A casa que habitava com os meus pais ficava num local sossegado, numa aldeia com um aglomerado pequeno de casas, mas relativamente perto da cidade. Até ser adolescente brincava com um grupo de amigos na rua, jogávamos futebol, andávamos de bicicleta, passávamos muito tempo fora de casa. Existia segurança e o tempo era bem aproveitado.
Ao longo da adolescência passei muito tempo a admirar a minha vizinha da casa do lado, era mais nova que eu apenas um ano, todos os dias íamos no mesmo autocarro para a escola, fazíamos muitas viagens acompanhados um pelo outro. Estudávamos inúmeras vezes juntos e quando tínhamos alguma dúvida sobre a matéria bastava tocar à campainha e as dúvidas eram tiradas.
Ficava maravilhado com o seu corpo, a janela do quarto dela ficava na direção da minha, entre os buraquinhos do estore espreitava-a, quando tinha a janela aberta conseguia ver um busto ou por vezes a imagem do corpo a passar, outras vezes esperava muito tempo até ela vir sacudir os tapetes do seu quarto à janela.
Tinha 22 anos, mantinha contato com a Sofia, os nossos pais conversavam amiúde, e quando a minha mãe falava com a mãe dela à frente de casa, a Sofia por vezes estava presente e eu ia ter com elas, entrava na conversa.
A Sofia tinha o cabelo preto pelo ombro, olhos com umas lindas pestanas grandes, usava aparelho nos dentes, mas até assim a sua boca despertava desejo, o seu andar era sexy e chamativo, tinha o rabo empinado para trás e os seios arrebitados para a frente.
Sentia um amor platónico pela Sofia, nunca lhe tinha dito. Era um pouco tímido e não tinha coragem para a convidar para sairmos, receava que declinasse.
Um dia estava à janela do meu quarto a olhar para o jardim e a janela do quarto da Sofia abriu, ela apareceu… olhei na sua direção e sorrimos um para o outro. Sem saber bem o que dizer, foi ela que falou…
- Então não se faz nada por aí?
- Olha Sofia daqui a pouco vou ao ginásio.
- Também queria começar, depois dás-me as informações sobre o que preciso saber?
- Sim… quando voltar, passo pela tua casa e digo-te como são os procedimentos.
- Combinado, obrigada… até logo!
- Até logo Sofia!
Depois do jantar, fui a casa dela, toquei à campainha, a Sofia abriu a porta e disse para eu entrar, estava de fato de treino justo, o seu corpo deixava-me cheio de vontade de apalpá-la e colar-me a ela. Sentámo-nos no sofá, estávamos sozinhos porque os pais dela já tinham subido para o quarto.
Expliquei-lhe como teria de fazer para se inscrever no ginásio e os documentos que necessitava. Naquele momento achei que a Sofia tinha um olhar diferente, mais direto aos meus olhos, ficou sentada bastante próxima a mim, as minhas mãos suavam, disse-me que já nos conhecíamos há muito tempo, desde crianças e recordamos algumas brincadeiras e partidas que fizemos no passado, rimos bastante.
A Sofia mostrou interesse pelas histórias, a conversa estava animada, a maior parte do tempo era ela que falava, olhei para os seus lábios e imaginava um beijo, tinha vontade de fazer-lhe um convite, ficarmos a dois num local qualquer, acabou por ser a Sofia a fazê-lo… perguntou-me se queria sair com ela no dia seguinte, o meu coração acelerou os batimentos e disse que sim…
Fui para casa a pensar na saída com a Sofia, não me saía da cabeça…
Depois do jantar, aguardei um pouco à saída da minha casa pela Sofia que saiu entretanto da sua casa, parecia outra mulher, cabelo preso, uns brincos que eram umas argolas grandes, lábios pintados com um batom preto, olhos sombreados, calção e uma blusa de alças. Muito apetitosa. Reparou também na minha roupa e disse-me que estava todo jeitoso.
Como eu não tinha carta de condução, foi a Sofia a conduzir o carro do seu pai.
Fomos até a um barzinho que ficava em frente a um rio, bebemos umas caipirinhas, a Sofia mostrava a sua coxa, seduzia com a perna cruzada, tinha sempre um motivo de conversa e eu ficava mais calado, mas mantinha a atenção sobre o que dizia.
O mar ficava perto, decidimos ir até à beira-mar, demos uma volta a pé pela marginal, era lua cheia, havia luz sobre o mar e as rochas, a maré estava a vazar, o cheiro era a maresia, os assuntos já faltavam para continuarmos a conversar, como existia visibilidade, dirigimo-nos para as rochas, não tinha mais ninguém além de nós, parámos… e encostei-me num rochedo enorme virado para o mar, a minha cabeça rodou para ver a lua, a cabeça da Sofia acompanhou, a seguir os nossos olhos ficaram frente a frente, a Sofia beijou os meus lábios, beijámo-nos a ouvir as ondas a bater nas rochas, abracei-a, estava aconchegada a mim, desabotoou os botões da minha calça, meteu a mão por dentro dos boxers, ao mesmo tempo beijava o meu pescoço, a minha mão passou por baixo da sua blusa, apalpei-lhe um seio duro por cima do sutiã, puxei o sutiã para baixo e com o dedo polegar e indicador mexia-lhe no bico teso da mama. Estava cheio de tesão, desejoso para sentir e dar-lhe ainda mais prazer. A Sofia puxou-me as calças e boxers para baixo, e aninhada lambeu a minha glande, depois chupou o meu pau bem babado… que momento incrível!
A seguir desci o seu calção, e ela, apoiada com as costas numa rocha, abriu as pernas, à sua frente com a blusa para cima lambi-lhe as mamas, chupei-lhe os bicos eretos, a minha boca foi ao seu clitóris, que lambi acompanhado por um gemido dela, a minha língua avançou para a sua vulva, a boca ficou molhada com a sua humidade… baixinho e com a voz ofegante, a Sofia sussurrou:
- "Fode-me".
O seu tronco ficou inclinado numa rocha, por trás… enterrei o meu pau bem dentro da sua cona, gemeu… dei-lhe umas palmadas no rabo, enquanto mantinha a minha ereção toda dentro dela, apalpava-lhe as mamas, e com a sua cabeça rodada para trás beijava a sua língua… o meu gemido também aumentou, pedia para aumentar o ritmo… balanceava o rabo para trás e para a frente para acompanhar o movimento que fazia, aumentei mais… as pernas dela tremiam, saiu um gemido intenso da sua boca: - "estou a vir-me toda" - disse.
Foi com a boca até ao pénis duro, ainda tinha restos de esperma, chupou sem parar com uma intensidade fora de série… aguentei pouco tempo… disse: - "que bom ". Vi-me todo na sua boca.
Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest
Foram vários anos de ligação, juntos na infância e adolescência, na escola, nas nossas casas sem existir envolvimento, aconteceu quando já éramos adultos, o sonho de qualquer homem era ter uma vizinha assim, adorei o momento. Mais vezes foi repetido noutros locais.





