sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Fábio

Resolvi experienciar a maior aventura da minha vida, tinha 43 anos e fui fazer voluntariado na Tailândia, na vertente de educação, ia interagir com crianças que era o que gostava… a duração eram 21 dias repletos de aventuras, ia fazer-me crescer intelectualmente.


No meu grupo havia pessoas de todas as idades e nacionalidades, chegada ao destino, fiquei maravilhada com as paisagens, as praias e a natureza encantava qualquer um.

Fomos para o local do nosso alojamento, lá se já se encontravam outros grupos. Sentia-me meia perdida, porque era tudo desconhecido para mim, mas a vontade era de conhecer pessoas novas.


E assim foi, no dia seguinte conheci um português, chamado Fábio, tinha 44 anos, vivia na Tailândia há 5 anos, começou por fazer voluntariado e acabou por ficar a viver na ilha. Conhecia bem os locais mais bonitos do país, disse-me que ia haver tempo para me mostrar, era um aventureiro como eu, gostava de viajar, conhecer locais novos, e sentir-se útil para a sociedade. Achei curioso num local tão longe encontrar alguém com os mesmos gostos do que eu, ter quase a mesma idade e sermos livres, solteiros e independentes.


Com o passar dos dias, fui estando mais vezes com o Fábio, embora também conhecesse outras pessoas e criasse laços de amizade. Mas com ele, havia proximidade, e a cada dia que passava conhecendo-o melhor existia mais intimidade… todos os dias mostrava-me um local na ilha, caminhávamos junto a aglomerados de vegetação, víamos cascatas, animais, tudo era puro, ele fazia de meu guia, e tudo era perfeito.


Num dia há noite, estive em sua casa, morava perto do meu alojamento, ficámos na varanda, ouvia-se o som do mar, e o barulho de alguns animais como as rãs, a noite estava agradável e a conversa era boa, o Fábio contava as suas histórias da Tailândia, os países que já tinha visitado, era uma caixa de surpresas com muito conhecimento da vida e experiências que ficavam marcadas para sempre. No dia seguinte era domingo, e o Fábio perguntou:

- Gostas de fazer praia?

- Sim adoro.

- Amanhã quero levar-te a uma praia deserta… alinhas?

- Claro… 


Saímos de manhã cedo, levámos comida e água, a ideia era ficar o dia todo pela praia, quando chegámos, os meus olhos nunca tinham visto tamanha beleza, a areia fina e branca, o mar de um topázio translúcido, a pureza das nuvens a decorar o céu, uma luxuriante vegetação atrás de nós, o sol a invadir e aquecer aquele local idílico…

Disse: "que soberbo Fábio, paisagem de cortar a respiração, era aqui que devia estar a tua casa, vinha logo morar para aqui contigo" - sorri. 


Durante a tarde éramos livres para fazer tudo o que quiséssemos, não havia pessoas por perto, entrámos no mar com a água quente, e com o calor que estava e como já nos sentíamos perfeitamente à vontade um com o outro, tirámos a roupa e ficámos nus, o mar cobria os nossos corpos, depois deitámo-nos nas toalhas, observava o corpo do Fábio a secar ao sol e ele o meu… aproximámos os nossos corpos, e o beijo surgiu… a minha mão passava pelo seu pescoço, desceu pelo peito e agarrou o seu pau, a mão dele, pelos meus ombros, apalpou as minhas mamas, desceu pela barriga e esfregou-a na minha coninha, e meteu um dedo dentro dela, aqueles toques fizeram aumentar o desejo para uma temperatura escaldante… 


Ali, nas toalhas fui para cima do Fábio, com o pau dentro de mim, gingava em cima dele, e curvava o meu tronco e a minha boca ia até à boca dele sentir o beijo de língua… depois quis ficar de quatro, por trás o Fábio cuspiu na minha cona, e penetrou-me, o seu pau chegava bem até ao fundo, apoiei o meu peito na toalha e empinei o rabo, ainda sentia mais a sua verga bem fundo… estávamos isolados na natureza entregues ao prazer, pegou em mim ao colo, levou-me até ao mar sereno… ficámos agarrados e virados de frente um para o outro, os meus braços rodeavam o seu pescoço, o beijo unia as línguas, e o pénis do Fábio enterrava-se na minha ratinha, as minhas mamas colaram ao seu peito, os movimentos na água estavam a deixar-me descontrolada… e com a minha boca colada ao seu ouvido, sussurrei roucamente: "estou a vir-me toda..." enquanto deslizava para esse orgasmo, num momento de puro prazer …a seguir o Fábio foi para trás de mim, agarrei-me a um galho de uma árvore, o meu corpo inclinou ligeiramente para a frente, ele apalpava as minhas mamas, e com o pau dentro de mim, fodia tão bem… pouco depois… gemeu e veio-se dentro da minha cona… que bom foi sentir aquele leitinho todo a escorrer por mim…


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Encontrei um homem com o qual me identifiquei e que me deu a conhecer o que não imaginava, fiz nudismo, e senti o que é ter prazer ao ar livre, no meio da natureza numa praia isolada.

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Catarina

Começara a namorar com a Catarina aos 17 anos, ambos tínhamos a mesma idade, e casámos três anos depois. A nossa relação sempre foi muito unida, vivíamos um para o outro, cada dia era um episódio de carinho, ternura e amor.


A Catarina era uma mulher determinada, simpática e cheia de garra, tinha o cabelo comprido ondulado, olhos escuros, alta, nádegas bem definidas e seios pequenos. Era apaixonada por compras, principalmente de roupa, gostava de andar bem arranjada e por vezes exagerava na vaidade. Muitos dos nossos fins de semana eram passados no centro comercial, eu não apreciava muito, mas por ela sujeitava-me e acedia.


Um dia estávamos por casa e a conversa debruçou-se sobre o tema de termos um filho, estávamos com 25 anos, e ambos tínhamos muita vontade de sermos pais, a ideia seria a Catarina deixar de tomar o contracetivo e a qualquer momento, acontecer o momento esperado. Após várias tentativas, a Catarina ficou grávida… a alegria invadiu a nossa casa, e todas as conversas dirigiam-se sobre o sexo do bebé, preparar o quarto, assistir ao parto, cedo ficámos ansiosos por tudo o que se ia passar… 


Enrolados na felicidade de sabermos que íamos ser pais, aconteceu algo inesperado, a Catarina teve uma queda e acabou por ter de abortar, foi um choque para ambos, depois de estar tudo encaminhado e planeado… o desejo de sermos pais teve de ficar adiado.


Com o passar do tempo começámos a sentir mais vontade de fazer amor, a nossa libido crescia todos os dias, bastava dirigirmos o olhar um ao outro, ou existir toque entre os nossos corpos, ou um simples beijo para desencadear um apetite desmedido de sexo.


Numa das idas ao shopping, numa tarde quente de primavera, a Catarina vestia um calção curto e um top, entrámos numa loja de mãos dadas, por trás dela dei-lhe um beijo no pescoço e outro no ombro, ela discretamente passou a sua mão por cima das minhas calças na direção do meu pénis, tive uma ereção e ela sorriu. Escolheu algumas peças de roupa e acompanhei-a até aos provadores.


Fomos até ao último do corredor, estava mais sossegado, entrámos os dois, a Catarina despiu-se para experimentar as roupas, mas estas ficaram para segundo plano, os beijos ardentes apoderaram-se de nós, as mãos percorriam os nossos corpos, não podíamos demorar para não dar a entender o que se estava a passar. A Catarina abocanhou o meu pau molhado, de joelhos à minha frente chupava prazerosamente, quis penetrá-la, não aguentava de tesão, por trás enfiei o meu pau na sua coninha molhada, estava a ser muito bom, tivemos de suster o som dos gemidos que saíam das nossas bocas… e a Catarina voltou ao broche e depois de chupar durante uns minutos, vi-me na sua boca… 


Voltamos a tentar ter um filho ou filha, o nosso sonho estava de pé e após vários momentos escaldantes de amor, a notícia surgiu… íamos ser pais.

Estávamos certos que desta vez ia correr tudo bem e teríamos a companhia do nosso primeiro filho. 


Passados uns tempos, a nossa sexualidade tornou-se diferente, a barriga crescia bastante e as posições eram adotadas em função do bem-estar da Catarina, a maior parte das vezes era de lado… as suas mamas estavam maiores, a sua sensibilidade estava mais apurada, mas continuávamos a ter noites intensas e tórridas de prazer. 


Durante a sua gravidez não faltou desejo e tesão… 


                                                            Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Após o nascimento do Ivo, ficámos com o tempo mais dedicado ao nosso filho, havia sempre intervalos e nos momentos que dormia, nunca abdicámos do orgasmo. A nossa vida sexual sempre foi bem vivida, e aproveitada ao limite. 


sábado, 5 de dezembro de 2020

Artur

Os meus pais tinham um restaurante e eu trabalhava com eles servindo às mesas. Ao almoço eram servidas muitas diárias, a maior parte das pessoas que frequentavam o espaço estavam ligadas a empresas. Perto do restaurante havia muito comércio e uma grande zona industrial com fábricas.

O meu trabalho permitia lidar com muitas pessoas, com algumas havia ganho confiança por serem clientes há muitos anos. 

Um desses clientes diários era o Artur, chegava para almoçar quando estava tudo mais calmo, perto das 14h, ou seja eu estava sempre por perto e tínhamos mais tempo para conversar, era nosso conhecido há bastante tempo, tinha 36 anos, trabalhava num stand de automóveis, corpo bem definido, olhar sedutor, possuía sentido de humor, era observador e sabia conquistar as mulheres, pelo que dizia nas conversas e não só… soube através de uma prima, que se envolveu com ele, que era um homem bom na cama.


Todos os dias estava ansiosa que chegasse a hora do Artur entrar no restaurante a sorrir, sentava na sua mesa habitual, olhava para mim de cima a baixo, dava-me um elogio, fazia-me rir… sempre senti atração por ele, mas ultimamente estava a sentir um desejo forte, até sonhos eróticos tinha. 


Numa das conversas que tínhamos, disse-lhe que precisava de trocar o meu carro, que precisava da sua ajuda para a escolha de um novo, prontificou-se em ajudar, propôs-me caso eu quisesse, passar no dia seguinte à tarde no stand. Ficou assim combinado.


Passei pelo stand, o Artur estava na parte de fora, viu-me a aproximar e perguntou:

- Então o carro que vens buscar é este? - era um Mercedes topo de gama.

- Achas?... eu quero um Ferrari, já estou a ver que tu não tens, por isso não vamos fazer negócio. - sorri.

- Tenho aqui muitas escolhas para ti, tens alguma marca ou modelo que gostes?

- Acima de tudo que não dê problemas, que gaste pouco combustível e que não seja muito caro.

- Acho que está aqui o carro ideal para ti.


Mostrou-me o carro, gostei da cor e do modelo, perguntou se eu queria ir dar uma volta para o conhecer, respondi que sim.

Assumi o volante e o Artur foi sentado ao meu lado, o carro tinha uma boa condução, confortável e não fazia qualquer barulho, estava bem estimado. O Artur em tom de provocação perguntou: 

- Então para onde me vais levar?

- Tens alguma sugestão?

- Para agora não… mas para logo à noite posso dar-te uma boa sugestão.

- Gosto de boas sugestões… estás a pensar em…?

- Ir ao cinema contigo… queres?

- Fazemos negócio lá? - sorri.

- Podemos fechar o negócio antes de irmos ver o filme…

Voltámos ao stand, o carro pareceu-me uma boa escolha, adorei-o, assim como a possibilidade de ir ao cinema com o Artur, ficou fechado o negócio e a ida ao cinema à noite.


Como tinha que trabalhar no restaurante, servir jantares, pedi aos meus pais para sair um pouco mais cedo, estava acertado entre mim e o Artur ir à última sessão.

Vesti-me com um vestido curto e decotado, maquiada a preceito, estava provocadora. Encontrei-me com o Artur perto do seu stand, quando saí do carro, senti-me comida pelos olhos dele. Entrei no carro e o Artur com o seu olhar safado disse que o meu perfume tinha invadido as suas narinas, gostava do meu perfume, estava vestido com um polo azul, e umas calças de sarja claras… estava bem gostoso.


Seguimos para o centro comercial, a conversa foi sobre o carro que ia comprar-lhe, deu-me umas dicas e uns conselhos. Quando chegámos subimos até à zona dos cinemas, escolhemos o filme que mais nos agradava, a escolha foi fácil… e entrámos na sala… faltavam poucos minutos para iniciar o filme e a sala só tinha mais um casal. 

 

O filme começou e passado algum tempo, percebemos que além de ser uma seca, o filme era muito barulhento, o nosso olhar ficou dirigido para os nossos rostos… perdemos o interesse pelo filme, a safadeza do Artur fez com que a mão dele passasse na minha coxa, tentou puxar o vestido mais para cima, mas estava preso pelo rabo, levantei um pouco o rabo e o vestido subiu, e a sua mão já chegava à minha cueca, os seus dedos passavam na minha vulva… as minhas mãos agarraram com força o apoio dos braços, ajoelhou-se à minha frente, o meu corpo escorregou um pouco para baixo, abri um pouco as pernas, fechei os olhos, a língua do Artur lambeu a coxa, subiu… puxou a cueca para o lado e lambeu-me a coninha, no escurinho com o som do filme, que maravilha! 

A seguir sentou-se e fiquei eu de joelhos entre os bancos, puxei a calça e os slips para baixo, agarrei o seu pénis, tocava-lhe uma punheta, depois lambi-lhe e chupei-lhe todo o seu pénis. Estava muito duro, sentia calor e uma vontade enorme de ser penetrada. 

Assim, estando o Artur sentado, sentei-me de costas em cima do seu pau, a minha cona estava bem preenchida pelo seu pénis, ambos tentávamos conter-nos com os nossos gemidos, inclinei o corpo para frente, apoiou as mãos no banco da frente, o Artur movimentava bem o seu pénis dentro de mim, estava a ser tão bom… pus uma mão na boca para poder gemer mais alto, tive um espasmo, os meus olhos aumentaram de tamanho, estava a vir-me toda, o Artur continuou a foder-me por mais um pedaço, e logo a seguir gemeu e molhou-me a cona com o seu sémen, quase que tive um segundo orgasmo, a seguir saí da posição e chupei-lhe a verga, quis limpar os restos de esperma que tinha no seu pénis com a minha boca.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Acho que foi dos melhores sítios que fiz sexo, teve adrenalina, teve som e imagem, uma sala grande destinada para os nossos gemidos e loucura, tive muito prazer.