terça-feira, 25 de maio de 2021

Nico

Com 24 anos resolvi sair do meu país e vivenciar experiências novas, a minha condição monetária era boa, tinha dinheiro para viajar e aproveitei para conhecer diversos países.

O meu ponto de paragem foi os Estados Unidos, mais concretamente em Miami, adorava praia, movimento de pessoas, e o meu desporto de eleição era o basquetebol, bem jogado naquele país.


O meu inglês fluente permitia-me falar facilmente com qualquer pessoa de diferentes nacionalidades, o meu corpo alto, magro, moreno e os olhos claros atraíam a atenção de qualquer homem ou mulher. 

Sendo uma mulher aventureira procurei conhecer melhor a cidade e algumas pessoas, sempre fui sociável, independente e tinha fama de seduzir os homens. Tornava-se mais fácil na aproximação das pessoas, e criava amizades com frequência.

Estive cinco dias naquela cidade, com temperaturas quentes, usava sempre pouca roupa, e sentia-me sequiosa por sexo, queria conhecer alguém do meu agrado e com qual me envolvesse.


Numa saída à noite, depois de ter estado num bar, e no caminho a pé para o hotel, cruzei-me com um homem com um corpo divinal, o olhar que dirigiu sobre mim deixou-me tentada a parar, mas continuei o caminho. Deitei-me a pensar nele e achei que não ia voltar a vê-lo.


No dia seguinte, aconteceu algo que não esperava, estava na fila do supermercado para efetuar o pagamento das compras que tinha feito, olhei para trás e o mesmo homem que tinha passado por mim no dia anterior, estava atrás de mim, sorrimos um para o outro, a minha vontade era de meter conversa com ele, o meu coração batia rápido, tocou-me no ombro, fiquei arrepiada… virei o corpo para ele, e disse:

- Ola, me gusta tu sonrisa, de dónde eres?

- Sou portuguesa, pelo teu sotaque, és espanhol?

- Sí… somos de la Península Ibérica.


A conversa continuou fora do supermercado, chamava-se Nico, era modelo, tinha 30 anos, e morava sozinho, nasceu no sul de Espanha, mas já vivia em Miami há três anos. Trocámos contato, e combinámos sair na mesma noite.

O nosso encontro foi só após o jantar, às 22h, o Nico teve uma sessão fotográfica até tarde, fomos até à praia, sentados na areia continuámos a conhecer-nos, o seu sotaque tornava a conversa ainda mais bela, sentia o Nico vidrado em mim, e eu tinha muita vontade de sentir os seus lábios. Após duas horas de conversa, convidou-me para ir até sua casa.


A casa era pequena, da varanda avistava-se um grande jardim, a noite estava quente, sentámo-nos numa cama de rede que balouçava com o peso dos nossos corpos, depressa o Nico passou o seu braço abraçando-me, senti-me protegida e a querer um beijo, e aconteceu… um beijo molhado e duradouro, o Nico foi atrevido, e puxou o meu top para baixo, a sua mão agarrou num dos meus seios, os meus bicos estavam eretos, ele deitou-se na cama de rede e por cima dele o beijo fazia aumentar o tesão, as línguas movimentavam-se dentro das nossas bocas, sentia a minha coninha a babar, húmida e desejosa por ter um pau duro dentro dela.


Saímos dali, o Nico levou-me ao colo até ao seu quarto, deitou-me na sua cama, despimo-nos, iniciou um minete maravilhoso, a sua língua estava irrequieta percorria os pontos que me davam mais prazer, o meu corpo pedia mais, agarrava nos lençóis da cama quase como se estivesse a vir-me… o Nico levou o seu pénis até à minha boca, com a minha cabeça deitada na almofada, tocava-lhe com uma mão, chupava e lambia o pau molhado.

Quisemos mais, ambos loucos para haver penetração, o Nico enfiou a sua verga na minha cona, estremeci de prazer… enquanto me fodia, eu com os dedos estimulava o clitóris, apalpava-me os meus seios, baixava o tronco e beijava a minha boca e pescoço, aumentava a intensidade, o meu corpo embarcou numa viagem delirante e ardente, ouvia o chocalhar do pénis dentro de mim, molhados e prestes a chegar ao orgasmo, passado uns minutos o Nico, tirou o pénis dentro de mim e ejaculou para cima da minha barriga, ficou com o seu leitinho à volta do meu umbigo. Depois meteu três dedos dentro da minha cona, aumentou o ritmo e fez-me vir em poucos segundos. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foi um momento que me deixou consolada, o Nico adormeceu passado algum tempo, deixei-o sozinho na cama, vesti-me e saí da sua casa devagarinho sem que desse conta.





sábado, 15 de maio de 2021

Bárbara

Estive casado durante 12 anos, nasceram 3 filhos, um deles que era o mais velho passou a viver só comigo tinha paralisia cerebral e andava numa cadeira de rodas, enquanto estava a trabalhar o Diogo ficava numa instituição que o acompanhava e tratava dele e depois ia buscá-lo no final do trabalho, procurava sempre que não lhe faltasse nada… continuava a ter contacto com os outros filhos e a ser o mesmo pai, mas o Diogo precisava um pouco mais do meu tempo devido ao problema que tinha.


Um dia levei-o até a um parque, dar um passeio e espairecer, enquanto o Diogo se distraía a ver os outros meninos brincar, fiquei sentado num banco de jardim perto dele, ao longe avistei uma rapariga que aparentemente acompanhava o filho, era bastante irrequieto e ela sentia dificuldade em tomar conta do miúdo. Ela usava óculos de sol, calças de ganga justas, o seu cabelo era liso, e o corpo era magro… fiquei com a sua imagem gravada na minha cabeça.


Passados uns tempos vi-a a passar por mim na rua, achei que morasse perto, já a tinha visto duas vezes pensei que ia voltar a vê-la… por vezes ficava na dúvida se a voltava a encontrar… o que tivesse que acontecer, aconteceria a seu tempo.


Na rotina de ir buscar o Diogo à instituição, naquele dia tinha chegado mais tarde porque tive uma reunião que atrasou-se, à entrada cruzei-me com a rapariga que tinha debaixo de olho, estava a sair da porta da instituição, fiquei curioso por saber o que fazia ali… perguntei a uma funcionária se sabia quem ela era… ela disse-me que era a nova Assistente Social da instituição.


Ao saber disso, foi como encontrar um caminho depois de estar perdido, seria mais fácil encontrá-la e vir a conhecê-la… e pouco tempo demorou… curiosamente encontrei-a novamente no parque... naquele dia, o filho dela estava mais sossegado, sentei-me ao lado dela no banco de jardim e meti conversa. Soube que se chamava Bárbara, também era divorciada, tinha 29 anos, menos sete anos do que eu… morava com o seu filho de 8 anos e o miúdo também tinha alguns problemas, era autista. A nossa situação era muito semelhante, sobrava pouco tempo para estar com amigos e fazer outras coisas com liberdade, a nossa vida era quase em prol dos nossos filhos… Antes de irmos embora, trocámos contacto telefónico.


Fomos conversando, durante muitos dias, até que chegou o momento de querermos sair só os dois, ela conseguia deixar o miúdo com o pai, eu tinha mais dificuldade em deixar o Diogo, arranjei forma do meu filho passar uma noite na instituição. Seria a primeira vez que ia deixar o Diogo lá, precisava de um tempo para mim.


Chovia bastante, não era o melhor dia para sair, fomos ao cinema, gostávamos do mesmo género de filmes e estávamos mais protegidos do mau tempo… depois de vermos o filme, levei a Bárbara a casa, com o meu guarda-chuva abriguei-a até à porta do seu apartamento, já estávamos molhados, a Bárbara olhou para os meus olhos e perguntou:

- Queres subir?

- Vou aceitar o convite, pois preciso de me secar e pode ser que chova menos quando for embora.


Entrámos no apartamento, disponibilizou-me o WC para tomar um banho, emprestou-me roupa que ainda tinha do ex-marido, e colocou a minha roupa na máquina de secar.

Ela foi tomar banho noutro WC…ficámos no sofá, vestida de pijama aproximou-se de mim, estava atraente, a sua fragrância consolava as minhas narinas, a nossa conversa iniciou comigo a dizer que o meu filho estava na instituição onde ela trabalhava, ficou contente, passado pouco tempo desviou-se a conversa para a parte íntima, soubemos que estávamos há meses sem relações, e ela não atingia o orgasmo ainda há mais tempo… 


A Bárbara estava de calção de pijama, olhou para mim e agarrou a minha mão, colocou-a por cima do seu calção na direção da vagina, agarrou o meu pescoço e demos um beijo, as línguas davam voltas dentro das nossas bocas, a excitação crescia… puxei os seus calções para baixo, apalpei as suas mamas pequenas, os bicos estavam eretos, a minha língua lambeu-os… desceu pela sua barriga, ela suspirava… chupei-lhe o clitóris, e lambi a vulva, ficou agitada a esfregar-se no sofá… disse para eu parar, empurrou-me até à entrada do seu quarto ajoelhou-se à minha frente, chupou bem o meu pau, passava a língua pelos testículos, cuspia no pénis e chupava… a seguir deitou-se de lado na cama, por trás levantei um pouco a sua perna, penetrei-a… o meu pau molhado deslizava dentro da cona húmida, a seguir sentei-me na cama e a ela sentou-se em cima de mim, com as mamas viradas para mim, os beijos eram quentes, o ritmo aumentava… os nossos corpos mantinham os movimentos, e a Bárbara gemeu… aquela posição desencadeou-lhe um orgasmo, ficou sem ar e descontrolada… deitada de barriga para cima pediu para que tocasse uma punheta para cima dela, assim foi, o meu leitinho caiu todo em cima do rego das suas mamas, depois foi com a boca ao meu pénis acabar de lamber o resto de esperma que escorria… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Foi um momento prazeroso que não acontecia com ambos fazia muito tempo, acabámos por nos juntar e assim soubemos partilhar a ajuda para cuidar dos nossos filhos. 


quarta-feira, 5 de maio de 2021

Daniel

Morava com o meu companheiro há alguns anos, mas sentia que a relação tinha entrado em rotina, não existia nada novo que nos despertasse, estávamos completamente acomodados ao que fazíamos diariamente, a parte sexual estava afetada, passávamos semanas sem fazer amor, e ambos sentíamos que mais tarde ou mais cedo o desfecho seria a separação. A única coisa que nos mantinha ligados era não voltarmos para casa dos nossos pais ou ficarmos a morar sozinhos, embora que a relação como estava era quase como se morássemos mesmo sozinhos. 


Começámos a trabalhar por turnos, eu entrava à noite e o meu companheiro trabalhava durante o dia, até isso contribuiu para piorar, pouco nos víamos durante o dia e ao fim de semana quando tínhamos mais tempo para estarmos juntos, pouco ou nada fazíamos, cada um ficava no seu canto.

Em 30 anos de vida sentia a maior vontade de sempre de ter um envolvimento sério, que me deixasse reconfortada e sabia que o meu companheiro não me despertava para isso. A minha carência era muita, queria tanto sentir um orgasmo, já me esquecera do último, nunca tinha traído o meu companheiro, mas no passado já lhe tinha perdoado uma traição.


Sabia que se passasse pela minha cabeça trair seria muito fácil, mas resistia todos os dias a essa tentação, no trabalho tinha colegas que provocavam, o assédio era quase diário, a minha firmeza estava quase a cair por terra. 

Um dia marquei um café com um colega que fazia o mesmo horário, foi uma boa conversa, era divorciado e tinha tanta vontade de se envolver comigo como eu com ele, quando parecia tudo encaminhado, não consegui… demos uns beijos, mas não passou disso. 


Cada dia que passava o meu desejo por sexo aumentava, continuava sem fazer com o meu companheiro há umas semanas e a última vez que tinha feito, senti-me uma "prostituta"… foi abrir as pernas e deixar que ele se viesse dentro de mim, até sentia alguma dor… uma sensação muito má, sem prazer… 

Conversava muitas vezes com amigas que diziam para terminar a relação, mas faltava a coragem de pôr um ponto final… era adiar o inevitável.


Num dia de manhã, tinha chegado do meu trabalho, liguei a TV e não estava a funcionar, fiz uma chamada para a operadora a comunicar o problema, disseram-me que o técnico viria a minha casa por volta das 16h. Aproveitei para ir dormir, estava cansada porque a noite de trabalho não tinha sido nada calma. Quando acordei, tomei um banho e aguardei a chegada do técnico. 


Na hora marcada a campainha tocou, depois de abrir a porta entrou o técnico, um homem bem constituído, cabelo castanho, pele morena, sorridente… foi encaminhado até à sala, ao local onde estava a TV e a box, baixou-se, e por trás via o início do rego do seu rabo, deixou-me logo com a libido a crescer, e enquanto ele detetava o problema, fomos conversando, soube que se chamava Daniel, tinha 39 anos… pela conversa que estávamos a ter, notava que não era nada acanhado, era simpático e tinha um ar de safado.


O serviço tinha terminado, perguntei:

- Aceitas tomar alguma coisa?

- Só um copo de água por favor.

Fomos até à cozinha.

- E comer? Queres petiscar alguma coisa?

- Bem… não costumo comer a meio da tarde, mas… o que tem para eu comer? - sorriu.

- Não sei o que gostas, mas posso tentar arranjar algo que te possa satisfazer.

- Algo em especial?

- Claro.


Aquela conversa deixou-me solta, completamente desinibida, senti que ambos queríamos algo mais, fomos na direção um do outro, surgiu um beijo de língua bem molhado, o batimento do coração era acelerado quase saltava do meu peito, as nossas mãos passavam pelos nossos corpos, fomos tirando a roupa… o Daniel encostou-se ao balcão da cozinha, chupei o seu pénis grande e torto, levei-o até à minha bochecha, meti-o quase todo dentro da boca, os seus testículos também eram grandes enchi a minha boca com eles, os seus ligeiros gemidos deixavam-me com um tesão tremendo, a seguir inclinei-me sobre o balcão da cozinha, abri as pernas e por trás a sua língua foi até ao buraquinho do meu cu, e desceu até passar com a língua na minha cona molhada, os seus dedos entraram no meu cu e na minha coninha, que sensação maravilhosa.


O Daniel guiava-me no prazer, estava "caída aos seus pés", submissa ao que me quisesse fazer, sentou-me na mesa de jantar, abriu as minhas pernas, apalpava-me as mamas e beijava-me a boca… penetrou-me lentamente, agarrei-me à mesa e gemi… o seu pau deslizava para dentro de mim, estava arrepiada e louca para foder sem igual. 

Agarrado às minhas mamas e a aumentar a intensidade, aquela adrenalina toda, o seu pau gostoso e o seu beijo fizeram-me chegar às nuvens, vi-me intensamente, que saudades de sentir um orgasmo! O Daniel manteve o tesão, queria oferecer-lhe os "três pratos", a seguir meteu-me com todo o cuidado o seu pénis dentro do meu cu, custou a entrar, depois foi gostoso… sempre gostei de sexo anal… após tirar o pénis pediu-me para chupar-lhe até ao fim… o meu broche demorado fez-me sentir o seu leitinho todo dentro da minha boca… engoli tudinho. 

                                                                                           Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Não aguentaria mais tempo sem um envolvimento assim, foi de uma forma inesperada, mas muito prazerosa. Durante muito tempo sentia vontade de repetir novamente. Pouco tempo a seguir separei-me, aprendi a morar sozinha e mais tarde tive outra relação mais feliz, com o nascimento de uma filha.