segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Beatriz

Conheci a Beatriz ainda éramos adolescentes, nunca fomos da mesma turma, mas passávamos os intervalos juntos, começámos a namorar eu tinha 18 anos e ela 17. Foi comigo que perdeu a virgindade, ambos fomos para a mesma faculdade, mas para cursos diferentes. 

Vivemos juntos muitas histórias, momentos inesquecíveis, sempre fomos um casal muito feliz, quisemos terminar os cursos, iniciar a vida profissional e a seguir casámos com 28 e 27 anos respetivamente.

A nossa lua-de-mel foi fantástica passada nas Maldivas, tudo irradiava felicidade, o amor que sentíamos um pelo outro era inigualável, fazia ultrapassar todos os limites, a nossa relação era o sinónimo de amar.


A Beatriz e eu parecíamos almas gémeas, os feitios muito semelhantes, ela era otimista, em qualquer adversidade ou problema, via uma solução, mulher segura de si, não virava a cara à luta, personalidade vincada e forte, mulher charmosa, nos defeitos era um pouco teimosa e orgulhosa.

Fisicamente, magrinha, cabelo claro e longo aos cachos, os olhos pareciam dois mundos, grandes e azuis, lembravam-me o mar. Era o meu amor.


Antes de casarmos, resolvemos tratar de sermos pais, ou seja a Beatriz casou sabendo que ia ser mãe. Estava no início da gravidez.

O tempo foi passando faltava pouco tempo para nascer a Cláudia, seria o nome da nossa filha, a barriga da Beatriz era linda, beijava muitas vezes a sua barriga. 

Num dia à tarde, era fim de semana, estávamos em casa, sentimos um desejo fora do comum, de unirmos os nossos corpos, de explorarmos o prazer.

A Beatriz estava deitada na cama de barriga para cima, beijei-a na boca, senti a sua língua, ao mesmo tempo apalpei-lhe os seios grandes, já com leite, a minha língua lambeu-lhe um bico, passei a mão na sua barriga, desci e passei os dedos no clitóris, o seu corpo baloiçava, meti-lhe os dedinhos dentro da vagina, suspirava e pediu para a beijar na boca, dei-lhe um beijo intenso, molhado e prolongado, a minha boca lambeu-lhe a vulva, ouvia os gemidos da Beatriz, a dizer " Não pares, que bom" continuei a meter os dedos e aumentei o ritmo da língua, lambi-lhe com intensidade e chupei-a… deu um gemido forte, a minha boca sentia o sémen dela, tirei de dentro da vagina os meus dedos molhados, estavam a pingar…

A seguir ficou de lado, por trás penetrei-a, o meu pénis deslizava na sua cona molhada, a Beatriz estava inundada de prazer, pouco depois atingi o orgasmo.


                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest 


A Cláudia já tinha nascido, aliás já tinha 3 anos, continuávamos imensamente felizes, tudo corria de feição, até acontecer algo trágico… a Beatriz teve um acidente de viação, esteve entre a vida e a morte, caiu-me tudo em cima, a sensação de correr o risco de a perder, o sofrimento dela e o meu inerente, ter a Cláudia para cuidar, estava a ser tudo muito duro, a pior fase das nossas vidas.

A Beatriz saiu dos cuidados intensivos, começou a recuperar, mas tinha uma notícia que ninguém gostava de ouvir, ficou paraplégica, era irreversível, ia viver numa cadeira de rodas, e precisava de fisioterapia. As nossas vidas deram uma volta de 180 graus, a Beatriz não foi abaixo, manteve-se uma lutadora, era ela que me dava força para continuar… 


A nossa paixão era diária, continuávamos a fazer quase tudo o que fazíamos antes do acidente, apenas de forma diferente, era uma aprendizagem e a nossa filha não deixava de ser feliz… A Beatriz procurava ser o mais independente possível, por vezes até ficava chateada comigo porque queria ajudá-la demais… 


Um dia preparei-lhe uma surpresa. 


A nossa filha foi dormir a casa dos avós, ficámos sozinhos de sábado para domingo.

Fiz uma reserva num restaurante, pedi decoração romântica, com música ambiente, luz de velas, ficámos a sós num cantinho, a meio da refeição vieram entregar um ramo de rosas amarelas, a Beatriz adorava, e no final do jantar, acompanhado da viola que me entregaram, cantei-lhe uma das suas músicas preferidas, após ter cantado, sorrimos e não conseguimos conter a emoção… o jantar continuou, a sobremesa do nosso gosto, conversámos muito e antes de sairmos do restaurante, estava um quadro pousado num móvel à saída para a Beatriz, no quadro estava uma foto com ela, eu e a nossa filha, com uma mensagem que dizia: "Estaremos sempre a teu lado, Amamos-te".


A seguir voltámos para casa, peguei na Beatriz ao colo, deitei-a em cima da cama, acendi uma vela aromatizada, liguei a aparelhagem com músicas que nos marcaram ao longo do tempo, meia luz no quarto… por cima da Beatriz iniciamos um beijo apaixonado, a minha língua percorreu desde o seu pescoço, passou pelo meio das suas mamas, desceu até ao umbigo, e fez-lhe um minete com a minha língua muito ativa, deliciou-se. Depois, com a cabeça da Beatriz apoiada na almofada, o meu pénis foi até à sua boca, chupou-o, esteve na bochecha dela, fez um grande broche.

O tesão era transbordado por nós… enfiei-lhe o pau na vagina húmida, apalpei-lhe as mamas, estávamos unidos pelos nossos corpos, a Beatriz pediu-me para aumentar o ritmo, quase sem respirar, corpos suados e colados, o nosso orgasmo foi em simultâneo. 


                                                         Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Uma infelicidade na vida, não pode alterar os nossos sonhos, muito menos o amor que sentimos por quem amamos, o caminho nunca chegará ao fim, assim como a felicidade.







sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Zaki

A minha tendência sexual sempre foi envolver-me com homens de cor, procurava homens maduros e negros, o seu cheiro, o tamanho do pénis, o sotaque… deixavam-me excitada e a ferver para explodir num bom orgasmo.

Tinha 29 anos, e trabalhava num armazém de bebidas, a exportação era o ponto forte da empresa. Com o volume de vendas a aumentar, o chefe decidiu contratar mais um funcionário. Chamava-se Zaki, tinha 39 anos, um homem negro, cabelo rapado, corpo forte, o seu sorriso irradiava, o contraste do branco dos dentes com o tom da sua pele. O seu trabalho era a meu lado, era eu que o orientava, notava que era um pouco inseguro, tinha medo de errar, procurei transmitir-lhe tranquilidade e mostrar-lhe que ia ajudá-lo a melhorar a sua performance no trabalho. 


O tempo foi passando e a nossa ligação tornava-se mais forte, as conversas eram duradouras, fiquei a saber que o Zaki morava sozinho num quarto, não tinha família junto a ele, mesmo sendo um homem solitário, interagia bastante com os colegas de trabalho, tinha sentido de humor, e também sabia ser safado, o que me deixava tentada a experimentar um envolvimento com ele.


O meu corpo estava sempre quente, desejosa por algo mais, a minha carência era permanente, não podia estar muito tempo sem sexo, adorava experimentar corpos variados, experiências novas, pénis grandes e grossos… a minha coninha babava muitas vezes sozinha.


Fiz anos e o Zaki sabia. Levou-me um bolo para o trabalho, gostei da surpresa. E junto deixou um bilhete que dizia: " Obrigado por tudo o que tens feito por mim, és a minha companhia, és a amiga que posso contar, mais doce que o bolo, só mesmo tu!!" Aquele bilhete aguçou-me ainda mais o apetite de entregar-me a ele de forma ardente.


No dia seguinte durante a manhã, sentia o Zaki mais safado, as suas palavras provocavam, queria o mesmo que eu, mas nunca lhe dei a entender nada… na hora de almoço ficámos sozinhos no armazém, era preciso fazer uma encomenda que acabou por demorar menos tempo do que estávamos à espera. 


O Zaki passou a sua mão grossa no meu rosto branco, fechei os olhos… fiquei calada… a seguir senti o seu abraço, aqueceu-me a alma, os meus braços também abraçaram o seu corpo… mantivemos o silêncio… o nosso desejo pedia mais… a minha mão desabotoou o botão das suas calças, correu o fecho, e sentia o seu pénis grande e grosso na minha mão, mesmo como eu adoro, ao mesmo tempo o Zaki puxou a minha blusa para cima e apalpou as minhas mamas quentes e duras, eram grandes, mas as suas mãos cobriam-nas bem… 

O nosso beijo molhado, e o toque das mãos nos nossos corpos faziam aumentar o tesão, quis sentir o seu pau dentro da minha boca, chupei-o… estava bem húmido, não conseguia metê-lo todo dentro da boca por ser grande, até me engasgava e depois cuspia os fluidos de esperma para cima da cabecinha do pénis. O Zaki ficava em pé encostado a uma palete de bebidas, enquanto o meu broche o deixava a delirar de prazer.


A seguir com a sua força de braços e pernas, agarrou no meu corpo e de pé virou a minha cabeça para baixo, fiquei a chupar o seu pénis e ao mesmo tempo a minha coninha estava junto à sua boca e a ser lambida, que sensação… 

Após uns minutos, agarrada ao seu pescoço, o meu corpo desceu e fui penetrada no seu colo, as minhas mamas saltavam, sentia-me segura e cheia de prazer… logo a seguir, fiquei inclinada por cima de uma palete, por trás o Zaki penetrou-me… sentir a grossura do seu pénis dentro de mim era muito prazeroso, aumentou mais o ritmo, deu-me umas palmadas fortes nas nádegas, estava muito excitada, continuou a foder com intensidade… dei um grito agudo… que orgasmo maravilhoso… o Zaki tirou o seu pénis dentro de mim, agarrado ao pénis, tocou uma punheta e espalhou o seu leite para cima das minhas mamas, acabei a lamber o seu pénis e a engolir os restos de esperma. 

                                                       Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Um armazém muito grande, silencioso e um espaço muito pequeno ocupado por nós, bem aproveitado, com adrenalina, excitação e sentindo com uma grande dose de prazer. Foram fodas repetidas em vários locais, o Zaki foi o meu amante durante muitos anos.

 

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Marisa

Mantive uma relação de namoro durante cinco anos com a Marisa, sempre achei que era a mulher da minha vida, que íamos construir família e sermos felizes para sempre… mas isso não aconteceu, vários problemas de parte a parte, ausência de ambos por causa do trabalho, aliada à falta de paciência e tolerância proporcionou um desfecho inevitável.

Terminámos a relação, mas continuámos a ter contacto e a manter uma amizade. Nunca pensei que isso fosse acontecer, mas até parecia que depois do fim da relação dávamo-nos melhor do que em momentos de namoro.


Quando fiquei sem namorar, estava com 33 anos e a Marisa tinha 29, evitava pensar muito no que desencadeou o fim da relação, optei por viajar por países que sonhava conhecer, procurava estar ocupado, fazia desporto, saía com amigos, tinha de estar distraído, mas sempre que conversava com a Marisa, dava saudade, chegavam as memórias de tudo o que passámos juntos… e sentia vontade de voltar a existir um envolvimento… sabia que a Marisa estava livre como eu e nas conversas que tínhamos desviávamos do tema sexo, pensando e sentindo que se tivéssemos juntos ia rolar.


Já tinham passado 11 meses do fim da relação… numa saída à noite por coincidência encontrei a Marisa, estava acompanhada com um casal de primos e eu com um amigo, falámos durante algumas horas, sobre muitas coisas, mas sem tocar no assunto da separação… toda a conversa fez lembrar e reviver os momentos bons que vivemos, fiquei nostálgico… 


Durante a semana fomos falando via internet todos os dias… e como ambos tínhamos vontade de estar juntos, resolvemos combinar passar o fim de semana seguinte juntos, numa casa de montanha do meu tio que não estava ocupada… 


Era inverno… o frio imperava, as montanhas estavam cheias de neve… chegámos a casa e acendemos a lareira… ficámos enrolados numa manta, à espera que aquecesse o ambiente, a conversa era o nosso entretenimento, íamos ficar ali recolhidos durante um dia e meio, o tempo estava mesmo invernoso, não ia permitir sair de casa.


Durante o dia bebemos chá quente, contamos piadas, as nossas conversas eram profundas, criámos o filme da relação que tivemos, percebemos o que estava mal, o que podia ser melhorado, tudo foi fluído sem discussões, estávamos em paz. Preparámos os dois o jantar, e a casa já estava quentinha… fomos para o sofá, admirava o cabelo da Marisa, o seu corpo esbelto, abri uma garrafa de vinho tinto, deitei o vinho nos copos, fizemos um brinde à amizade e ao amor que continuávamos a sentir um pelo outro…


                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


O desejo do abraço e da proximidade dos nossos corpos era grande, agarrei a Marisa… e demos um beijo de língua com o gosto do vinho, acariciei o rosto dela, a sua mão passava pelo meu pescoço, os olhos da Marisa brilhavam, continuámos com o toque das nossas mãos no corpo de ambos… o tesão aumentou… e as nossas roupas caíram ao chão… com os corpos nus disse à Marisa:

- Saudades de ver e sentir o teu corpo.

- Nunca perdi o desejo por ti.

- Acho que… o que se passou entre nós foi uma pausa e não um stop.

- Também estou convencida disso.


A Marisa estava sentada no sofá, abriu as pernas… comecei a beijar a sua boca, desci pelo pescoço e fui lamber as suas mamas, a ponta da minha língua passava pelos seus mamilos, estava arrepiada e o seu corpo mexia-se… beijei a sua barriga e passava a língua dentro do seu umbigo, continuei a descer e a minha boca foi até às suas virilhas, o seu dedo passava no clitóris, a sua vulva tinha mel, os meus dedos entravam na sua coninha molhada, e ao mesmo tempo lambia o seu clitóris, os seus olhos fecharam e ouvia-se os gemidos misturados com o som da lenha a arder na lareira, que brasa! Os preliminares continuaram, a seguir sentei-me no sofá e a Marisa, percorreu a sua língua desde a minha orelha até ao meu pau… chupou-o intensamente…estava bem lambuzado… veio para cima de mim, comigo sentado, os seus movimentos eram bem fortes agarrada às minhas mãos, os gemidos acompanhavam, levei uma das suas mamas à minha boca, continuou com um ritmo forte e dava tudo para explodir de prazer… estávamos completamente molhados… e logo a seguir o meu leite saía da minha verga, passados segundos a Marisa disse que se estava a vir também… 


                                                         Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Tivemos uns meses separados, mantivemos uma amizade e passados 11 meses reatámos a relação… percebemos que o amor que nos unia era mais forte que a separação.