sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Laura

Estive casado durante cinco anos, fruto dessa relação nasceu uma filha, sentia imensa felicidade, gostava muito da minha esposa, tinha 40 anos e achava que era um amor para a vida toda. Mas o inesperado aconteceu, chegado mais cedo a casa do meu trabalho (era chefe de cozinha num hotel) apanhei a minha mulher no nosso quarto com outro homem, tinha um amante, as pernas tremeram, a respiração parou, fiquei sem reação… a minha relação tinha terminado naquele instante. 


Após o divórcio, sentia-me perdido, sem encontrar sentido para viver, só a minha filha ajudava a manter-me ligado ao mundo. O meu trabalho tirava-me muito tempo, por um lado era bom porque estava distraído, por outro lado fazia-me falta sair e divertir-me. 


Passados uns meses, tive a oportunidade de conhecer a Laura, era prima de um amigo, foi-me apresentada num encontro casual na rua, os nossos olhos ficaram cúmplices, senti que seria um amor à primeira vista, aquele seu sorriso, dirigido a mim, encantou-me… queria voltar a vê-la, conhecê-la melhor… 


Através desse amigo, arranjei o contacto da Laura, começámos a conversar, mantivemos o contacto até marcarmos uma saída a dois. Numa folga, durante a tarde fomos a uma esplanada à beira mar… a Laura tinha 31 anos, era diretora de recursos humanos numa empresa de publicidade, era uma mulher atraente, olhos esverdeados, cabelo ondulado com madeixas loiras, esguia com uns seios médios, e um rabo bem definido… a nossa conversa baseou-se nas histórias que tivemos no passado e fiquei a saber que a Laura, tinha sido casada durante dois anos, teve um filho, mantinha uma paixão desmedida pelo homem da sua vida, até descobrir mensagens no telemóvel do seu marido que comprometeram a relação, não quis acreditar, preferiu não valorizar, mas o que se tinha passado ficou sempre na sua cabeça, e mais tarde voltou a descobrir novas mensagens, a indicar mesmo uma traição. 

Ambos éramos divorciados, livres para amar e assim foi, pouco tempo depois iniciámos uma relação.


Nas nossas férias resolvemos dar um passeio a pé, perto do local onde ficava a minha casa, conhecia uns caminhos pela natureza, quis mostrá-los à Laura, sentíamos o sol a aquecer as nossas costas, e às vezes tínhamos árvores à nossa volta, ouvia-se os pássaros a cantar, respirava-se ar puro, as nossas mãos iam entrelaçadas e estávamos isolados de pessoas.

Durante o caminho falávamos e tirávamos algumas fotos através do telemóvel, passámos uma ponte, que atravessava as duas margens do rio, vimos um peixe a saltar na água, continuámos a caminhar até cairmos sobre um campo de centeio, fiquei por cima da Laura e dei-lhe um beijo na boca… estávamos a sentir desejo para nos possuirmos.


Mais à frente, encontrámos uma casa abandonada, a porta estava entreaberta, resolvemos entrar… os raios de sol penetravam pelas janelas, a casa estava vazia, só havia alguns bocados de pedra caídos das paredes, e uma mesa com uma jarra numa divisão da casa… eu e a Laura demos um abraço como se tivéssemos no centro da sala da nossa casa, o nosso beijo foi dado com carinho, a luz iluminava a "suposta" sala… perguntei à Laura:

- Vamos fazer um vídeo através do telemóvel?

- E o que pretendes filmar?

- Eu e tu num envolvimento prazeroso… alinhas?

- Agrada-me essa ideia… 


A filmagem iniciou… puxei as calças e os boxers para baixo, a Laura deu-me um beijo na boca de língua e foi até ao meu pénis e chupou-o incessantemente, olhou para o telemóvel e deitou a língua fora da boca com bocados de sêmen, o seu broche era tão bom que fazia-me quase vir… a seguir tirou a blusa e o sutiã, lambi-lhe as mamas e apalpava-as, a Laura baixou as calças, abriu ligeiramente as pernas, a minha língua passava pelo seu clitóris, lambia-lhe a vulva, meti-lhe um dedo na sua coninha, estava bem húmida, a nossa excitação ultrapassava os limites, o meu pénis estava duro e babado, encostei a Laura a uma parede que estava em bom estado e pareceu-me segura, beijei-a no pescoço e enterrei o meu pau duro na sua vagina, agarrado às suas mãos, a foda estava a ser muito boa, apenas se ouvia os pássaros a cantar e os nossos gemidos… a seguir a Laura apoiou as palmas das mãos na parede, por trás dela, o meu pénis entrou até ao fundo, o meu ritmo aumentou, ambos estávamos quase a atingir o orgasmo, primeiro fui eu a vir-me e passados segundos após a Laura sentir o meu leite dentro dela, soltou um gemido e veio-se toda também… demos um beijo com as línguas fora das nossas bocas… 


                                                                                  Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Aquele lugar inóspito trouxe-nos um momento para mais tarde recordar, foi inesquecível…

À noite vimos a filmagem e a seguir voltamos a envolver-nos… não conseguíamos passar muito tempo sem sentirmos os nossos corpos bem juntos e o auge do prazer. 

terça-feira, 15 de setembro de 2020

Jorge

A minha relação com o Jorge durava há 5 anos, eu tinha 33 anos e ele 34. O Jorge definia-me como sendo uma mulher direta, com capacidade para gerir e perfil para liderar, vaidosa, tinha uma boa coxa, olhos de chinesa, cabelo escuro longo e ondulado.

Ele era um homem com ideias fixas, rigoroso, procurava sempre a perfeição em tudo o que punha as mãos, um pouco comodista e arrogante. Em termos físicos era alto, barba grande, cabelo curto, usava muitas vezes boina, o seu estilo cativava.


Começáramos a morar juntos há pouco tempo numa vivenda que ficava perto do local de trabalho… uma quinta que eu tinha herdado de uma tia, logo que ficou na nossa posse, optámos por recuperar o espaço para organizar eventos, nomeadamente todo o tipo de espetáculos que envolvesse música e dança, também alguns casamentos e outras festividades.


O trabalho consumia-nos muito tempo, não tínhamos fins de semana livres, nos feriados muitas vezes a quinta estava ocupada, a nossa relação baseava-se no nosso trabalho, o stress acumulava-se bastante, tínhamos de gerir bem as emoções.


Após um ano absolutamente esgotante, com trabalho diário, achámos que devíamos parar durante um mês, escolhemos uma altura de época baixa, coincidia com o início de um curso de dança que ambos queríamos frequentar. 

E, assim foi, aproveitámos as aulas às segundas e quartas-feiras ao final do dia, para aprendermos a dançar tango. 

Durante o dia, pensávamos um pouco nas decorações da quinta e eventos de futuro. E dávamos um pezinho de dança para treinar.

Os dias totalmente livres, eram vividos de forma apaixonada, como se fosse o início de uma relação, estávamos descontraídos, leves, sem a pressão do trabalho que nos afetava.


Decidimos marcar uma viagem, passar um fim de semana romântico, e escolhemos Paris.

Saímos para o aeroporto num sábado de manhã e seguimos viagem com uma grande vontade de conhecer a cidade e vivermos como se fosse uma lua-de-mel, juntos e felizes.


Durante a tarde passávamos momentos fantásticos, conhecemos muitas coisas na cidade, tirámos fotos, passeávamos de mão dada, surgia um abraço ou um beijo, o nosso carinho, cumplicidade e a nossa companhia extravasava amor.

À noite, já um pouco cansados, éramos iluminados pela luz da cidade, estávamos rendidos a todo o encanto que nos envolvia. 


Numa dessas noites, chegámos ao quarto e caímos em cima da cama, sorrimos e demos um abraço, a decoração do quarto assemelhava-se a um motel, o ambiente ficava mais apimentado. 

O Jorge perguntou:

- Que tal a cidade? Dentro das expectativas?

- Vale a pena visitar… acho que supera as expectativas, e tu estás a gostar?

- Muito… esta viagem vai reforçar o que sentimos um pelo outro.

- Concordo… vai fazer bem à nossa relação. 


Gostávamos de inovar no nosso envolvimento, criar ambientes propícios a transformar o ato sexual num momento intenso, experimentar sensações novas, era uma relação aberta ao conhecimento das diversas formas de prazer. 

Como tal, após uns beijos mais longos e molhados, eu e o Jorge fomos até ao wc, mais concretamente ao poliban, o Jorge aninhou-se e inclinou o tronco para trás, abri um pouco as pernas e urinei para cima do seu peito, a minha urina escorria até ao seu pénis. A seguir sentei-me no chão do poliban, e o Jorge agarrou no pau e urinou igualmente na direção do meu peito, fechei os olhos, um jacto forte batia nos meus seios, e sentia a urina quente a escorrer… nunca o tínhamos feito, gostámos da chuva dourada… ligámos o chuveiro, tomámos banho, fui acariciada pelas mãos dele, também passava as minhas mãos no seu corpo. 

Saímos do banho, secámos os corpos, com os corpos nus, embalamos numa dança no quarto, os passos eram calculados e controlados…

O Jorge ficou de quatro em cima da cama, por trás dele, lambi-lhe o ânus, a minha língua ia até aos testículos e voltava e ficava a lamber à entrada do ânus, ao mesmo tempo tocava-lhe no pénis, o Jorge arrepiava-se… o botão rosa fazia-o arrepiar.

Fiquei de barriga para baixo, empinei ligeiramente o quadril e o Jorge… lambia-me o cuzinho e metia a língua dentro da minha cona, abri um pouco as pernas e a língua dele deixava-me excitada… estávamos os dois desejosos por chegar ao orgasmo, a minha boca passou pela sua verga, chupou um pouco e ficou com sémen… deitei-me de barriga para cima, ficámos na posição pouso relaxado, pernas fechadas, com o Jorge por cima e o seu pénis bem enterrado dentro de mim, continuou assim, dizia sentir o pau bem apertadinho, prolongou mais um bocado, com os nossos gemidos a aumentar de tom, o Jorge chegou ao clímax. Eu sentindo o leitinho dele e ouvindo o seu gemer, contorci-me e prazerosamente cheguei ao orgasmo. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Uma viagem repleta de conhecimento, quebramos a rotina, tivemos sensações novas, e em variados momentos a dança proporcionou-nos muita sedução. 







 

sábado, 5 de setembro de 2020

Carolina

Com 38 anos a minha vida tinha caído em rotina. Casado há sete anos, dois filhos, o trabalho ocupava-me desde manhã cedo até à hora de jantar, a seguir a este passava o tempo com os meus filhos. Quando chegava à cama, muitas vezes estava cansado e com sono ou era a minha mulher que não estava com vontade para nos envolvermos… quando fazíamos amor era fazer por fazer, precisava de algo novo e diferente, que me despertasse…


A minha profissão por vezes implicava passar uns dias fora de casa, ou para fazer formações ou por causa mesmo de determinados trabalhos que tinham de ser feitos e terminados o quanto antes. 


A nossa empresa tinha uma empregada de escritório que era assediada por todos os homens. Chamava-se Carolina, tinha 31 anos, era relativamente baixa, magra, uns seios firmes que enchiam as mãos e que pareciam duros ao toque, loira, olhos castanhos cor de avelã, uns lábios cheios e grossos, um olhar bem atrevido e uma voz muito meiga.


Sempre que entrava no escritório procurava meter-me com ela conversando, e logo surgia uma piada ou um elogio. Estava sempre bem vestida e provocante… o seu olhar e a voz, deixava-me com vontade de a ouvir bem mais perto de mim, de sentir o seu cheiro e de percorrer o corpo dela… o meu ar assanhado e a forma como me metia com ela, fazia-a notar que eu a assediava, e que estava mortinho para estar num sítio a dois.

 

Precisava de marcar algo com ela. Quando insinuava isso a Carolina não se cortava, parecia que estava à espera de um convite…e eu teria de aproveitar,  pensar de que forma o poderia fazer … então.. resolvi escrever-lhe uma mensagem e meti dentro de uma carta.


" Carolina desde que entrei para a empresa, o local que mais gosto de estar e me sinto melhor é no escritório… porque será? Sinto que a tua conversa junta com a minha faz-me querer mais, mais conversa (não sejas maliciosa)… sabes que sou casado, poderá não ser benéfico…vou dar-te a escolher as seguintes opções: 

Das três que te vou apresentar vais escolher uma e depois dás-me a resposta.

  1. Sairmos por uma noite

  2. Passarmos um fim de semana juntos (hotel)

  3. Não sairmos (estive quase para não colocar esta alínea )"


A carta foi colocada à frente de uma fatura que lhe entreguei no escritório, disse-lhe que tinha uma carta para ela para além da fatura, saí e pisquei-lhe o olho. 

No dia seguinte entrei no escritório, era uma quinta-feira… a Carolina olhou-me, sorriu… estava corada… perguntou:

- A resposta é dada pessoalmente ou por carta também?

- Aceito a resposta de qualquer forma… sendo positiva claro.

- Vou deixar-te curioso até amanhã… hoje não terás a resposta.

- Vais deixar-me assim?

- Sim, vou….


Aguardei ansioso… acreditava que poderia estar com a Carolina no fim de semana, como tal avisei a minha mulher que ia ter formação, no sábado não iria dormir a casa… 


Sexta-feira, às 16h, tive a resposta da Carolina… disse-me que não ia passar o fim de semana comigo num hotel, mas que podia sair no sábado à noite… para escolher bem o sítio porque era casado e não queria ser vista comigo.


Combinamos o encontro a 10km de minha casa. Deixei o meu carro na garagem de um amigo, e fomos no carro dela, era mais seguro ser assim… dei-lhe as indicações… até um Motel… Quando subimos ao quarto é que reparei verdadeiramente nela, batom vermelho nos lábios, cabelo solto, blusa justa com os seios a sobressair, calça justa… estava bastante apetitosa, o perfume dela enchia o quarto… Perguntou-me:

- Como fugiste da tua mulher?

- Disse-lhe que tinha uma formação, só chegava amanhã.

- Mas vais ensinar-me alguma coisa ou vais ser ensinado? - sorriu.

- Só vamos saber depois… estou preparado para as duas coisas.

- Estou curiosa, nunca me envolvi com um homem casado.

- Prepara-te porque vamos estar aqui 12h, vais ter tempo para saber como é…

- 12h? a minha opção foi a... a) e não foi a... b).

- Passamos a noite juntos, depois logo se vê…


Sentámos na cama, liguei a televisão, o canal era pornográfico, íamos observando os dois, a Carolina perguntou-me se já me tinham feito alguma vez um strip… disse-lhe que não… levantou-se… o quarto tinha um varão… foi até junto dele, andava à volta dele, e a olhar para mim, deitei-me a olhar para ela, foi tirando a roupa, ficou sem as calças, encostou-se ao varão de costas para mim... baixou o tronco, o varão atravessava o cu dela, encostado ao fio dental, simulava com a língua que lambia o varão, agarrava com as mãos bem firmes, movimentava as mãos para cima e para baixo como se tivesse a tocar uma punheta… estava a deixar-me com tesão, que sedução… tirou a blusa, os seios duros… tirou o sutiã… o varão ficou no meio dos seios, ela apertava os seios contra o varão... a seguir tirou as cuecas, agarrada, baixou o tronco, de costas para mim, empinou o cu para trás, que imagem brutal, encostou o ombro ao varão, e com as mãos abria o buraquinho do cu e depois o da vagina…e olhava para trás na minha direção... deixou-me cheio de tesão, tinha o pau duro só de ver…


Veio de encontro a mim… perguntou-me ao ouvido se tinha gostado… disse-lhe que tinha adorado. Ajudou-me a tirar a roupa… deitei-a de barriga para cima, pus-lhe as minhas mãos nos seios, apalpei-os com força… passei a língua pelos bicos, desci até ao umbigo… subi… passei a língua pelo meio dos seios, pelo pescoço dela, beijei-a muito, beijos bem molhados, a minha mão passava na vagina, estava molhada, ia metendo dois dedinhos dentro e ela suspirava… deitou-me de barriga para cima, mordeu-me a orelha, beijou-me o pescoço, lambeu-me os bicos das mamas, a língua dela desceu… desceu… passou pelo pénis e lambeu-me os testículos, meteu-os na boca… arrepiava-me… chupou-me o pénis, sentia os lábios bem grossos dela, com a língua… deixava-me com muito desejo de a foder toda…

Fui para cima dela, com ela virada para cima… abri-lhe as pernas… meti-lhe dois dedos na boca,  ela chupava-os… enfiei-lhe o meu pénis na vagina, logo até ao fundo, revirou os olhos e soltou um gemido de prazer… as minhas mãos seguravam nos seios dela, bem firmes, e o meu pénis não parava dentro dela… gemia mais… dei-lhe palmadas suaves na cara, notava que ela gostava de alguma brutalidade, dava-lhe prazer… desci o meu tronco, sentia os seios dela junto ao meu peito… cuspi-lhe... o meu cuspe caía lentamente para dentro da boca dela, ela lambia… dava-lhe palmadas nos seios, ela estremecia… estava a ser muito bom para ambos… pôs-se de quatro, enterrei-a bem até ao fundo, puxava-lhe o cabelo para trás… pedia mais intensidade, dizia que estava cheia de tesão… dava-lhe palmadas bem fortes no cu, ficavam as marcas das minhas mãos na pele, as nádegas bem vermelhas… gemia mais… aumentei o ritmo… a vagina estava toda molhada… apoiou o peito na cama, empinou o cu… enquanto a fodia, pus os dedos no clitóris dela, apoiou a vagina nos meus dedos, estava totalmente deitada, abriu as pernas, continuei a fodê-la muito… com a nossa respiração acelerada… soltou um grito intenso de prazer… tinha atingido o orgasmo… ficou imóvel… continuei no meu ritmo… e também cheguei ao orgasmo… o meu leite entrou na vagina, fiquei deitado sobre as costas dela… 


Gostei bastante como nos entregámos um ao outro, estava a precisar de algo assim, a Carolina também queria sentir-me… durante a noite e manhã fomos aproveitando, depois fomos mais meigos um com o outro… 


                                                                       Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

A hora de sair do motel tinha chegado, cada um de nós foi para sua casa, eu fiz um pouco de tempo até ir para casa… não nos voltámos a envolver… a Carolina pouco tempo depois  mudou de trabalho, não voltámos a falar um com o outro…