Detinha o cargo de diretora financeira numa empresa, tinha 32 anos, mulher morena, olhos escuros, cabelo ondulado e comprido, uma tatuagem na omoplata, possuía uma personalidade forte, sempre soube o que queria, nunca fui influenciada por outros, os meus gostos eram bem vincados. Sempre fui assediada por colegas de faculdade e de trabalho também, habituei-me a ser observada em qualquer lugar que estivesse, fosse por homens ou mulheres, na rua ouvia piropos e embora não gostasse, a autoestima estava sempre em alta.
O meu grupo de amigos era restrito, tinha mais mulheres do que homens, gostava de ter uma vida social ativa, saía aos fins de semana, bebia, por vezes também fumava, frequentava bares, ficava pouco tempo por casa… uma das minhas companhias mais especiais era a Alice, trabalhava na mesma empresa que eu, noutro cargo, mas raramente nos encontrávamos na empresa.
Era uma mulher com 26 anos, sensual, um rosto lindo, parecia uma boneca de porcelana, tínhamos a mesma altura, era meiga, ingénua, alinhava sempre nas brincadeiras, não se chateava com nada, era uma politicamente correta. Já nos conhecíamos há quatro anos e tínhamos um histórico de passeios juntas, de aventuras loucas e noites repletas de risadas.
A nossa liberdade permitia estarmos sempre disponíveis para qualquer programa que surgisse, quando havia um convite, era sempre aceite… procurávamos sempre o divertimento. A Alice e eu gostávamos de sentir a adrenalina, do inesperado, do novo e diferente, sentíamos mesmo essa necessidade no nosso dia-a-dia…
Um dia surgiu um convite para uma festa de anos, seria na casa de uma amiga em comum, a casa era muito grande, muitos quartos, rés-do-chão e primeiro andar, piscina e anexos… A festa ia ter cerca de quarenta pessoas presentes, sem crianças, só com pessoas adultas, poucos homens e decorria durante o domingo de tarde.
Já era costume frequentarmos essa casa, e sermos convidadas para a festa de aniversário dessa amiga, todos anos cresciam o número de convidados.
Domingo após o almoço eu e a Alice fomos no meu carro em direção à casa da aniversariante, chegadas lá, demos os parabéns à nossa amiga, entregamos a prenda e fomos conversar para perto da piscina. Alguns convidados já tinham chegado, outros estavam a chegar… o tempo foi passando, íamos bebendo e apanhando sol, estava calor, ambas tínhamos um vestido no corpo, o decote da Alice era mais pronunciado do que o meu.
Estávamos bem animadas, o pessoal ficava ao longo do jardim e dentro de casa, sabíamos que o corte do bolo seria à noite, pisquei o olho à Alice e disse para me acompanhar. Pegou na sua bolsa e veio atrás de mim.
Subimos ao andar de cima, de frente para as escadas saiu uma rapariga do WC, passámos pelo corredor, e fomos até ao fundo, sabia que era onde estava situado o quarto de hóspedes, já tinha ficado lá a dormir, entrámos as duas, sem ninguém nos ver… encostei-me à porta e a Alice ficou à minha frente, demos um beijo que nunca mais acabava, os seus lábios pareciam seda, os meus grossos e cheios colavam-se-lhe, com as línguas a mexer dentro das nossas bocas, sentia-me húmida… as mãos firmes apertavam os nossos seios, não podíamos demorar muito tempo, crescia a adrenalina, fui à minha bolsa buscar um vibrador, deitei-me na cama, a Alice puxou o meu vestido para cima, chupou-me os bicos das mamas, desceu com a língua e lambeu-me a vulva, senti um arrepio que atravessara o meu corpo, e cheia de desejo, pedia-lhe para continuar, enfiou-me o vibrador na vagina, enquanto estava bem dentro, a sua língua lambia-me o clitóris…meteu-me um dedo dentro do ânus... estava a ser tão bom que cheguei ao orgasmo num ápice… A Alice sem o v estido ficou de quatro, beijei-lhe a boca, apalpei os seus seios durinhos, meti um seio na minha boca, a seguir tinha um cinto no vestido, dei-lhe com o cinto nas nádegas, sem magoar, passei os dedos na sua cona, estava bem molhada, a minha língua lambia a entrada do seu cuzinho, ficou totalmente deitada, bem apoiada na cama, sabia que a Alice gostava de anal, abriu as pernas e eu devagarinho meti-lhe o vibrador no ânus, ao mesmo tempo a minha língua estava ativa na sua vagina… continuámos assim durante um período, até gemer intensamente, cheia de prazer… a Alice demorou mais tempo a chegar ao orgasmo… demos um abraço, suadas e com os nossos corpos a colar, sensação de prazer absoluto. Saímos do quarto e voltámos para junto da piscina, como se nada tivesse passado, mas muito consoladas.
Envolvemo-nos durante muito tempo, aliás praticamente desde que nos conhecemos, assumimos uma relação lésbica… quisemos adotar um filho. A nossa felicidade aumentava todos os dias, almas gémeas...


