quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Cátia

Éramos três amigas que nos conhecemos na faculdade e desde aí passámos a andar sempre juntas, estudávamos juntas, saímos juntas, tínhamos muita cumplicidade. Até que passei a namorar com uma delas, tratava-a por Ju, e pouco tempo depois fomos morar para o mesmo apartamento.


Foi fácil a adaptação, o amor era grande entre nós, a Ju era meiga, sensível, disposta a ajudar e gostava de dar e receber mimo. A nossa relação não era escondida, assumimos perante toda a gente, não tínhamos que esconder algo que nos fazia bem e dava prazer, aliás ao longo da adolescência eu e a Ju já tínhamos tido experiências com raparigas.


Ambas tínhamos 22 anos e a Cátia era um ano mais nova, quando a conhecemos namorava com um rapaz mais novo, depois terminou a relação e estava mais próxima de nós. Em conversas que tivemos a Cátia também nos disse que já se tinha envolvido com uma rapariga mais nova e que a experiência até tinha superado as suas expectativas. Mas continuava a ter desejo por homens, por isso achava que era bissexual.


Estávamos de férias na altura da Páscoa, e resolvemos passar uns dias perto da praia, os meus pais tinham lá casa, e como tal decidimos ir as três.

Logo no primeiro dia mais para o final da tarde estivemos na areia da praia, estava um pouco frio, mas sentadas íamos observando o mar, deu-me alguma tranquilidade, estava serena, de bem com a vida.


A seguir fomos para casa, o jantar foi preparado por nós, à refeição contámos várias histórias do passado, ríamos e fez-nos bem reviver todos aqueles momentos. Depois de estar tudo arrumado, eu e a Ju ficámos sentadas no mesmo sofá e a Cátia à nossa frente, a Ju deitou a cabeça nas minhas pernas, eu passava a mão pelo cabelo dela, a Cátia estava sentada com as pernas dobradas em cima do sofá, o seu monte de vénus estava bem saliente, notava-se por baixo dos calções… 


Entretanto eu e Ju demos um beijo na boca, e apalpei os seios dela, o nosso olhar foi de encontro à Cátia, reparámos que ela estava focada no que estávamos a fazer, a sua mão estava apoiada no calção na direção da sua vagina… a Ju com um jeito safado pergunta:

- Cátia, queres juntar-te a nós?

- Bem, vocês já conseguiram deixar-me assanhada. Se não for com vocês vou ter de me masturbar sozinha.

- Chega-te para aqui para a nossa beira… 


Enquanto beijava a Ju no meu colo, a Cátia iniciou um minete na Ju, a seguir já nuas, a Ju levantou-se e ficou sentado no sofá no nosso meio, as nossas três bocas juntaram-se num beijo com língua… e ao mesmo tempo os dedos da Ju entravam e mexiam na minha coninha e da Cátia, depois a Ju deitou-se de barriga para cima no chão da sala, comecei a lamber o seu clitóris, a Cátia tinha as pernas dobradas ao lado da cabeça da Ju, e assim a Ju lambia-lhe a coninha, a minha rata ficou em cima da cona da Ju e roçava bem nela, todas nós sentíamos o verdadeiro prazer… peguei no vibrador na sua mão, enterrou-o na vagina molhada da Ju, delirava com os movimentos que eu fazia, dava sinais de se vir, a Cátia beijava-a de língua e a Ju suada, atingiu o orgasmo… 


A seguir a Cátia ficou de quatro apoiada no sofá, a Ju meteu-lhe o vibrador na coninha, ao  mesmo tempo eu e ela tínhamos as bocas perto, cuspia a sua saliva na minha boca e depois o beijo era bem molhado e prolongado, a Cátia sabia dar um bom beijo, enquanto o vibrador estava dentro de si, a Ju lambia-lhe a entrada do cuzinho, a Cátia ofegante já não conseguia beijar-me, comecei a lamber-lhe as mamas… em pouco tempo a Cátia estremeceu toda, e por entre dentes diz " vocês fizeram-me vir toda".


Depois ter participado naqueles dois orgasmos, a minha ratinha estava bem molhada, sentia-me mais do que excitada, deitada no chão as duas percorreram as suas línguas pelo meu corpo, já só queria ser penetrada, primeiro a Ju meteu devagarinho o vibrador dentro do meu cuzinho e lambeu a minha coninha, foi só por uns segundos, depois meteu o vibrador dentro da minha vagina melada, a Ju lambia o meu clitóris enquanto a Cátia tinha um seio meu na boca, aperceberam-se que faltava pouco para o clímax, as duas lamberam intensamente a minha cona, e consolei-me com um orgasmo que parecia surreal.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Uma envolvência fora de série, ficámos as três abaladas com tanto prazer, ter sentido duas línguas na minha coninha foi indescritível. A noite foi toda nossa.


domingo, 15 de agosto de 2021

Renato

Quando tinha 32 anos e ainda era solteira, conheci o Renato, tinha 20 anos, era um amor de miúdo… eu trabalhava numa escola e ele era lá aluno à noite, fomos ganhando confiança e criámos uma amizade, meses depois acabámos por nos envolver, lembro-me como se tivesse sido ontem, era eu que fechava a escola e ele tinha tido um teste e ficou para último, a professora entretanto, foi embora e eu estava à entrada da sala à espera que ele saísse para desligar as luzes e fechar as portas. 


Estava um pouco chateado porque o teste não lhe corrido de feição, aproximei-me dele e passei a minha mão pelas suas costas, confortei-o e disse-lhe que ia correr melhor para a próxima, ele encostou a sua cabeça ao meu corpo, levantou-se e ficamos muito próximos, ficámos os dois meios sem jeito, sorrimos… demos um abraço e as nossas bocas juntaram-se… a nossa excitação cresceu… tinha a certeza que já não estava ali ninguém, estava tudo vazio, só tinha o segurança mais longe no portão de entrada da escola, como tal deixei rolar, aproveitar aquele momento…


Os nossos corpos foram apalpados sucessivamente, era muito tesão e sentíamos que não podíamos demorar, baixei as minhas calças e ele as dele, fiquei apoiada com o meu peito na secretária e o Renato por trás enterrou-me com veemência, demorou pouco tempo, veio-se num instante… não tive tempo para sentir prazer, foi algo muito rápido.


O tempo foi passando velozmente, mais tarde casei-me e fiquei viúva e o Renato casou e divorciou-se… o Renato estava com 49 anos e eu com 61, ao longo do tempo passávamos um pelo outro e conversávamos, embora nunca voltássemos a envolver-nos… 

O Renato tinha comprado uma autocaravana em segunda mão, e um dia encontrou-me e disse que ia passar dois dias fora, sabendo que eu estava viúva e morava sozinha e ele divorciado, convidou-me… fiquei reticente, estive para declinar, mas achava que me ia fazer bem, aceitei.


Passámos por várias localidades, e parámos a autocaravana junto a uma falésia perto do mar… saímos e fomos observar a paisagem… reparava ao mesmo tempo no Renato que ainda tinha um corpo atlético, aparentava ser mais jovem, era homem cheio de força e garra… 

Em tom de conversa foi relembrado aquele momento passado entre nós dentro da sala de aula… e o Renato disse:

- Sabes, nunca apaguei esse momento da minha memória…

- Então porquê?

- Foi bom para mim, mas péssimo para ti, não consegui dar-te prazer.

Estava vento e ao mesmo tempo que falávamos, entrámos na parte de trás da autocaravana, e o Renato sentou-se na cama.

- Na verdade não tive prazer, mas passados tantos anos, ainda vais a tempo de me dar.


Sentei-me na sua perna, fiquei ao seu colo, beijei os lábios macios do Renato, tirou-me a blusa, apalpava as minhas mamas descaídas por cima do sutiã, deitou-se para trás, com a porta aberta ouvia-se o barulho do vento, despi-o… fiz-lhe o broche que nunca tinha sentido com a minha boca, a porta da autocaravana bateu e fechou-se… ainda meio tonto, puxou-me a saia para baixo e as cuecas foram juntas… a sua língua percorria a minha vulva de baixo para cima, ele sabia lamber, já não sentia algo assim há anos. A seguir foi buscar lubrificante, esfregou no seu pau e espalhou com os dedos na entrada da minha vagina, e meteu o pénis dentro de mim… desta vez fui eu, demorei pouco tempo a chegar ao orgasmo, contorci-me de prazer, mas o Renato continuou a foder-me e quando sentiu que estava quase a vir-se… tirou o pénis e o esperma saiu na direção dos pelos que tinha no monte de vénus até escorrer pela minha virilha…


                                                                                          Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Dois envolvimentos espaçados por muitos anos, no primeiro não tive prazer e foi o Renato a vir-se rápido, no segundo fui eu a atingir o orgasmo em pouco tempo… 




quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Elisa

Faltavam poucos dias para o casamento de um familiar, eu estava solteiro, tinha 29 anos. Sabia que ia ficar numa mesa com um grupo de amigos. Havia vários homens que não eram comprometidos, embora não gostasse de ir a casamentos, só queria divertir-me ao máximo

O dia tinha chegado, vestia um fato azul-escuro, camisa branca e gravata vermelha, sapatos pretos, o meu cabelo era castanho, barba de três dias, alto e magro. Ao meio dia estava dentro da igreja para assistir à cerimónia. Do lado dos familiares da minha futura cunhada, reparei que estava uma mulher com o cabelo ondulado, bem maquiada com um rosto que prendia as atenções.

Durante o período que estivemos na igreja e depois na parte de fora, os nossos olhares cruzaram-se várias vezes, a beleza do seu sorriso intimidava, o seu vestido era aberto nas costas, e o decote era discreto, ficava uma brasa. Comecei a achar que ia reparar mais nela do que nos noivos. 


Fomos para a quinta onde teria lugar a festa, iniciámos os aperitivos, e enquanto comia continuava atento àquela mulher… ela sorria e por vezes disfarçava ao desviar o olhar. Depois saudámos a entrada dos noivos no salão, o almoço já se iniciou a meio da tarde. 

A sua mesa ficou perto da minha, não estava acompanhada por nenhum homem, estava  junta com outras mulheres.


Após a lauta refeição, iniciou-se a dança dos noivos e a abertura da pista de dança, estava a dançar sozinho, com os meus amigos junto a mim, a tal mulher dançava com uma amiga. Quando ficou sozinha, aproximei-me, e iniciei uma dança com ela, fiquei surpreendido comigo, porque nunca fui de dar o primeiro passo, era introvertido.


Os nossos corpos estavam em sintonia na dança, estava calor e ficámos suados, fomos os dois para a parte de fora apanhar ar, e conversámos, chamava-se Elisa, era prima da noiva, tinha 34 anos e era divorciada. A partir dali estivemos sempre perto um do outro, a conversa era interessante, ríamos e até pareceu que o casamento tinha ficado para segundo plano.


A nossa cumplicidade cresceu, e nem parecia que nos tínhamos conhecido naquele momento. A voz da Elisa era muito sensual e o seu perfume fazia arrepiar-me… 

Passadas várias horas juntos, e quando toda a gente estava dispersa pelo casamento, fomos dar uma volta a pé pela quinta, estávamos os dois sozinhos, e já estava a escurecer… 

Vislumbrámos um WC perto dos jardins, a Elisa disse que queria ir lá. A porta do WC feminino não fechava, não tinha chave, então pediu-me que ficasse à porta para não entrar ninguém, enquanto esperava, ouvia a sua urina a cair na sanita, e deu-me algum tesão.


Saiu e agradeceu a minha espera, enquanto lavava as mãos no lavatório, empinava o seu rabo para trás, ainda mexeu mais comigo, parecia que estava a seduzir-me, e eu ficava tentado a comê-la… não se via ninguém por perto, aquele local parecia destinado para nós.


Depois deu-me vontade de ir ao WC também, disse que era a vez dela esperar… a Elisa sorriu, já depois de eu estar dentro, disse da parte de fora:

- Mas… estou proibida de entrar é?

Sem saber o que dizer e meio atrapalhado:

- Se quiseres podes segurar na porta do lado de dentro.

Disse algo que não esperava que fizesse.


A Elisa entrou mesmo e encostou as costas à porta, e via-me a urinar… o seu olhar era de safada… veio até mim, aninhou-se e começou a chupar o meu pau, senti-o a crescer dentro da sua boca… o seu broche deixava-me atordoado, manteve-se assim a devorar a minha verga, depois puxei o seu vestido para baixo, ela ficou com as mãos apoiadas numa parede, desceu o tronco e empinou o rabo para trás, a minha língua lambia o mel da sua cona, e a ponta da língua também lambia a entrada do seu cuzinho, a Elisa abanava o seu quadril excitada.


Sentíamos muito tesão e não podíamos demorar muito, apalpava as suas mamas, sentia os bicos tesos, quis ser um pouco bruto, por trás enterrei o meu pau na sua cona, de forma rápida fodia-a intensamente, ela pedia sempre mais… dizia: "rebenta a minha cona" e "dá-lhe leitinho", continuei assim com um ritmo alto, e com um gemido de prazer, estava a vir-me dentro da cona da Elisa, ela gemeu bastante, embora sentisse prazer, não chegou ao orgasmo.


                                                                                      Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Sem estar à espera foi algo espontâneo e rápido, a melhor parte do casamento foi a nossa foda no WC… marcante… iniciámos um namoro.