Após concluir a minha licenciatura em línguas modernas, enviei vários currículos, procurei emprego por um período de tempo, e fui chamada para a receção de um hotel, não era o que pretendia, mas tive que me sujeitar…
Tinha 30 anos, morava com os meus pais, queria ter a minha independência, gostava de praticar desporto, o meu corpo era atlético, gostava de andar bem vestida, seduzir e entregar-me a situações novas, procurar ou encontrar o diferente, a minha mente sempre foi bastante aberta…
O meu trabalho foi rolando, fui-me habituando, e até ganhei gosto pelo que fazia, não era monótono, via sempre pessoas novas a entrar no hotel, umas com estadia mais prolongada, outras passavam só uma noite.
Passados uns meses de ter iniciado o meu trabalho, entrou um grupo de quatro ingleses, para ficarem hospedados durante um mês no hotel. Um deles falava muito bem o português, fiquei surpresa, e curiosa para saber o motivo de ser fluente nesta língua. Fisicamente era um homem forte, cabelo loiro, pele branca, um sorriso com os dentes certinhos, gostei da sua aparência.
No momento do registo de entrada, foi ele que tratou de tudo, talvez por saber falar bem a língua portuguesa, mostrou-se com um perfil dominador, parecia o chefe dos outros. Sem lhe perguntar contou-me a história que os trazia até Portugal.
Morava em Portugal há 10 anos, era gestor de empresas, decidiu convidar três amigos do mesmo ramo para frequentar umas palestras e ao mesmo tempo passar umas férias. Ia estar com eles durante um mês. No fim desta estada os amigos iam para Inglaterra e ele ficava por cá… após a apresentação, desejei-lhes uma boa permanência e se precisassem de alguma coisa que dispusessem, agradeceu.
Através dos dados que me deu sabia que se chamava Anderson, tinha 29 anos… todos os dias, antes do pequeno-almoço, cumprimentava-me desejando-me "bom dia" e metia conversa comigo, procurava saber algum detalhe sobre mim, sempre bem-disposto, mesmo com aquele aspeto de se ter deitado muito tarde no dia anterior e ter dormido pouco.
Aquela sua presença era recorrente, só nas minhas folgas, é que, sabia eu, não aparecia.
Sentia uma atração pelo Anderson. O tempo da estada já ia a meio. As nossas conversas eram uma fusão de interesses. Notava que era um homem vivido e, através de uma conversa que tivemos, era experiente com mulheres, abriu um pouco o jogo… acho que estava a precisar de um envolvimento com alguém que me soubesse dar prazer.
Após muitas conversas e maior confiança um com o outro, nas vésperas de terminar a estada, passei a noite a trabalhar no hotel. Estava tudo calmo, o Anderson esteve com os amigos a beber no bar do hotel até fechar… os colegas subiram para o quarto, ele cambaleava, ficou a falar comigo, a voz arrastava, os olhos brilhavam, e o tema de conversa foi sexo, embora soubesse que não estava a dizer coisa com coisa, estava a excitar-me com o que dizia, perguntou-me:
- Como mulher gostas de aventuras?
- Depende, mas por norma gosto de experiências novas.
- Isso agrada-me… há um sítio onde gostava de te levar.
- Sério? Onde?
- Gostas de surpresas?... não te vou dizer… mas podemos marcar para o dia em que tiveres folga.
- Gosto de surpresas sim… se a resposta é ter de esperar, eu aguardo.
- Marca na tua agenda e depois vais ser tu a dar-me a resposta.
Aquela insinuação deixou-me desejosa para saber onde me ia levar. Entretanto, desejou-me boa noite e subiu para o quarto. A meio da noite veio ter à receção, chamou-me, veio ter comigo, disse que não conseguia dormir… não estava a contar com a sua presença, foi até atrás de uma coluna e chamou-me… quando apareci, encostou-me à parede e beijou-me a boca, o pescoço, deixou-me cheia de fogo por dentro de mim, travei-o, não permiti que avançasse… afastou-se… pediu desculpa e voltou a subir para o quarto.
O beijo deixou-me com vontade de fazermos algo mais, fiquei a pensar naquele momento.
A estada chegou ao fim. Combinei com o Anderson estarmos juntos passados três dias. Era o dia da minha folga, deu-me a morada e marcámos em sua casa.
Cheguei a meio da tarde. O Anderson mostrou-me a casa: era grande, bem dividida, com jardim à frente… ficámos na sala, depois fomos até à parte de trás da casa, sentámo-nos à mesa, por baixo de uma espécie de tenda, abriu uma garrafa de champanhe que fomos bebericando…
Mantinha a curiosidade de saber se a surpresa seria conhecer a sua casa ou algo mais…
Questionei-o:
- A surpresa?
Sorriu e respondeu-me:
- Tens razão… vou-te mostrar o que ainda não viste, uma parte da casa…
Fomos até esse sítio… era um quarto… com pouca luz, com uma música ambiente suave, o odor era agradável… a seguir perguntou-me se estava disposta para ser dominada… sempre gostei de coisas novas, acedi…
Despiu-me… disse para ficar de quatro, pôs-me uma coleira de couro no pescoço, prendeu um cadeado e andei assim presa pelo chão, a seguir fiquei de joelhos, vendou-me os olhos… algemou-me, pegou num chicote, fui chicoteada várias vezes no rabo… sentia-me uma submissa, apenas e só cumpria as suas ordens…a seguir passou o pau pela minha boca, não era grande… mas sentia-o a bater nos meus lábios…entrou pelos meus lábios… chupei-o… cabia todo dentro da minha boca… tirou-me as algemas… fiquei sentada e prendeu-me os braços esticados com cordas, arreganhei a vagina, a língua do Anderson não parava pelo meu clitóris, a excitação atingia o auge, comigo presa, meteu o seu pénis na minha cona, investiu sobre mim, dava palmadas nos meus seios, cada movimento era uma sensação crescente de prazer, continuou… sem parar… os nossos gemidos ecoavam pelo quarto, cheguei ao orgasmo… não consegui conter-me e esguichei urina… o Anderson soltou-me, fiquei de quatro, meteu o pau no meu cuzinho e veio-se logo a seguir…
Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest
Toda a envolvência foi nova para mim, fiquei a adorar o sadomasoquismo, ser submissa aumentou a minha excitação, o orgasmo foi dos mais intensos que tive… voltámos a ter cenas similares, fantasias e loucuras.

Fiquei com MAIS desejo pelo sadomasoquismo.
ResponderEliminarBelíssimo texto.