quinta-feira, 25 de março de 2021

Teresa

Estava divorciado há 10 anos, tive uma relação de 7 anos que deixou marcas, não correu bem por diversos motivos, fomos precipitados em casar demasiado jovens, quase sem nos conhecermos, tivemos logo uma filha, a seguir a parte profissional foi afetada, não tínhamos tempo para a relação, a rotina era sempre a mesma e com discussões à mistura… decidimos seguir rumos diferentes.


Com 42 anos, morava sozinho, a minha filha visitava-me com frequência, tinha 22 anos, um bom grupo de amigos, com pessoas de várias idades, embora houvesse mais mulheres, por vezes saíamos juntos e conhecia algumas das suas amigas.

Uma delas chamava-se Teresa, tinha 25 anos, o seu corpo era esbelto, os seios firmes, o seu olhar era expressivo, voz meiga, o cabelo era comprido e ondulado… quando estávamos juntos em grupo, a nossa troca de olhares era evidente, houve uma aproximação e conversámos várias vezes, era uma mulher madura, sabia o que queria da vida, tinha planos e era muito autónoma, morava sozinha numa casa herdada por uma tia.


A distância entre o local em que morávamos era curta… existia um parque com árvores perto e começámos a encontrar-nos lá. Ao final da tarde dávamos uma caminhada seguida de corrida, depois praticávamos outros exercícios, quando fazia flexões não conseguia ficar indiferente ao seu decote, quando descia o corpo olhava e imaginava-me por baixo dela, a Teresa tinha um corpo bem definido, as calças justas, após o exercício ficava molhada pelo suor, aquela imagem fazia-me pensar no seu corpo molhado depois do sexo, deixava-me desejoso…

Achava que havia bastante cumplicidade entre nós, começou a existir troca de mensagens no telemóvel, dava-me o bom dia logo pela manhã… estava a mexer comigo, demonstrava interesse por mim e eu estava muito tentado a envolver-me com ela.


Um dia soube que a Teresa estudou para ser freira, aliás chegou a estar num convento, tinha saído recentemente, confidenciou-me que queria ter outro tipo de vida, mais livre e aproveitar de outra forma. Embora estivesse ligada à igreja, cantasse no coro e desse catequese…

Achava-a muito pura, humilde e atinada, mas pensava… como seria ela na cama? Desinibida? Ou inibida? Tinha dúvidas, mas a minha vontade era envolver-me com ela…


Numa tarde de domingo estava em casa, deitado no sofá e a ver uma série na TV, quando ouvi o toque de mensagem no telemóvel, senti que seria da pessoa que eu estava a pensar… era da Teresa a perguntar se queria ir lanchar com ela, aceitei.

Fomos a uma esplanada perto de um rio, relativamente perto das nossas casas, o dia estava ameno, a Teresa chegou de minissaia, perna elegante, o seu decote era discreto, mas a blusa era justa e os seios ficavam bem salientes. Ficámos até ao final da tarde no mesmo local, tinha ido ao WC e quando voltei, reparei na sua perna à mostra e junto com o seu olhar, deixou-me tentado a arriscar algo mais, pelo meio da conversa, as palavras em tom de brincadeira pareciam assentar no atrevimento, na provocação, tudo de forma natural. 


Senti que a assediei e que ela gostou… ela também me soube seduzir.

Saímos daquele local e a Teresa perguntou-me:

- Vemos um filme em minha casa?

- Sim…

Pelo caminho, o desejo ia aumentando… 

Entrámos em sua casa, ligou a TV, depois debruçou-se sobre as costas de uma cadeira, e por trás de si, vi a sua cueca fio dental, olhou para mim e sorriu, soube o que fez, estava a seduzir-me a deixar-me quente e excitado… agarrou na minha mão, puxou-me até ao seu quarto, acendeu umas velas de cheiro, fechou a janela, colocou um som ambiente suave, sentei-me na sua cama, veio para o meu colo, beijou-me até ficarmos sem ar, sufocados e cheios de tesão… roçava a sua cona na direção do meu pénis por cima das nossas roupas.


A roupa caía dos nossos corpos, o toque das mãos explorava e percorria a nossa pele quente, os meus dedos chegaram à sua coninha molhada, ela batia-me uma punheta levemente, deitados na cama fizemos um "69"... que sintonia perfeita!

A seguir fiquei por cima da Teresa, apalpei-lhe os seios firmes, lambi os bicos, meti os meus dedos na sua boca e ela chupava-os, o meu pau duro penetrou-a… gemeu fortemente, ambos molhados, o pau deslizava bem dentro da sua cona, agarrou os lençóis com as mãos,  contorceu-se, estava a sentir muito prazer, passado pouco tempo, os seus olhos reviraram…

Logo a seguir disse: "Desculpa estava a ser muito bom e foi rápido, não aguentei" mas não quis parar, veio para cima de mim, os seus movimentos pareciam uma dança em cima do meu pénis, aumentava a intensidade, sabia foder bem, e estava a deixar-me louco. Continuou por mais uns minutos e depois foi a minha vez de não aguentar, o orgasmo chegou… 


                                                                                          Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Ambos estávamos sem sexo fazia algum tempo, entregámo-nos um ao outro e chegámos ao orgasmo fácil e rapidamente… surpreendeu-me pela positiva, a Teresa era uma expert a dar prazer...



segunda-feira, 15 de março de 2021

Duarte

Desde a minha adolescência que tinha interesse pelo mundo do sexo, via filmes e vídeos pornográficos, ia ganhando alguma experiência pelo que via. Frequentava sexshops, tinha curiosidade em saber a forma de usar todos aqueles produtos eróticos. Era uma rapariga dada a experiências novas, na minha cabeça nunca existiram tabus, considerava-me desinibida, sem preconceitos e não tinha qualquer complexo em mostrar o meu corpo.

Tudo isso facilitava os vários envolvimentos que fui tendo desde cedo, perdi a virgindade com 13 anos, e durante a adolescência relacionei-me com vários homens e mulheres, cheguei a participar em cenas de sexo em grupo… por vezes achava que era uma tarada, mas gostava de ser assim, conhecia bem o meu corpo e sabia o que me dava prazer, quem me visse achava que eu era uma menina inexperiente e se calhar até virgem, só que enganavam-se, ninguém imaginava a experiência sexual que eu tinha.


Decidi entrar mais tarde na faculdade, queria ser sexóloga, tinha 22 anos e um grupo de amigas que já as conhecia há muito tempo, aliás foi com elas que cheguei a ter bons momentos de sexo, estudavam noutros cursos, mas encontrávamo-nos várias vezes em esplanadas para falarmos.


Soube que o irmão de uma delas era fotógrafo… sempre tive interesse em fazer uma sessão fotográfica, mostrar o meu corpo nu. Fiquei com o contato do irmão dela para falar com ele sobre a marcação da sessão. Chamava-se Duarte. Liguei-lhe e perguntei se fazia a sessão fotográfica ao meu corpo nu, disse-me que sim, marcou a sessão para sábado ao final da tarde no seu estúdio de fotografia. 


Chegada ao estúdio conheci o Duarte, tinha 31 anos, já era experiente como fotógrafo, trabalhava na área há 10 anos, era alto, pouca barba no rosto, um piercing na sobrancelha, uma tatuagem no antebraço… deixou-me muito à vontade, perguntei-lhe:

- Já fizeste muitas sessões de nus?

- Olha já fiz algumas, de homens e mulheres, mas nunca fiz a uma mulher tão gira como tu… sentes-te preparada? É a tua primeira vez?

- Ah, obrigada pelo elogio, estou preparada, é a minha primeira vez, um pouco ansiosa, mas tudo se torna mais fácil com um fotógrafo bom… 

- Soubeste retribuir, obrigado… tens algo imaginado ou fica a meu gosto?

- Confio na tua experiência.


Comecei a tirar a roupa, deixei-me ser guiada por ele, explicava-me as poses que devia ficar, ia disparando o flash, sentia-me uma mulher famosa, o meu corpo mostrava-se para a lente da sua máquina fotográfica, tinha poses bem sedutoras, quis ultrapassar a barreira da sedução, à sua frente no sofá abri as pernas e meti um dedo na minha coninha, a seguir de costas e na posição de quatro abria com as mãos o meu cuzinho e olhava ao mesmo tempo para o Duarte, só ouvia a máquina a disparar as fotos, aproximou-se de mim e mostrou-me algumas na máquina, adorei o efeito… disse-lhe que ia ficar com um álbum inesquecível, e que o momento ainda podia ficar gravado de outra forma… 


Olhou para mim, sorriu e disse que estúdio estava fechado, era só nosso, cheguei-me para junto do Duarte, disse-lhe que já tinha tirado muitas fotos e que estava na hora da máquina descansar, baixei as suas calças de ganga, agarrei no seu pénis, tinha algum tesão e estava melado, demos um beijo de língua e sentia o pénis a crescer na minha mão, passava a mão nos seus testículos, sentou-se no sofá, de joelhos à sua frente, chupei o seu pénis babado, o Duarte levantava o quadril como se tivesse a foder a minha boca, a seguir passei o pau dele no meio das minhas mamas e chupava-o, o Duarte estava com o pau bem duro, trocamos de posição, fiquei sentada no sofá e ele de joelhos, enfiava os dedos dentro da minha rata, lambia ao mesmo tempo, fechei os olhos e gemia de prazer…


A seguir fiquei de quatro, pediu-me para abrir o cuzinho como fiz quando ele tirou a foto, e o Duarte com jeitinho meteu o seu pau teso dentro do meu cu, doeu ao entrar, mas depois sabia bem, apalpava as minhas mamas, e chamava-me de safada, estava bom mas queria sentir o seu pau dentro da minha cona, disse-lhe para foder a minha coninha, na mesma posição senti o pau bem até ao fundo, por trás eu tinha a cabeça virada para o lado e ele  beijava a minha boca, continuou assim fortemente… enquanto lhe dizia "come a minha coninha toda, e enche-a de leitinho" o pau molhado a entrar e a sair na minha cona molhada, começou a dar mais forte, juntou palmadas nas nádegas, muito intenso… em poucos segundos soltamos um gemido prolongado, o leite dele entrou dentro de mim e eu fiquei deliciada com tudo o que senti.


                                                       Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Aqueles preliminares aumentaram muito o desejo e a excitação que já tínhamos após o tirar das fotos, naquele estúdio foi revelado todo o prazer que pode provocar o sexo casual…  


sexta-feira, 5 de março de 2021

Olga

O dia estava soalheiro, o fim de semana quase a chegar e sentia o peito apertado, com saudade, de uma pessoa que já não via há bastante tempo - a minha namorada.

A Olga era hospedeira numa companhia aérea. Iniciou funções pouco tempo depois de iniciarmos o nosso namoro, a nossa relação fazia em breve três anos. 

A Olga tinha 32 anos, o trabalho não permitia vir com frequência ao seu país, e quando vinha era de fugida para ver a família e estar comigo. Por vezes passavam duas semanas sem sentirmos o nosso cheiro e toque. 

Nos meus 28 anos de vida, nunca senti tanto desejo de estar com alguém como a Olga, sabia que ainda faltava uma semana para tal acontecer, íamos passar um fim de semana juntos, que iria voar muito rápido, tinha de ser bem aproveitado.


Enquanto não chegava o dia do reencontro o meu trabalho ocupava-me durante o dia e, às vezes, à noite, em casa. Era engenheiro informático numa empresa multinacional.

O nosso tempo de namoro foi sempre muito fugaz, estávamos juntos espaçadamente, mas quando chegava o dia da nossa união, era tudo muito mais intenso.


Entretanto, chegou finalmente o dia de ir buscar a Olga ao aeroporto. Esperei-a na porta de desembarque, o coração bateu mais rápido, os meus olhos ficaram humedecidos quando a avistei, o seu sorriso irradiava felicidade, os nossos corpos colaram num abraço prolongado, a sua presença tornou-me mais leve. 

A Olga tinha o cabelo aos cachos loiro, olhos claros, esguia, uma mulher bem sensual… era também uma mulher lutadora, sempre atrás dos seus sonhos, rebelde, determinada nas decisões que tomava.

Levei-a a casa da sua família, ela ia estar com eles até meio da tarde, depois estávamos juntos até domingo, voltava ao trabalho na segunda-feira após o almoço.


Preparei uma surpresa.


Fomos de carro até um local relativamente perto, não queríamos uma viagem longa para não cansar, o destino foi uma casa de turismo rural, um sítio sossegado, para relaxarmos e carregarmos energias.

Ao fim da tarde, fizemos uma massagem de casal, os dois nas marquesas, lado a lado, a descontrair com o toque da massagem, com a luz das velas, o som relaxante, e o cheiro acalmava… um momento que nos fez sentir em paz.

Subimos ao quarto, tomámos um banho e fomos jantar no pátio da casa. Um local muito romântico com vista para a piscina, a minha mão agarrou a sua mão, disse que a amava, ela disse que também me amava. A mesa estava cheia de entradas, a seguir veio o prato principal que era do nosso agrado, sangria a acompanhar e uma sobremesa caseira divinal. 

Tudo corria de feição, falámos durante o jantar sobre variadas coisas, e após o jantar fomos para a varanda do quarto, sentados nas cadeiras, a observar a noite estrelada, ficámos abraçados, a saborear os beijos, a escutar as cigarras. 


O desejo estava a ser mais forte do que nós, tínhamos de ser consumidos pelo amor. Os nossos beijos eram ardentes, passava a língua pelos lábios da Olga, ela mordia os meus lábios, a luz do quarto era suave, os olhos da Olga brilhavam como as estrelas, tirámos a roupa, a Olga estava provocante com umas ligas, fiquei com o corpo nu, em cima da cama deitada de barriga para baixo, disse-me que era toda minha. Apoiado por cima do seu corpo, beijei o seu pescoço, dei umas trincas nas costas, desci e mordi-lhe as nádegas, a minha língua passou pelo rego do seu rabo, deslizou até à sua vagina, empinou o rabo, a minha língua aumentou o movimento e sentia a baba pastosa que libertava da vagina, ao mesmo tempo metia só a pontinha do dedo dentro do seu cuzinho… gemia baixinho.

Deitei-me ao seu lado, veio para cima de mim, passou as unhas no meu peito, colocou um dedo da mão na minha boca, chupei-o, beijou-me o pescoço, a sua língua passou pelos meus mamilos, no umbigo fez movimentos circulares, sentia um arrepio, cortava a respiração, a língua passava ao longo do meu pénis, mordiscava a glande, lambia os testículos, eu suspirava, meteu o pau na boca, chupou-o com carinho, abocanhou mesmo até ao fundo até quase se engasgar, eu delirava com o seu broche… disse que queria sentir o meu pau bem dentro de si, em cima de mim agarrou o meu pénis e encaixou-o à entrada da vagina e desceu até ficar o meu pau todo dentro de si… balanceava, os seus movimentos eram prazerosos, saiu daquela posição, ficou de quatro, e pediu para enterrá-la… enquanto a fodia, chamava-a de putinha, gostava e aumentava o gemido, e quis mais rápido, dizia-me para foder a sua putinha, estávamos os dois em êxtase… o orgasmo foi em simultâneo… forte, intenso e gostoso. 

No dia seguinte, o brunch apetitoso estava à nossa espera, recuperámos energia. Durante a tarde, apanhámos sol, estivemos só os dois na piscina, mergulhámos, nadámos e antes de sairmos da piscina, demos uma rapidinha, a Olga encostada à parede da piscina, empinou ligeiramente o rabo e por trás meti a verga dentro da sua ratinha, foi algo rápido… mas muito bom.


                                                                                     Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


O tempo evaporou, mas enquanto foi tempo, deu tempo para sentirmos um amor infinito, era uma paixão tórrida que nos atraiu para sempre.