segunda-feira, 25 de abril de 2022

Gustavo

Tinha 24 anos e namorava com um homem encantador, era uma relação muito feliz de cinco anos, tinha sido o meu primeiro namorado, os planos eram muitos e o pedido de casamento estava prestes a acontecer, mas infelizmente houve um duro golpe, o meu futuro noivo faleceu num acidente de carro… foi o maior sofrimento da minha vida… quase desisti de viver, a dor era imensa e faltava a força para continuar agarrada aos dias que custavam a passar. A saudade vivia dentro de mim, e em todos os segundos a lembrança estava sempre presente.

Os dias eram muito complicados e o meu luto já durava há quatro anos, embora suportasse melhor a dor, ainda sentia a sua falta… mas achava que teria de ter alguém, uma companhia, alguém que me ouvisse, seguir a minha vida e voltar a encontrar o amor… 


Passados uns meses, conheci alguém muito especial chamado Gustavo, tinha 31 anos, curiosamente a história dele era parecida com a minha, havia perdido a namorada por causa de doença. 

Começámos a ser o amparo um do outro, faziam parte de nós os desabafos, as confissões, o sentimento que nos unia e crescia, sentia-me apaixonada.


A minha relação com o Gustavo tinha um mês. Não largava o telemóvel para trocar mensagens com ele, o meu pensamento focava-se nos momentos que tínhamos estado juntos e esperava ansiosamente o dia para voltarmos a encontrar-nos… a chama do amor voltava a estar acesa e sentia que até no trabalho a minha cabeça não estava lá. 


Morávamos um pouco longe um do outro, só estávamos juntos uma vez por semana, mas durante a semana não passávamos um dia sem falarmos. 

Um dia fui passar o fim de semana a sua casa, ia ser a primeira vez que íamos passar a noite juntos, ambos estávamos desejosos que os nossos corpos quentes se conhecessem… de sentir o toque… e as palavras carinhosas a entrar no ouvido.


Cheguei à sua cidade num sábado a meio da tarde, era outono, viam-se as folhas das árvores caídas no chão, o sol tímido batia no rosto mas não aquecia, sentia algum frio, o Gustavo levou-me a lanchar, a um local quentinho, comemos uns docinhos bons e bebemos um chocolate quente, a conversa foi fluindo… o dia já estava a escurecer… fomos para o seu apartamento, assistimos a um filme… fizemos o jantar e passámos um serão agradável, no sofá. O Gustavo mostrou-me fotos suas de quando era criança, ouvimos músicas que ambos gostávamos, e contámos histórias que nos faziam rir…


Entretanto tinha chegado a hora de ir para o quarto, os beijos começaram na sala, agarrados e a arrastar os passos com os corpos abraçados, continuámos pelo corredor até entrarmos no quarto, a seguir o Gustavo virou-me e encostou-se atrás de mim, apalpou-me as mamas, e ao mesmo tempo a minha cabeça rodou no sentido da sua boca e demos um beijo molhado de língua… caímos sobre a cama… o Gustavo despiu-me e tirou a sua roupa, ficou por cima de mim, a excitação era tão grande que penetrou-me… gememos de prazer até nos virmos…


No dia seguinte durante a tarde, o Gustavo preparou a banheira com um banho de espuma, a água estava bem quentinha e arrepiava, os nossos corpos bem juntinhos no meio da espuma… o toque das mãos percorria os nossos corpos, senti-me uma mulher acarinhada e cheia de ternura e mimo. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Duas histórias semelhantes de perda, dias duros e tristes, com o passar dos dias, o tempo encarregou-se de nos juntar tornando-nos mais fortes e através da nossa união voltámos a encontrar o caminho da felicidade.

sexta-feira, 15 de abril de 2022

Olívia

Comecei a trabalhar no talho do meu pai com 16 anos, onde a maior parte dos clientes eram do sexo feminino, de todas as idades e cada uma sobressaía na sua forma, umas mais simpáticas que outras, todas tinham um jeito diferente, mas uma delas deixava-me desejoso que fosse ao meu local de trabalho todos os dias.


Eu tinha 45 anos e a Olívia 40, ambos éramos divorciados, ela já era cliente há 10 anos, desde que foi morar para o bairro, conhecia a sua personalidade, uma mulher que não dava letra aos homens, que vivia no seu mundo. Era de baixa estatura, eu gostava de mulheres baixinhas, coxa grossa, cabelo preto encaracolado, um sinal perto do canto do lábio, os seios cheios e firmes, e a expressão do seu olhar dava vontade de me perder num beijo.


A Olívia não falava muito, eu tentava puxar conversa, adorava ouvir a sua voz, sem nunca dar a entender um eventual assédio, mas era sempre difícil arrancar as palavras da sua boca.

Notava que era muito reservada, pacata e não abordava pormenores da sua vida pessoal.


Numa sexta-feira, chovia bastante, perto da hora do encerramento, já estava a arrumar e a limpar e não contava que entrasse mais alguém. Quando olhei para a porta vi a Olívia a entrar, disse que pelo caminho a pé a chuva apanhou-a desprevenida, vinha ofegante, a sua roupa estava molhada, o cabelo escorria água, o rosto tinha gotículas de chuva… 


Fechei a porta, o vento também era forte, que tarde de inverno!

Os seus lábios tremiam de frio, fui buscar uma toalha para secar o seu cabelo… mas continuava muito molhada… e acabei por lhe dizer algo que saiu espontaneamente:

- Olívia, não a vou deixar ir embora assim, ainda vai ficar doente, pode parecer atrevimento da minha parte, mas vai subir à parte de cima da minha casa e tomar um banho, enquanto a sua roupa seca no aquecedor… certo?

- Olhe está a ser muito amável, agradeço… realmente não estou em condições para ir para casa assim e com este tempo.

- Venha comigo, acompanhe-me por favor.


Enquanto tomava o seu banho, eu fui tomar também o meu, noutro WC. A seguir ficou enrolada na toalha enquanto a sua roupa secava, sentada no sofá… a casa estava quentinha e o seu rosto estava corado por causa do banho quente. Mantivemos uma conversa, e reparei que a Olívia estava mais faladora, e sentia-se mais à vontade comigo, e assim do nada, os nossos lábios colaram-se, um beijo ardente surgiu… as minhas mãos apalparam os seus seios, as mãos dela já estavam nos meus testículos, estava tudo a acontecer muito rápido, dois seres carentes e desejosos por prazer.


Continuámos e, naquele momento, a Olívia veio para cima do meu colo, embrulhada na toalha, mas a segredar-me no ouvido que ia ficar nua para mim, atirou a toalha para o chão, lambeu-me o pénis levemente, abocanhava e chupava na perfeição, a seguir a minha língua percorria o seu monte de vénus, com alguns pelos… sentia o mel na minha língua… ela contorcia-se, os meus dedos entravam na sua cona, a minha boca babada deu-lhe um beijo molhado. Coloquei um preservativo que tinha numa gaveta, a Olívia meteu-o no meu pénis, disse-me para a penetrar bem até ao fundo. 


De quatro no sofá, coloquei a pontinha dentro dela e enterrei-a... gemia intensamente, prossegui com um ritmo mais forte, o suor de ambos escorria dos nossos corpos, o tesão que sentia deixava-me louco, mudámos de posição, a Olívia veio para cima de mim, agarrou o meu pescoço, o ritmo dela foi muito forte, e passado algum tempo soltou um gemido prolongado, o seu orgasmo tinha chegado… logo depois… esporrei-me todo. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Passou a noite comigo, foi algo que não estava à espera, passados anos de conhecer a Olívia proporcionou-se um momento prazeroso e que jamais vou esquecer. 

terça-feira, 5 de abril de 2022

Bernardo

O seu jeito doce encantava-me, a sua simpatia e educação enterneciam-me, a sua voz ecoava no meu ouvido e o arrepio apoderava-se de mim, os seus passos quando se aproximavam deixavam-me descontrolada, adorava inalar o seu perfume, sentia o suor a escorrer nas costas, mesmo estando com as mãos geladas, o Bernardo mexia comigo.

Mudei de trabalho, fiquei responsável pela gestão da empresa, conheci o Bernardo num jantar de Natal, e achei-o logo bastante interessante. Eu ainda namorava, mas a minha relação terminou passado pouco tempo.


Durante o dia de trabalho, o Bernardo entrava diversas vezes no meu gabinete, tinha 23 anos, menos sete do que eu, olhos claros, cabelo encaracolado, sardas no rosto, era alto e magro.

Não falava muito, o seu sorriso brilhava quando olhava para mim.  

Começámos a conversar mais vezes durante os intervalos da manhã e da tarde, e a conversa era boa, os nossos pontos de vista eram semelhantes e gostava da sua maturidade.


Um dia soube que as nossas casas ficavam próximas, aliás para ir para a minha casa quase que passava na dele, o desvio era pequeno, como sabia que o Bernardo ia de transportes públicos para o trabalho, ofereci-lhe boleia. A partir daí passou a ser todos os dias.


Depois de termos bastante confiança um com o outro, o Bernardo fez-me um convite.

- Hoje, queres vir lanchar a minha casa?

- Não estava a contar com esse convite… o que tens para me dar?

- Bolinhos de framboesa e posso preparar um chá, sei que gostas.

- Bem… acho o convite irrecusável.


Assim foi, numa sexta-feira após o trabalho, fui até sua casa, uma moradia pequena, mas bem dividida e cheirosa, já tinha deixado a mesa preparada, iniciámos o lanche na cozinha, depois da conversa que tivemos, o Bernardo começou a arrumar a mesa, sabia que era um pouco tímido, percebi que o primeiro passo tinha de ser dado por mim.

Quando estava de costas virado para a banca da cozinha, fui por trás dele e dei-lhe um beijo no pescoço, agarrei-o… ele rodou o corpo e o abraço aconteceu… com naturalidade, o nosso beijo nos lábios fluiu… os nossos rostos começaram a enrubescer… as mãos dele agarraram com firmeza a minha cintura, as minhas mãos passavam pelo seu pescoço. O clima estava a aquecer, e começámos a despir-nos… sentia a minha coninha molhada, e depois de agarrar o pau do Bernardo senti-o babado, fiz-lhe um bom broche de joelhos na cozinha, estava bem duro… a seguir fiquei debruçada sobre a mesa, passou a sua língua nas minhas costas, desceu e mordeu as minhas nádegas, abri as pernas e fez-me um minete delicioso…


Voltámos a beijar-nos de forma ardente, só queria o seu pau tesudo dentro de mim… apoiei as minhas mãos nas costas de uma cadeira, inclinei o meu rabo para trás e a verga do Bernardo penetrou com força na minha ratinha, comigo a soltar gemidos de desejo e prazer… continuou forte, estávamos ofegantes… Quis ser eu a dominar e trocámos a posição, sentado na cadeira, fui para cima dele, estava a ser muito intenso, e após uma boa cavalgada consegui atingir o orgasmo, logo a seguir sentada de costas para ele, quis o pau do Bernardo dentro do meu cu, e com alguns balanços, foi tão bom sentir o seu leite dentro do meu cuzinho. 


                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Adorava levá-lo a casa todos os dias, era paragem pela certa na sua casa, e o envolvimento surgia sempre. Era muito sexo, após o trabalho era um final do dia magnífico.