sábado, 25 de junho de 2022

Nuno

Era um dia de verão, estava de férias e decidi ir sozinha até à praia. Estava quente e com pouco vento, caminhei pelo areal, escolhi o local perto do posto de vigia da praia, estendi a toalha na areia e enquanto colocava protetor solar no meu corpo, vi o nadador salvador a sair do mar com uma boia na mão, cabelo molhado, barba no rosto, corpo alto e bronzeado, aquele corpo a aproximar-se de mim deixou-me tentada a conhecê-lo.


Fiquei deitada na toalha durante um tempo, depois fui até a água, mergulhei e nadei… de longe observava-o e sentia-me vigiada por ele. Quando saí do mar, os meus olhos fixaram-se nele, percorria o caminho até à toalha com o meu olhar sobre ele. Já deitada, secava a minha pele ao sol, aquecia ainda mais o meu corpo que já estava quente de desejo. A água escorria do meu cabelo e passava pelo meio das minhas mamas morenas e redondas, soltei as alças do biquíni e fiz topless, o meu corpo atraía os olhares e o nadador salvador não ficou indiferente.


Estava a chegar o pôr-do-sol, a praia tinha menos gente, inclusive na água, o nadador desceu do seu posto de vigia, estava perto de mim, quase ao meu lado, olhei na sua direção, prendemos o olhar, fiquei bloqueada sem saber como meter conversa… mas foi ele que me deu um "olá "... respondi e sorri… a conversa desenrolou-se, soube que se chamava Nuno, tinha 28 anos, mais seis do que eu, morava perto da praia, também soube algumas coisas sobre mim, houve química e dava vontade de prolongar a conversa, estávamos bem e o brilho das águas douradas pelo descer do sol no horizonte embelezava o momento.


O tempo que estive com ele parecia estar a terminar, o Nuno disse que tinha de ir para casa e que tinha gostado de falar comigo. Voltada para ele e preparada para sair da praia perguntei:

- Vai ser a última vez que te vou ver?

- Não sei… só daqui a cinco dias é que regresso a esta praia.

- Isso é muito tempo para mim - sorri.

- Podemos sempre ver-nos antes.


Acabei por sair da praia com o Nuno, e a sua casa foi o nosso destino, o meu corpo pedia o dele, depois de entrar, tomei um banho para libertar as areias que estavam coladas à minha pele, ele também se refrescou, bebemos um refrigerante bem fresquinho… e logo a seguir demos um abraço e um beijo lento e molhado, as roupas caíram dos nossos corpos, o meu tesão era grande, o Nuno pegou em mim ao colo, levou-me até ao quarto, deitou-me na cama, estava entregue a tudo o que me quisesse fazer, agarrava as minhas mamas com delicadeza, lambeu os meus bicos e metia devagarinho dois dedos na minha coninha, estava a deixar-me muito excitada, e ainda mais fiquei quando iniciou um minete, por momentos tive quase a vir-me… aguentei… o Nuno deitou-se de barriga para cima, e abocanhei o seu pau, a minha língua não parava e acompanhava o broche com uma suave punheta, gemia levemente…


Ambos queríamos mais… corpos suados e ofegantes, o Nuno veio por trás de mim, fiquei de "quatro" para si, e senti o seu pau a penetrar-me até ao fundo, que sensação única… continuou assim a foder-me… o seu ritmo deixava-me cada vez mais molhada… dava-me palmadas nas nádegas, e aumentou o ritmo, aquela posição estava a dar muito prazer a ambos, continuámos assim, a ponta do seu dedo entrou ligeiramente no meu cu, o seu pau batia bem dentro de mim, e eu não aguentei mais… o orgasmo apoderou-se de mim com um gemido forte. O Nuno pouco depois, tirou o seu pénis e esporrou-se todo para cima das minhas nádegas…


                                                                                          Fonte: Imagem retirada da internet, pintetest


O meu desejo era grande, o tesão aumentou, o orgasmo chegou e saí consolada da casa do Nuno. 

Um dia de praia, um nadador salvador e um dia que terminou na loucura.


quarta-feira, 15 de junho de 2022

Mariana

A minha profissão era jardineiro, tinha 20 anos, e trabalhava na casa de um casal em que ambos tinham sido médicos, os dois eram septuagenários, aprendi muito com um senhor que eu acompanhava, um dia este adoeceu e fiquei sozinho a tomar conta dos jardins.

A casa era muito grande, os jardins imensos, repletos de várias flores, arbustos e árvores, todos os dias havia o que fazer, desde podar na devida altura, regar, cortar as ervas… ou então ajudar o casal noutro tipo de tarefas.


Os senhores tinham uma filha, chamava-se Mariana, com 42 anos, solteira, estava muitas vezes em casa, era arquiteta, fazia os projetos no seu computador, recebia alguns clientes em casa e se precisava de sair pedia a um primo para fazê-lo por ela… 

A Mariana era bastante gordinha, tinha uns seios grandes um pouco descaídos, de rosto lindo, os olhos eram pretos e grandes, a boca pequena e os lábios finos, relativamente baixinha.


Habituei-me a vê-la todas as manhãs, ora estava à janela, ora vinha a meio da manhã ao jardim, fazia-me perguntas sobre as plantas, mostrava interesse, muitas vezes era ela que me trazia um lanche à tarde. A Mariana era uma mulher carinhosa, de voz fina, inteligente e com experiência de vida. Solteira, tinha tido várias relações, uma delas que durou dez anos, com casamento marcado, mas depois foi traída e cancelou a boda. A partir daí ficou avessa a relações, dificilmente se envolvia… tudo isso era partilhado por ela, gostava de ouvi-la, confiava em mim e notava que gostava de falar comigo.


A minha vida era levantar-me muito cedo, ia a pé até à casa dos pais da Mariana, almoçava junto deles, passava a tarde também nos campos com um trator da família… e só ia para casa ao final da tarde… os pais eram pessoas humildes e simpáticas que faziam-me sentir bem…

Só tinha o domingo livre… aproveitava para trabalhar em casa, ajudava os meus pais a coser sapatos. 

Embora ainda fosse novo, nunca tive namorada… era virgem, pouco tempo tinha para sair, ia ficando pela aldeia, não gostava de confusões, achava sempre que ia ter tempo para as mulheres… acomodava-me ao que fazia… vivia obcecado pelo trabalho.


Um dia a Mariana ao almoço perguntou-me:

- Então homem… sempre a trabalhar, e sair e divertir?

- Não costumo sair Mariana, fico mais por casa.

- Mas porquê? Não gostas?

- Até gosto de sair, aqui na aldeia não se passa nada e acabo por pensar só no trabalho.

- Mas não deves pensar só nisso, aproveita a tua juventude rapaz.

- Tem razão… 


Após o almoço a Mariana, passou por mim e disse sem os pais ouvirem, que qualquer dia saíamos os dois… gostei da ideia, sorri para ela e disse-lhe que ficava a aguardar um convite.

Não tardou muito, passado dois dias, propôs-me uma saída para sábado, mas para os pais não verem e outras pessoas não fazerem comentários, disse-me para ir ter a um mosteiro perto de casa dela… e assim foi… encontrámo-nos lá depois do jantar.


Procurei levar a roupa que mais gostava de vestir, dentro da minha simplicidade… calça de ganga, camisa ao xadrez, coloquei espuma no cabelo, e um perfume, sentia-me bem… 

A Mariana apareceu maquilhada, os olhos pintados, batom nos lábios, um vestido às flores, ficava-lhe bem… quando me viu disse que eu parecia outra pessoa, estava habituada a ver-me sujo, com pó da terra, ossos do ofício… A Mariana também sobressaiu, estava charmosa. 

Depois de entrar no carro dela, e termo-nos apreciado mutuamente, ainda era relativamente cedo… mostrou-me dois bilhetes… perguntou-me se sabia para que era… disse que não sabia… levou-me a um concerto de música… numa sala de espetáculos bem grande… o músico cantava a solo… adorei a atmosfera e ter estado presente a ouvir um dos meus músicos preferidos… a companhia da Mariana também foi bem agradável.

Levou-me a casa, disse-lhe que tinha gostado muito da surpresa, ela também me disse que já não saía há muito tempo, que tinha gostado da minha companhia.


Na segunda-feira de manhã a Mariana veio ter comigo ao jardim, falámos sobre o concerto de sábado à noite… entre outras coisas… disse-me que da parte da tarde os pais não iam estar, só chegariam à noitinha, tinham ido para casa de uns amigos.

A meio da tarde fui lanchar, a Mariana já tinha o meu lanche preparado, caprichou com uns docinhos caseiros feitos por ela… sentada à mesa lanchou junto a mim, o pé dela tocava-me por baixo da mesa… parecia que me queria transmitir algo, a mão dela apoiou no meu braço enquanto falava…mordia os lábios, olhava direta e prolongadamente para os meus olhos, sentia um clima diferente… estava a deixar-me nervoso, as minhas mãos estavam suadas… pediu-me para ir ver o quarto de banho da parte de cima da casa, dizia que o chuveiro não tinha pressão, se eu sabia como haveria de resolver… por norma procurava resolver os problemas da casa… 


Fui ver o que se passava… a Mariana acompanhou-me… quando ia tirar o chuveiro da parte de cima, estava apoiado, a Mariana por trás de mim abriu a água… a água estava fria e sem contar dei um grito, ela também gritou, molhada também, começou a rir… encostou-me à parede e beijou-me… a água começou a aquecer… e o desejo a crescer… as roupas estavam coladas aos nossos corpos… a Mariana puxou a minha camisola, eu puxei a dela… tirámos a roupa, a água continuava a cair do chuveiro… os nossos corpos estavam nus… sentia-me húmido e nervoso por nunca me ter envolvido, ser inexperiente… a Mariana pôs-se de joelhos e chupou-me o pau… tinha pelos à volta, não tinha feito a depilação… a boca dela era meiga, chupava lentamente estava a deixar-me maluco… apercebeu-se que ia demorar pouco a vir-me… subiu e beijou-me a boca… perguntou-me se era a minha primeira vez… disse-lhe que sim meio atrapalhado, ela disse que tinha de ser especial… fechou a água…sentou-se apoiada no tampo da sanita, abriu as pernas… viam-se vários pelos pela vulva, passou os dedos na vagina, lambeu-os … pediu-me para lamber a coninha dela… com um pouco de timidez, a minha boca lambeu-a... ela usava as mãos para esfregar os seios… a minha língua entrava no buraco da vagina e subia até ao clitóris, ela pedia mais… o meu pau estava todo babado… a respiração dela estava ofegante, o meu pau estava muito duro… deitou-me no chão em cima de um tapete… veio para cima de mim, ergui a cabeça e vi o meu pau a desaparecer dentro da sua coninha quente… a Mariana controlava, parecia que estava a cavalgar em cima de mim… já toda molhada, não aguentei mais tempo… cheguei ao orgasmo… foi uma sensação inesquecível, sentir todo o meu leite dentro dela… a Mariana não se veio, mas sentiu muito prazer… disse-me ao ouvido que me ia ensinar a ser um homem bom na cama… 


                                                         Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Foi assim a minha primeira vez, com uma mulher madura e experiente, tive muito prazer… voltámos a repetir mais vezes, conseguiu ajudar-me a melhorar a minha performance sexual, a dar mais prazer, consegui fazê-la atingir também o orgasmo… 





domingo, 5 de junho de 2022

Pedro

Trabalhava numa pastelaria, sem contrato e farta de continuar lá, queria arranjar outro trabalho, tornar-me independente e deixar de morar com uma tia. Gostava da área de compra e venda de casas, enviei currículo para uma imobiliária e fui chamada a uma entrevista…

A entrevista foi feita pelo Pedro, era o responsável da empresa, homem alto, magro, barba por fazer, cabelo preto… aparentava ser trintão, não era lindo, mas tinha charme… disse-me para me apresentar e o porquê de ter enviado o currículo, respondi-lhe que me chamava Sandra, tinha 25 anos, solteira, completara o 12.°ano e possuía uma enorme vontade de trabalhar na área da imobiliária, de aprender e ser uma mais valia… apresentou-me a empresa, disse-me como era a forma de trabalhar, o que teria de fazer na empresa, ou seja pela conversa dele, eu ia ficar a trabalhar lá… numa fase inicial ia acompanhar-me, quer no escritório, quer na visita das casas… a entrevista foi numa quinta-feira, disse-me que começava a trabalhar na segunda-feira seguinte. 


O Pedro era prestável, perguntava sempre se tinha alguma dúvida, ensinava tudo direitinho, muito próximo de mim, tive um mês dentro do escritório com ele a explicar-me o funcionamento da empresa… quando ia para casa, a sua voz ressoava no meu ouvido, mas sabia bem, gostava de ouvi-lo… havia muito respeito entre nós, nunca houve insinuações…de parte a parte…

Chegou a altura de visitarmos as casas… terrenos… apartamentos… íamos os dois no carro da empresa… pela primeira vez notei o Pedro a reparar muito em mim, o olhar… não disfarçava… o toque nas minhas costas para me permitir a passagem à frente dele, era um cavalheiro… a cada dia que passava, a confiança aumentava, sentia-me bem a trabalhar com ele…


Um dia fomos visitar uma quinta onde passava um rio na parte do fundo do terreno: O espaço era bastante grande, havia poucas casas à volta do local, tinha bastantes animais, incluindo cavalos. Eu adorava cavalos… a casa precisava de obras, em pedra e com piscina na parte lateral, era um sonho… chegámos a acordo com o dono sobre o valor da venda… sendo vendida ganharia a minha comissão… foi a quinta e o sítio que mais gostei de ter visitado. 


Continuávamos nas visitas, o Pedro fez-me um elogio… disse-me que a minha simplicidade fazia a diferença, que a forma como me vestia era discreta, mas que gostava e eu corei… disse-lhe que tinha a roupa mais adequada para o trabalho, mas que também tinha roupas para outro tipo de saídas… a reação dele foi piscar-me o olho e sorrir…


Cada dia que passava, a proximidade entre nós aumentava… e numa sexta-feira à tarde, olhou para mim e disse:

- Sandra, amanhã à noite, temos um bar para ir ver, podes levar a roupa que dizes que é para outras saídas… parece ser um bom negócio.

Ingénua e meia confusa perguntei:

- Para vender ou alugar?

- Temos de conversar com o dono para ficarmos a saber…

- Hum, ok… então posso caprichar na roupa?

- Sim podes… mas não me deixes tentado a perder a cabeça contigo… - sorriu.

- Nada disso… vamos tratar de um negócio, temos de ser profissionais…

- Isso mesmo… vens ter ao escritório às 21.30h?...

- Combinado Pedro.


Sabia que o negócio era um pretexto para sairmos juntos fora do contexto de trabalho, a forma como o fez, foi original…

Vesti-me a preceito, até eu me sentia gostosa… calça justa, meio decote… tacão para ficar da altura dele… 

Os 5 meses que passáramos juntos no trabalho fez-nos conhecer bem, e tinha noção que, mais tarde ou mais cedo, íamos acabar por sair juntos… a atração que sentia pelo Pedro era forte e tinha a certeza que ele sentia o mesmo por mim… 

Fui ao escritório à hora combinada… o Pedro estava dentro do carro, deu-me sinal para entrar… os olhos dele pareciam faróis quando entrei no carro, o seu olhar percorreu o meu corpo, sorriu e disse-me que estava poderosa. 


Saímos em direção ao tal bar que tinha dito, avisou-me que não era perto, que ia demorar a chegarmos… disse-lhe que já não estava a morar com a minha tia, portanto teria todo o tempo que fosse preciso… disse-me que sabia disso… até me tinha esquecido que foi ele que arranjou um apartamento alugado para mim… continuámos a viagem ao longo de 60km… passou rápido, a conversa era boa, e chegámos ao destino. 


O bar era bem decorado, à entrada era mais tranquilo com mesas e cadeiras, tinha outra parte com uma pista de dança…

Ficámos no primeiro espaço, era mais tranquilo, dava para nos ouvirmos melhor… 

Perguntei-lhe:

-Onde está o dono do bar? Para a quantidade de gente que tem aqui, não deve querer alugar ou vender. - sorri.

- O dono do bar não está cá hoje, temos de vir cá noutro dia… aceitas?

- Não... Pedro não é fácil aturar-te… vim pelo negócio. - sorri.

- O teu maior negócio sou eu, já não passas sem mim.

- Convencido… para quereres voltar cá comigo é porque eu é que sou indispensável. 

- Pronto… ganhaste… qual é o prémio?

- Olha… quero ir para a outra parte… dançar contigo.

- Vamos… mas cuidado, que os meus pés são pesados.


A pista de dança estava com muita gente, fomos furando até ao meio da pista, a nossa dança embalava os nossos corpos bem juntinhos, as nossas mãos agarravam-se e soltavam-se… cantávamos… era muita diversão, não havia espaço… virei as costas ao Pedro… ele puxou-me para ele, fiquei de costas e a sentir o corpo dele a mexer-se atrás de mim, o meu corpo acompanhava o movimento do corpo dele, os nossos corpos roçavam um no outro, sentia a dureza do pénis… continuámos assim por uns minutos, fiquei de frente para ele, abraçámo-nos, os nossos corpos continuavam a dançar e bem mexidos… os nossos olhares sempre dirigidos um ao outro e as nossas bocas foram de encontro uma da outra… beijo atrás de beijo… corpo com corpo… a música era uma combinação perfeita para os nossos beijos quentes… os meus pés já doíam, já não suportava o tacão… disse ao Pedro para irmos embora…


A viagem era um pouco longa… ainda estávamos com o som da música nos ouvidos, e ainda sentia os lábios do Pedro na minha boca… enquanto conduzia as nossas mãos iam entrelaçadas… soltei a minha mão da dele e pousei-a nas suas calças, desapertei o cinto, o botão das calças, puxei o fecho para baixo, agarrei o pénis... estava teso e meio molhado, desviou o olhar para mim, sorriu e voltou a olhar para a frente… a minha boca chupou aquele pau tesudo… foi por pouco tempo… mas gostei, ele também me disse que foi bom.


Entretanto chegámos à frente do escritório, ainda faltavam 20 km para chegarmos às nossas casas, decidimos entrar no escritório, na parte de trás, havia uma sala onde não se via a luz para o exterior e tinha um sofá confortável, fomos até lá… os nossos corpos estavam desejosos para se juntarem, nus e cheios de tesão… o Pedro sentou-me em cima da secretária… beijou-me… foi tirando a minha roupa... peça por peça… fiquei toda nua, foi-me apalpando os seios, as mãos dele exploravam todas as partes do meu corpo… já estava a deixar o tampo da secretária molhada… a boca dele lambeu-me o pescoço… sentia os meus seios dentro da boca dele… abriu-me as pernas, lambeu-me o clitóris e toda a vulva, chegando a penetrar com a língua na vagina, eu inclinava a cabeça para trás e suspirava de prazer… a seguir era a minha vez… de prosseguir, voltei até ao pénis dele… pus-me de joelhos... lambi… meti-o todo dentro da minha boca… chupei.. sentei-o no sofá… fui para cima dele… ele penetrou-me enquanto chupava os seios ao mesmo tempo, mudámos de posição, veio para cima de mim, voltou a penetrar-me… as minhas pernas ficaram na vertical,  apoiadas nos ombros dele, metia-me bem profundo… baixou as pernas dobrou-as sobre a minha barriga e continuou a foder-me com intensidade… estava a ser muito gostoso… virou-me e pôs-me de quatro, enquanto me enterrava o pénis por trás, metia um dedo no cuzinho… estava cheia de tesão… pedi para não parar… para ir até ao fim… fodeu-me intensamente… até me fazer vir toda… sensação única e repleta de prazer… quando estava quase a vir-se avisou-me… tirou-me o pénis da minha vagina, chupei-o, veio-se todo em cima da minha cara… nunca tinha sentido o leite no meu rosto… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Continuámos a trabalhar juntos, depois tornei-me sócia da empresa, namorámos, casámos, tivemos uma filha… e comprámos a quinta dos meus sonhos, com cavalos… Felicidade ao mais alto nível.