Fui jogador de futebol durante muitos anos. Passei pelas camadas jovens e cheguei ao futebol profissional tinha 23 anos, fui trocando de clubes até que cheguei a um da primeira liga, aos 29 anos.
O clima no balneário era muito forte, bom ambiente, brincadeiras atrás de brincadeiras, havia críticas sempre construtivas, todos unidos para melhorar e acatar o que nos era transmitido, não conhecia pessoalmente nenhum dos meus colegas.
Estava longe da minha verdadeira casa, era solteiro, fui viver para perto do estádio com mais dois jogadores.
No balneário, ao meu lado equipava o Carlos, 1,85 m de altura, era forte, um líder na equipa, moreno, cabelo preto, corpo bem definido, uns abdominais de fazer inveja a qualquer um.
Nas conversas que iam havendo no balneário um dos temas principais era mulheres, o Carlos gabava-se muito das mulheres que tinha comido e que comia, tinha 34 anos, muitos clubes na carreira, muitas histórias… ia partilhando algumas com os colegas… solteiro dava a entender que qualquer uma lhe servia… gostava de ouvir aquelas conversas, ia estando atento, não tinha muito para falar sobre isso, eu era inexperiente com mulheres, e a minha tendência era para homens… era homossexual, ninguém ali no balneário notava… procurava disfarçar, mas no plantel havia homens muito bem feitos, dava gosto estar ali…
Sentia-me mais próximo do Carlos, era com ele que me sentia mais à vontade, era extrovertido, bom amigo, eu não era titular, por vezes nem convocado era, mas ele, como titular e capitão, ajudava-me muito, dava-me força, motivava-me… dizia que ia chegar o meu momento de jogar a titular… achava que ele era o maior motivo para eu continuar a lutar naquele plantel…
Já íamos a meio da época, os objetivos da equipa estavam a ser cumpridos, tínhamos criado a rotina de sair no dia seguinte ao jogo, era folga, ia quem quisesse, mas a maior parte das vezes quem saía era eu, o Carlos e outro jogador.
Os assuntos eram variados, mas quase sempre versavam sobre o relato dos pormenores nas relações sexuais que o Carlos tivera, uma das histórias que contou, foi que um dia teve numa festa em casa de um colega… havia várias mulheres, mas todas estavam acompanhadas, ele e três colegas não tinham acompanhante do género feminino, a festa foi avançando com muita música e álcool… estavam a curtir… a dançar… e na loucura do ambiente… deu um beijo na boca a um dos colegas… aquilo que tinha acabado de dizer mexeu comigo, sorri e pensei que não me importava nada que tivesse sido eu a receber aquele beijo… e perguntei-lhe:
- Como te sentiste após o beijo?
- Foi estranho, estava animado, não houve língua… foi diferente…
- Mas gostaste?
- Naquele momento era o que tinha, aproveitei-me...sorriu.
Não quis aprofundar mais, porque também estava outro colega, aquele dia passou assim…
Fui para casa e os filmes começaram a surgir na minha cabeça, e as perguntas… será que o Carlos alinhava em algo mais? Será que se deixava levar?… Como fazer para isso acontecer?… Muitas dúvidas…
Teria de esperar pela altura certa, tínhamos de estar sós, não queria que o plantel soubesse, tinha receio de perder um amigo se lhe falasse sabendo que era um mulherengo, estava a mexer muito comigo, podia levar a mal… o tempo foi passando e a vontade que acontecesse algo entre nós ia aumentando.
O Carlos morava sozinho, fazia da casa dele um ponto de encontro para fazer sexo, era um garanhão… todas as histórias que me contava, aguçava-me o apetite e só queria envolver-me com ele…
Tivemos um jogo muito importante no sábado à tarde contra um grande do futebol português, jogámos os dois na equipa titular, ganhámos o jogo… o Carlos marcou o golo da vitória… o dia estava a ser incrível, as sensações estavam ao rubro…
Marcámos o restaurante e fomos jantar após o jogo… fomos todos… ambiente do melhor… todos riam… nunca tinha sentido aquele ambiente noutro clube… o jantar prolongou-se… muito álcool, tudo divertido… era meia-noite e ainda estavam quase todos no restaurante… entretanto alguns iam embora… e fui ficando, só iria para casa quando o Carlos fosse…
A seguir… discoteca… fomos 6… uma fila muito grande à entrada… o Carlos já conhecia o dono… fomos logo para o início da fila… entrámos… muitos homens e mulheres bonitas… continuámos a beber… o meu olhar ia de encontro ao Carlos, o olhar dele ia de encontro às mulheres mais bonitas que ali estavam…
O Carlos fixou o olhar numa das muitas mulheres, aproximou-se… dançou com ela, falava… ria e ela também estava a achar-lhe piada… eu estava atento ao que se ia passar... ela afastou-se… se tencionava algo mais, não conseguiu… o tempo foi passando e só estava eu, o Carlos e mais um colega.
Voltou a aproximar-se de outra mulher… esteve algum tempo a falar com ela, dançaram… surgiu o beijo… o beijo que eu tanto queria, senti um ciúme estranho.
Já era tarde… a mulher que ele tinha dado o beijo saiu da discoteca. O Carlos veio ter connosco, disse-nos que a noite não estava a correr bem, costumava arranjar sempre alguém para passar a noite na casa dele… o nosso colega disse que ia embora… eram 5h da manhã... fiquei só eu e o Carlos… bebemos mais um copo… e achamos que tinha chegado a hora de irmos embora…
Quando saímos... o Carlos perguntou-me se tinha gostado da noite… disse-lhe que sim…
Perguntou-me se tinha comido alguém… e sorriu... a vontade que tinha de responder era que o comia a ele... contive-me… disse-lhe que não…
Sem contar perguntou-me se queria ir dormir a casa dele, por momentos veio tudo o que pensava dele à cabeça, estremeci… acho que devo ter ficado de todas as cores… disse-lhe que sim…
Já em casa dele… sentou-se no sofá… notava-se que estava cansado, com álcool a mais… não o podia deixar adormecer… sentei-me ao lado dele… e perguntei:
- Então a noite não foi produtiva?
- Não… não foi de todo… podia ter sido bem melhor…
- Acredito… acho que para mim também podia ter sido melhor…
Olhou para mim… colou o olhar… cresceu a vontade de me aproximar, não sabia como ia reagir… arrisquei… tinha de ser naquele momento ou nada…
Fui na direção do rosto dele, aos lábios… beijei-o... meio adormecido... deixou-se levar…
Sentia a língua dele… os olhos dele fechados… os meus abertos para ver a sensação que estava a ter…
Comecei a tirar-lhe a roupa… estava calado… ajudou a tirar as calças… parecia estar ao meu alcance…
Tocava-lhe no pau… chupei-o… gemeu… continuei… o seu pau não era grande… metia-o todo na minha boca… continuou a gemer… estava a dar sinal que eu estava a chupar bem...
Eu estava cheio de tesão… da forma como ele estava descontraído, não fiquei convencido que me fosse fazer oral… mas se me penetrasse já ia ser mais que bom… procurei sentar-me em cima do pau dele… entrou bem no meu cuzinho… fui fazendo movimentos para baixo e para cima… ele ia fazendo movimentos a ajudar…eu ia tocando no meu pau… estava todo húmido… saí de cima dele… fiquei de 4… veio por trás de mim, e enfiou-me bem o pau dele no meu cu… muito bom… aumentou a intensidade... sentia o pau dele todo dentro de mim… a mão dele foi ter com o meu pau… tocava-me… eu gemia…sentia o meu cu molhado… o Carlos deu um "ai" veio-se… sentia o leitinho dele todo dentro do meu cu…a sair e a escorrer… ainda no incêndio do prazer, o Carlos virou-me… veio lamber-me o pau… fiquei nas nuvens… para quem nunca tinha feito… estava a ser ótimo… chupou muito… estava quase a atingir o orgasmo… disse-lhe que me ia vir, pensei que ele ia deixar de chupar… que não ia engolir… mas errei… foi até ao fim… a boca dele ficou cheia do meu leite… engoliu… ambos atingimos o máximo de consolo…
Experiência única… nunca tinha sentido algo tão bom com um homem, tanto prazer junto... o Carlos ficou só pela experiência, não voltámos a repetir… o Carlos juntou-se com uma mulher, muito bonita. Eu arranjei um namorado, somos muito felizes.

Fico feliz por ele ter conseguido o que queria e ter sentido prazer.
ResponderEliminarParabéns, muito bons ks detalhes e a forma como você escreveu.