quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Vicente

 O meu casamento durava há 9 anos, tinha 39 anos e três filhos, desde a minha adolescência que nunca fui mulher de um homem só, mas com o passar da idade fui amadurecendo e após o casamento deixei de andar com outros homens. A minha ligação com o meu marido era de respeito, com alguma rotina que por vezes era prejudicial, mas éramos felizes um com o outro.

A nossa vida era muito ocupada, o trabalho já nos tirava tempo, juntando o educar os filhos e os horários de levar e trazer da escola, mais o transporte para as atividades que faziam após a escola, quando olhávamos para o relógio estava quase o dia passado… e tempo para mim? E tempo para o meu marido? E tempo só para nós?   

Sobrava pouco tempo, às vezes estávamos muitos dias sem fazer amor, deixávamos o tempo passar e por vezes a carência imperava. Não abalava o casamento, mas deixava-me mais desejosa, e com mais stress, porque uma boa foda acalmava-me.

No local do meu trabalho tínhamos várias reuniões semanais, com clientes, vendedores e colegas da empresa, conhecíamos sempre gente nova. 

Um dia o meu chefe, disse que teria de passar um fim de semana fora do país para resolver um problema da empresa, trabalhava na empresa há três anos e nunca tinha acontecido uma situação assim. Pensei logo que tinha de deixar o meu marido sozinho e os meus filhos entregues a ele. 

Informou-me que ia acompanhar-me na viagem um subchefe de uma outra delegação. Cheguei a casa contei ao meu marido, não lhe agradou a ideia da viagem, mas teve de aceitar. Estar sem a família durante dois dias ia ser um teste às minhas capacidades.

O dia da viagem tinha chegado, foi-me apresentado o Vicente, um homem de 42 anos, cabelo preto, olhos escuros, estatura média, um sinal junto aos lábios, parecia ser sereno, simpático e bom falante. 

Durante o voo, a conversa desenrolou-se, soube que o Vicente tinha família que morava na minha terra, que era casado e pai de três filhos como eu, tinha entrado na empresa no mesmo ano que eu, ou seja, já eram muitas coincidências. 

No primeiro dia houve reuniões o dia todo, chegámos à noite cansados, jantámos e conhecemo-nos melhor, falamos sobre o nosso casamento, ambos vivíamos felizes nas nossas relações, depois fomos descansar cada um para o seu quarto.  

No dia seguinte acordámos cedo, durante a manhã estivemos reunidos com mais pessoas. De tarde, ficámos no hotel a fazer horas para o voo de regresso, o aeroporto ficava perto.

Aqueles momentos de conversa com o Vicente fizeram-me sentir que o conhecia há muito tempo, depois de mais alguma conversa, abordou-me assim:

- Vou ter de ir ao meu quarto acabar de fazer a mala, para não ficares aqui sozinha, queres ir comigo?

- Sim posso acompanhar-te… também preciso de ir ao WC.

Entrámos no quarto e fui ao WC, o Vicente ficou a fazer a mala, quando saí estava sentado em cima da cama, sentei-me ao seu lado, olhámos um para o outro e saiu um sorriso dos nossos lábios, ficámos em silêncio… o Vicente agarrou na minha mão, estava a tremer, aproximou o seu rosto do meu, contraí o corpo, fechei os olhos e senti um beijo suave nos meus lábios que se tornou mais intenso e molhado. A seguir a sua mão esfregava a minha coninha por cima das minhas calças, a minha mão também apalpava o seu pénis duro. 

Despimo-nos… a minha cona estava toda molhada, tudo provocado pelo tesão que sentia, deitada na cama o Vicente apalpava as minhas mamas com veemência, a sua língua rodava à volta dos meus bicos, desceu a língua até ao meu clitóris, e lambeu a minha vagina enquanto eu estremecia de desejo… depois subi para a parte de cima da cama, fiquei com a cabeça apoiada na almofada e o Vicente veio por cima de mim, e meteu-me o seu pau babado na minha boca, chupei-o delicadamente…

O tesão estava no auge, o Vicente por cima de mim, tinha o pau duro e enterrou-o bem até fundo da minha coninha, sentia os testículos a bater à entrada, o meu corpo estava entregue ao Vicente, enquanto fodia, agarrava as minhas mamas e vinha dar um beijo de língua à minha boca… virou o meu corpo de lado, fiquei com uma perna apoiada na cama e a outra dobrada e o Vicente em cima da perna apoiada, fodia a minha cona, meteu um dedo no meu cuzinho… estávamos muito ofegantes… cheguei ao orgasmo sem que o Vicente se apercebesse… não gemi… a seguir o Vicente tirou o pénis dentro de mim, percebi que se ia vir, estava de joelhos em cima da cama, a minha boca ficou por baixo do seu pau, com os gemidos do Vicente o seu leitinho morno caía em cima do meu rosto.

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

No momento do envolvimento vieram-me duas coisas à cabeça, uma era má por pensar em estar a trair o meu marido, outra era boa no desejo e prazer que tive, dois casamentos felizes tornaram-se em duas traições.



domingo, 15 de janeiro de 2023

Raquel

Conheci a Raquel numa passagem de ano, num grupo de amigos em comum, estava acompanhada pelo seu marido. Naquela noite os nossos olhares cruzaram-se diversas vezes, o seu companheiro estava entretido com a bebida, nem reparava no que se passava à sua volta, nem prestava a devida atenção à sua mulher. Reparei que a Raquel foi até à parte de fora do espaço em que nos encontrávamos, fui ter com ela… Conversámos pouco para não chamar muito a atenção das pessoas que estavam no grupo, notei a Raquel triste, disse-me que o marido com o álcool ficava distraído, mas era muito ciumento e controlador e não podia estar ali muito tempo, sem que eu solicitasse deu-me o contato dela, e pediu para enviar mensagem para guardar o meu número.

A noite não tinha entusiasmo, estava um ambiente fraco e decidi ir embora cedo.

No dia seguinte recebi uma mensagem da Raquel:

"Olá… achei-te uma pessoa interessante, o meu marido trabalha por turnos, estou sozinha em casa, aqui podemos conversar mais à vontade, se te der as indicações vens cá ter?"

Não estava a contar com uma mensagem daquelas, acedi e disse que sim.

Fui durante a tarde ter a sua casa, teve de ser com todos os cuidados, quando cheguei havia vizinhos por perto, tive que aguardar dentro do carro até saírem do local, via a Raquel a controlar quem estava por perto e enviou mensagem a dizer para ir rápido, passei por ela e, como a porta da vivenda estava aberta, entrei.

A nossa conversa foi para nos conhecermos melhor, soube que estava casada há cinco anos, e o seu marido estava muitas vezes fora do país, a sua carência era evidente, dizia que só o conheceu a ele na cama… deixava-me tentado a envolver-me… a Raquel tinha 45 anos, era uma mulher com um corpo esguio, um rabo empinado, cabelo escuro comprido, e um sorriso bem penetrante… os meus 35 anos já tinham passado por diversas relações, e curtes, estava livre e com vontade de a poder sentir.

Ambos sabíamos que tudo podia acontecer, os dois sós e desejosos que se passasse algo, era uma questão de tempo até um de nós dar o primeiro passo.

A Raquel agarrou na minha mão, levou-me até ao quarto de hóspedes que ficava na parte de trás da casa, sentei-me na cama e observei-a à frente da janela em contraluz, a sua silhueta deixou-me a pensar no que estava prestes a acontecer… 

Veio sobre mim, mexeu no meu cabelo, pôs as mãos no meu rosto e beijou-me até ficarmos sem ar, as nossas roupas foram despidas rapidamente, deitada de barriga para cima, beijei o seu corpo, até descer à sua coninha, lambi-a, estava bem melada, depois… toda excitada a sua boca abocanhou o meu pau, chupou até ao fundo várias vezes, o seu broche era explosivo… estava doida por ser penetrada e eu louco de tesão.

Ficou de quatro, por trás enterrei-a… apertou o lençol com as mãos, empinou bem o seu rabo, o meu pau batia no seu fundo, aumentei mais a frequência, a Raquel olhava para trás com um olhar safado, trincava os lábios… dei-lhe umas palmadas, pedia para a foder toda, não demorei muito tempo, não aguentei aquela intensidade, disse que me ia vir, baixou o quadril, ficou colada aos lençóis, tirei o pénis e com ele na mão, jorrou um jato de leite para cima do seu rabo…

Ouvimos um carro a chegar, foi à janela e viu que o seu marido tinha chegado mais cedo, ficou desorientada e eu cheio de medo, vestimo-nos rápido sem tempo a perder, tive de sair pela porta das traseiras da vivenda… esperei até o marido entrar em casa e passei pelo jardim até chegar ao meu carro. 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foi a maior adrenalina que passei na minha vida, quase éramos apanhados no primeiro encontro, voltámos a estar juntos mais vezes, adorava foder a Raquel, depois divorciou-se, namorámos, mas não ficámos juntos.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Hélder

 O meu casamento ocorrera há dois anos, tinha 25 anos e estava desempregada, frequentava umas formações para manter o tempo ocupado. 

O meu marido era um homem muito ciumento, não me dava espaço para nada, ia buscar-me à formação e se visse algum homem perto de mim, perguntava quem era e queria saber informações, incomodava-me e não me sentia bem assim. Gostava de controlar as minhas saídas e as horas que eu chegava a casa, subia a adrenalina e ainda me dava mais vontade de cair na tentação da traição.

Conheci o Hélder, que pertencia à minha turma, um rapaz de 24 anos, casado como eu, estávamos grande parte do tempo juntos na formação, a sua forma de falar meiga, deixava-me enternecida e era muito educado, com o passar dos dias sentia-me atraída por ele.

O Hélder era uma pessoa calma e bem-disposta, de vez em quando saía da sua boca algo mais picante, que me deixava mais atiçada e ele sabia fazer isso muito bem. 

Faltavam poucos dias para a formação terminar, a confiança era grande entre nós, o sentido das nossas conversas faziam prever que a vontade de ambos era que os nossos corpos se unissem. 

Faltava só marcar o dia e o local, o Hélder trabalhava durante o dia, eu não… à noite tinha o meu marido e ele a sua mulher… teríamos de arranjar um intervalo só para nós. 

Passadas umas semanas, a formação já tinha terminado, o Hélder não ia trabalhar durante a tarde e ligou-me, a voz dele ao telemóvel, junto ao meu ouvido, deixou-me desejosa para estar com ele. 

Não queríamos ser vistos juntos, não podíamos arriscar, ambos casados à mínima falha podia ser um problema, como tal, ao início da tarde pedi a uma amiga para me levar ao centro da cidade, depois apanhei um autocarro e fui ter a um local distanciado, aparentemente sem pessoas que nos conhecessem, o Hélder apareceu no seu carro, entrei com óculos de sol e chapéu, para disfarçar um pouco a minha aparência. Fomos até um hotel próximo… 

À entrada o Hélder disse:

- Sinto-me um pouco nervoso, isto deixa-me o coração acelerado.

-Também estou preocupada, o meu marido se me visse aqui, matava-me.

- Vamos tentar não pensar no mal, mas sim no bom que foi o que nos trouxe aqui.

- Sim. Quero muito sentir-te.

Subimos ao quarto, após a porta bater, demos um abraço, fomos para perto da janela e os nossos lábios tocaram-se pela primeira vez, o nosso beijo estava bem sintonizado, as línguas dançavam dentro das bocas, o tesão crescia… sentia a minha cona com mel, despi a calça do Hélder e agarrei o seu pau grosso e húmido, tocava levemente uma punheta, aquele beijo molhado aumentava o desejo de ser penetrada.

Tirei a roupa e deitei-me na cama, ele veio por cima de mim, beijou a minha boca e pescoço, apalpou os meus seios, lambeu os meus bicos, eu fervia com tesão… a sua língua desceu e foi parar ao meu clitóris, chupou a minha cona e sentia que estava quase a vir-me, meteu os dedos e eu apalpava as minhas mamas, passado pouco tempo aumentou a velocidade dos dedos e da língua e o meu orgasmo fez-me soltar um gemido, tive um espasmo nas pernas.

Foi rápido, mas não perdi o desejo… deitou-se de barriga para cima, a minha boca percorreu a sua orelha, pescoço, lambeu os mamilos, desceu até aos testículos… enquanto batia a punheta chupava o seu pau duro e grosso, adorava senti-lo todo dentro da minha boca, o Hélder gemia baixinho de prazer… queria sentir o seu pau dentro de mim…

Colocou o preservativo, ficou na mesma posição… fui para cima dele, os meus movimentos lentos deixavam-no louco de tesão e eu tinha a cona toda molhada, aumentei o ritmo, as minhas mamas saltavam, adorava estar a ser bem fodida… continuámos assim e o Hélder soltou um gemido, suado e prazeroso veio-se… por pouco quase que atingia o orgasmo novamente.

                                                     
                                                                                          Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Foram duas horas de sexo naquele hotel, carregados de adrenalina, livres e loucos no manto do prazer. Ficámos amantes um do outro, sempre que fosse possível, os nossos corpos viajavam um sobre o outro.