sexta-feira, 5 de junho de 2020

Rodrigo

Comecei cedo a trabalhar com o meu pai, numa fábrica de móveis, mais tarde, depois da sua morte, fiquei eu a gerir a empresa. Frequentava muitas vezes o banco, por causa da empresa e conhecia bem o Rodrigo, gerente do banco, era um homem pacato, simples e bom falante. 

De todas as vezes que lá ia, o Rodrigo metia-se comigo, gostava de o ver, era um cavalheiro, eu estava solteira e sabia que ele era casado. Por vezes tinha alguns ditos que roçavam o assédio, mas não ligava às suas insinuações. 
Procurei aproveitar ao máximo todos os momentos livres da minha vida, como mulher sempre fui corajosa, lutadora e fiel aos meus princípios. Nunca fui de ter relações esporádicas ou prolongadas, aliás fugia delas, era alérgica ao compromisso. 

Um tempo mais tarde soube que o Rodrigo se tinha divorciado, sempre senti um fraquinho por ele, mas disfarçava e ele nunca se tinha apercebido disso. Ambos andávamos pelos 30 anos, morava na casa dos meus pais, e sentia que queria ter a minha independência, não queria morar sozinha e via com bons olhos uma suposta relação com o Rodrigo. 

Numa sexta-feira fui ao banco, levei um vestido decotado e curto, lábios pintados estava provocante, sentia-me a mais atraente e sensual de todas as mulheres por quem passava, quando entrei no banco, o olhar do Rodrigo foi direto a mim, sorrimos um para o outro, depois sentei-me na cadeira à sua frente para ser atendida, notei o nervosismo dele, estava inquieto e a voz trémula… perguntei:
- Então hoje não se mete comigo?
- Você hoje está esplêndida, até estou meio desorientado.
- Já tinha reparado, estou a mexer consigo, não me troque os papéis - sorri.
- Espero não chegar a esse ponto, confesso que fez-me aumentar a libido.

O Rodrigo estava caído por mim, e eu sentia vontade de cair nos braços dele. Mais tarde acabámos por sair juntos, e depois assumimos uma relação, namorámos cinco anos… casamos e tivemos quatro filhos. Os anos foram passando muito rapidamente, a nossa relação teve altos e baixos, mas existia um equilíbrio, o nosso amor era mais forte do que tudo, nada nos fazia derrubar.

Tinha chegado aos 61 anos e o Rodrigo aos 65 anos, já estava na pré-reforma, tinha deixado o banco há um mês atrás, estávamos a aproveitar ao máximo todo o tempo juntos, fizemos várias viagens, jantares românticos, voltámos a viver o tempo de namorados, tínhamos conversas nostálgicas, histórias divertidas e de amor.

A nossa ligação era muito unida e forte, estávamos sempre apaixonados e quanto mais os dias passavam, maior era o desejo que sentíamos um pelo outro.

Um dia tivemos um jantar de aniversário em casa de um dos nossos filhos, o nosso netinho fazia dois anos, a família estava toda presente, comemos bem… houve animação, e estávamos todos felizes. Depois fomos para casa, durante a viagem de carro, a nossa conversa foi sobre sexo… quando chegámos estacionámos o carro na garagem, existia algum tesão provocado pelo que tínhamos falado, quando saí do carro, o Rodrigo já estava do lado de fora, fechei a porta e o Rodrigo estava perto de mim, apertou-me contra a porta do carro, beijou-me na boca, as suas mãos apalparam os meus seios, a minha mão passou no seu pénis, tirámos a roupa um ao outro, sentou-me no capô do carro, estava quente, a sua boca foi até à minha vagina, lambeu-me a vulva, que delícia foi o seu minete! A seguir o Rodrigo ficou em pé encostado na porta da frente do carro, lambi o seu pénis e foi bem chupado, estávamos superexcitados e só queríamos foder. Voltou a sentar-me em cima do capô, depois de abrir as pernas, senti o seu pau a entrar dentro de mim, estava bem lubrificada, lambeu-me os bicos dos seios, o seu beijo aumentava o meu tesão, continuou assim por algum tempo… os nossos gemidos ecoaram na garagem e atingimos o orgasmo em simultâneo… que momento tão saboroso.

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

A nossa vida sexual sempre foi muito boa, demos o máximo prazer um ao outro, sabíamos do que gostávamos, nunca tivemos tabus, os nossos corpos unidos eram a nascente do carinho e o oceano do amor.



1 comentário: