Com 38 anos a minha vida tinha caído em rotina. Casado há sete anos, dois filhos, o trabalho ocupava-me desde manhã cedo até à hora de jantar, a seguir a este passava o tempo com os meus filhos. Quando chegava à cama, muitas vezes estava cansado e com sono ou era a minha mulher que não estava com vontade para nos envolvermos… quando fazíamos amor era fazer por fazer, precisava de algo novo e diferente, que me despertasse…
A minha profissão por vezes implicava passar uns dias fora de casa, ou para fazer formações ou por causa mesmo de determinados trabalhos que tinham de ser feitos e terminados o quanto antes.
A nossa empresa tinha uma empregada de escritório que era assediada por todos os homens. Chamava-se Carolina, tinha 31 anos, era relativamente baixa, magra, uns seios firmes que enchiam as mãos e que pareciam duros ao toque, loira, olhos castanhos cor de avelã, uns lábios cheios e grossos, um olhar bem atrevido e uma voz muito meiga.
Sempre que entrava no escritório procurava meter-me com ela conversando, e logo surgia uma piada ou um elogio. Estava sempre bem vestida e provocante… o seu olhar e a voz, deixava-me com vontade de a ouvir bem mais perto de mim, de sentir o seu cheiro e de percorrer o corpo dela… o meu ar assanhado e a forma como me metia com ela, fazia-a notar que eu a assediava, e que estava mortinho para estar num sítio a dois.
Precisava de marcar algo com ela. Quando insinuava isso a Carolina não se cortava, parecia que estava à espera de um convite…e eu teria de aproveitar, pensar de que forma o poderia fazer … então.. resolvi escrever-lhe uma mensagem e meti dentro de uma carta.
" Carolina desde que entrei para a empresa, o local que mais gosto de estar e me sinto melhor é no escritório… porque será? Sinto que a tua conversa junta com a minha faz-me querer mais, mais conversa (não sejas maliciosa)… sabes que sou casado, poderá não ser benéfico…vou dar-te a escolher as seguintes opções:
Das três que te vou apresentar vais escolher uma e depois dás-me a resposta.
Sairmos por uma noite
Passarmos um fim de semana juntos (hotel)
Não sairmos (estive quase para não colocar esta alínea )"
A carta foi colocada à frente de uma fatura que lhe entreguei no escritório, disse-lhe que tinha uma carta para ela para além da fatura, saí e pisquei-lhe o olho.
No dia seguinte entrei no escritório, era uma quinta-feira… a Carolina olhou-me, sorriu… estava corada… perguntou:
- A resposta é dada pessoalmente ou por carta também?
- Aceito a resposta de qualquer forma… sendo positiva claro.
- Vou deixar-te curioso até amanhã… hoje não terás a resposta.
- Vais deixar-me assim?
- Sim, vou….
Aguardei ansioso… acreditava que poderia estar com a Carolina no fim de semana, como tal avisei a minha mulher que ia ter formação, no sábado não iria dormir a casa…
Sexta-feira, às 16h, tive a resposta da Carolina… disse-me que não ia passar o fim de semana comigo num hotel, mas que podia sair no sábado à noite… para escolher bem o sítio porque era casado e não queria ser vista comigo.
Combinamos o encontro a 10km de minha casa. Deixei o meu carro na garagem de um amigo, e fomos no carro dela, era mais seguro ser assim… dei-lhe as indicações… até um Motel… Quando subimos ao quarto é que reparei verdadeiramente nela, batom vermelho nos lábios, cabelo solto, blusa justa com os seios a sobressair, calça justa… estava bastante apetitosa, o perfume dela enchia o quarto… Perguntou-me:
- Como fugiste da tua mulher?
- Disse-lhe que tinha uma formação, só chegava amanhã.
- Mas vais ensinar-me alguma coisa ou vais ser ensinado? - sorriu.
- Só vamos saber depois… estou preparado para as duas coisas.
- Estou curiosa, nunca me envolvi com um homem casado.
- Prepara-te porque vamos estar aqui 12h, vais ter tempo para saber como é…
- 12h? a minha opção foi a... a) e não foi a... b).
- Passamos a noite juntos, depois logo se vê…
Sentámos na cama, liguei a televisão, o canal era pornográfico, íamos observando os dois, a Carolina perguntou-me se já me tinham feito alguma vez um strip… disse-lhe que não… levantou-se… o quarto tinha um varão… foi até junto dele, andava à volta dele, e a olhar para mim, deitei-me a olhar para ela, foi tirando a roupa, ficou sem as calças, encostou-se ao varão de costas para mim... baixou o tronco, o varão atravessava o cu dela, encostado ao fio dental, simulava com a língua que lambia o varão, agarrava com as mãos bem firmes, movimentava as mãos para cima e para baixo como se tivesse a tocar uma punheta… estava a deixar-me com tesão, que sedução… tirou a blusa, os seios duros… tirou o sutiã… o varão ficou no meio dos seios, ela apertava os seios contra o varão... a seguir tirou as cuecas, agarrada, baixou o tronco, de costas para mim, empinou o cu para trás, que imagem brutal, encostou o ombro ao varão, e com as mãos abria o buraquinho do cu e depois o da vagina…e olhava para trás na minha direção... deixou-me cheio de tesão, tinha o pau duro só de ver…
Veio de encontro a mim… perguntou-me ao ouvido se tinha gostado… disse-lhe que tinha adorado. Ajudou-me a tirar a roupa… deitei-a de barriga para cima, pus-lhe as minhas mãos nos seios, apalpei-os com força… passei a língua pelos bicos, desci até ao umbigo… subi… passei a língua pelo meio dos seios, pelo pescoço dela, beijei-a muito, beijos bem molhados, a minha mão passava na vagina, estava molhada, ia metendo dois dedinhos dentro e ela suspirava… deitou-me de barriga para cima, mordeu-me a orelha, beijou-me o pescoço, lambeu-me os bicos das mamas, a língua dela desceu… desceu… passou pelo pénis e lambeu-me os testículos, meteu-os na boca… arrepiava-me… chupou-me o pénis, sentia os lábios bem grossos dela, com a língua… deixava-me com muito desejo de a foder toda…
Fui para cima dela, com ela virada para cima… abri-lhe as pernas… meti-lhe dois dedos na boca, ela chupava-os… enfiei-lhe o meu pénis na vagina, logo até ao fundo, revirou os olhos e soltou um gemido de prazer… as minhas mãos seguravam nos seios dela, bem firmes, e o meu pénis não parava dentro dela… gemia mais… dei-lhe palmadas suaves na cara, notava que ela gostava de alguma brutalidade, dava-lhe prazer… desci o meu tronco, sentia os seios dela junto ao meu peito… cuspi-lhe... o meu cuspe caía lentamente para dentro da boca dela, ela lambia… dava-lhe palmadas nos seios, ela estremecia… estava a ser muito bom para ambos… pôs-se de quatro, enterrei-a bem até ao fundo, puxava-lhe o cabelo para trás… pedia mais intensidade, dizia que estava cheia de tesão… dava-lhe palmadas bem fortes no cu, ficavam as marcas das minhas mãos na pele, as nádegas bem vermelhas… gemia mais… aumentei o ritmo… a vagina estava toda molhada… apoiou o peito na cama, empinou o cu… enquanto a fodia, pus os dedos no clitóris dela, apoiou a vagina nos meus dedos, estava totalmente deitada, abriu as pernas, continuei a fodê-la muito… com a nossa respiração acelerada… soltou um grito intenso de prazer… tinha atingido o orgasmo… ficou imóvel… continuei no meu ritmo… e também cheguei ao orgasmo… o meu leite entrou na vagina, fiquei deitado sobre as costas dela…
Gostei bastante como nos entregámos um ao outro, estava a precisar de algo assim, a Carolina também queria sentir-me… durante a noite e manhã fomos aproveitando, depois fomos mais meigos um com o outro…
A hora de sair do motel tinha chegado, cada um de nós foi para sua casa, eu fiz um pouco de tempo até ir para casa… não nos voltámos a envolver… a Carolina pouco tempo depois mudou de trabalho, não voltámos a falar um com o outro…

Adorei a descrição da mulher e depois do ato. Você é ótimo com os detalhes. ADOREI seu conto. 😉💋
ResponderEliminarLeitura facil e penetrante. Parabéns pelos pormenores que facilmente conseguimos imaginar 👏
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