domingo, 25 de dezembro de 2022

Dulce

Eu e a Dulce tínhamos uma relação que durava há 6 anos, optámos desde o início do namoro em partilhar a mesma casa, os nossos trabalhos eram bem remunerados, os horários eram ótimos, tínhamos uma vida folgada, que era aproveitada muitas das vezes a viajar. 

Tinha 36 anos e a Dulce 37, nunca pusemos de lado ter filhos, só achámos que ainda não seria o momento certo, e enquanto não acontecia, todos os momentos que passávamos juntos eram intensos.

Na semana que estávamos de férias, resolvemos fazer uma viagem de avião até Itália, e depois de comboio fomos conhecendo algumas cidades, o país era encantador, todas as viagens que fazíamos sabiam sempre a uma lua-de-mel, a paixão que sentíamos era muito forte, nenhum de nós imaginava viver um sem o outro.Ficámos hospedados num bom hotel em Roma, uma cidade que parecia um museu a céu aberto, em qualquer local havia algo de interessante para se ver. Agarrado à mão da Dulce passeávamos e conhecíamos o máximo possível, quando visitávamos um local por norma não voltávamos lá, tínhamos preferência por conhecer locais novos.

Na véspera da nossa partida à noite fomos até uma esplanada que ficava perto do local onde estávamos hospedados, a noite estava quente, mas começara a cair uns pingos de chuva… a Dulce vestia um vestido preto justo com decote, salto alto, uns brincos em forma de argolas, os lábios pintados, estava muito provocadora, bebemos um café e fizemos uma retrospetiva dos momentos que passáramos no decurso daquela viagem.

Entretanto a chuva ficou mais forte, segurei a mão da Dulce para ela não cair e demos uma ligeira corrida até ao hotel… quando entrámos no quarto já íamos um pouco cansados, demos um beijo na boca com pingas de chuva no rosto, estávamos com a roupa meia humedecida, fomos ficando sem roupa… corremos as cortinas e encostados à porta de vidro que dava para uma pequena varanda assistíamos à chuva a cair, abraçados víamos Roma iluminada por um clarão de trovoada, parecia que tinha ficado dia… arrastei uma cadeira, a Dulce sentou-se virada para a porta de vidro, enquanto lambia e saboreava a sua cona, a Dulce via os raios da trovoada no céu… 

- Assim não vou resistir a um pau duro… 

- Vai ser todo teu no meio das tuas pernas…

- Não demores porque estou cheia de vontade de o sentir…

Tinha o pau teso, para a deixar mais louca, batia com ele no seu clitóris e depois roçava, a Dulce dizia " mete… mete…" depois metia só a pontinha e tirava, ela sofria e com a voz tremida de desejo pedia para o meter todo até ao fundo, voltei a lamber a sua cona, estava toda melada, e logo de seguida o meu pau enterrou-a com força e entretanto ouvimos o barulho de um trovão, assustados estremecemos, a Dulce agarrou o meu quadril, os nossos gemidos estavam em sintonia, dava-lhe umas palmadas na cara e metia os meus dedos na sua boca, ela chupava-os…as minhas mãos mexiam nas mamas e lambia-as... dizia-lhe ao ouvido "que tesão meu amor"... a Dulce teve um espasmo, através da luz da trovoada vi os seus olhos revirar… e murmurou "és tão bom"... 

Ela não tinha perdido o desejo e eu ainda tinha tesão, sentou-me na cadeira quente por estar apoiado o seu corpo, batia com o pau duro na sua língua fora da boca, chupava só a pontinha e depois abocanhava até ao fundo, tocava punheta com as duas mãos, colocou o pénis no rego dos seus seios, e lambia… com a voz meiga perguntou: "Onde te queres vir?"

Louco de tesão… agarrei nas suas mãos, abri a porta que dava para a varanda, caía uma chuva miudinha que fazia refrescar os nossos corpos, ficou apoiada com as mãos na varanda por trás, penetrei-a… foi muito rápido e intenso… a Dulce voltou a contorcer-se com o orgasmo e eu soltei um gemido de satisfação… vi-me com um prazer imenso. A Dulce com salpicos de chuva na cara, ainda lambeu os restos de esperma do meu pau. A seguir ficámos regalados com um duche quente.

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Conhecíamos muito bem o corpo de cada um, o que dava verdadeiramente prazer, nenhum de nós ficava sem o orgasmo, ambos tínhamos de sentir sempre o auge do prazer. Fomos feitos um para o outro.



 

sábado, 17 de dezembro de 2022

Luís

Após vários meses de procura incessante de trabalho, finalmente arranjei trabalho numa ótica que ficava perto da faculdade. Obrigou-me a sair de casa dos meus pais e passei a morar em casa de uma tia viúva. Seria também uma forma de fazer-lhe um pouco de companhia. 

O meu estilo era um pouco alternativo, usava cabelo pintado de loiro, óculos que me davam um ar de professora de filme erótico, coloquei um piercing na língua, antes tinha aumentado um pouco os meus seios com silicone, a minha estatura era mais para o baixinha, os olhos eram azulados.

Nunca fiquei presa a relações, podia dar uma boa queca com um homem e depois mudar para outro e a seguir voltar ao anterior, era inconstante… e livre, se me apetecesse conhecer alguém e em pouco tempo darmos uma foda numa tarde ou noite e não voltarmos a encontrar-nos, acontecia e era normal para mim…eu reconhecia que era radical… 

Adorava aquele sentimento de ficar consolada após o ato, gostava de experimentar tudo o que me desse prazer, não me fazia de complicada, era aventureira e não tinha tabus.

Um certo dia entrou na ótica um rapaz, bastante simpático, sorridente e interessado em comprar uns óculos de sol, mostrei-lhe os modelos que se podiam enquadrar no estilo que procurava, ia passando para a sua mão e ele experimentava olhando para o espelho, reparava que tinha um rabo bem feito… pedia a minha opinião e ajudava-o, os óculos assentavam bem no seu rosto, continuei a tirar-lhe a pinta, e a conversa era agradável em tom de brincadeira.

Escolheu o par de óculos que lhe ficavam melhor, tinham sido os que aconselhei. Disse para reservá-los que no dia seguinte passava lá para efetuar o pagamento. No dia seguinte depois do almoço, apareceu… não tinha ninguém na loja, e iniciámos uma conversa mais pessoal, contou-me que tinha 28 anos, que andava a estudar cinema, que ainda morava com os pais, ou seja deu-se a conhecer… antes de pagar disse:
-Tem algum desconto?
- Sim 10%... 
- Ah ok… e a funcionária não está à venda? Tem desconto? - sorriu. 
- Não… é grátis na compra dos seus óculos - sorri.
Ficou com um ar de espanto, não contava com aquela minha resposta.
- Quando a posso vir buscar?
- Amanhã à tarde dá para si?
- Perfeitamente.

O contacto foi trocado entre nós, pareceu tudo muito fácil, mas não quis adiar, perder tempo, gosto do imediato, do momento e estava atraída pelo Luís e não podia demorar.
Eu estava de folga no dia seguinte e sabia que a minha tia ia visitar uma familiar, como tal combinei com o Luís passar em casa da minha tia às 15h.

Depois de entrar na casa, subimos até ao sótão, era lá o meu quarto… estava nas alturas e gostava daquele meu espaço, em tom de brincadeira disse, se entretanto chegasse a minha tia ele atirava-se da janela lá para baixo para ela não o ver, ele disse que preferia que eu lhe desejasse melhor sorte… a conversa prolongou-se por algum tempo, coloquei um som ambiente, o sol entrava pelo sótão, o Luís estava deitado com a cabeça apoiada na palma das mãos, fui para cima dele, ele sorriu, rocei em cima do seu pau, ainda vestidos demos um beijo. Gostou de sentir o meu piercing a raspar na sua língua.

Ficámos nus, os nossos corpos colaram, havia muito desejo, mas no meio da loucura, reparei que não tinha preservativos, expliquei ao Luís que não queria ser penetrada sem proteção, sempre tive esse trauma… ainda pensei em fazer anal, mas depois ia sentir vontade de ser fodida na coninha, continuámos com mais beijos e toques no corpo com as nossas mãos, éramos bem apalpados, crescia o tesão e optei pelo "69"… fiquei deitada de barriga para cima e o Luís ficou por cima de mim, o seu pénis fodia a minha boca e a sua boca fazia maravilhas na minha vulva, eu tocava a punheta, punha o pau à minha feição, na melhor posição para ser bem abocanhado, mamava-o muito, ia quase até ao inicio da minha garganta, também lambia os seus testículos… e com aquele ritmo o leitinho foi expelido do orifício da sua glande, senti-o na língua e a escorrer pelo canto da boca, o Luís continuava a chupar a minha vagina, acrescentou os dedos dentro dela, friccionava o clitóris, lambeu mais um pouco e fiquei doida com aquele orgasmo.

                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Passou a ser o sótão do prazer, tive muitos momentos de sexo com o Luís, a nossa relação foi sempre de sexo… o meu consolo era exageradamente bom.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

Marta

Estava desempregado, cansado de procurar emprego, só queria um que fosse na minha área… tinha 27 anos... sem namorada, entrei num chat, para conhecer pessoas novas, conversar, passar  um pouco de tempo... vi o perfil de uma mulher que morava relativamente perto de mim, cerca de 17km, era 11 anos mais velha do que eu, vi as fotos que ela tinha, achei-a interessante, a cara era gira, o corpo favorável, não aparentava ter essa idade… eu também tinha fotos minhas... meti conversa... não respondeu… tentei encontrar uma pergunta que a despertasse a dar uma resposta,  perguntei se não ia sair dali um "olá " , esse "olá " saiu... a seguir fui fazendo perguntas… ia respondendo... sentia-me um jornalista, parei… e perguntei se não ia perguntar nada... disse-me que não tinha nada para perguntar... através das informações que já me tinha dado, fui puxando conversa e ao mesmo tempo escrevendo um pouco sobre mim, pelo meio metia-me com ela,  ia rindo...


Soube que era casada que se chamava Marta, que o marido trabalhava no estrangeiro e que ia a casa de 15 em 15 dias, estava desempregada... fomos conversando diversas vezes, durante o dia e à noite, parecia que já nos conhecíamos há muito tempo, um dia perguntei-lhe se o casamento estava bem... respondeu que sim... não se alongou... achei que a presença do marido de 15 em 15 dias, podia não ser favorável... 

Quando o marido chegava, contava-me que a primeira coisa que fazia era ir para o café, não lhe passava muito cartão, que saía pouco com ela entre outras coisas... achei que o que tinha dito sobre o casamento de estar bem, não seria tanto assim... mesmo aos fins de semana em que o marido estava presente, continuávamos a conversar e até tarde...


Um dia pedi-lhe o Facebook... deu…continuámos a conversar por lá... até que passadas umas semanas já estávamos a trocar o número de telemóvel... começámos a trocar mensagens pelo telemóvel ...  sentíamos mais à vontade um com o outro,  embora nunca nos tivéssemos visto pessoalmente, ganhávamos confiança... e o próximo passo seria esse, estarmos juntos...


E que fosse junto a casa dela, ia levar o lixo, explicou-me o local onde deveria ir e lá estava, protegida com o guarda-chuva aberto, parecia estar escondida… parei o carro e entrou… deu um olá e pediu-me para arrancar... não queria ser vista… eu não conhecia o local... indicou-me o caminho,  estava meia assustada... parámos num local que parecia um pequeno parque... resguardado. Como chovia não se via pessoas a passar a pé... olhámos um para o outro... sentia que depois de tantas conversas só faltava um carinho, um mimo... agarrei a mão dela, estava gelada... para descontrair perguntei-lhe se o guarda-chuva que tinha trazido era para a abrigar da chuva ou para me bater se me portasse mal, ela disse que era para as duas coisas... rimos... fomos falando de várias coisas e surgiu um silêncio... e agora? 


Olhei para os olhos dela, bem negros... não larguei a sua mão... perguntou-me o que se passava... não sabia o que dizer... cheguei perto... tentei o beijo na boca, encostei os meus lábios aos dela... não alinhou... disse que não... pedi desculpa...disse-lhe que a vontade veio ao de cima... sorriu... notava-se que não estava segura... continuou a olhar para mim, pensei que se voltasse a tentar o beijo já ia alinhar… passei a minha mão no rosto dela... perguntei se me ia bater... chamou-me tonto... agarrou ela na minha mão... já não havia conversa… só olhares... e toques nas mãos... voltaram os meus lábios aos dela... beijámo-nos.. disse-lhe que tinha melhorado… e que gostei... não passou do beijo... levei-a até perto de casa...


A nossa conversa durava… todos os dias havia algo para dizer, para brincar... sentia vontade de voltar a estar com a Marta... ela dava a entender que podíamos voltar a estar juntos...

Esse dia aconteceu... novamente à noite... desta vez fui até mais perto da casa dela, veio ter comigo, e saímos... disse-lhe que nesse dia a tinha ido buscar mais perto, se estava mais preguiçosa,  visto não querer andar... e não trazia o guarda-chuva,  perguntei se já me podia portar mal... disse-me para ter juízo...


Saímos dali e fomos para um sítio diferente, num largo afastado de casa dela... estava a dar o jogo de futebol do Porto na rádio, eramos os dois portistas, propus um desafio... a cada golo do Porto dávamos um Beijo… íamos conversando e atentos ao desenrolar do jogo... o Porto ganhou por 3-0... foram 3 beijos molhados e felizes... mudei de emissora... ouvíamos música e falávamos... já estavam a aparecer os beijos de forma espontânea… mais prolongados... mais sem ar... e ao mesmo tempo ouvíamos na rádio a música do Pedro Abrunhosa, "Vamos fazer o que ainda não foi feito "... peguei nesse refrão...ela sorriu... disse-lhe para irmos para banco de trás... ela respondeu que sim.


Começamos a tirar a roupa... as nossas mãos exploravam cada parte do nosso corpo... os beijos continuavam... o tesão aumentava... a Marta deixou-me sentado… ajoelhou-se… entre os acentos... fez-me oral... de forma lenta e meiga… continuou a chupar... estava a ser muito bom...interrompeu... deitei-a no banco... beijava-a... lambia-lhe os seios ao mesmo tempo que os afagava entre as minhas mãos... desci... fiz-lhe oral... a vagina estava toda molhada… enquanto lambia metia-lhe um dedo no cuzinho... estava a delirar... pedia-me o meu pau... meti só uma parte dele,  pedia mais... deixei estar só assim,  queria que metesse todo... meti até ao fundo, aumentei a intensidade... segurei-a firmemente pelos braços ... pediu-me para a beijar, lambi-lhe os lábios e depois os seios... a cara dela estava corada, o olhar era de prazer... ficou de 4... meti bem até ao fundo novamente enquanto segurava os seios dela por trás... gemíamos… fomos mudando as posições... voltámos à posição inicial… por cima dela... aumentei o ritmo… beijava-a... os gemidos aumentaram de tom... dizia-me para não parar... estávamos a vir-nos os dois... suados... sem ar... e completamente entregues um ao outro... juntos num só corpo... “adorei” - exclamei… a Marta disse-me que sempre sonhou que fosse assim a primeira vez dela... 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Voltámos a ter outros encontros: em casa dela, em hotéis, motéis, na praia… foram 3 anos.. A Marta divorciou-se... passámos 8 dias de férias juntos fora do país, ficou a morar sozinha, tinha arranjado trabalho... fomos mais felizes quando não devíamos do que quando tínhamos a liberdade total para o ser... cortámos por completo, não voltámos a falar.