domingo, 26 de fevereiro de 2023

Alice

Detinha o cargo de diretora financeira numa empresa, tinha 32 anos, mulher morena, olhos escuros, cabelo ondulado e comprido, uma tatuagem na omoplata, possuía uma personalidade forte, sempre soube o que queria, nunca fui influenciada por outros, os meus gostos eram bem vincados. Sempre fui assediada por colegas de faculdade e de trabalho também, habituei-me a ser observada em qualquer lugar que estivesse, fosse por homens ou mulheres, na rua ouvia piropos e embora não gostasse, a autoestima estava sempre em alta.

O meu grupo de amigos era restrito, tinha mais mulheres do que homens, gostava de ter uma vida social ativa, saía aos fins de semana, bebia, por vezes também fumava, frequentava bares, ficava pouco tempo por casa… uma das minhas companhias mais especiais era a Alice, trabalhava na mesma empresa que eu, noutro cargo, mas raramente nos encontrávamos na empresa.

Era uma mulher com 26 anos, sensual, um rosto lindo, parecia uma boneca de porcelana, tínhamos a mesma altura, era meiga, ingénua, alinhava sempre nas brincadeiras, não se chateava com nada, era uma politicamente correta. Já nos conhecíamos há quatro anos e tínhamos um histórico de passeios juntas, de aventuras loucas e noites repletas de risadas.

A nossa liberdade permitia estarmos sempre disponíveis para qualquer programa que surgisse, quando havia um convite, era sempre aceite… procurávamos sempre o divertimento. A Alice e eu gostávamos de sentir a adrenalina, do inesperado, do novo e diferente, sentíamos mesmo essa necessidade no nosso dia-a-dia… 

Um dia surgiu um convite para uma festa de anos, seria na casa de uma amiga em comum, a casa era muito grande, muitos quartos, rés-do-chão e primeiro andar, piscina e anexos… A festa ia ter cerca de quarenta pessoas presentes, sem crianças, só com pessoas adultas, poucos homens e decorria durante o domingo de tarde. 

Já era costume frequentarmos essa casa, e sermos convidadas para a festa de aniversário dessa amiga, todos anos cresciam o número de convidados.

Domingo após o almoço eu e a Alice fomos no meu carro em direção à casa da aniversariante, chegadas lá, demos os parabéns à nossa amiga, entregamos a prenda e fomos conversar para perto da piscina. Alguns convidados já tinham chegado, outros estavam a chegar… o tempo foi passando, íamos bebendo e apanhando sol, estava calor, ambas tínhamos um vestido no corpo, o decote da Alice era mais pronunciado do que o meu.

Estávamos bem animadas, o pessoal ficava ao longo do jardim e dentro de casa, sabíamos que o corte do bolo seria à noite, pisquei o olho à Alice e disse para me acompanhar. Pegou na sua bolsa e veio atrás de mim.

Subimos ao andar de cima, de frente para as escadas saiu uma rapariga do WC, passámos pelo corredor, e fomos até ao fundo, sabia que era onde estava situado o quarto de hóspedes, já tinha ficado lá a dormir, entrámos as duas, sem ninguém nos ver… encostei-me à porta e a Alice ficou à minha frente, demos um beijo que nunca mais acabava, os seus lábios pareciam seda, os meus grossos e cheios colavam-se-lhe, com as línguas a mexer dentro das nossas bocas, sentia-me húmida… as mãos firmes apertavam os nossos seios, não podíamos demorar muito tempo, crescia a adrenalina, fui à minha bolsa buscar um vibrador, deitei-me na cama, a Alice puxou o meu vestido para cima, chupou-me os bicos das mamas, desceu com a língua e lambeu-me a vulva, senti um arrepio que atravessara o meu corpo, e cheia de desejo, pedia-lhe para continuar, enfiou-me o vibrador na vagina, enquanto estava bem dentro, a sua língua lambia-me o clitóris…meteu-me um dedo dentro do ânus... estava a ser tão bom que cheguei ao orgasmo num ápice… A Alice sem o v estido ficou de quatro, beijei-lhe a boca, apalpei os seus seios durinhos, meti um seio na minha boca, a seguir tinha um cinto no vestido, dei-lhe com o cinto nas nádegas, sem magoar, passei os dedos na sua cona, estava bem molhada, a minha língua lambia a entrada do seu cuzinho, ficou totalmente deitada, bem apoiada na cama, sabia que a Alice gostava de anal, abriu as pernas e eu devagarinho meti-lhe o vibrador no ânus, ao mesmo tempo a minha língua estava ativa na sua vagina… continuámos assim durante um período, até gemer intensamente, cheia de prazer… a Alice demorou mais tempo a chegar ao orgasmo… demos um abraço, suadas e com os nossos corpos a colar, sensação de prazer absoluto. Saímos do quarto e voltámos para junto da piscina, como se nada tivesse passado, mas muito consoladas. 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Envolvemo-nos durante muito tempo, aliás praticamente desde que nos conhecemos, assumimos uma relação lésbica… quisemos adotar um filho. A nossa felicidade aumentava todos os dias, almas gémeas...


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

Celso

O meu relacionamento com o meu companheiro já tinha uma dezena de anos, mas maioritariamente foi passado sem ele, trabalhava fora do país e poucas vezes vinha a casa. Passava muito tempo sozinha e havia momentos em que sentia falta de carinho, ficava carente.

Os meus 50 anos não me pesavam, sentia-me jovem e ainda com muito tempo pela frente para viver, aprender e aproveitar qualquer momento que me fizesse feliz.

Perto da minha casa morava o Celso, já o conhecia antes de conhecer o meu companheiro, tinha 47 anos, era casado e tinha cinco filhos. O Celso sempre sentiu atração por mim, mas nunca se tinha passado nada entre nós, achava-o elegante, bom falante e disponível para o que fosse preciso.

Num dia à tarde fui de autocarro fazer umas compras à cidade, ficava distanciada 5 km de minha casa. Quando fui comprar pão cruzei-me com o Celso, também fazia compras para sua casa. Durante um tempo mantivemos uma conversa, reparei que ele não tirava os olhos do meu decote, eu olhava para os seus olhos e sentia desejo. Aquela conversa estava a despoletar algo que não deixava que fosse terminada. Nem um, nem outro queríamos afastar-nos.

O Celso perguntou:

- Ainda tens muitas compras para fazer?

- Não…vou comprar pão e depois sigo de autocarro para casa.

- Eu já tenho tudo comprado, aceitas a minha boleia?

- Olha até aceito… mas tens de me levar por bons caminhos - sorri.

- Claro, já sei o caminho, vou tentar não me perder - sorriu.

Pelo caminho o Celso ia muito devagar, parecia fazer render o tempo, para estarmos mais tempo juntos, a conversa desenrolou-se e vieram à baila as nossas relações, dei conta que estava muitas vezes sozinha e que havia momentos em que fazia falta carinho, a presença de alguém… notei que o Celso olhou para mim, percebi que a sua vontade era de me comer, e eu tinha a mesma vontade. Mais à frente parou o carro, agarrou na minha mão, os nossos olhares penetraram um no outro, a minha língua molhou os meus lábios, estávamos calados, esperei que o Celso tivesse a iniciativa de dar-me um beijo, e assim aconteceu… 

Com as nossas mãos agarradas, o beijo molhado foi prolongado, sentia uma excitação que me estava a deixar sem controlo, a boca do Celso estava quente, a sua mão quente desabotoou o botão das minhas calças, desceu o fecho, passou a mão pelas minhas cuecas molhadas, depois por dentro das cuecas, enfiou os seus dedos na minha vagina, ao mesmo tempo o nosso beijo aumentava ainda mais o tesão, a seguir fui com a minha mão agarrar o seu pau babado, era pequeno e grosso… levou o carro para trás de umas árvores, estávamos escondidos e parecíamos adolescentes, com a adrenalina de poder aparecer alguém, continuámos com o nosso envolvimento…

Fomos para o banco traseiro do carro, sem roupa… fez-me um bom minete, senti que estava quase a vir-me, mas consegui controlar-me… depois meti o seu pau todo dentro da minha boca, chupei-o com carinho… alguns fluídos de esperma escorriam pela minha boca, continuámos embalados no prazer, e o Celso por cima de mim penetrou-me, estava a ser bom, agarrou as minhas mamas pequenas e lambeu os meus bicos… estava difícil de chegarmos ao orgasmo, fui para cima dele, dei tudo, não parava… mas passado algum tempo o Celso perdeu a ereção… e também senti que a chama do fogo baixou… não conseguiu vir-se e eu também não cheguei ao orgasmo. O Celso nunca tinha traído a sua esposa, e pode ter contribuído para a perda de ereção… Quando cheguei a casa estava quente, acesa… tive de me masturbar com os meus dedos.

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foi um momento de muita adrenalina, a conversa que fomos tendo e todo o desenrolar da viagem de carro, fez proporcionar chegar àquele local e o envolvimento acabou por acontecer, não chegamos ao expoente máximo do prazer, mas foi bom.



domingo, 5 de fevereiro de 2023

Sónia

Decidi embarcar na maior experiência da minha vida, sempre tive o sonho de fazer um cruzeiro e conhecer alguns países. Estava com 32 anos, solteiro e livre para seguir na minha primeira aventura sozinho.

A viagem ia durar vários dias, a embarcação era grande e luxuosa, havia de tudo, flutuava uma cidade sobre o mar… 

O dia estava encantador, os raios de sol em alto mar aqueciam o meu corpo junto à piscina, enquanto bebia um gin. O navio atravessava o mar mediterrâneo em direção à costa de Malta. O meu olhar abrangia muita gente, grande parte eram casais com uma certa idade… achava que ia ser uma viagem para descansar, absorver energias e meditar sobre o meu futuro. 

Deitado numa espreguiçadeira através dos meus óculos de sol olhei para o meu lado direito e, ao fundo, vi uma rapariga de biquíni preto deitada de barriga para baixo, ao seu lado estava um casal, deduzi que fossem os seus pais… o meu foco foi observar o seu rabo empinado, de fio dental, passados uns minutos mudou de posição, fazia topless, as suas maminhas descobertas eram bem redondas, com os bicos bem definidos e já bronzeada, o cabelo era preto e estava preso, o seu olhar era meigo, parecia ser alta, acho que não reparou em mim, mas deixou-me tão colado que tudo o resto que havia no navio passou para segundo plano.

Só tinha vontade de me aproximar e meter conversa, mas contive-me, teria tempo para que isso acontecesse, seriam vários dias de viagem, não ia perdê-la de vista… À noite fui beber um copo ao bar, depois na parte de fora do navio ouvia música, e via muitas mulheres, tentei descobrir aquela rapariga da tarde, mas não a vi, provavelmente estaria junto aos pais numa parte do navio… acabei por ir para o quarto ler um livro e descansar.

Após o navio ter parado em Malta, e conhecido um pouco do país, a viagem continuou em direção à costa napolitana, os dias continuavam brilhantes, o sol iluminava a rota.

Durante a tarde voltei à piscina, e não vi aquela rapariga que tinha visto antes, achei que a tinha perdido, que não ia voltar a encontrá-la… vi o pôr-do-sol em alto mar, sentia que estava a usufruir da minha própria companhia… fui jantar, olhei para a parte de fora do navio e vi a passar a rapariga que já não via há dias… não terminei o jantar e discretamente fui tentar ir ao seu encontro, mas… voltou a desaparecer, perdi-a novamente… e mais um dia passava sem existir aproximação… 

Passados uns dias, depois de conhecermos os países que estavam destinados na rota, a viagem já era no sentido contrário, rumo a casa. Era noite, estava calor, o céu estrelado… estava em pé na parte da frente do navio, e vejo uma rapariga a aproximar-se… não havia muita gente porque já era um pouco tarde, sentou-se sozinha perto de mim, o meu coração bateu mais rápido, fiquei quase sem ação, fixei o meu olhar nos seus olhos e convenci-me que era mesmo ela… fui na sua direção… falei com ela em inglês, soube que passava férias com os pais, eram croatas, mas ela tinha nascido em Portugal, começamos a conversar em português, chamava-se Sónia e tinha 25 anos… a nossa conversa fluía como o navio, prolongou-se por bastante tempo, ambos tínhamos vontade de continuar perto um do outro… não queríamos sair dali… 

Sentia as minhas mãos suadas, e a Sónia estava inquieta, e sabendo que o clima estava bom entre nós… saiu-me a pergunta…

- Vens comigo?

- Para onde me queres levar?

Segurei a sua mão e saímos daquele local, sem lhe dar a resposta… fomos para o meu quarto, e a Sónia à entrada chamou-me de safado… sabíamos o que ia acontecer… o meu corpo colou ao seu, e iniciámos um beijo de língua prolongado, ficámos sem ar, ofegantes e cheios de tesão… despimo-nos, os nossos corpos queimavam de desejo, a Sónia chupou-me o pau e dizia " que pau bom e gostoso " e eu empurrava ligeiramente a sua cabeça em direção ao meu pau, estava a ser maravilhoso… a seguir quis fazer-lhe um minete, a sua cona peluda estava babada, a minha língua foi ao seu clitóris e lambeu-o, o seu corpo reagia por impulsos, estava inquieta… pediu-me para a penetrar bem até ao fundo… e assim foi, com as pernas abertas para mim, o meu pénis duro enterrou-a, ao mesmo tempo as minhas mãos apalpavam as suas maminhas… os nossos corpos estavam bem unidos, com  movimentos leves e profundos, gemíamos aos nossos ouvidos… a Sónia quis que aumentasse a intensidade, o ritmo foi mais elevado… suados e entregues ao prazer, ambos soltámos um gemido mais forte… A cona da Sónia ficou molhada com o seu sémen… e cheia de esperma que era expelido do meu pau. 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Demorou uns dias até encontrar a Sónia no navio, mas depois aconteceu tudo muito rápido, foi uma noite marcada por bom sexo… repetimos várias vezes nos restantes dias… a viagem de regresso foi o esplendor do am