sexta-feira, 25 de junho de 2021

Célia

Frequentava a faculdade no curso de letras, tinha 20 anos, era um rapaz sem namorada, mas ia curtindo, a tendência era com mulheres mais velhas. Convivia com um grande grupo de amigos, no final do último semestre do segundo ano, decidimos entre todos marcar uma viagem até Barcelona, o grupo era composto por mim, dois casais, dois amigos e cinco amigas.


As nossas idades estavam entre os vinte e os trinta anos, não conseguimos ficar todos no mesmo hotel. Eu, três amigas e dois amigos ficámos no mesmo hotel, os dois casais e duas amigas ficaram num hotel próximo.

Dentro do grupo ia uma ex-namorada, a Célia, sabia que estava próxima de um amigo meu, que fazia parte do grupo. Era uma mulher sedutora, tinha 24 anos, pele morena, rabo arrebitado, gostava de andar sempre maquiada, possuía uma beleza que era notória, a nossa relação durara dois anos. 


O intuito da nossa viagem seria aproveitar a praia durante a tarde, sair à noite para beber e dançar e passar as manhãs a dormir.  

No dia seguinte ao da chegada, fomos para os bares de Barcelona, começámos a beber, notava que o olhar da Célia era muitas vezes dirigido a mim, sabia que tinha um amigo interessado nela, e que estavam quase a assumir uma relação, não queria estragar nada entre eles. Mas esse meu amigo não ligava à Célia, apenas mostrava interesse em beber e falar com os amigos. Ela dançava entre amigas e olhava para mim, comia-me com os olhos, e toda aquela sedução, tentava-me a fazer algo mais. 


Contive-me, o álcool já era bastante, tive amigos que foram para uma discoteca, eu, duas amigas, a Célia e o amigo que estava interessado nela, regressámos ao hotel. Esse amigo estava muito bêbado, tivemos de o levar ao quarto e ficou praticamente a dormir. No meu quarto dormiam os dois amigos que tinham ido para a discoteca, sabia que iam chegar de manhã… 


Resolvi ir na direção do meu quarto, o quarto da Célia ficava em frente, ela também estava um pouco ébria, quando abri a porta do quarto, ouvi a sua voz…

- Espera… estás sozinho? 

- Sim vou deitar-me… porquê?

- Vou ao meu quarto, depois volto aqui.


Fiquei meio surpreendido por querer vir ter comigo, mas perante o olhar que me dirigia durante a noite, achava que ia surgir a hipótese de me envolver com ela. 

Demorou algum tempo, achei que não viria ter comigo ao quarto, mas veio mesmo, bateu levemente à porta, vinha de roupão, tirou-o, ficou de lingerie perto da cama, o seu cheiro a perfume percorria o quarto e era inalado pelas minhas narinas.


Aproximou-se de mim, sempre gostou de ter a iniciativa de começar, de ser a controladora, de escolher o que queria e da forma como queria e sabia bem ter e dar prazer. Comigo deitado em cima da cama, veio com a boca até à minha boca, beijou-me… desceu com a língua pelo meu pescoço, lambeu os meus mamilos, continuou a descer e lambeu os meus testículos até à pontinha do meu pau, a seguir meteu os meus testículos dentro da sua boca, chupou bem o meu pau duro, adorava fazer um bom broche. A seguir levou a coninha à minha boca, com as pernas apoiadas ao lado da minha cabeça, o meu minete fazia-a gemer de prazer, enquanto esfregava as suas mamas, libertava mel que sa boreava dentro da minha boca.

Voltou a descer o corpo, ainda por cima de mim, enfiou o meu pau dentro da sua cona, balançava o corpo, cavalgava com o meu pénis dentro dela, gemíamos na envolvência daquela boa foda, via a sua expressão de prazer, as mamas a saltar com o movimento que fazia com o corpo, trincava os lábios e fechava os olhos, eu sentia o molhado e o quentinho dentro de si… acelerou mais os movimentos, eu ao mesmo tempo ajudava ao levantar o quadril, o tesão era muito… cada vez mexia mais o seu quadril, tocava-lhe com os dedos no clitóris, baixou o tronco, beijou-me e já suada, comigo a fazer o movimento, soltou um gemido forte, e disse "vim-me"... "És tão bom"... ainda embalada no orgasmo, voltou com a boca ao meu pau, chupou até sentir o esperma dentro da sua boca. 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Conhecíamos bem o nosso corpo, sabíamos o que nos dava prazer, estivemos sempre em sintonia, soltos e entregues a dois corpos unidos. Voltou para o seu quarto, mais tarde iniciou um namoro com o meu amigo.

terça-feira, 15 de junho de 2021

Jaime

Nasci numa aldeia e desde criança que fui habituada a trabalhar com os meus pais na agricultura. Não era mulher de sair muito, mas acabei por conhecer o Jaime, um homem dedicado e trabalhador, também estava ligado ao campo e animais.

Acabámos por casar, o Jaime herdou a quinta dos pais, e vivíamos da agricultura, tínhamos vários hectares de terrenos, cultura de milho e centeio, alguns animais e máquinas agrícolas para facilitar o nosso trabalho.


O tempo foi passando e a nossa vida era acordar todos os dias quase de madrugada e trabalhar até ao pôr-do-sol, o Jaime tinha 47 anos e eu 45, tentei engravidar no passado por diversas vezes e não consegui, ou seja éramos um casal sem filhos e muito apaixonados.


A nossa vida sexual era muito ativa, por vezes dávamos três fodas por dia, quando sentíamos desejo, era fácil arranjar um lugar para saciar a nossa vontade… ambos adorávamos fazer amor, acho que já nascemos com tesão e isso ajudava a proporcionar momentos repletos de entusiasmo e loucura.


O Jaime era um homem de voz grossa, aparava todos os dias a barba, às vezes deixava crescer bigode, tinha a pele queimada do sol, o cabelo preto usava-o penteado para trás da nuca, gostava de me acarinhar, procurava sempre que não me faltasse nada.

Eu era uma mulher de coxa grossa, peito firme, cabelo loiro liso, a minha pele também era de tom mais escuro, adorava sentir o Jaime feliz, e fazia tudo o que me pedia.


Passámos um dia inteiro a trabalhar, foi bastante duro, estávamos cansados, e após o jantar fomo-nos deitar na cama e acabámos por adormecer, não tinha havido enrolamento. No dia seguinte acordámos cedinho, deu tempo para tomar o pequeno-almoço com tempo, e para algum carinho na cozinha, para o Jaime bastava receber um beijo ou uma carícia e o seu pau subia rapidamente.


Descemos umas escadas e fomos até ao local em que estava o trator, eu sentia vontade de ter um envolvimento, e como ainda era cedo, disse ao Jaime:

- Amor, estou a precisar de algo bom para enfrentar o trabalho…

- Ai sim? E eu posso escolher o bom para te dar?

- Podes… o meu corpo é teu.


Fomos para cima do trator, fiquei sentada com o guiador do trator à frente, o Jaime despiu-me as calças abriu as minhas pernas e arranjou a posição certa para a sua língua percorrer a minha vulva, as minhas mãos estavam agarradas ao trator, o Jaime metia um dedo no meu cuzinho e lambia muito bem a minha coninha, eu sentia a minha boca seca, sem saliva, a língua do Jaime também lambia as minhas virilhas, um arrepio atravessava o meu corpo, depois meteu dois dedos na minha vagina e continuou a lamber, os dedos sabiam onde tocar e sua língua era tão atrevida que eu não aguentei… o trator abanou com o meu clímax.

Mostrei desejos de chupar o pau do Jaime, ele não quis, disse que tínhamos de ir trabalhar, mas que na pausa da manhã era todo meu, saímos de trator para o campo.


A meio da manhã estávamos os dois no meio de um campo de milho, o milho estava grande já tinha espigas, ninguém nos via, fui por trás do Jaime e sem ele contar dei-lhe um beijo no pescoço e mexi no seu pau, apalpei-o e senti-o a crescer, a sua ereção deixava a minha coninha húmida, o Jaime desapertou o cinto, e desceu as suas calças, enquanto lhe tocava uma punheta, chupava o seu pau grosso no meio do campo do milho… dizia-lhe: "dá-me o leitinho de meio da manhã ", e ele dizia: "chupa assim para me vir na tua boca"... já tinha a boca toda molhada de mel, já escorria pelo queixo, e a seguir ouço o Jaime a dizer que se estava a vir, abocanhei até ao fundo e o jato de leitinho foi até à garganta, tirei a boca do pénis, deitei a língua de fora para ele ver ainda algum esperma na minha língua, engoli tudinho.


                                                                                  Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

O sexo oral fez parte do nosso dia… abriu-nos ainda mais o apetite para quando chegássemos à noite darmos uma valente queca.

sexta-feira, 4 de junho de 2021

Vânia

Com 27 anos estava apaixonado pela Vânia, uma miúda de 21 anos que morava com os avós… o nosso namoro durava há uns meses, mas a distância condicionava, eram muitos quilómetros a separar-nos… e não permitia que estivéssemos juntos as vezes que queríamos.


A Vânia estudava na faculdade e os seus avós nunca lhe deram liberdade, não permitiam que saísse com amigos, não lhe davam mimo, era uma miúda carente e quando não estava nas aulas passava a maior parte do tempo fechada no seu quarto.


Principalmente à noite eu e a Vânia falávamos pela internet, e matávamos saudades através da webcam, um dia começámos uma videochamada, a Vânia estava com um top preto, cabelo preso e uma luz fraca no seu quarto, via simplesmente só a parte superior do seu tronco… a conversa tornou-se mais safada, a Vânia sorria, lambia os lábios, e mexia nas mamas, a sua provocação deixava-me com um apetite louco de estar junto dela.


A conversa continuou erótica, ouvia a voz dela através dos fones nos meus ouvidos e respondia de forma a deixar a Vânia ainda mais excitada. E com a sua voz carinhosa perguntou: 

- Sentes desejo?

- Sim… queria tanto estar aí junto a ti…

- Não estás… mas podes ver-me e imaginar o que podias fazer comigo…

- Eu também posso mostrar-te o que te faria suspirar…

- Quero ver tudo.


Levantei-me da cadeira, puxei as calças para baixo e mostrei o meu pénis, ela incidiu o olhar sobre ele, despiu o top, aproximou-se as suas mamas que ocupavam todo o ecrã, abanava-as com as mãos, o meu pau ficava mais duro, comecei a tocar uma punheta, a Vânia levantou-se estava nua da cintura para baixo, afastou a cadeira para trás, fez uma dança, mostrava todo o seu corpo, sentou-se e abriu e levantou as pernas, os seus dedos mexiam no clitóris, depois metia os dedos dentro da coninha… ouvia a voz dela de estar a gostar… também soltava gemidos para a excitar… ela estava atenta a olhar para o meu pau, e peguei num lenço de papel, dei um gemido e vi-me… ela continuou mais algum tempo, inclinou a cabeça para trás, soltou um gemido da boca e disse que se estava a vir também…


Aquele momento deixou-me louco de vontade para estar com a Vânia e, no dia seguinte, fiz a viagem em direção à casa dos seus avós, seria surpresa para ela, não estava a contar com a minha visita, liguei-lhe… e disse que estava perto dela, não quis acreditar, achava que eu estava a brincar, disse-lhe para ir espreitar à janela… viu-me na estrada, disse para eu ver se estavam os avós dela por perto, se não visse ninguém para aproximar-me da janela… não havia ninguém por perto, fui até à sua janela, abriu-a e eu entrei no seu quarto.


Chamou-me louco, demos um abraço, e um beijo que ficamos quase sem ar, disse que não podíamos fazer muito barulho, os avós ouviam mal, mas podiam aparecer… fechou à chave a porta do quarto… fiquei deitado na sua cama, fomos tirando a roupa dos nossos corpos… enquanto nos beijávamos, sentia o apalpar das mãos da Vânia, também segurava e apalpava os seios duros dela… lambeu o meu pescoço, chupou o meu mamilo, beijou a minha barriga e desceu até abocanhar o meu pau… não queria demorar até sentir-me todo dentro dela, subiu o seu corpo até ficar com a coninha em cima da minha boca, chupei-a… e lambia-a… punha a mão à frente da boca para não ouvirem os seus gemidos…


Deitou-se de barriga para baixo, o seu rosto ficou metido na almofada, arrebitou o quadril, e o meu pau foi até às suas profundezas, ela tentava conter os sons na almofada, eu tentava gemer baixinho, a cama chiava e abanava com alguma intensidade, mas não podíamos parar, estava a dar-nos um prazer desmedido, o meu pau teso e descontrolado, não aguentava mais, tirei-o e veio-se em cima do seu cu… por trás meti os meus dedos e a língua e senti um jato de mel nos dedos e boca, a Vânia chegava ao ponto prazeroso. Aquele quarto ficou com um odor intenso a sexo.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


O tempo da viagem foi mais longo que o tempo que estive com a Vânia, mas valeu a 100%, voltava a repetir, foi um momento recheado de amor e adrenalina… matámos as saudades, depois dei um beijo à Vânia e saí pela janela.