sábado, 25 de dezembro de 2021

Dulce

Eu e a Dulce tínhamos uma relação que durava há 6 anos, optámos desde o início do namoro em partilhar a mesma casa, os nossos trabalhos eram bem remunerados, os horários eram ótimos, tínhamos uma vida folgada, que era aproveitada muitas das vezes a viajar. 


Tinha 36 anos e a Dulce 37, nunca pusemos de lado ter filhos, só achámos que ainda não seria o momento certo, e enquanto não acontecia, todos os momentos que passávamos juntos eram intensos.


Na semana que estávamos de férias, resolvemos fazer uma viagem de avião até Itália, e depois de comboio fomos conhecendo algumas cidades, o país era encantador, todas as viagens que fazíamos sabiam sempre a uma lua-de-mel, a paixão que sentíamos era muito forte, nenhum de nós imaginava viver um sem o outro.


Ficámos hospedados num bom hotel em Roma, uma cidade que parecia um museu a céu aberto, em qualquer local havia algo de interessante para se ver. Agarrado à mão da Dulce passeávamos e conhecíamos o máximo possível, quando visitávamos um local por norma não voltávamos lá, tínhamos preferência por conhecer locais novos.


Na véspera da nossa partida à noite fomos até uma esplanada que ficava perto do local onde estávamos hospedados, a noite estava quente, mas começara a cair uns pingos de chuva… a Dulce vestia um vestido preto justo com decote, salto alto, uns brincos em forma de argolas, os lábios pintados, estava muito provocadora, bebemos um café e fizemos uma retrospetiva dos momentos que passáramos no decurso daquela viagem.


Entretanto a chuva ficou mais forte, segurei a mão da Dulce para ela não cair e demos uma ligeira corrida até ao hotel… quando entrámos no quarto já íamos um pouco cansados, demos um beijo na boca com pingas de chuva no rosto, estávamos com a roupa meia humedecida, fomos ficando sem roupa… corremos as cortinas e encostados à porta de vidro que dava para uma pequena varanda assistíamos à chuva a cair, abraçados víamos Roma iluminada por um clarão de trovoada, parecia que tinha ficado dia… arrastei uma cadeira, a Dulce sentou-se virada para a porta de vidro, enquanto lambia e saboreava a sua cona, a Dulce via os raios da trovoada no céu… 

- Assim não vou resistir a um pau duro… 

- Vai ser todo teu no meio das tuas pernas…

- Não demores porque estou cheia de vontade de o sentir…


Tinha o pau teso, para a deixar mais louca, batia com ele no seu clitóris e depois roçava, a Dulce dizia " mete… mete…" depois metia só a pontinha e tirava, ela sofria e com a voz tremida de desejo pedia para o meter todo até ao fundo, voltei a lamber a sua cona, estava toda melada, e logo de seguida o meu pau enterrou-a com força e entretanto ouvimos o barulho de um trovão, assustados estremecemos, a Dulce agarrou o meu quadril, os nossos gemidos estavam em sintonia, dava-lhe umas palmadas na cara e metia os meus dedos na sua boca, ela chupava-os…as minhas mãos mexiam nas mamas e lambia-as... dizia-lhe ao ouvido "que tesão meu amor"... a Dulce teve um espasmo, através da luz da trovoada vi os seus olhos revirar… e murmurou "és tão bom"... 


Ela não tinha perdido o desejo e eu ainda tinha tesão, sentou-me na cadeira quente por estar apoiado o seu corpo, batia com o pau duro na sua língua fora da boca, chupava só a pontinha e depois abocanhava até ao fundo, tocava punheta com as duas mãos, colocou o pénis no rego dos seus seios, e lambia… com a voz meiga perguntou: "Onde te queres vir?"

Louco de tesão… agarrei nas suas mãos, abri a porta que dava para a varanda, caía uma chuva miudinha que fazia refrescar os nossos corpos, ficou apoiada com as mãos na varanda por trás, penetrei-a… foi muito rápido e intenso… a Dulce voltou a contorcer-se com o orgasmo e eu soltei um gemido de satisfação… vi-me com um prazer imenso. A Dulce com salpicos de chuva na cara, ainda lambeu os restos de esperma do meu pau. A seguir ficámos regalados com um duche quente.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Conhecíamos muito bem o corpo de cada um, o que dava verdadeiramente prazer, nenhum de nós ficava sem o orgasmo, ambos tínhamos de sentir sempre o auge do prazer. Fomos feitos um para o outro.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

Roger

Trabalhava há dois anos num centro comercial numa loja de decoração, tinha 27 anos e um histórico de relacionamentos mal sucedidos, era uma mulher aventureira, gostava de sentir a adrenalina no auge, o meu corpo era gordinho, de baixa estatura, olhos azulados, as minhas mamas eram grandes e adorava usar decotes, tinha um piercing na língua e uma tatuagem nas costas.


Os dias não andavam favoráveis, a autoestima estava baixa, sentia necessidade de conhecer alguém, do tesão apoderar-me e desejava um orgasmo que me fizesse catapultar para um infinito prazer.

Um dia à tarde, no intervalo do trabalho, fui lanchar e a seguir tomar um café dentro do centro comercial, apareceu ao meu lado um homem baixo com barba que já era de alguns dias, o seu sotaque era espanhol, reparámos um no outro… pediu igualmente um café, percebi que seria funcionário de alguma loja.


No dia seguinte, voltámos a encontrar-nos casualmente, num local no centro comercial que era destinado a fumadores, demos um sorriso, e existiu uma química entre nós, a conversa desenrolou-se… o Roger começara recentemente a trabalhar numa loja no mesmo piso que eu, tinha 39 anos, e fui percebendo que ambos tínhamos gostos semelhantes sobre várias coisas. 

Os encontros sucediam-se e trocámos contato, cada dia que passava ficava a conhecer melhor o Roger, era divorciado e notava nele alguma carência, as conversas que tínhamos eram muito liberais, falávamos sobre tudo, não havia pudor, nem tabus… acabava por acelerar o nosso desejo para algo que se pudesse passar entre nós. Não escondíamos a vontade que tínhamos de fazer sexo.


Passado uns tempos houve uma coincidência, íamos sair à mesma hora do trabalho, os nossos carros estavam perto um do outro no parque de estacionamento, saímos juntos e seguimos em direção ao parque, estava calor, vestia uma calça larga preta, uma blusa branca com um decote abusado, pelo caminho até chegarmos aos carros, o Roger provocou-me, não me deixei ficar e alinhei na provocação… o meu corpo pedia satisfação.

O Roger acompanhou-me até à porta do meu carro, o carro dele estava ao lado, não havia movimento, a localização dos nossos carros estava tapada por uma coluna, ali entre os carros, demos um beijo molhado, sentia a língua dele a tocar no piercing da minha língua, a minha mão roçou no seu pénis e sentia-o duro. A adrenalina subiu, podíamos ser vistos… baixei-me e fiquei aninhada, tirei o seu pénis dentro das calças e abocanhei-o… o Roger disfarçava e olhava para todos os lados, podia aparecer alguém. 


Não podíamos demorar, ergui-me… encostou-me ao meu carro virada de costas para ele, baixou as minhas calças, meteu os dedos na minha coninha húmida, a sua boca passou por lá lambeu-a e cuspiu-a…  por trás agarrou as minhas mamas, e penetrou-me… não consegui suster um gemido vigoroso, passou um carro por nós, não reparou no que estávamos a fazer… o seu pau duro bem dentro de mim estava a deixar-me louca…


- Roger, continua assim… fode-me… vou aguentar pouco tempo…

- Sim… está muito bom assim, o meu pau só quer estar enterrado dentro de ti.

- Isso… Isso… não pares…


A foda estava muito intensa, os bicos das minhas mamas estavam tesos, e logo a seguir, ofegante, contive-me no gemido, a minha cona ficou toda molhada, o orgasmo deixou-me sem força nas pernas, a cona latejava, e eu consolada de prazer… o Roger poucos segundos depois, ainda molhou mais a minha cona com o seu leitinho. 


                                                                     Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Num parque de estacionamento público, entre dois carros, numa adrenalina fora de série, e um orgasmo que me deixou consolada. 

domingo, 5 de dezembro de 2021

Juliana

A minha experiência como operador de câmara já era vasta, trabalhei em variados programas de televisão, mais tarde passei a fazer filmagens em reportagens no exterior. Tinha 44 anos, estava divorciado há 4 anos, com dois filhos e morava sozinho. Deslocava-me muitas vezes para fora do país em contexto de trabalho. Estava mais vezes fora do que propriamente no meu país.


Recentemente tinha conhecido uma colega de trabalho que era jornalista, repórter de exterior, chamava-se Juliana, tinha 33 anos, divorciada há 3 anos, com uma filha. O seu rosto destacava-se pela beleza, o cabelo era preto e comprido, tinha uma voz doce, era um pouco mais alta do que eu, e sempre que nos encontrávamos tínhamos um bom diálogo.


Uns tempos depois, fui informado que teria de fazer uma reportagem durante quinze dias na Austrália, a viagem era muito longa, seria a minha primeira visita áquele país, e onde teria a companhia de uma jornalista e outros colegas de equipa. 

Viria a saber que a Juliana fazia parte da equipa.


No voo para a Austrália não ficámos ao lado um do outro, mas fomos trocando olhares, e através do messenger conversávamos… a viagem custou a passar, mas finalmente chegámos ao destino, já era noite.


No dia seguinte iniciámos a primeira reportagem, fiz a filmagem e a Juliana foi a repórter, o dia iniciou-se bem cedo… durante o dia tivemos algum tempo para passear e conhecer um pouco o país. A nossa proximidade era notória, estávamos a maior parte do tempo juntos, sentia-me bem com ela, os nossos sorrisos eram cúmplices e faziam prever que algo mais pudesse acontecer entre nós.


A nossa equipa ficou dividida por três quartos, a Juliana ficou sozinha num quarto, eu fiquei acompanhado por dois colegas num quarto triplo. Após o jantar alguns colegas estavam cansados e recolheram aos aposentos, fiquei eu, a Juliana e dois colegas. A nossa conversa era a dois, os colega estavam mais afastados… ouvia a Juliana e só pensava em sentir o seu corpo, em termos prazer… o seu olhar seduzia… a forma como se vestia deslumbrava os meus olhos, a voz dela entrava e permanecia dentro dos meus ouvidos, o seu perfume deixava-me com vontade de a cheirar bem perto. Entretanto ficámos sem assunto, disse-me que precisava de descansar, despediu-se e subiu para o quarto. Fiquei desejoso por ter algo com ela, mas estava na dúvida se ela queria o mesmo. Os meus colegas também subiram para o quarto, fiquei sozinho e a pensar na Juliana.


Passados poucos minutos recebi uma mensagem da Juliana, dizia:

"Estou sem sono, queres passar aqui pelo quarto…?"

Surpreendido disse que sim, subi até ao seu quarto.


Entrei, a sua camisa de noite preta realçava o seu corpo esbelto, deitou-se em cima da cama, o decote era grande, notava-se bem parte dos seus seios, um deles tinha um sinal e os bicos eram notórios… sentei-me à entrada da cama numa cadeira… com um jeito de safada, perguntou-me:

- Vais ficar aí ou vens para junto de mim?

Fiquei sem saber o que dizer… intimidou-me…

- Já sei… queres que seja eu a ir ter contigo…


E foi… saiu de cima da cama, sentou-se na minha coxa, passou a mão pelo meu cabelo, fiquei imóvel, a sua boca foi de encontro à minha, beijou-me… a minha língua procurava a dela, mordia-me os lábios, estava bem acesa, e eu cheio de tesão… peguei na Juliana ao colo, as pernas dela ficaram entrelaçadas à volta do meu corpo, continuámos a beijar-nos, deitei-a em cima da cama, estávamos ofegantes, ficámos nus, lambi as suas mamas duras, os bicos aumentaram de tamanho, a minha mão desceu pela sua barriga e enfiei dois dedos dentro da sua coninha húmida, tinha um risco de pelinhos, depois chupei o seu clitóris, o meu minete estava a deixá-la agitada… puxou-me para cima, beijou a minha boca molhada do mel da sua coninha… veio para cima de mim, lambeu a minha orelha, o sabor do seu beijo era delirante, a sua boca percorreu o meu corpo do pescoço desceu até aos meus mamilos, passou pela barriga e tocou-me uma punheta enquanto o seu broche fazia-me gemer de prazer… a sua mão suave, sabia como tocar, o seu toque arrepiava… 


Logo a seguir, sentou-se em mim, o meu pau entrou dentro dela, a sua coninha estava apertadinha, os movimentos que fazia eram lentos e em várias direções, regozijava o meu pénis duro, apalpava as suas mamas… baixou o tronco e procurou a minha boca, o beijo era de língua, movimentava o meu pénis dentro dela, meti-lhe dois dedos na boca, começou a chupar dois dedos da minha mão… aumentámos o ritmo… estava bem forte… por momentos parou e ao meu ouvido disse que se estava a vir… gemeu com os olhos fechados, ficou um pouco imóvel... depois… foi chupar o meu pau… foi até ao fim… até o leitinho escorrer pela sua boca… 


  Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foram 15 dias de trabalho, e 15 dias de sexo bom… iniciámos um relacionamento, e a Juliana começou a morar comigo.