sexta-feira, 25 de março de 2022

Fernanda

Chamo-me Hugo, estudava na faculdade, estava a terminar o curso de Educação Física, gostava de praticar todo o tipo de desporto, mas preferia mais os de aventura… ligados à natureza.

O nosso grupo de amigos tinha como hábito ir todos os fins de semana praticar desporto. Durante a semana era escolhido o programa… desde BTT, paintball, escalada, rafting… havia sempre o que fazer… o grupo era composto, por três amigas e dois amigos. 

Tinha 24 anos, corpo definido, cabelo muito curto, olhos castanhos-claros, gostava de sair com amigos, divertir-me… sem namorada… frequentava muito a casa dos amigos.


Ia várias vezes a casa da D.Fernanda, mãe do Paulo. Éramos quase vizinhos, ele era meu colega de curso e fazia parte do nosso grupo. Sempre que ia a casa deles, era muito bem recebido pela D. Fernanda. Estudava muitas vezes por lá… fazia uns bons lanches, era uma mulher simpática, atraente, anca um pouco larga, seios pequenos… de olhar safado, sinal no queixo.

Também praticava exercício, caminhadas, aulas de zumba e ginásio. Era divorciada, tinha 45 anos e morava com o filho. Falávamos muitas vezes sobre os exercícios que fazia no ginásio, dava-lhe conselhos, explicava-lhe a postura que deveria ter…fazia agachamentos à minha frente e perguntava se fazia bem, provocava… e deixava-me sem jeito… 

Depois perguntava o número de repetições dos exercícios, que tipo de alimentação fazer, era interessada, mas notava que ela queria meter conversa comigo, porque por vezes já repetia as perguntas e estava farta de saber como fazer...


Num dia à tarde eram 14.30h, ia a ouvir música nos meus phones e passei à frente da casa dela, tinha combinado com o Paulo estudar por volta das 18h, o Paulo estava em casa da namorada, a mãe dele estava no jardim… 

- Boa tarde D. Fernanda.

- Boa tarde Hugo, andas por aqui?

- Sim vim dar uma volta, mais logo venho aqui a sua casa estudar com o Paulo.

- A que horas?

- Às 18h… porquê?

- Sabes… mudaram-me o plano no ginásio e preciso que me dês umas dicas sobre os exercícios que tenho para fazer…

- Não se preocupe eu ajudo-a… quer que venha mais cedo?

- Mais logo vou ter de sair, se desse para me explicares agora, acabei de fazer um bolo, podias aproveitar, está quentinho e comias uma fatia…

- Bem… pode ser, mas sem a fatia do bolo.


Seria a primeira vez que ia estar só com a D. Fernanda naquela casa. Fomos para a sala, tinha o plano no e-mail, quis que lhe explicasse todos os exercícios, ia exemplificando e ela ia fazendo… mantinha-se mais tempo nas posições mais provocantes, sorria para mim, estava vestida com umas leggins, e notava-se a vulva dela bem pronunciada… estava à espera que eu investisse sobre ela, mantive-me no lugar, resisti... até que… foi ao computador ver um exercício, inclinou o corpo para a frente para olhar para o écran, eu estava atrás perto dela, olhou para trás e reparou que eu estava a olhar para o cu dela… ela sabia o que queria, e eu já estava completamente atraído pela sedução dela… 


Saiu daquela posição, veio na minha direção, pôs a mão no meu pénis… e de forma atrevida disse:

- Hugo, posso experimentar um exercício novo contigo?

- Bem… acha que o exercício é só para si ou para mim também?

- Malandro… já me explicaste como se faz… agora sou eu a explicar… pode ser?

- Quero ver se tem jeito…

- Não vais só ver, quero que sintas também…

- Sentimos os dois? Vou-me cansar?

- Sentindo os dois é bem melhor, acho que vamos ficar mais cansados que uma aula de zumba.

- Você é muito provocante.

- Ainda não viste nada.


Aquela conversa de saber que ia envolver-me com ela, deixou-me cheio de tesão e adrenalina.

Deu-me a mão… levou-me até à cozinha. 

- Hugo, quero que vejas o meu bolo de cenoura. O que achas?

- Tem bom aspeto…parece fofinho…

- É como tu… Queres comer?

- Quero… comê-la a si… 

- Ai Hugo assim fico com uma vontade maior de…

Não a deixei terminar a frase… 

- De me dar a conhecer o exercício que tem para experimentar comigo. 


Sentou-me numa cadeira, puxou as calças para baixo e virou o cu para mim, dei-lhe umas palmadas, estremeceu… continuou a provocar, a seguir puxou a blusa para cima, mexeu nos seios e encostou-os ao meu rosto… sem dar tempo para os lamber ou agarrar… foi tirando a roupa e passou na minha cara as cuecas e o sutiã… o monte de vénus estava sem pelinhos, os bicos dos seios tesos… voltou a virar o cu para a minha cara, deixou-me que a lambesse, mordi-lhe as nádegas… virou-se e ajudou-me a tirar a roupa, sentou-me na cadeira, estava nu, foi buscar umas algemas, prendeu-me as mãos… queria ser ela a protagonista, pôs-me uma venda nos olhos… ficava sempre sem saber onde me ia tocar, beijar… mas ia percorrendo a sua língua pelo meu corpo, arrepiava-me… tocava-me uma punheta, a mão escorregava no meu pénis… beijava-me na boca… lambeu-me o pénis, a língua subia e descia, levou o meu pénis à bochecha dela… sentia a excitação dela e eu cheio de vontade de a penetrar…


Sentou-se em cima do meu pénis virada para mim, nunca tinha sentido uma vagina tão molhada, que sensação… beijava-me de uma forma que cortava a respiração, tirou-me a venda… a cara dela rosada… a boca molhada dos beijos… ficou quieta, o meu pénis... estava todo dentro dela… agarrada ao meu pescoço… disse-me ao ouvido que queria que eu a fizesse vir… 


Saímos da cozinha… passamos no corredor agarrados e aos beijos escaldantes… fomos parar em cima da máquina de lavar, estava ligada e trepidava muito… com a perna aberta, penetrei-a… apalpava-lhe os seios… gemíamos… as mãos dela no meu peito… a intensidade aumentou, e atingiu o orgasmo… sugou os meus lábios, arranhou-me as costas… por breves momentos parou… continuava com o meu pénis bem duro dentro dela… 

Queria fazer-me vir, estava insaciável… levou-me até ao quarto, o meu pénis pingava molhado, deitou-me no tapete do chão… foi para cima de mim, fazia movimentos circulares, toda enterrada, gemia e fazia-me gemer… não parava… saiu da posição… chupou-me o pénis… e fomos para cima da cama… ficámos de lado… estava a aguentar muito tempo sem me vir, notava que ela estava exausta, mas com muita vontade de ser comida… e eu cheio de vontade de a comer…assim de lado de costas para mim, meti-lhe o pénis dentro dela, foi sem parar,  ritmo no máximo, foi até me vir todo… ficou com o leite todo dentro dela…os meus batimentos cardíacos estavam no máximo, o coração quase que saía do peito… 


Disse-lhe que tinha gostado do exercício que experimentamos os dois, e que me tinha cansado mais que 10 aulas de zumba seguidas… ela disse-me que queria voltar a repetir o exercício comigo.


                                                                                      Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Foi uma verdadeira aventura, maior que qualquer salto de bungee jumping… continuei a frequentar a casa da D. Fernanda, sobre o que se passou entre nós, ficou um segredo só nosso… repetimos mais umas vezes, depois parámos… comecei a trabalhar num ginásio onde fui personal trainer dela.



 

terça-feira, 15 de março de 2022

Orlando

A minha vida profissional ocupava-me praticamente o dia todo, sobrava apenas um pouco de tempo para comer e dormir. Tinha 27 anos e precisava de uns dias de descanso. Sentia que estava a entrar em esgotamento. 

Sempre fui uma mulher que precisava de carinho, de ter alguém para conversar, que me ouvisse, de ter um programa para sair, mas já fazia tempo que estava sem esse alguém.


Finalmente, tive um fim de semana livre, e decidi pedir a uma tia a sua casa de férias, só era habitada de longe a longe por familiares. Ficava num local calmo, com vegetação e os raios de sol entravam pelas janelas da casa até ao final da tarde. À frente desta havia um lago, e um vale que se perdia de vista, e no horizonte a paisagem era lindíssima com vários montes.


No sábado acordei ao final da manhã, o meu corpo estava relaxado, a noite tinha sido bem dormida, sentia que tinha recuperado todo o cansaço. Ao início da tarde fui até à entrada da casa, na varanda sentei-me numa cadeira de baloiço… e terminei a leitura de um livro que tinha iniciado recentemente.


A meio da tarde lembrei-me do Orlando, um ex-namorado que já não via há uns meses, morava relativamente perto, aliás no passado já tínhamos frequentado a casa de férias da minha tia. Tinha 36 anos, era um homem bem constituído, barba aparada, olhos escuros,  divertido e meigo. A nossa relação tinha terminado há 5 anos, mas nunca deixei de gostar dele… Ficou marcado no meu coração. E enviei-lhe uma mensagem:


"Olá Orlando. Estou na casa da minha tia e lembrei-me de ti, já estamos sem nos ver faz muito tempo, espero que estejas bem… se estiveres disponível e quiseres, podes vir ter comigo.

Respondeu:

"Olá. Por acaso estou por casa, só amanhã é que vou viajar para fora do país, entretanto faço-te uma visita."


Apareceu pouco depois, os raios de sol ainda eram visíveis por cima dos montes, aqueciam ligeiramente, o Orlando veio de encontro a mim, o beijo de cumprimento foi no cantinho dos nossos lábios, demos um abraço apertado de amizade, sentámo-nos na parte de fora da casa, estávamos sós e não havia ninguém que nos avistasse. O meu desejo era de pouca conversa e mais ação, mas fomos conversando e rindo, contou-me pormenores da viagem de negócios que ia fazer no dia seguinte. 

Os nossos olhares pediam um envolvimento, relembrar tempos passados, a tentação de nos entregarmos um ao outro era muito grande.


Não demorou, o Orlando aproximou-se de mim, a sua mão agarrou a minha, aconchegou-me ao seu corpo, o beijo molhado surgiu, com os meus olhos abertos via os dele fechados, os seus lábios eram grossos, o beijo intenso deixava-me húmida, o Orlando tirou-me a blusa e o sutiã e com as mãos macias apalpava as minhas mamas, eram grandes, lambia os meus bicos alternadamente, passava a sua língua pelo meio das mamas, eu gemia levemente, beijava-me o pescoço, estava arrepiada e louca de tesão. 

Desci as suas calças, a minha mão foi dentro dos seus boxers e agarrou no seu pau babado, tocava-lhe uma punheta, e ajoelhei-me à sua frente, a minha língua lambeu os seus testículos, os lábios escorregaram no seu pénis, abocanhei-o até ao fundo… chupei-o avidamente, saudades de fazer um bom broche, o Orlando gemia e dizia que eu chupava bem. 


A seguir, já nua apoiei o meu corpo nas grades da varanda, por trás o Orlando mordeu as minhas nádegas, lambeu o meu cuzinho, a sua língua entrava no buraquinho do ânus, e desceu até à minha coninha, o seu minete fazia-me estremecer, e querer mais, a vontade de ser penetrada crescia alucinadamente. Pedi ao Orlando para enterrar o pau dentro de mim.

E assim foi, penetrou-me por trás e apalpava as minhas mamas, mordia as minhas costas… puxava o meu cabelo para trás enquanto fodia a minha cona, estava a ser muito bom, agarrado ao meu quadril aumentou a intensidade… os gemidos entre nós aumentaram de tom, descontrolada… deixei-me ir até sentir um poderoso orgasmo… 

Logo a seguir o Orlando brindou-me com o seu leitinho dentro de mim.


  
Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Estava mesmo a precisar de algo assim, um tempo para mim, de descanso, relaxamento, recuperar energia e uma foda que me aquecesse a alma. 


sábado, 5 de março de 2022

Rosa

A Rosa era a minha cabeleireira, tinha 22 anos, o seu corpo era delgado com perna fina, um olhar vivo e sedutor, olhos castanhos pintados com rímel e batom rosa claro nos lábios, cabelo fino dourado. A sua simpatia fazia-me derreter, e era tão bem humorada que tornava fácil soltar um sorriso. Ia ao seu salão de cabeleireiro duas vezes por mês.


Estava casado há quatro anos, desde os vinte e quatro anos, com uma mulher cinco anos mais velha, sentia que o nosso casamento estava instável, algumas discussões, pouca proximidade e passavam-se dias sem fazermos amor. A tentação de trair a minha mulher era grande, já tinha evitado diversas vezes com o assédio de colegas de trabalho. 


Num dia de manhã liguei à Rosa e fiz marcação para cortar o cabelo, só tinha disponível a última vaga do dia, às 20h. Chegado ao salão notei que a Rosa estava cansada, mas mesmo assim mostrava-se bem-disposta, a conversa desenrolou-se, a sua voz era meiga e penetrante, enquanto a ouvia passavam-me várias coisas pela cabeça. Havia confiança entre nós, uma vez que nos conhecíamos há bastante tempo, e o tema foi um pouco mais apimentado, entre risos e palavras calorosas, o corte estava feito, depois do corte fui passar o cabelo por água, a Rosa lavou o meu cabelo e ao mesmo tempo fez-me uma massagem prolongada e suave na cabeça, que me deixou relaxado e excitado.


Depois de secar o cabelo e dizer que estava pronto… olhou para mim, sorriu e disse:

- Que gato! Grande corte da cabeleireira - sorriu

- Rosa deixaste-me mais bonito.

- Aceitas um café?

- Sim aceito, obrigado.


A Rosa foi fechar a porta do salão, tinha encerrado o trabalho, suspirou de alívio, tirou a bata e estava de minissaia preta, sentei-me no sofá do salão e vi-a de costas a tirar o café na máquina, aquele rabo e as pernas encantavam o meu olhar, tinha um ligeiro decote, aproximou-se de mim e entregou o café, depois foi tirar para ela. Sentou-se ao meu lado, demasiadamente perto de mim, continuámos a conversar e a beber o café, coloquei a minha mão sobre a sua coxa… não fez nenhum reparo, só olhou para mim e focou-se nos meus lábios, ambos aproximámos os rostos e surgiu um beijo com gosto a café, mas não ficámos só pelo beijo.


As mãos dela eram ornadas por umas unhas de gel compridas de cor vermelha, e passaram pelo meu rosto, desceram pelo meu peito, e foram até aos botões das minhas calças, desabotoou-os enquanto estávamos perdidos num beijo molhado. O meu pau teso e molhado era tocado pelas suas mãos, sabia tocar uma boa punheta, a seguir tirou a blusa, tinha um soutien de renda preto, tirei-o e apalpei as suas mamas e lambi os bicos, a nossa respiração era ofegante, a adrenalina estava no auge… ajoelhou-se à minha frente e fez um broche de ir às nuvens, despi-a… a minha língua percorria o seu umbigo, desceu até à sua coninha e lambi-a… a Rosa delirava e contorcia-se… queria mais e pedia mais…


Sentada e de pernas abertas, com os dedos abriu a cona com pouco pelo, penetrei-a… enquanto metia os meus dedos na sua boca, depois apalpava as mamas com os bicos duros, estava corada e suada, desejosa por chegar ao clímax… já fazia tempo que não sentia tamanho tesão… estávamos a arder, o nossos corpos estavam muito quentes e excitados e não aguentei mais tempo, tirei o pénis dentro da sua cona e vi-me na sua púbis… descansámos um pouco e logo a seguir já estávamos novamente a foder… a Rosa veio para cima de mim, com uma intensidade fora de série… que safadeza tão boa… estava louca e deixou-me descontrolado… cavalgou tanto… que soltou um gemido forte e grosso… e ao meu ouvido disse que se veio toda.


                                                              Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


A rotina do meu casamento e a fase má que estava a atravessar com a minha mulher, despoletou um envolvimento onde menos esperava, dentro de um salão de cabeleireiro… ficámos superconsolados…