Frequentava a faculdade, no curso de economia, tinha 20 anos. No meu tempo livre ajudava a minha mãe na sua fábrica têxtil. Passava muitas vezes pelo escritório, pois toda a ajuda era importante. A minha progenitora tinha 37 anos. Fora mãe solteira, mulher de pulso e de garra. Era uma guerreira! Criou-me e educou-me sozinha. Também geria sozinha a empresa e ainda conseguiu colocar-me na faculdade, sentia muito orgulho nela!
A fábrica era grande com bastantes funcionários e várias máquinas. Para fazer a manutenção desta vinha um técnico. Chamava-se Vítor, tinha 26 anos, olhos esverdeados, cabelo escuro ondulado, rosto arredondado, lábio finos, sem barba… magro, bastante falador, simpático e, por vezes, um pouco atrevido. O seu olhar para as funcionárias era notório e algumas também gostavam de observá-lo.
O Vítor conhecia bem a minha mãe e ela gostava da maneira de ser dele, já tinha muita confiança e fazia a manutenção há vários anos na fábrica. Comigo começou a ter essa confiança mais tarde, tinha sempre uma palavra em tom de brincadeira, e insistia constantemente que um dia tínhamos de ir tomar um café juntos, eu nunca o levava a sério.
Sentia que o Vítor era um amigo, mas tinha noção que seria fácil ultrapassar a barreira da amizade, ele era atiradiço e se eu caísse na tentação podia haver envolvimento, queria manter-me sem namorado, embora não pusesse de lado a hipótese de algo muito breve, só de uma tarde ou noite.
Falei com a minha mãe sobre os convites que ele fazia. Tinha uma relação de muita abertura com ela. E esta falava comigo sobre todos os assuntos, incluindo saídas que tinha com homens, ela era a minha confidente, dava-me conselhos, ajudava-me a tomar decisões, como tal, disse-lhe que tinha recebido um convite do Vítor para tomar café, qual era a opinião que tinha sobre o assunto, tornou-me como resposta a sorrir: se não tomares tu café com ele, vou eu… tinha percebido que o Vítor era um mulherengo, que se fazia a todas, mas talvez eu precisasse de alguém com experiência.
Num determinado dia, voltou a sondar para tomarmos um café e eu aceitei, não acreditou, ficou surpreso, marcámos o café para o dia seguinte à noite.
Saímos, fomos até um bar, notei que recebia muitas mensagens no telemóvel, não sabia esconder isso, sorria para o écran, íamos mantendo a conversa, provocava bastante, mas não houve nenhum envolvimento entre nós, nem um beijo.
No dia seguinte a minha mãe perguntou como tinha corrido, disse-lhe que não se tinha passado nada entre nós, só uma conversa. A minha mãe desabafou comigo e disse que já se tinha envolvido com o Vítor há 6 anos atrás, tinha ele a minha idade, nessa altura eu tinha 14 anos. Perguntei como tinha sido o envolvimento, tive curiosidade de saber, a minha mãe disse que teve de o ensinar, que era inexperiente na altura, mas que beijava muito bem, agora já devia estar bem melhor, aquela conversa deu a entender algum desejo nosso pelo Vítor.
Passados uns dias, já passava da hora de saída, faltava só o Vítor sair, eu estava no escritório a terminar uma fatura de umas encomendas e a minha mãe estava noutro gabinete, o Vítor bateu à porta, disse-lhe para entrar, a brincar disse:
- Estamos fechados - sorri.
- Só vim fazer uma pergunta, já chegou a máquina nova que foi pedida?
- Pensei que vinhas convidar-me para mais um café.
- Se gostaste da companhia podemos combinar outro, mas não respondeste à minha pergunta.
Ouviu-se a voz da minha mãe a dizer que a máquina tinha chegado ao final da tarde.
- Não sabia que estava aí chefinha.
- Ainda estou… cansada e a precisar de uma massagem.
- Olhe que tenho umas mãos que nem lhe conto… só experimentado.
Aquele insinuar-se a fazer a massagem à minha mãe, deixou-me com água na boca, e vieram-me filmes à cabeça, e espontaneamente perguntei-lhe se as suas mãos chegavam para mim, visto estar também a precisar do seu toque.
O Vítor ficou sem resposta, estático e sem contar… levantei-me e aproximei-me dele, a minha mão passou pelo seu rosto, ficou com olhos bem abertos e os lábios trêmulos, beijei-o na boca, correspondeu ao beijo de língua, olhou de canto de olho para o lado, a minha mãe apareceu e, sorrindo, perguntou: posso participar?
As roupas saíram dos nossos corpos, ficámos nus, o Vítor ainda estava sem acreditar no que estava a ver, enquanto sentia o seu beijo molhado, que me deixava cheia de tesão, a minha mãe de joelhos chupava-lhe o pénis… a seguir ficou sentado no sofá do gabinete da minha mãe, a minha língua e a dela passaram pelo seu pénis, chupávamos à vez, e sorrimos uma para a outra, o Vítor saiu do sofá, a minha mãe sentou-se lá eu sentei-me por cima da barriga dela, abrimos as duas as pernas, a língua do Vítor alternava entre a minha vagina e a vagina da minha mãe, estávamos molhadas e excitadas, enfiou o pau dentro da minha coninha, e apalpava-me os seios, lambeu-os também, a seguir enterrou a verga na vagina da minha mãe, e ao mesmo tempo meteu os dedos na minha cona, ambas gemíamos, sentia o ar quente da boca da minha mãe atrás de mim, o Vítor, a seguir, enfiou o pau no meu cuzinho e passado pouco tempo enterrou-o no cuzinho da minha mãe, sentimos alguma dor no sexo anal, mas gostámos… após tudo o que estava a acontecer, com tanto desejo e tesão não ia demorar a atingirmos o orgasmo, o Vítor ficou deitado no chão, o meu corpo foi para cima dele, a minha coninha foi penetrada pelo seu pénis, passava os meus dedos no clitóris, a minha mãe com uma perna de cada lado da cabeça do Vítor baixou-se e o Vítor lambia intensamente a sua rata, a primeira a vir-se fui eu, com um gemido forte, fiquei molhada e muito satisfeita, o Vítor a seguir veio-se dentro de mim com "ai" prolongado… a minha mãe foi a última, atingiu o orgasmo na boca do Vítor.
O Vitor confessou que sempre teve o fetiche de fazer sexo com mãe e filha, eu nunca tinha experimentado sexo anal, doeu, mas deu-me prazer, ver a minha mãe ser penetrada também aumentou o meu desejo. A minha mãe gostou mais deste envolvimento com o Vítor do que há 6 anos atrás. Gostou de presenciar um orgasmo meu.

Um belo fetiche realizado. Parabéns. =)
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