domingo, 25 de outubro de 2020

Gabriel

Começara a trabalhar como terapeuta ocupacional numa clínica de fisioterapia, e ao mesmo tempo também entrou um colega fisioterapeuta chamado Gabriel. Os nossos horários coincidiam, e partilhávamos a hora de almoço na copa da clínica, com o passar dos dias e pelas conversas que tínhamos, fomos ganhando confiança e sabendo várias coisas sobre nós.


O Gabriel tinha 30 anos, mais três do que eu, era um homem alto, nem magro, nem gordo, cabelo castanho, olhos azulados, e um sinal na bochecha. 

Marcou-me pela história de vida que foi contando, o Gabriel tinha 5 anos quando o seu pai faleceu, sendo filho único viveu sempre com a sua mãe, durante a infância teve sempre de se desenrascar, a mãe trabalhava e só chegava a casa ao final do dia. Quando entrou na faculdade teve de arranjar emprego ao mesmo tempo, senão não teria possibilidade de pagar as despesas que tinha. Era um homem lutador, assertivo e tinha uma força interior que contagiava quem estivesse a seu lado.


A sua boa disposição favorecia o bom ambiente entre colegas e utentes da clínica, era bastante acarinhado por todos. A minha ligação com o Gabriel era de confiança, tínhamos boas conversas, e sentia-me atraída pela sua forma de ser, pelo seu corpo, tinha vontade de estar mais tempo com ele, sentia que estava a apaixonar-me… pensava muitas vezes num suposto envolvimento, mas não gostava do meu corpo, tinha peso a mais, a minha autoestima estava em baixo, e supunha que ele não tinha interesse por mim.


Achei que devia iniciar uma dieta, praticar exercício físico, mudar os meus hábitos, não estava obcecada na minha mudança, apenas queria sentir-me melhor comigo mesma e gostar mais de mim, ser mais feliz. Sendo que o Gabriel, seria o motivo desta viragem na minha consciência.  


O tempo foi passando, eu e o Gabriel continuávamos a manter as nossas rotinas na clínica, mas ultimamente tinha notado que uma colega de trabalho, chamada Núria estaria mais próxima do Gabriel, estavam várias vezes perto um do outro, existiam sorrisos, alguma cumplicidade e os meus ciúmes rompiam e ficavam à flor da pele, sempre que os via juntos, o meu coração batia mais forte e ficava com um nó na garganta que custava engolir. 


Resolveu-se marcar um jantar entre colegas da clínica, foram quase todos, no restaurante fiquei ao lado do Gabriel e à frente da Núria, durante o jantar, o olhar dela sobre o Gabriel era notório, a troca de olhares era evidente, mas a conversa dele era quase sempre dirigida para mim. Após o jantar havia música e espaço para dançar, a Núria aproximou-se do Gabriel, agarrou-lhe a mão e começaram a dançar, o estilo de música era quizomba, os corpos deles estavam colados, a Núria sabia dançar bem, o seu corpo conduzia o corpo do Gabriel, e eu estava perto a derreter-me de ciúmes, acabei por iniciar uma dança com um colega de trabalho, mas o meu olhar ia de encontro ao Gabriel.

Entretanto o pessoal começou a ir embora, inclusive a Núria, fiquei mais animada por saber que podia ter a oportunidade de estar juntinha ao Gabriel, era esse o meu desejo. Logo a seguir começámos a dançar, sentia o seu corpo a balançar junto ao meu, o seu jeito deixava-me entregue a si. 

Sabendo que podia surgir a hipótese de envolver-me com o Gabriel, durante a semana, tinha pedido a uma colega de trabalho o seu apartamento emprestado, visto não precisar dele. Enquanto estávamos a dançar perguntei ao Gabriel:

- Vamos sair os dois daqui?

- Queres ir para onde?

- Segues-me?

- Sim… quero saber para onde me vais guiar.


Saímos do restaurante, cada um no seu carro, veio atrás de mim até chegarmos ao apartamento, subimos até ao terceiro andar… o Gabriel surpreso disse:

- O que viemos aqui fazer? 

- Pedi este apartamento emprestado, preciso de uma massagem às costas… dás?

- Bem… sabes que por ti… quero fazer-te sentir bem.


Fomos até ao quarto, tirei a blusa… deitei-me de barriga para baixo na cama, desci um pouco as calças, fiquei com o início do rego do rabo à mostra, o Gabriel desprendeu o sutiã, colocou óleo nas suas mãos e iniciou a massagem, o seu toque desde o fundo das costas até chegar ao pescoço e o movimento descendente, arrepiava-me. As mãos deslizavam como se descrevessem uma dança, passava as mãos pelos lados do meu corpo, abrangendo a lateral dos meus seios, eu suspirava, a massagem prosseguia, o contacto das suas mãos quentes nas minhas costas, faziam-me babar. Após a massagem terminar estava sem ação, leve e relaxada.

Agradeci e queria compensá-lo.

Virei-me de barriga para cima, fiquei com os braços abertos esticados ao lado do meu corpo, tinha os olhos fechados, o Gabriel estava atrás da minha cabeça, baixou a sua cabeça os nossos lábios uniram-se num beijo assim mesmo naquela posição. Após vários beijos, a roupa saiu dos nossos corpos… o Gabriel ficou deitado de barriga para cima, fui buscar um cubo de gelo, passei pelo seu peito, os seus mamilos ficaram duros, passei o cubo pela sua barriga, a água escorria e o Gabriel arrepiava-se, apoiei o meu corpo quente sobre o dele, eu senti o frio do seu corpo, ele sentiu o meu calor… os beijos de língua deixavam-nos com muito tesão. Fomos até ao chão do quarto, rebolávamos abraçados um ao outro, o Gabriel lambeu-me os bicos das mamas, a minha mão agarrou no seu pénis, sentia um desejo enorme de ser penetrada, desde o momento da massagem. Ainda no chão do quarto, o Gabriel deliciou-me com um extasiante minete, sentia a minha coninha molhada, a seguir chupei o seu pau, não aguentei mais… a minha vagina foi até ao seu pénis, visto estar algum tempo sem fazer sexo, estava apertadinha, custou um bocadinho a entrar todo dentro dela, depois fazia movimentos lentos e o Gabriel sorria e suspirava, fui aumentado o ritmo, as minhas mãos agarraram as mãos dele os meus gemidos aumentavam de tom, o pénis estava bem duro, a expressão do rosto do Gabriel era de prazer, estava suada, o ritmo estava muito forte e cheguei às estrelas, satisfação plena. A seguir fiquei de quatro, com muito jeitinho o Gabriel enterrou o seu pénis no meu cuzinho, era bem apertadinho, demorou pouco tempo a sentir o seu leitinho dentro de mim, veio-se com um gemido forte. No fim exclamou: brilhante!


               Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Continuei na minha fase de emagrecimento, e de vida saudável, perdi muitas calorias a fazer amor com o Gabriel, foram atingidos todos os objetivos, começámos a viver juntos… não existia forma de medir o nosso amor, era grandioso. 

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Rita

Tive um acidente de mota e fui parar ao hospital, fraturas múltiplas, fui operado, estive em coma, foram vários meses no hospital… momentos difíceis para um rapaz de 25 anos. 

Ao longo do tempo em que estive no hospital, foram vários enfermeiros que passaram pelo meu quarto, mas uma delas ficou na retina.


Era a Enf. Rita… prestável… boa profissional... incansável perguntáva frequentemente se precisava de alguma coisa... gostava da sua forma de ser, tinha sempre uma palavra amiga ou uma brincadeira quando entrava no quarto... animava-me… fisicamente era loira com cabelo encaracolado, olhos castanhos, estatura média... era muito fofinha.


Aos poucos, de fugida, íamos sabendo mais coisas um sobre o outro… cada dia que passava era mais uma informação, das mais curiosas foi saber que tinha a minha idade, e que fazíamos anos no mesmo dia... havia várias coincidências: éramos ambos filhos únicos, gostávamos os dois de viajar, de motas… entre muitas outras coisas…


Achava que estávamos a iniciar uma bonita amizade… aproximava-se a data para sair do hospital e iniciar a fisioterapia... ainda ia ter uma recuperação para uns tempos...


Sabendo que estava perto a minha saída do hospital, gostava de poder manter contato com a Enf. Rita… mas não sabia como fazer, não tinha coragem para lhe pedir o contato...


Quando a Enf. Rita entrava no quarto, eu ficava triste por saber que estava perto de sair dali e que ia deixar de estar com ela quase todos os dias, que iria deixar de ver a sua animação de sentir a sua alegria e de ouvir a palavra amiga e encorajadora. Mas estava contente por saber que ia recuperar e que o meu maior tormento estava a ser ultrapassado. 


Após uma conversa da parte dela dizendo que eu estava quase a sair dali, respondi-lhe que sim… que só lhe tinha que agradecer tudo o que fizera por mim, para continuar a ser como era, porque os doentes ganhavam muito com isso, que um dia gostava de poder agradecer de outra forma… A Enf. sentou-se na cama... agradeceu os elogios… disse-me que fui um doente fácil de tratar e que esperava que ficasse totalmente bem, para continuar a ter força na recuperação… e curiosa perguntou-me…

- De que forma gostava de me agradecer?

- Um dia vamos dar uma volta de mota e faço-lhe uma surpresa.

- Acha? Não confio na sua condução… -  sorriu - mas estou aberta a essa surpresa.

Disse-lhe que logo que recuperasse teria essa surpresa.


Saí do hospital… fazia fisioterapia num hospital perto de casa… passado um mês, senti saudades da Enf. Rita… Escrevi num bilhete: 

" Olá Enf. Rita,

Mais uma vez agradeço tudo o que me fez. Já me sinto melhor e falta muito pouco para o nosso passeio de mota. Beijinho do seu doente preferido." 

Deixei o meu contacto. Pedi a um amigo que comprasse um ramo de rosas, colocasse o bilhete que escrevi, levasse ao hospital e entregasse diretamente à Enf. Rita. Assim foi… fez-me esse favor... correu bem… o meu amigo contou-me que depois da Enf. ter lido o bilhete, sorriu... agradeceu-lhe... guardou o bilhete.


Passaram-se uns dias e não recebi uma mensagem dela, estranhei… achei que provavelmente não entraria em contato comigo… que o passeio de mota não ia existir… fui um pouco abaixo, mas continuei a dar tudo na minha recuperação. 


Passado uma semana, enviou mensagem... quando vi que o número não era conhecido, achei logo que seria o dela… com os dedos a tremer e um sorriso li… dizia:

" Olá doente preferido, tenho tido muito trabalho, muitos turnos seguidos, sem tempo e cansada, hoje finalmente estou de folga, adorei as flores, espero que a recuperação esteja a correr bem… Beijinho... vá dando notícias. "


Fomos mantendo contato... falávamos com mais frequência… 

Finalmente estava quase a ter alta… acho que o motivo maior para ter a força de recuperar era o passeio de mota com a Enf. Era esse o objetivo... era esse o prémio… 


Vários meses no hospital, vários meses de fisioterapia, chegou ao fim... estava totalmente recuperado… 


Numa quinta-feira a mensagem foi enviada à Enf. :

"Tive alta… Quando tiver disponibilidade, fico a aguardar pelo nosso passeio. " 

Sabia que a Enf. ia entrar de férias e que ia haver tempo para estarmos juntos. 

Respondeu: 

"O passeio fica marcado para sábado à tarde". 

Marcámos o sítio a cerca de 20km de cada um... morávamos a 40km de distância. Era um dia soalheiro. Ela também apareceu na mota dela… tirámos os capacetes… sorrimos… já não nos víamos há uns meses, demos um abraço...

Depois de falarmos um pouco, perguntei-lhe:

- Confias? Agarras-te a mim? 

- Acho que depois do acidente que tiveste, vou confiar na condução porque não vais querer passar por outra... mas…

- Mas… - continuei eu...

- Não sei se confio no sítio que me possas levar... - sorriu.

- Tranquila, vais gostar.

E assim foi... seguimos viagem... passámos junto à praia... parámos... falámos,  lanchámos.. Continuámos a viagem... levei-a a um sítio que conhecia desde pequeno, tinha um rio… uma paisagem gira... só natureza... parecia que só existíamos nós... calmo... só se ouvia os pássaros... contou-me que depois de tanto barulho no hospital e confusão, estava mesmo a precisar de um local tranquilo como aquele... disse que eu tinha acertado, que já tinha ganhado a confiança dela.


Sentámo-nos no chão... íamos observando a toda a nossa volta... só havia sinal de aves... tudo sossegado… uma brisa leve, estávamos em paz… perguntou-me qual era a surpresa que tinha para ela, lembrou-me o que eu tinha dito no bilhete com as flores… disse-lhe que era o sítio onde estávamos… perguntei se estava a gostar… respondeu-me que sim… então disse-lhe que tinha algo para lhe dar… mas não sabia se ia aceitar…

- O que é?

- O meu beijo...aceitas?

- Hum... só um?

- Depende… se gostares serão mais…

Chegámos perto… e os nossos lábios uniram-se… um beijo que esperava há meses..

- Gostaste? - perguntei.

- Sim... posso pedir mais?

- Não precisas pedir porque ia dar-te na mesma...

Continuámos...o sol ainda durava... estava calor... era verão…

- Vamos dar um mergulho? - propôs a Rita.

Tirámos a roupa… fomos mergulhar no rio… o sentimento era de estarmos totalmente livres, como o mundo fosse só nosso… 

Os nossos corpos nus uniram-se dentro de água... abraçados... com beijos... centrados um no outro.

- O que me queres dar mais? -  Perguntou a Rita.

- Bem… será que a minha vontade é a mesma que a tua?

- Tenho a certeza que sim.

- O meu pau está bem duro para ti… queres?

- Sim… quero-o todo dentro de mim…


Saímos da água… os dois cheios de tesão… encostei-a a uma árvore... meti-lhe o meu pau bem duro dentro dela… estava com uma respiração ofegante…

Pedia-me para a apalpar, agarrava-lhe nos seios... mordia-lhe as costas,  junto ao pescoço...

Estava a sentir-se fora dela... saiu da posição… deitou-se no chão,  pôs-se de lado... por trás voltei a enterrá-la… gemia muito… eu também estava a gostar muito... pediu-me que a fodesse no cuzinho… meti o meu pau duro com jeitinho no ânus dela, o gemido era maior... ao mesmo tempo passava os meus dedos na vagina... estava muito intenso… o meu pau grosso no cu apertadinho dela, não dava para aguentar mais… vi-me… o cuzinho dela ficou cheio do meu leite… ela ainda não tinha atingido o orgasmo... também queria que chegasse lá... lambi-lhe e chupei-lhe a vagina… meti-lhe 3 dedinhos ao mesmo tempo que a lambia no clitóris... estava fora dela… dizia para não parar… aumentei o ritmo dos dedos… lambia mais rápido… o gemido aumentou… estava toda molhada… contraiu-se… gritou… riu-se… tinha chegado ao orgasmo. 

Foi maravilhoso… valeu a pena o tempo de espera…


Fonte: Foto retirada da internet, pinterest


Mais momentos bons se repetiram… começámos a namorar… casámos… e tivemos 3 filhos.

Se não tivesse tido aquele momento mau, nunca ia ter os momentos tão bons que vieram no futuro.  

 











 

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Santiago

Estive vários anos a trabalhar numa empresa mediana, mas não era o que queria. Através de um amigo surgiu o convite para entrar numa empresa bastante conceituada, com o cargo de presidente do conselho fiscal, seria um salto grande na minha curta carreira. Tinha 28 anos, estava solteira e era uma mulher ambiciosa. O meu objetivo sempre foi evoluir e subir todos os patamares profissionais e ter sucesso. 


Entrei na empresa passado um mês. Fui recebida pelo Administrador, um homem na casa dos sessenta anos. Mostrou-me os objetivos da empresa, quem estava nos cargos principais e orientou-me nas minhas tarefas. Parecia ser uma pessoa que gostava de ajudar, e sendo uma empresa tão grande e com tantos lucros, teria de ser competente e ter pessoas bastante aptas a seu lado... Disse-me que no dia seguinte ia haver uma reunião, para me inteirar dos assuntos e conhecer as pessoas mais importantes dentro da empresa.


A reunião foi da parte da tarde. Fomos várias pessoas para uma sala, uma das pessoas que estava presente era filho do Administrador, chamava-se Santiago, era o Presidente da Assembleia Geral, notei que talvez por ser familiar do Administrador, os assuntos passavam muito por ele, era uma pessoa atenta, perspicaz e responsável. Senti-me pequenina no meio dos tubarões, mas não dei a parte fraca, quis mostrar competência para ocupar o meu cargo.

Os olhares de todos estavam dirigidos a mim, por ser nova na empresa. Mas o olhar do Santiago era mais intenso, olhava constantemente e não sabia disfarçar, senti-me um pouco intimidada. Após a reunião terminar, o Santiago deu-me sinal para aguardar, quis falar a sós comigo. Com uma voz forte e bem colocada disse:

- Bem-vinda, espero que se adapte bem à empresa e que tudo corra bem.

- Obrigada, assim o espero.

- Caso precise de alguma coisa, estarei ao seu dispor, aliás se tiver alguma dúvida pergunte-me, sou a pessoa mais indicada para a ajudar.

- Ok… dúvidas vão existir sempre, por isso vou mantendo-o a par de tudo.

- O meu gabinete fica ao lado do seu, estaremos perto e estou cá todos os dias.


Senti-me mais protegida com a conversa do Santiago, soube bem sentir aquele apoio.

A sua presença no meu gabinete era assídua, mostrava interesse sobre o que eu fazia e tirava-me todas as dúvidas, entre os assuntos metia a sua piada… com o passar do tempo ganhámos confiança um com o outro, a meio da manhã íamos tomar café, e falávamos sobre a nossa vida pessoal, os nossos gostos, o que gostávamos de fazer…

Fiquei a saber que o Santiago tinha 40 anos, era solteiro, morava num apartamento junto à praia, mas tinha outra casa numa aldeia. Além disso possuía um iate, para passear pelo mar. Ou seja bens não lhe faltavam, tinha tudo o que queria, era milionário. 

Fisicamente era um homem de estatura média, um bocadinho de peso a mais, com uma barriga ligeiramente saliente, olhos castanhos, cabelo preto a cobrir as orelhas.


Não sentia atração pelo Santiago, mas era importante manter-me próxima e ter uma boa relação com ele.  

O Santiago tinha boas conversas, provocava, sabia o que dizia e a forma de dizer as coisas no momento certo. Comecei a achar, perante as suas conversas, que tinha interesse em envolver-se comigo.

Passados uns meses, continuávamos a ter os nossos cafés a meio da manhã e da tarde, as nossas conversas já tendiam para existir um convite para sairmos os dois, já nos conhecíamos bem. Como tal… o Santiago sabendo que eu adorava o mar, propôs-me dar um passeio de barco… 


Sábado de sol, temperatura amena. Estávamos no início de junho, os dias eram grandes… saímos a seguir ao almoço, entrámos no iate e o Santiago iniciou a viagem. Após umas horitas de viagem já estávamos em alto mar, um oceano calmo, uma imensidão de água… o iate parado, o Santiago e eu fomos para o interior, tinha uns degraus para a parte de baixo, abriu uma garrafa de champanhe, disse que já vinha tarde, mas era para comemorar a minha entrada na empresa. Fizemos um brinde… sorrimos um para o outro… estávamos de pé frente a frente, o Santiago pôs as duas mãos no meu rosto, e o seu rosto aproximou-se, beijou-me… não foi o melhor beijo do mundo, mas acedi e dei continuidade ao beijo, o ambiente do mar, o balancear do barco pedia algo mais, despiu-me… o seu toque nos meus seios arrepiou-me, foi diretamente à minha vagina, lambeu-a, conseguiu excitar-me um pouco mais, a seguir tirei-lhe as calças e os boxers, o pénis libertava baba, era fino e médio, com uma curvatura para a esquerda, chupei-o estava duro, o Santiago passado pouco tempo pediu para parar, estava quase a vir-se e não queria que fosse daquela forma, beijou-me novamente, a sua língua passou pelos meios seios, veio para cima de mim, esfregou o pau no meu clitóris e depois meteu-o na minha cona, aumentou o desejo, respirações ofegantes, o Santiago continuou sem parar, sem trocar a posição, gemeu e senti a cona molhada, veio-se… naquele momento simulei o orgasmo, gemi mais alto… demos uns linguados e senti-o satisfeitíssimo.


                                                    Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Acabei por ser interesseira, não tinha atração, nem desejo pelo Santiago, mas deixei-me envolver, fui pelo passeio de barco, por ser algo diferente do que já tinha feito, e não lhe quis dizer "não " por temer alguma represália na empresa, o certo é que não foi bom para mim, continuámos a sair, viajámos juntos, mantive uma relação que não era feliz, subi no cargo da empresa, e estando presa à relação, à família e à empresa, casámos. Passados dois anos, o casamento terminou, não existia amor.