Resolvi experienciar a maior aventura da minha vida, tinha 43 anos e fui fazer voluntariado na Tailândia, na vertente de educação, ia interagir com crianças que era o que gostava… a duração eram 21 dias repletos de aventuras, ia fazer-me crescer intelectualmente.
No meu grupo havia pessoas de todas as idades e nacionalidades, chegada ao destino, fiquei maravilhada com as paisagens, as praias e a natureza encantava qualquer um.
Fomos para o local do nosso alojamento, lá se já se encontravam outros grupos. Sentia-me meia perdida, porque era tudo desconhecido para mim, mas a vontade era de conhecer pessoas novas.
E assim foi, no dia seguinte conheci um português, chamado Fábio, tinha 44 anos, vivia na Tailândia há 5 anos, começou por fazer voluntariado e acabou por ficar a viver na ilha. Conhecia bem os locais mais bonitos do país, disse-me que ia haver tempo para me mostrar, era um aventureiro como eu, gostava de viajar, conhecer locais novos, e sentir-se útil para a sociedade. Achei curioso num local tão longe encontrar alguém com os mesmos gostos do que eu, ter quase a mesma idade e sermos livres, solteiros e independentes.
Com o passar dos dias, fui estando mais vezes com o Fábio, embora também conhecesse outras pessoas e criasse laços de amizade. Mas com ele, havia proximidade, e a cada dia que passava conhecendo-o melhor existia mais intimidade… todos os dias mostrava-me um local na ilha, caminhávamos junto a aglomerados de vegetação, víamos cascatas, animais, tudo era puro, ele fazia de meu guia, e tudo era perfeito.
Num dia há noite, estive em sua casa, morava perto do meu alojamento, ficámos na varanda, ouvia-se o som do mar, e o barulho de alguns animais como as rãs, a noite estava agradável e a conversa era boa, o Fábio contava as suas histórias da Tailândia, os países que já tinha visitado, era uma caixa de surpresas com muito conhecimento da vida e experiências que ficavam marcadas para sempre. No dia seguinte era domingo, e o Fábio perguntou:
- Gostas de fazer praia?
- Sim adoro.
- Amanhã quero levar-te a uma praia deserta… alinhas?
- Claro…
Saímos de manhã cedo, levámos comida e água, a ideia era ficar o dia todo pela praia, quando chegámos, os meus olhos nunca tinham visto tamanha beleza, a areia fina e branca, o mar de um topázio translúcido, a pureza das nuvens a decorar o céu, uma luxuriante vegetação atrás de nós, o sol a invadir e aquecer aquele local idílico…
Disse: "que soberbo Fábio, paisagem de cortar a respiração, era aqui que devia estar a tua casa, vinha logo morar para aqui contigo" - sorri.
Durante a tarde éramos livres para fazer tudo o que quiséssemos, não havia pessoas por perto, entrámos no mar com a água quente, e com o calor que estava e como já nos sentíamos perfeitamente à vontade um com o outro, tirámos a roupa e ficámos nus, o mar cobria os nossos corpos, depois deitámo-nos nas toalhas, observava o corpo do Fábio a secar ao sol e ele o meu… aproximámos os nossos corpos, e o beijo surgiu… a minha mão passava pelo seu pescoço, desceu pelo peito e agarrou o seu pau, a mão dele, pelos meus ombros, apalpou as minhas mamas, desceu pela barriga e esfregou-a na minha coninha, e meteu um dedo dentro dela, aqueles toques fizeram aumentar o desejo para uma temperatura escaldante…
Ali, nas toalhas fui para cima do Fábio, com o pau dentro de mim, gingava em cima dele, e curvava o meu tronco e a minha boca ia até à boca dele sentir o beijo de língua… depois quis ficar de quatro, por trás o Fábio cuspiu na minha cona, e penetrou-me, o seu pau chegava bem até ao fundo, apoiei o meu peito na toalha e empinei o rabo, ainda sentia mais a sua verga bem fundo… estávamos isolados na natureza entregues ao prazer, pegou em mim ao colo, levou-me até ao mar sereno… ficámos agarrados e virados de frente um para o outro, os meus braços rodeavam o seu pescoço, o beijo unia as línguas, e o pénis do Fábio enterrava-se na minha ratinha, as minhas mamas colaram ao seu peito, os movimentos na água estavam a deixar-me descontrolada… e com a minha boca colada ao seu ouvido, sussurrei roucamente: "estou a vir-me toda..." enquanto deslizava para esse orgasmo, num momento de puro prazer …a seguir o Fábio foi para trás de mim, agarrei-me a um galho de uma árvore, o meu corpo inclinou ligeiramente para a frente, ele apalpava as minhas mamas, e com o pau dentro de mim, fodia tão bem… pouco depois… gemeu e veio-se dentro da minha cona… que bom foi sentir aquele leitinho todo a escorrer por mim…
Encontrei um homem com o qual me identifiquei e que me deu a conhecer o que não imaginava, fiz nudismo, e senti o que é ter prazer ao ar livre, no meio da natureza numa praia isolada.


