domingo, 25 de abril de 2021

Júlio e Sara

O nosso casamento ia de vento em popa, tudo corria bem, éramos um casal que tínhamos paciência um com o outro, havia entreajuda e essencialmente existia conhecimento da nossa maneira de ser, por vezes um pensava e o outro dizia. 

Eu chamo-me Sara e era veterinária, adorava animais e pertencia a uma associação para ajudar bichinhos abandonados. Tinha 32 anos, o meu cabelo era curto e negro asa de corvo, olhos escuros, rosto comprido, alta e magra, seios médios… Selecionava os melhores momentos dos dias para me sentir ainda mais feliz, o meu positivismo ajudava.


O meu marido chama-se Júlio, alto, com o cabelo rapado, os olhos castanhos, uma pessoa calma, sabia gerir e controlar todos os problemas que apareciam, ambos gostávamos do imprevisto. 


Estávamos casados há quase dois anos, lidávamos bem com a parte sexual, os nossos envolvimentos eram diários, tinha alturas em que nos envolvíamos mais do que uma vez ao dia. Tratávamos o sexo/amor por tu, gostávamos de dar e sentir prazer, o lugar por vezes ficava para segundo plano, o importante era a intensidade que dávamos ao acto. 


As nossas vidas profissionais ocupavam-nos bastante durante a semana, só tínhamos a noite para desfrutar a nossa companhia, ao fim de semana tínhamos o domingo livre para fazermos o nosso programa, gostávamos da natureza, passear pela areia junto ao mar, levávamos connosco o Tico, um cão da raça fox terrier, também fazia parte do nosso entretenimento.


O nosso amor pelos animais, fazia-nos pensar em mudar de casa, com mais espaço para podermos ter vários animais, a parte de termos um filho/a para já não estava nos nossos projetos.

Mas tínhamos um plano, como estávamos quase a fazer dois anos de casamento, queríamos festejar a data com uma viagem, estarmos 10 dias fora do país, longe da rotina… resolvemos planear uma viagem a vários países e fizemos um roteiro, a ideia era ir a Praga, Budapeste e Viena. Marcámos as viagens com uma antecedência de dois meses.


Enquanto não chegava a altura, íamos conhecendo o nosso país, passámos fins de semana repletos de amor e carinho, várias caminhadas, procurávamos conhecer ao máximo todos os locais que íamos, o desconhecido fascinava-me. 


Fazer sexo em locais públicos dava-nos uma adrenalina fora de série, um desses momentos aconteceu na estação de serviço de uma autoestrada, íamos passar o fim de semana fora, o tempo estava quente, sentimos uma vontade súbita de termos prazer, enquanto o meu marido conduzia tocava-lhe no pénis, senti-o duro, a sua mão passou por baixo da minha saia, afastou as cuecas e os dedos entraram e saíram da minha vagina, a excitação aumentou, parámos o carro numa zona em que passava pouca gente… o Júlio continuou sentado no lugar do condutor, desabotoei os botões das suas calças e ele puxou-as para baixo até aos joelhos… a minha boca pedia um pénis duro e babado… foi de encontro a ele, chupei-o com intensidade, percorria a língua no seu todo, metia só a glande dentro da boca e depois ia até ao fundo, a língua mexia à volta da cabecinha, mas tinha de acelerar, o local não era propício a demorar, aumentei o ritmo… enquanto a minha mão tocava uma punheta, deu um "ai que bom" o leite morno entrou cheio de pressão na minha boca… engoli tudinho… 

O Júlio não quis ficar atrás, rodei um pouco as minhas pernas, levantou-me a saia, baixou até à minha vagina, enquanto lambia o clitóris, metia um, depois dois e foi até três dedos dentro da vagina. Havia pessoas a passar perto, disfarçava com a minha mão à frente da boca, para não mostrar a minha expressão de prazer… o meu marido aumentou o ritmo dos dedos a entrar na minha vagina molhada, a língua sabia o ritmo bem encostada ao meu clitóris com movimentos muito rápidos, cheia de espasmos o orgasmo tinha chegado… 

Momentos destes, fortificavam ainda mais a relação, era uma união apimentada.


A viagem que tínhamos programado estava a chegar, um nervosismo miudinho aparecia porque sentia um pouco de medo ao viajar de avião, preparámos as mochilas, não podiam ir muito carregadas porque íamos percorrer três países de um lado para o outro, organizámos tudo direitinho. Fomos para o aeroporto, o voo estava um pouco atrasado… ficámos a aguardar, o tema de conversa passou por alguns momentos de sexo que passámos juntos, aquela conversa aguçou o apetite para entregarmo-nos um ao outro. Um pouco mais tarde, entrámos no avião, ocupámos os nossos lugares, a viagem era relativamente curta, o avião levantou e o assunto do sexo voltou… estava a sentir-me desejosa… levantei-me e pedi ao Júlio para me acompanhar, simulei um enjoo, agarrei uma mão à barriga, a outra à frente da boca, entrámos os dois no WC… 


Abraçámo-nos, agarrados um ao outro demos vários linguados, tinha de ser algo rápido, o Júlio desceu as calças, chupei-lhe o pau durante uns segundos, a seguir levantei a saia, o meu marido puxou as cuecas para o lado e pôs a sua saliva nos dedos, esfregou-os na minha cona, inclinei-me ligeiramente para a frente, atrás de mim, enterrou o pau dentro de mim, a trepidação do avião acompanhava os movimentos, cada vez aumentava mais o ritmo, sempre forte na intensidade, veio-se… e o seu fluído dentro de mim acelerou a minha chegada ao orgasmo…


                                                                                       Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest 


Continuamos a ser um casal, obcecado pelo prazer, pelo nosso bem-estar, entregues às loucuras dos momentos.

 








quinta-feira, 15 de abril de 2021

Ângela

O meu pai tinha uma farmácia, e recentemente um dos funcionários reformara-se… para o seu lugar entrou a Ângela, uma menina de 23 anos, corpo esguio, cabelo castanho encaracolado, umas sardas nas bochechas, e um sorriso de encantar… 


Eu estava com 25 anos, tinha uma loja de informática à frente da farmácia, o meu dia era passado a maior parte das vezes no interior da loja, e via todos os dias a Ângela a entrar e a sair do trabalho… um dia o meu pai veio perguntar-me se conhecia alguma casa ou apartamento para alugar dentro da cidade e de preferência perto da farmácia, perguntei para quem era, disse-me que era para uma farmacêutica que andava à procura de um T1 para morar, depreendi que fosse para a Ângela. Comecei a pesquisar e a perguntar às pessoas, e disse ao meu pai, que havia a possibilidade de se arranjar um T1 entre a farmácia e o local onde eu e os meus pais morávamos, ele disse que ia falar com a Ângela e que lhe ia dizer para passar na minha loja para eu a inteirar sobre o apartamento. A ideia agradou-me e fiquei a aguardar pela sua visita.


E ela apareceu uns dias mais tarde, vestido preto, seios redondinhos, olhar alegre, e entrou na loja…. Apresentou-se, disse que vinha por intermédio do meu pai e perguntou se eu tinha as informações sobre o apartamento, os nossos olhos ficaram hipnotizados no rosto um do outro, a minha voz tremeu e expliquei-lhe quem estava responsável pelo arrendamento, caso não quisesse ir sozinha, propus-me a acompanhá-la… ela aceitou que fosse com ela, fiz a chamada e marquei para o dia seguinte.


Era sábado à tarde… encontrámo-nos numa pastelaria perto do apartamento, a senhora que ia arrendar o apartamento ligou a dizer que estava atrasada cerca de 45 minutos, fomos conversando, soube que era filha única, que morava a 150 km de distância numa aldeia, e um dos motivos da sua chegada à cidade era querer ser independente, tinha terminado recentemente uma relação, ia ajudar o afastamento do ex-namorado… o tempo passou rápido e pouco dei a conhecer sobre mim.


A senhora chegou e mostrou-nos o apartamento, a parte de trás tinha uma boa vista sobre a cidade, por dentro o estado era novo, a Ângela gostou e acertou começar a morar lá dois dias depois. Fui levando as suas coisas da casa de uma amiga para lá… 


A Ângela agradeceu-me tudo o que tinha feito por ela, e em tom de provocação perguntou:

- Fico em dívida contigo… como te posso compensar?

- Bem… se te deres bem na cozinha, aceito um jantar feito por ti.

- Comes qualquer coisa? - sorriu.

- Não sou esquisito… fica a teu gosto.


Passados uns dias, a Ângela da sua janela, viu-me a passar a pé para o meu trabalho, e do alto disse para não me esquecer do jantar que ia fazer no próprio dia. Disse-lhe que não ia esquecer e que as expectativas eram altas, para ela caprichar. 

Lá fui eu ter ao seu apartamento, ela tinha colocado uma mesa pequena nas traseiras da casa, era ali que íamos jantar, umas velas iluminavam o espaço e faziam brilhar os olhos dela, avistava-se as luzes da cidade, o prato foi bem decorado, um puré de batata com um lombinho de carne e para beber uma sangria de frutos vermelhos, disse eu: " que bom aspeto!"... ela disse que era para comer tudo… de sobremesa foi um leite creme com canela.


O jantar tinha corrido às mil maravilhas, tudo ótimo… a Ângela tinha o rosto um pouco corado, a noite estava a arrefecer, fomos para o interior do apartamento… encostei-me num armário da sala, a Ângela disse para eu abrir a boca e fechar os olhos, meteu na minha boca um bombom de chocolate, a seguir pediu para fechar os olhos, encostou-se a mim e a sua boca encontrou-se com os meus lábios, o beijo era doce e a sua língua era bem mexida, as suas mamas ficaram na palma das minhas mãos, a mão da Ângela tirava o meu cinto, desabotoava os botões das minhas calças e tocava levemente uma punheta no meu pénis, assanhada e excitada, debruçou-se sobre a mesa da sala, puxou o vestido para cima, agarrou na cueca e puxou-a para o lado e disse… "fode-me…" dei-lhe umas palmadas no rabo, com a nádega marcada pela minha mão, por trás, enfiei o meu pau dentro da sua cona, gememos… disse-me que queria algo rápido e intenso, para a foder todinha… aumentei logo o ritmo… estava desejosa e louca, agarrei o seu quadril, depois beijei as suas costas e apalpei-lhe as mamas, ela só pedia… "fode… fode… fode… não pares… isso..." e num ápice… soltou um gemido agudo… contorceu-se…. a sua cona estava cheia de sémen…  mais tarde voltamos a foder… voltou a vir-se… 


                                                                                                              Fonte: Imagem retirada da internet, pintetest

Era uma mulher que atingia facilmente o orgasmo, naquela noite não consegui dar-lhe o meu esperma...porque não me consegui vir… mas tivemos noites recheadas de bom sexo… a Ângela era obcecada por mim e pelo prazer, era insaciável… 

segunda-feira, 5 de abril de 2021

Bruno

Sempre fui uma mulher com uma rede social alargada, era empresária no ramo têxtil, tinha várias lojas de roupa... quase ficava sem tempo para relacionamentos, tinha 29 anos, dedicava-me inteiramente à parte profissional e a parte pessoal ficava para trás. 

Embora tivesse pouco tempo para me envolver, sentia essa necessidade, não queria estar agarrada a uma relação que me prendesse e afetasse a parte profissional, sabia que não ia dar certo… queria apenas ter os meus encontros com quem achasse interessante e passava muito tempo sem o fazer...  

Tinha vários fins de semana sem sair, ou porque o tempo era escasso, ou porque me sentia cansada, ou porque preferia usufruir da minha casa, visto que durante a semana só usava o meu quarto e pouco mais.


Numa das minhas lojas havia um funcionário novo chamado Bruno, fora a minha sócia que lhe tinha feito a entrevista, já me informara que ele era de cortar a respiração… tinha 22 anos, pouca barba, olhos esverdeados, cabelo castanho, fisicamente estava no ponto, muitas tatuagens nos braços… era muito sexy… 


Passei uma semana seguida durante a tarde naquela loja, era a altura de mudar a coleção, queria saber se ele tinha jeito para o atendimento, quis controlar a faturação. 

Numa terça-feira, informei os dois funcionários que na quinta-feira seria para ficarem até mais tarde, para se remodelar a loja… colocar roupa em saldo e dispor a nova coleção… 


Enquanto estava na loja observava a forma como o Bruno trabalhava, pelo canto do olho apreciava os atributos físicos dele, por vezes não disfarçava o meu olhar, ele também olhava, reparava em mim, tinha um ar safado... quando estava no balcão, passava junto a ele, se tivesse que ir à prateleira atrás do balcão buscar alguma peça de roupa, de costas, as minhas nádegas roçavam nas dele… 


Era quarta-feira, pouca conversa tinha existido entre nós, mas trocávamos muitos olhares, ele também sabia provocar, no olhar, no aproximar, no meter conversa, estava a ficar tentada a cair nos braços dele… já estava quase a terminar o dia de trabalho, depois de algumas insinuações e de existir atração de parte a parte… fui ao armazém preparar umas roupas, pouco depois entrou o Bruno… sorrimos um para o outro, desinibido… disse-me que eu estava a mexer com ele, deixou-me sem reação… e acrescentou que no dia seguinte íamos estar até mais tarde na loja, não sabia se ia conseguir resistir… saiu do armazém, a conversa ficou cortada e eu nada lhe disse… mas… deixou-me com mais apetite de nos envolvermos…


Quinta-feira, foi um dia com bastante trabalho, muita gente na loja, pouco tempo para dar atenção ao Bruno, por vezes aproximava-se… falava… mas havia muito que fazer… o fim do dia aproximava-se… ele foi lanchar a uma pastelaria ao lado e sem lhe pedir, trouxe-me o lanche, entregou-me e disse que era para me adoçar… gostei do miminho.


Já tínhamos fechado a loja para os clientes, mas continuávamos a remodelá-la, além de mim e do Bruno também havia outro funcionário, íamos conversando sobre o dia que estava a chegar ao fim, o Bruno perguntou-me se tinha gostado do docinho que me deu ao lanche… disse-lhe que sim, que tinha acertado porque era dos meus doces preferidos… 


Entretanto o trabalho estava a chegar ao fim, o outro funcionário foi embora antes do Bruno… o Bruno convidou-me para irmos comer alguma coisa…já era tarde, fomos no meu carro a um restaurante que ainda estaria aberto… falámos das nossas vidas, dos nossos sonhos… de relações passadas… para a idade que tinha, era um homem maduro, com história de vida, e conseguia manter uma conversa… o jantar terminou… o Bruno perguntou-me:

- Há um sítio que gosto muito de ir… quer ir até lá comigo?

- Achas que vale a pena? É longe?

- Claro que vale, não se vai arrepender… fica a caminho de minha casa, aproveita e deixa-me em casa, cerca de 15km…

- Já te estás a aproveitar da minha boleia é?

- Vai gostar do sítio por isso vai compensar…


O Bruno deu-me as indicações do caminho, estava curiosa por saber para onde ia, começamos a subir, a subir bastante… perguntou-me se tinha medo de alturas, disse-lhe que não… passado algum tempo mandou-me estacionar o carro, era um parque com várias árvores e bastante escuro, disse-lhe que não tinha medo de alturas, mas do escuro dava-me medo… protegeu-me… abraçou-me e caminhámos juntos... levou-me até um miradouro, tinha uma vista fantástica… muitas luzes no horizonte, a lua bem definida, a noite não estava fria, de cima disse-me onde morava, lógico que não se via, não tinha casas por perto… estava tudo muito silencioso, continuávamos abraçados, olhei para o rosto dele, o Bruno olhava o horizonte, desviou o olhar na minha direção… e… encostámos os lábios… beijámo-nos… e demos um abraço forte… sentia-me aconchegada por ele… os beijos continuavam… beijou-me o pescoço… arrepiava-me… as mãos dele seguravam a minha cintura, as minhas mãos passavam pelas costas dele, disse-me que se já era difícil resistir-me, naquele momento estava a ser ainda mais difícil resistir… ao ouvido dele perguntei-lhe porquê… disse-me que… tinha vontade de sentir o meu corpo ao ar livre… acariciar-me ainda mais… os nossos telemóveis iluminavam-nos com as lanternas juntamente com a lua entre as árvores... havia um banco de jardim, sentámo-nos… 


As nossas mãos passavam no corpo um do outro… tirou-me o seio da blusa… apalpou-o… meteu-o na boca… o bico quase saía do seio… a minha mão foi de encontro ao pénis dele… apertei-o… tirou as calças, eu tirei a blusa, os nossos corpos estavam quentes, o Bruno apertava os meus seios, lambia-os, beijava-me com a língua dentro da minha boca… eu baixei-me, bati-lhe uma punheta e chupava-lhe a pontinha do pénis… a minha boca molhava-se com a baba do pénis… a seguir puxou-me as calças para baixo, mandou-me colocar um pé em cima do banco, por trás… a língua dele foi ter à minha vagina, lambeu-a… meteu dois dedinhos, o silêncio era tanto, que só ouvia os meus gemidos e o barulho dos dedos a entrar na minha vagina molhada… já estava bem desejosa, o Bruno pegou no seu pénis... e enfiou-o bem dentro de mim, estava muito quente e duro… deu-me palmadas leves, agarrou os meus seios por trás… virei a cara e enquanto me fodia meteu-me dois dedos na minha boca, chupava os dedos ao mesmo tempo… estava muito intenso… 


Sentei-o no banco… fui para cima dele, quis sentar-me em cima do pénis, sentia-o bem lá no fundo, beijava a boca dele, ele apertava os meus seios, por vezes lambia os meus bicos, aumentei a intensidade, o olhar dele fazia notar que estava quase a vir-se… eu sentia que ia aguentar pouco mais, continuámos com aqueles movimentos que nos enchiam de prazer… os nossos gemidos faziam ouvir o nosso eco naquele lugar, agarrei-me ao encosto do banco, soltei um gemido intenso, estava a vir-me, ao mesmo tempo o Bruno gemeu e atingiu o orgasmo, a minha vagina ficava cheia de leite… nunca me tinha acontecido de ter um orgasmo em simultâneo com alguém... foi brutal… o próprio lugar compensou muito, senti-me livre, parecia que o mundo era só nosso.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


No meio daquela adrenalina toda, nasceu o Duarte, fui mãe sem ter programado, a minha vida mudou totalmente, o Bruno assumiu a paternidade, continuou a trabalhar na loja por algum tempo, mas depois foi trabalhar para outro lado, nunca chegámos a ter uma relação.