A Rosa era a minha cabeleireira, tinha 22 anos, o seu corpo era delgado com perna fina, um olhar vivo e sedutor, olhos castanhos pintados com rímel e batom rosa claro nos lábios, cabelo fino dourado. A sua simpatia fazia-me derreter, e era tão bem humorada que tornava fácil soltar um sorriso. Ia ao seu salão de cabeleireiro duas vezes por mês.
Estava casado há quatro anos, desde os vinte e quatro anos, com uma mulher cinco anos mais velha, sentia que o nosso casamento estava instável, algumas discussões, pouca proximidade e passavam-se dias sem fazermos amor. A tentação de trair a minha mulher era grande, já tinha evitado diversas vezes com o assédio de colegas de trabalho.
Num dia de manhã liguei à Rosa e fiz marcação para cortar o cabelo, só tinha disponível a última vaga do dia, às 20h. Chegado ao salão notei que a Rosa estava cansada, mas mesmo assim mostrava-se bem-disposta, a conversa desenrolou-se, a sua voz era meiga e penetrante, enquanto a ouvia passavam-me várias coisas pela cabeça. Havia confiança entre nós, uma vez que nos conhecíamos há bastante tempo, e o tema foi um pouco mais apimentado, entre risos e palavras calorosas, o corte estava feito, depois do corte fui passar o cabelo por água, a Rosa lavou o meu cabelo e ao mesmo tempo fez-me uma massagem prolongada e suave na cabeça, que me deixou relaxado e excitado.
Depois de secar o cabelo e dizer que estava pronto… olhou para mim, sorriu e disse:
- Que gato! Grande corte da cabeleireira - sorriu
- Rosa deixaste-me mais bonito.
- Aceitas um café?
- Sim aceito, obrigado.
A Rosa foi fechar a porta do salão, tinha encerrado o trabalho, suspirou de alívio, tirou a bata e estava de minissaia preta, sentei-me no sofá do salão e vi-a de costas a tirar o café na máquina, aquele rabo e as pernas encantavam o meu olhar, tinha um ligeiro decote, aproximou-se de mim e entregou o café, depois foi tirar para ela. Sentou-se ao meu lado, demasiadamente perto de mim, continuámos a conversar e a beber o café, coloquei a minha mão sobre a sua coxa… não fez nenhum reparo, só olhou para mim e focou-se nos meus lábios, ambos aproximámos os rostos e surgiu um beijo com gosto a café, mas não ficámos só pelo beijo.
As mãos dela eram ornadas por umas unhas de gel compridas de cor vermelha, e passaram pelo meu rosto, desceram pelo meu peito, e foram até aos botões das minhas calças, desabotoou-os enquanto estávamos perdidos num beijo molhado. O meu pau teso e molhado era tocado pelas suas mãos, sabia tocar uma boa punheta, a seguir tirou a blusa, tinha um soutien de renda preto, tirei-o e apalpei as suas mamas e lambi os bicos, a nossa respiração era ofegante, a adrenalina estava no auge… ajoelhou-se à minha frente e fez um broche de ir às nuvens, despi-a… a minha língua percorria o seu umbigo, desceu até à sua coninha e lambi-a… a Rosa delirava e contorcia-se… queria mais e pedia mais…
Sentada e de pernas abertas, com os dedos abriu a cona com pouco pelo, penetrei-a… enquanto metia os meus dedos na sua boca, depois apalpava as mamas com os bicos duros, estava corada e suada, desejosa por chegar ao clímax… já fazia tempo que não sentia tamanho tesão… estávamos a arder, o nossos corpos estavam muito quentes e excitados e não aguentei mais tempo, tirei o pénis dentro da sua cona e vi-me na sua púbis… descansámos um pouco e logo a seguir já estávamos novamente a foder… a Rosa veio para cima de mim, com uma intensidade fora de série… que safadeza tão boa… estava louca e deixou-me descontrolado… cavalgou tanto… que soltou um gemido forte e grosso… e ao meu ouvido disse que se veio toda.
Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest
A rotina do meu casamento e a fase má que estava a atravessar com a minha mulher, despoletou um envolvimento onde menos esperava, dentro de um salão de cabeleireiro… ficámos superconsolados…