Desde a adolescência que namorava com o Vasco, era músico e pertencia a uma banda, sempre que pudesse acompanhava-o e via o seu concerto. O instrumento que tocava era viola, aliás fez-me bastantes serenatas, também cantava bem, era um homem romântico.
O Vasco tinha 26 anos, e eu tinha 25, já nos conhecíamos desde miúdos, houve uma fase já depois da adolescência, que ambos experimentámos e consumimos droga, mas foi por pouco tempo, conseguimos perceber que só nos estava a fazer mal, e acabámos por desviar-nos desse caminho.
Tínhamos um bom grupo de amigos, que acompanhavam a banda por todo lado, o Vasco por vezes também atuava a solo, a música vivia dentro de nós, não dava para passarmos sem o som a entrar nos nossos ouvidos, criava sensações únicas.
Quando viajávamos de carro o rádio tinha de estar ligado, de avião os fones estavam nos nossos ouvidos, em casa a aparelhagem tinha de se ouvir pela casa inteira, íamos a quase todos os festivais de música, quer nacionais, quer no estrangeiro. A nossa vida era sempre aproveitada em função da música.
Um dia estávamos a assistir a um concerto, dentro de um pavilhão, muita gente junta, pouca luz direcionada ao público, o som puxava para dançar, havia quem tivesse mais parado, outros mais ativos, o Vasco estava encostado atrás de mim, os nossos corpos balançavam com o som da música, roçava o pau no meu rabo, então levei a minha mão arte trás puxei o fecho das suas calças, agarrei no seu pénis e tirei-o para fora do fecho… e toquei uma punheta devagarinho, sem ninguém se aperceber, até sentir o esperma morno na minha mão.
O Vasco colocou a sua mão por dentro das minhas calças, passou os dedos na minha coninha húmida… senti algum prazer, mas não atingi o orgasmo…
Passados uns dias houve concerto ao ar livre com a banda do Vasco, era fim de verão, a noite estava a convidar a um bom espetáculo, estava quente… assisti ao concerto na primeira fila, adorava vê-lo a tocar viola, a interagir com a banda, a suar pela entrega que tinha nas músicas, ver aquele cenário deixava-me com os batimentos cardíacos acelerados, e excitada…
O concerto terminou e foi brilhante, o público delirou e a fila era grande para o vocalista dar os autógrafos, os restantes membros da banda entraram num contentor que servia de camarim, beberam umas cervejas, e como estava calor, foram para a parte de trás fumar uns cigarros… fui ter com o Vasco à porta do camarim, entrámos e bebemos uma cerveja, o Vasco fechou a porta e disse:
- Quero aproveitar esta adrenalina do concerto para termos prazer.
- Estás doido, aqui? E se batem à porta para entrar?
- Não te preocupes, já estamos a perder tempo…
Demos um beijo com as línguas a sair das nossas bocas, o Vasco era mais louco do que eu, sentei-me no sofá, levantou a minissaia para cima, puxou a minha cuequinha para o lado, lambeu a minha ratinha, a minha respiração ficou alterada, a sua língua era muito mexida, a seguir parou e baixou as calças e boxers, com algum ritmo e intensidade chupei o seu pau, fui bruta a chupar… ele com o pau durinho e eu com a coninha molhada queríamos mais, e assim… comigo de pernas abertas, voltou a puxar a cueca com mel para o lado, enfiou o pau logo até ao fundo, saiu-me um "ai" da minha boca… ouvia-se os elementos da banda a falarem e a rirem-se na parte de fora atrás do contentor, à frente ouvia-se as pessoas a gritarem e a pediram autógrafos, todo aquele barulho, ainda me deu mais tesão, fodeu bem a minha cona… até eu soltar outro gemido mais prolongado e gostoso, e vir-me loucamente, pouco depois… o Vasco depositou uma boa quantidade de esperma no fundo da minha coninha, até escorrer para fora…
Os dois sozinhos dentro de um contentor (camarim) sabendo que na parte de fora estavam muitas pessoas, que rodeavam aquele espaço, e que a qualquer momento podia alguém querer entrar… foi uma queca sublime...