- Pedi este apartamento emprestado, preciso de uma massagem às costas… dás?

- Bem… sabes que por ti… quero fazer-te sentir bem.


Fomos até ao quarto, tirei a blusa… deitei-me de barriga para baixo na cama, desci um pouco as calças, fiquei com o início do rego do rabo à mostra, o Gabriel desprendeu o sutiã, colocou óleo nas suas mãos e iniciou a massagem, o seu toque desde o fundo das costas até chegar ao pescoço e o movimento descendente, arrepiava-me. As mãos deslizavam como se descrevessem uma dança, passava as mãos pelos lados do meu corpo, abrangendo a lateral dos meus seios, eu suspirava, a massagem prosseguia, o contacto das suas mãos quentes nas minhas costas, faziam-me babar. Após a massagem terminar estava sem ação, leve e relaxada.

Agradeci e queria compensá-lo.

Virei-me de barriga para cima, fiquei com os braços abertos esticados ao lado do meu corpo, tinha os olhos fechados, o Gabriel estava atrás da minha cabeça, baixou a sua cabeça os nossos lábios uniram-se num beijo assim mesmo naquela posição. Após vários beijos, a roupa saiu dos nossos corpos… o Gabriel ficou deitado de barriga para cima, fui buscar um cubo de gelo, passei pelo seu peito, os seus mamilos ficaram duros, passei o cubo pela sua barriga, a água escorria e o Gabriel arrepiava-se, apoiei o meu corpo quente sobre o dele, eu senti o frio do seu corpo, ele sentiu o meu calor… os beijos de língua deixavam-nos com muito tesão. Fomos até ao chão do quarto, rebolávamos abraçados um ao outro, o Gabriel lambeu-me os bicos das mamas, a minha mão agarrou no seu pénis, sentia um desejo enorme de ser penetrada, desde o momento da massagem. Ainda no chão do quarto, o Gabriel deliciou-me com um extasiante minete, sentia a minha coninha molhada, a seguir chupei o seu pau, não aguentei mais… a minha vagina foi até ao seu pénis, visto estar algum tempo sem fazer sexo, estava apertadinha, custou um bocadinho a entrar todo dentro dela, depois fazia movimentos lentos e o Gabriel sorria e suspirava, fui aumentado o ritmo, as minhas mãos agarraram as mãos dele os meus gemidos aumentavam de tom, o pénis estava bem duro, a expressão do rosto do Gabriel era de prazer, estava suada, o ritmo estava muito forte e cheguei às estrelas, satisfação plena. A seguir fiquei de quatro, com muito jeitinho o Gabriel enterrou o seu pénis no meu cuzinho, era bem apertadinho, demorou pouco tempo a sentir o seu leitinho dentro de mim, veio-se com um gemido forte. No fim exclamou: brilhante!


               Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Continuei na minha fase de emagrecimento, e de vida saudável, perdi muitas calorias a fazer amor com o Gabriel, foram atingidos todos os objetivos, começámos a viver juntos… não existia forma de medir o nosso amor, era grandioso.