quarta-feira, 25 de maio de 2022

Telma

Comecei desde cedo a trabalhar na área da moda, os meus pais estavam ligados ao mesmo ramo, foram uma alavanca para seguir esse caminho. Fui conciliando os desfiles com o curso de designer de moda. Um dia convidaram-me para fazer parte de uma agência de modelos, o que obrigou-me a mudar de cidade e a deixar por tempo indeterminado o curso que frequentava. 


Sempre fui uma pessoa humilde, nada arrogante nem gabarolas, mas ciente que o meu rosto e corpo eram muito cobiçados pelo sexo feminino e masculino, sendo assediado por diversas vezes. Estava com 33 anos, morava sozinho e queria arranjar algo que pudesse conciliar com a vida de modelo. Então optei por colocar um anúncio no jornal e receber homens e mulheres no meu apartamento, a minha boa aparência, ser bissexual e o meu dom de saber escutar o outro permitia-me cativar e envolver-me facilmente com qualquer pessoa. 


Tive várias histórias inerentes à minha escolha, desde mulheres que ligavam, vinham ter comigo, pagavam só para desabafar, conversavam e iam embora. Homens que apareciam faziam-me só sexo oral, mulheres casadas que marcavam sexo comigo uma vez por semana, casais que procuravam um ménage, foram períodos que enriqueceram a minha vida sexual, experiências variadas que fizeram-me crescer intelectualmente e ganhei muito dinheiro.


Um dia tive uma experiência que não estava nada à espera… ligou-me uma mulher, a voz era doce, entrou no meu ouvido e percorreu o meu corpo, marcámos o encontro, veio ter comigo a meio da semana, à noite, chovia bastante e achei que nem fosse aparecer. A campainha tocou, estava curioso para saber como seria a mulher que ia receber… 


Abri a porta e vi um rosto com salpicos de água da chuva, uns olhos rasgados, umas ligeiras sardas nas bochechas, piercing no nariz, era um pouco mais baixa do que eu, trazia um casaco que tapava todo o seu corpo, com um capuz pela cabeça. Cumprimentei-a esticando a minha mão, segurando a mão dela fomos até ao sofá da sala, perguntei se queria beber alguma coisa, disse que sim, enquanto deitava uísque no seu copo perguntei:

- O que te traz aqui?

- Nunca fui ter com alguém desta forma, quis experimentar, moro sozinha e senti necessidade.

- Mas sentes necessidade de quê?

- Carinho, mimo e sexo… adoro sexo.

- Podes dar-me a conhecer mais de ti?

- Sim.


Chamava-se Telma, tinha 26 anos, durante a semana trabalhava numa loja de telecomunicações e ao fim de semana era barmaid numa discoteca. Tinha terminado recentemente uma relação de 4 anos, considerava-se ninfomaníaca, já não tinha pais e tinha uma irmã fora do país. Definia-se como uma mulher sensível e o seu estado de espírito era inconstante, tanto chorava como ria, era ciumenta e possessiva. 

Notava-se bem no seu olhar que buscava incessantemente o prazer, que tinha muita vontade de entregar-se e desfrutar de todo o envolvimento… e de tantas mulheres e homens que foram passando pelas minhas mãos, a Telma era de longe a mais interessante fisicamente, disse-lhe que era linda e que o meu corpo estava a ser atraído pelo dela… passei a minha mão pela sua nuca. A Telma disse que estava surpreendida com a minha beleza e queria sentir o meu corpo junto ao seu.


Veio de encontro a mim, sentou-se no meu colo, beijou o meu pescoço, senti a sua língua a fazer o trajeto até à minha orelha, mordeu-me a orelha… o apartamento estava quentinho, ouvia-se a chuva a bater nas janelas, disse que tinha calor, despimo-nos… as suas mãos percorreram o meu pescoço, deslizaram pelo meu peito e barriga, e percorreram uma de cada lado das minhas coxas, arrepiou-me… o seu toque deixou o meu corpo em brasa.

Lambeu-me os mamilos… a palma da sua mão tapou a minha boca, lambi-a… amarrou as minhas mãos com o seu cachecol, a sua língua passava pelos meus abdominais e circulava no meu umbigo, aproximou os seus seios redondos à minha boca, chupei-os… e finalmente os nossos lábios uniram-se… as línguas dançavam dentro das nossas bocas… o seu cabelo cobria a minha cara e estávamos sufocados com o nosso beijo ardente… soltou-me as mãos… e estas agora livres apalparam as suas mamas… a Telma massajou as minhas virilhas, o meu pénis, agarrava-o firmemente, fazia todo o tipo de movimentos, sentia o meu pau mais duro do que nunca, a sua língua passou só pela glande, chupou só a pontinha, uma das suas mãos segurava o meu pénis e a outra mexia nos meus testículos. A seguir abocanhou o meu pau até ao fundo, quando tirou a boca, ficou um fio de baba entre o pénis e a sua boca.


A seguir, levei-a ao colo para o quarto, deitei-a… algemei-a… coloquei-lhe uma venda nos olhos… com uma pena… percorri o seu pescoço, seios, barriga e virilhas… a Telma contorcia-se… mordia o seu lábio inferior, beijei os seus seios enquanto os apalpava, meti-lhe dois dedos na boca e chupou-os como um pénis, os mesmos dedos molhados entraram na sua vagina, e estremeceu… deitou a sua língua de fora e a minha língua lambeu-a e chupou-a… soltei-a das algemas, tirei a venda dos seus olhos, ambos estávamos acesos, com um tesão imenso, veio para cima de mim, quis ser a dominadora… o meu pénis teso  entrou dentro da sua cona, a Telma iniciou movimentos galopantes em cima de mim, eu ajudava a mexer o meu corpo, estava louca para chegar ao orgasmo, as mamas escorriam suor, fechou os olhos, gemeu intensamente, e pouco tempo a seguir veio-se… caiu sobre o meu tronco, abraçou-me… durante a longa noite até de manhã, continuamos a foder muito, experimentamos várias posições, tivemos orgasmos explosivos. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


A história de dois seres amantes de sexo, explorando os corpos, aproveitando o momento de excitação e buscando o prazer absoluto, repetindo até à exaustão.




domingo, 15 de maio de 2022

Mateus

Morava com os meus pais, numa casa com piscina e com todo o conforto, era filha única e tive a sorte de ter uma família em excelente condição financeira. Sempre fui muito ligada aos meus pais, nunca me faltou nada, fui habituada a ter tudo o que quisesse. Fiz faculdade e trabalhava numa empresa perto de casa… recentemente como prenda de aniversário o meu pai deu-me um carro topo de gama. 


Tinha 29 anos, fui tendo alguns namorados, mas nenhum conseguiu conquistar-me ao ponto de ficar perdidamente apaixonada, já fazia algum tempo que não tinha um envolvimento, sentia vontade, mas não queria envolver-me com qualquer um…


Nos últimos dias pensava várias vezes num episódio que tinha acontecido no tempo de liceu, tinha uma amiga chamada Xana, éramos da mesma turma, estudávamos muitas vezes juntas, mais em minha em casa, partilhávamos várias histórias, éramos confidentes e com uma ligação muito forte. No baile de final de período, estávamos animadas e na expectativa de conhecer algum rapaz, a nossa vontade era que aparecesse algum que nos comesse, no meio da pista de dança aproximava-se um ou outro, metiam conversa mas não era aquele estilo que nos interessava. 

Acabámos por sair dali, e fomos até atrás de um pavilhão, e demos uns beijos na boca bem quentes… talvez fosse o desejo de me envolver que me fazia pensar em tudo.


O meu carro precisava de fazer a revisão, era o meu pai que costumava tratar sempre disso, levava-o à oficina, mas nesse dia não o podia fazer e fui eu…quando cheguei à oficina o mecânico estava nos fundos, conhecia-o de vista, mas já não o via há muitos anos. Sabia que se chamava Mateus e tinha 35 anos, com cabelo curto e um corpo esbelto, era um gatinho, muito giro, e ficava sexy com umas manchas de óleo na cara… viu-me e aproximou-se, reconheceu-me e perguntou:

- És a filha do Sr. Pereira… certo?

- Sim sou… vinha marcar um dia para fazer a revisão ao meu carro.

- Ok… vamos tratar disso… posso agendar para o próximo sábado de manhã?

- Podes.

- Mas convém deixares aqui o teu carro na sexta à tardinha… sem problema?

- Combinado.


Voltei para a casa a pensar no Mateus, estava um homem muito diferente da última vez que o tinha visto, senti algo por ele que não conseguia definir. 

Os dias passaram, era sexta-feira, saí um pouco tarde do trabalho, atrasei-me e quando cheguei à oficina o Mateus já estava a fechá-la… quando saí do carro disse-me que tive sorte, por pouco já não estava lá, sorri e disse que se ele não tivesse, que ligava-lhe… iniciámos uma conversa que durou bastante tempo, havia sempre assunto e falámos um pouco de tudo… parecia que os meus olhos comiam o seu corpo e o olhar dele focava-se muitas vezes nas minhas mamas. Aquela conversa deixou-me tentada ao envolvimento.


No dia seguinte, fui buscar o carro perto da hora do almoço, a oficina fechava pouco depois e não estava aberta de tarde. O Mateus estava a ultimar os últimos pormenores no meu carro, mantivemos novamente uma boa conversa… ríamos várias vezes até entoava na oficina. A conversa do Mateus também era provocante e deixava-me mais desejosa por cair no seu corpo. Através dos nossos olhares dava para entender que só faltava um passo de um de nós… o Mateus disse para aguardar um pouco, foi lavar as mãos e buscar a chave do meu carro e reparei que tinha batido a porta da oficina. Quando chegou junto a mim entregou-me a chave na palma da mão, apertei a sua mão com a chave…o Mateus não contava com aquele gesto, e encostou-me ao carro e beijou-me na boca, os nossos olhos fechados sentiam aquele beijo saboroso… a minha mão puxou o fecho do seu macacão, acariciei os seus peitorais, as suas mãos apalpavam os meus seios firmemente, enquanto o beijo perdurava íamos tirando as nossas roupas, o Mateus levantou-me e sentou-me no tejadilho do meu carro por cima da porta da frente, em pé chupou-me o meu clitóris inclinei-me para trás com os cotovelos apoiados no tejadilho… meteu os seus dedos ao mesmo tempo na minha coninha, estava mais do que excitada… a seguir desci e o Mateus encostou-se ao carro e chupei com veemência o seu pau bem teso…depois pegou em mim ao colo e a minha coninha foi penetrada pelo seu pénis, agarrada ao seu pescoço gemia intensamente…


Queria que a primeira foda fosse dentro do meu carro com o Mateus, fomos para o interior do carro, na parte de trás, pus-me de lado, o Mateus por trás enfiou o seu pau, apalpava-me as mamas, eu rodava a cabeça e sentia a sua língua e o beijo, estava a ser tão gostoso que estremeci num orgasmo brutal… o Mateus sentou-se no banco, fui para cima da sua verga, lambeu-me as mamas, balanceava fortemente em cima dele, metia os meus dedos na sua boca… já sem aguentar mais, com um ritmo muito forte, o Mateus com suor a escorrer pela cara, diz: " Estou a vir-me".


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foi dos melhores envolvimentos que tive durante a minha vida, quando entrava no meu carro lembrava-me sempre do Mateus e da maravilhosa queca que demos. Aquela oficina ficou marcada por todo o carinho que recebi, sendo uma mulher mimada, senti que foi fora de série. 

quinta-feira, 5 de maio de 2022

Alexandra

Vivia numa relação de altos e baixos, por diversas vezes teve em cima da mesa o divórcio, mas fomos mantendo o casamento, estava com 53 anos, era juiz, levava uma vida agitada, com muita responsabilidade e pouco descanso, e quando chegava a casa não existia sossego, discutia com os meus filhos e esposa.


As férias ainda estavam distantes, a fase não era boa, precisava de algo que elevasse o meu astral, conversava com amigos e no meio da conversa surgiu o nome da Alexandra, uma acompanhante de luxo, que era divinal na cama, tinha amigos que já o tinham comprovado.

Tinha 30 aninhos, o corpo diziam ser uma relíquia… por momentos pensei que não tivesse à sua altura, estava um pouco acima do peso, já não tinha relações sexuais com a minha mulher há quase meio ano, sentia um complexo de inferioridade.


Mas os meus amigos animaram-me e convenceram-me a marcar umas horas com ela, deram-me o contacto e liguei… do outro lado a voz era meiga, perguntou-me o que pretendia, disse-lhe o motivo. Ficou marcado no mesmo dia às 21h num hotel de 5 estrelas.

A Alexandra vinha de vestido com decote, salto alto, um colar de pérolas à volta do pescoço, lábios e olhos pintados. 

Primeiro houve jantar, o início da conversa foi sobre os problemas familiares que estava a atravessar, o stress do meu trabalho, acabei por desabafar sobre as minhas preocupações e o que estava a deixar-me mais em baixo. Ela ouviu atentamente, pouco falava… 


O seu olhar intimidava, ficava muito expressivo com a maquiagem, e deixava-me pensativo sobre o desempenho sexual que eu poderia ter, achava que, não iria conseguir vir-me ou vinha-me muito depressa… a Alexandra pediu para a tratar por Xana, quase no final do jantar, o tema também foi sobre sexo, enquanto comíamos a sobremesa, quis saber o que me dava prazer, se gostava de experimentar alguma posição nova, o que gostava mais fisicamente numa mulher, no fundo com aquela conversa estava a aguçar o apetite para o que se ia passar depois.


Subimos ao quarto, no elevador olhava para o decote da Xana e já me dava tesão, sentia o suor a escorrer pelas costas, estava nervoso… nunca tinha feito nada igual, e estava a mexer muito comigo… ia trair pela primeira vez a minha companheira. 

Entrámos no quarto, as luzes acenderam-se, era uma suíte fantástica, abrimos as cortinas da porta que dava para a varanda e tinha uma vista esplêndida sobre a cidade… a Xana encostou-se ao meu ombro, o seu corpo já estava a aproximar-se do meu… 

- Preparado para um momento de prazer?

- Quero estar à altura. (não quis dar a minha parte fraca) 

- Vou fazer de tudo para que fiques a gostar, e repetires numa próxima vez.

- Claro.


A Xana já era experiente, sabia lidar bem com a situação, sentei-me na cama, ela sentou-se  numa das minhas pernas, tirou a minha gravata, beijou o meu pescoço, desabotoou a minha camisa, as sua mãos passavam pelo meu peito, tirou as alças do vestido e ficou de sutiã, em pé, colocou as suas mamas junto à minha cara, soltou o sutiã, tinha uns bicos grandes, lambi-os, ficou com os seios babados com a minha saliva, encostei-me para trás da cama, ela tirou-me os sapatos e as calças, os boxers também saíram juntos, tinha alguns pelos na minha zona púbica, a sua mão mexia no meu pénis, estava ligeiramente duro e molhado…


Despiu o seu vestido, de cueca fio dental veio roçar por cima do meu pau, depois passava as suas mãos nas mamas e lambia os próprios bicos… a seguir fez-me um broche meigo, que teve de interromper mais cedo porque estava quase a vir-me… colocou o preservativo, e de costas para mim, enfiou o meu pénis todo dentro dela, o balancear do seu corpo dava-me muito prazer… o seu corpo era poderoso, tinha o dom de deixar um homem louco.

Mudou de posição, ficou de lado, abriu as pernas em tesoura e eu fiquei no meio, enterrei o meu pau, e agarrava nas suas mamas e abanava-as… a sua cona tinha um fio de pelo desde o clitóris até um pouco mais acima… continuei a fodê-la, ela gemia baixinho… e não consegui controlar mais o tempo sem me vir… a Xana percebendo, aumentou o gemido e vi-me… 


                                                                                        Fonte: Imagem retirada da internet,  pinterest

Foram umas horas passadas com uma mulher colossal, ficou-me muito caro tudo o fiz naquela noite… não compensou o preço que gastei, e a traição à minha mulher… fiquei com um sentimento de arrependimento.