Viajava por todo o país, era vendedor, tinha 31 anos, sempre que tinha um tempo livre ia para o ginásio, procurava estar em forma, principalmente sentir-me bem. Divorciara-me recentemente, depois de ter estado casado cinco anos, sem filhos… sentia necessidade de ter umas umas férias. Depois do divórcio e do desgaste do trabalho, precisava de um lugar sossegado, com bonitas paisagens, absorver energia.
Lembrei-me do Alentejo, uns amigos dos meus pais tinham lá uma herdade, podia até ir para casa deles, tinha a certeza que me deixavam lá dormir... mas não queria, preferia estar à minha vontade...aluguei uma casa relativamente perto deles, durante 15 dias.
Num domingo à tarde apareci de surpresa na herdade deles, ficaram admirados, sem contar, perguntaram-me:
- Então rapaz vieste sem avisar? E a família onde está?
Disse que estava divorciado fazia pouco tempo e que ia passar uns dias sozinho perto da herdade. Não cheguei a entrar na casa, foi uma visita rápida...
Não gostaram de saber que ia ficar noutro lugar não sendo a casa deles, mas que tinham muito gosto que fosse todos os dias lá tomar um café…
Aceitei e agradeci a simpatia.
No dia seguinte, após o jantar, fui a casa deles… Quando entrei estavam sentados no sofá a ver TV, perguntaram se ainda me lembrava da Inês… Disse que sim.
A última vez que tinha visto a Inês tinha sido há 10 anos atrás, eu ia várias vezes à herdade mas coincidia com a Inês estar de férias… filha única, ia passar muitas vezes férias com os tios ao Algarve. A Inês tinha 20 aninhos. Chamaram por ela e a Inês apareceu… cabelo preso, olhos claros, um rabo redondinho e bem feito, estatura normal, e um sorriso que fazia duas covinhas nas bochechas.
Perguntaram-lhe se sabia quem eu era… respondeu que embora já não me visse há muito tempo, que se lembrava bem de mim… sentou-se à minha frente no sofá, íamos falando os quatro… achava a conversa dela muito adulta… perspicaz e inteligente… foi uma boa conversa.
Fui para casa a pensar na Inês… e mortinho que chegasse o outro dia para poder ir a casa deles…
E assim foi… quando entrei a Inês estava no sofá, parecia que já estava à minha espera…
Tomei café tirado por ela, mostrava-se simpática, não queria que me faltasse nada… Voltámos todos a conversar, mas… só queria que fosse a Inês a falar para lhe dirigir o meu olhar, ela também não tirava os olhos de cima de mim, aqueles olhares eram intensos e até perdia o fio da conversa… o meu pensamento era só ela… já era tarde, disse que ia embora... fez questão de me acompanhar até à porta… Baixinho perguntei-lhe:
- Estás ocupada amanhã à tarde?
- Não... porquê?
- Se quiseres vais ter ao largo da igreja às 15h, e vamos dar uma volta.
- Vou pensar.
Fiquei convencido que a resposta era sim, só pensava no passeio com a Inês, não conseguia adormecer…
- Demorei? - perguntou.
- Exagerado… vamos passear?
- Sim… onde queres ir?
- O convite foi teu… vou para onde me levares.
Entrámos no meu jipe, fomos sem destino, dar uma volta. Depois de algum tempo a conduzir pelo alto Alentejo e apreciarmos os dois a paisagem, parámos… saímos do jipe e fomos sentar-nos debaixo de um chaparro… fomos falando de várias coisas, relacionamentos, viagens, os nossos livros preferidos, de tudo um pouco, tínhamos gostos semelhantes, inclusive gostávamos de tatuagens… perguntei-lhe:
- Tens mais alguma tatuagem?
- Sim, no total tenho 3 e tu?
- Olha não tenho nenhuma, mas gosto e gostava de fazer uma…
- Em que sítio e o quê?
- Nunca pensei no que poderia tatuar, teria de ter significado… o sítio seria no antebraço ou perna…
- Hum… gosto desses sítios… eu tenho uma borboleta, uma estrela e um símbolo chinês…
- Significado de todas as tatuagens?
- A estrela é a minha família, a borboleta é o animal que mais gosto e o símbolo quer dizer "sorte"...
- E terei sorte em saber onde tens a borboleta e o símbolo chinês? Visto que a estrela está nas costas.
- A borboleta está num seio… o símbolo chinês está abaixo da barriga…
- Gostei e ainda não as vi…
- Um dia mostro-te…
Voltámos para o jipe… e seguimos viagem de regresso… deixei-a no largo da igreja, perguntou-me se logo ia lá a casa, disse-lhe que ia pensar e sorri…
Nesse dia não fui… fiquei por casa… quis pensar na tarde toda que passámos juntos, custou, mas aguentei sem ir…
Acordei a pensar que já podia ser noite… fui dar uma corrida, fiz o almoço, fiz uma sesta de tarde, a seguir limpei a casa e já estava a chegar a noite…
Voltei a casa deles e perguntei pela Inês. Responderam que tinha ido a casa de uma amiga que morava perto. A Inês não estava… Foi difícil estar ali sem a ver e sem falar com ela… vim embora cedo.
Passou mais um dia… a seguir ao jantar fui novamente a casa deles, tentar estar com ela…atenuar o desejo.
A Inês estava no quarto… levei-lhe um livro e os pais disseram para ir ter com ela ao quarto… não estava muito animada, disse-me que contava comigo naquele dia que não apareci, também lhe disse que contava com ela no dia seguinte e ela não estava. Viu o livro… era do nosso autor preferido… gostou e fomos para a sala.
Os pais dela disseram-me para não ir lá nos próximos dois dias, porque iam para Lisboa… tinham de resolver uns negócios.
Achei que eu e a Inês pudéssemos estar juntos sozinhos nesse período… ela sorriu para mim, estava a dar-me o sinal.
Antes de ir embora, ela voltou a acompanhar-me à porta e baixinho disse-me para ir ter com ela no dia seguinte à noite porque já estaria sozinha… piscou-me o olho.
Estava cada vez mais perto o momento de ver as tatuagens dela, e na verdade tinha vontade de sentir o corpo dela por inteiro…
Chegou o dia, a noite estava quente, o verão aproximava-se do fim. A Inês estava na varanda à minha espera… o olhar dela seguiu-me da entrada do portão até chegar junto dela… o perfume do seu corpo, deixava-me com vontade de me colar a ela… agarrou-me na mão… puxou-me e disse-me para ir com ela ver uma coisa… perguntei-lhe:
- As tuas tatuagens?
- Não… maluco… anda…
Foi-me mostrar 2 cabritinhos que tinham nascido nesse dia… tinha muitos mais animais, tudo muito limpo e um monte de palha encostado a uma parede, havia luz...
A Inês empurrou-me para cima da palha… e a seguir atirou-se ela… riu-se… puxou-me para junto dela… não resisti… surgiu o beijo tímido e depois tornou-se mais prolongado e molhado… a minha mão estava no seio dela, ela tinha a mão dela na minha barriga…
- Vamos sair daqui… para outro lado. - disse.
- Para onde me vais levar cheio de palha?
- Já vais ver.
Entramos nos anexos da casa… a herdade era toda nossa… dava para fazer tudo, em qualquer lugar…
- Vais ver tudo o que quiseres.
Arrepiei-me...senti um desejo muito forte de me envolver…
Levou-me para o WC… abriu a água do duche… tirou a roupa… mostrou as tatuagens e disse:
-Tira a roupa e vem ter comigo…
Cumpri a ordem dela… entrei no duche de água morna… encostei-a à parede. A água caía-me pelas costas… a minha língua lambia-lhe o pescoço… apalpava-lhe os seios… beijava-a toda… passava a minha mão na sua coninha... ela tocava-me no pau… passava-me as mãos no pescoço e peito… muito tesão junto… saímos do banho… sequei-a com uma toalha, e ela a mim… a minha verga não baixava… fomos nus até à varanda que ficava na parte de trás da casa… era escuro… via-se a lua e as estrelas a reluzir no céu… sentei-me numa cadeira que descia o encosto… a Inês… veio beijar-me… passava as unhas pelo peito… arranhava-me ligeiramente... mordia os meus mamilos… a língua dela foi até ao meu umbigo… arrepiava-me… sentia a baba a sair do meu pau… tocou-o, molhou a mão e meteu-a na boca… chupou um dos dedos da minha mão… estava a deixar-me louco de tesão… levantei-me… deitei-a no meu lugar… lambi-lhe a orelha e disse-lhe ao ouvido que faltava pouco para sentir o meu pau bem duro dentro dela… a minha boca desceu até ao pescoço, a língua ia do pescoço até à boca dela… sentia as mãos dela a agarrar com força a cadeira…
Continuei a descer… a minha língua fazia movimentos circulares nos bicos dos seios… juntava-lhe os seios e beijava um bico de cada vez… voltei a descer mais… a minha língua foi até à barriga… e voltou a subir até à boca dela, a respiração era mais acelerada, leves gemidos e arrepios… desci… fui até à vulva… lambia-lhe o clitóris e punha dois dedos na boca dela… depois apalpava os seios duros de uma menina de 20 anos. Continuei a lamber aquela vagina fechadinha como se fosse virgem… A Inês disse:
- Penetra-me devagar, já não faço há muito tempo…
Pus-me em cima dela e penetrei-a lentamente...
- Assim devagarinho e com carinho...gostas?
- Que meigo… continua…
A respiração dela ia ficando mais rápida, eu aumentei mais o ritmo, agarrou-me as costas, arranhou-me… tinha os olhos fechados, a cara dela era de autêntico prazer… quis sair da posição… veio chupar-me o pau… cuspiu-lhe… lambeu-o… ficou de pé debruçada sobre as grades da varanda… empinou o rabo… fui por trás… enterrei-a com o meu pau bem molhado… os gemidos eram bem audíveis… voltámos a mudar a posição… quis ser ela a dominar… deitou-me e foi para cima de mim… muita intensidade… não parava… para cima e para baixo até ao fundo com um ritmo sem igual, estava a aumentar o gemido… exclamava "que bom"… eu suava de prazer… as mãos dela agarraram-se às minhas… explodiu de prazer… gemeu muito… toda molhada… olhos fechados… estremecia… eu também não aguentei mais… ficou com a vagina cheia de leite… nada podia ser definido naquele momento, só sentido... os nossos corpos encaixaram e ficaram assim por uns minutos.
Ainda faltavam uns dias para voltar a casa, durante o período que estive no Alentejo, fizemos sexo muitas vezes… foi sempre bom… 15 dias inesquecíveis…





