Estava desempregado, cansado de procurar emprego, só queria um que fosse na minha área… tinha 27 anos... sem namorada, entrei num chat, para conhecer pessoas novas, conversar, passar um pouco de tempo... vi o perfil de uma mulher que morava relativamente perto de mim, cerca de 17km, era 11 anos mais velha do que eu, vi as fotos que ela tinha, achei-a interessante, a cara era gira, o corpo favorável, não aparentava ter essa idade… eu também tinha fotos minhas... meti conversa... não respondeu… tentei encontrar uma pergunta que a despertasse a dar uma resposta, perguntei se não ia sair dali um "olá " , esse "olá " saiu... a seguir fui fazendo perguntas… ia respondendo... sentia-me um jornalista, parei… e perguntei se não ia perguntar nada... disse-me que não tinha nada para perguntar... através das informações que já me tinha dado, fui puxando conversa e ao mesmo tempo escrevendo um pouco sobre mim, pelo meio metia-me com ela, ia rindo...
Soube que era casada que se chamava Marta, que o marido trabalhava no estrangeiro e que ia a casa de 15 em 15 dias, estava desempregada... fomos conversando diversas vezes, durante o dia e à noite, parecia que já nos conhecíamos há muito tempo, um dia perguntei-lhe se o casamento estava bem... respondeu que sim... não se alongou... achei que a presença do marido de 15 em 15 dias, podia não ser favorável...
Quando o marido chegava, contava-me que a primeira coisa que fazia era ir para o café, não lhe passava muito cartão, que saía pouco com ela entre outras coisas... achei que o que tinha dito sobre o casamento de estar bem, não seria tanto assim... mesmo aos fins de semana em que o marido estava presente, continuávamos a conversar e até tarde...
Um dia pedi-lhe o Facebook... deu…continuámos a conversar por lá... até que passadas umas semanas já estávamos a trocar o número de telemóvel... começámos a trocar mensagens pelo telemóvel ... sentíamos mais à vontade um com o outro, embora nunca nos tivéssemos visto pessoalmente, ganhávamos confiança... e o próximo passo seria esse, estarmos juntos...
E que fosse junto a casa dela, ia levar o lixo, explicou-me o local onde deveria ir e lá estava, protegida com o guarda-chuva aberto, parecia estar escondida… parei o carro e entrou… deu um olá e pediu-me para arrancar... não queria ser vista… eu não conhecia o local... indicou-me o caminho, estava meia assustada... parámos num local que parecia um pequeno parque... resguardado. Como chovia não se via pessoas a passar a pé... olhámos um para o outro... sentia que depois de tantas conversas só faltava um carinho, um mimo... agarrei a mão dela, estava gelada... para descontrair perguntei-lhe se o guarda-chuva que tinha trazido era para a abrigar da chuva ou para me bater se me portasse mal, ela disse que era para as duas coisas... rimos... fomos falando de várias coisas e surgiu um silêncio... e agora?
Olhei para os olhos dela, bem negros... não larguei a sua mão... perguntou-me o que se passava... não sabia o que dizer... cheguei perto... tentei o beijo na boca, encostei os meus lábios aos dela... não alinhou... disse que não... pedi desculpa...disse-lhe que a vontade veio ao de cima... sorriu... notava-se que não estava segura... continuou a olhar para mim, pensei que se voltasse a tentar o beijo já ia alinhar… passei a minha mão no rosto dela... perguntei se me ia bater... chamou-me tonto... agarrou ela na minha mão... já não havia conversa… só olhares... e toques nas mãos... voltaram os meus lábios aos dela... beijámo-nos.. disse-lhe que tinha melhorado… e que gostei... não passou do beijo... levei-a até perto de casa...
A nossa conversa durava… todos os dias havia algo para dizer, para brincar... sentia vontade de voltar a estar com a Marta... ela dava a entender que podíamos voltar a estar juntos...
Esse dia aconteceu... novamente à noite... desta vez fui até mais perto da casa dela, veio ter comigo, e saímos... disse-lhe que nesse dia a tinha ido buscar mais perto, se estava mais preguiçosa, visto não querer andar... e não trazia o guarda-chuva, perguntei se já me podia portar mal... disse-me para ter juízo...
Saímos dali e fomos para um sítio diferente, num largo afastado de casa dela... estava a dar o jogo de futebol do Porto na rádio, eramos os dois portistas, propus um desafio... a cada golo do Porto dávamos um Beijo… íamos conversando e atentos ao desenrolar do jogo... o Porto ganhou por 3-0... foram 3 beijos molhados e felizes... mudei de emissora... ouvíamos música e falávamos... já estavam a aparecer os beijos de forma espontânea… mais prolongados... mais sem ar... e ao mesmo tempo ouvíamos na rádio a música do Pedro Abrunhosa, "Vamos fazer o que ainda não foi feito "... peguei nesse refrão...ela sorriu... disse-lhe para irmos para banco de trás... ela respondeu que sim.
Começamos a tirar a roupa... as nossas mãos exploravam cada parte do nosso corpo... os beijos continuavam... o tesão aumentava... a Marta deixou-me sentado… ajoelhou-se… entre os acentos... fez-me oral... de forma lenta e meiga… continuou a chupar... estava a ser muito bom...interrompeu... deitei-a no banco... beijava-a... lambia-lhe os seios ao mesmo tempo que os afagava entre as minhas mãos... desci... fiz-lhe oral... a vagina estava toda molhada… enquanto lambia metia-lhe um dedo no cuzinho... estava a delirar... pedia-me o meu pau... meti só uma parte dele, pedia mais... deixei estar só assim, queria que metesse todo... meti até ao fundo, aumentei a intensidade... segurei-a firmemente pelos braços ... pediu-me para a beijar, lambi-lhe os lábios e depois os seios... a cara dela estava corada, o olhar era de prazer... ficou de 4... meti bem até ao fundo novamente enquanto segurava os seios dela por trás... gemíamos… fomos mudando as posições... voltámos à posição inicial… por cima dela... aumentei o ritmo… beijava-a... os gemidos aumentaram de tom... dizia-me para não parar... estávamos a vir-nos os dois... suados... sem ar... e completamente entregues um ao outro... juntos num só corpo... “adorei” - exclamei… a Marta disse-me que sempre sonhou que fosse assim a primeira vez dela...
Voltámos a ter outros encontros: em casa dela, em hotéis, motéis, na praia… foram 3 anos.. A Marta divorciou-se... passámos 8 dias de férias juntos fora do país, ficou a morar sozinha, tinha arranjado trabalho... fomos mais felizes quando não devíamos do que quando tínhamos a liberdade total para o ser... cortámos por completo, não voltámos a falar.






