segunda-feira, 25 de julho de 2022

Patrícia

Apaixonei-me por uma mulher ligada à natureza e aos animais, a Patrícia era Bióloga e vegan, tinha 39 anos e muito tempo dedicado ao ambiente e a tudo o que era natural, sem químicos, sem poluição… possuía uma quinta com variadas árvores de fruto, culturas de legumes e muitos animais. 


Eu tinha 40 anos, despedi-me do trabalho que desempenhava na cidade e dediquei-me a ajudar a Patrícia na sua quinta na aldeia, a minha vida mudou 180 graus, os dias eram ocupados a tratar de animais, apanhar legumes na horta, comprara recentemente um trator, que usava no campo, tornara-me um agricultor. 

O nosso trabalho era diário, havia sempre alguma coisa para fazer, e tínhamos algumas pessoas que vinham para a quinta ajudar… a venda dos produtos e a rentabilidade do espaço, juntamente com o gosto que tínhamos pelo que fazíamos era um fator aliciante para continuarmos a viver da forma que escolhemos.


Estávamos sempre muito próximos, passávamos o dia juntos desde que o sol nascia até ao pôr-do-sol. A nossa ligação era muito forte, não sabíamos o que era discutir, o entendimento entre nós era perfeito. 


Um dia tivemos um fim de semana com menos trabalho, com a ajuda de amigos decidimos construir uma casa de madeira numa árvore da quinta, a árvore era grande e consistente, forte para aguentar as tábuas da construção… deu bastante trabalho, foram precisos vários dias para ficar uma casa dentro do que gostávamos de ter.


                                                         Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest



Uma casa pequena, com um quarto, uma sala que fazia de cozinha também e um WC, era confortável, acolhedora, resistente e adorávamos passar as tardes por lá… sentados à varanda… passávamos o tempo a ver a paisagem sobre a quinta, víamos os terrenos, de longe os animais, o tempo era ocupado a ler, na descontração e a descansar.


Era final de tarde, os últimos raios de sol do dia atravessavam os ramos das árvores… eu e Patrícia sentíamos a brisa fresca a correr, ouvíamos o som das folhas e o chilrear dos pássaros, o sol ia descendo até cair a noite… a Patrícia estava encostada a mim, a sua mão passou por cima dos meus calções na direção do meu pénis, a seguir meteu a mão dentro dos calções e mexeu nele… o meu pau subiu e o tesão aumentava, olhou para mim e sorriu, desceu os calções e iniciou um broche, a sua boca chupava bem demais, a mão acompanhava com uma punheta, o meu pau estava todo babado, a Patrícia veio até à minha boca e demos um beijo de língua intenso, entrámos em casa, com a Patrícia deitada no chão subi o seu vestido, os meus dedos entravam na sua cona e lambia-lhe o clitóris e a sua vulva, o meu minete deliciou-a… em pé demos um abraço, a noite já estava por cima de nós…

No quarto a Patrícia apoiou o peito em cima da cama, por trás enterrei-lhe o pénis bem forte, com os movimentos vigorosos, o prazer aumentava, a seguir ficou de lado e voltei a penetrá-la… cheguei ao orgasmo… a seguir voltei a lamber a coninha da Patrícia e a meter os dedos, e veio-se compulsivamente.


                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


A natureza conjugada com o amor que sentimos por quem amamos, é mágico… a mudança que tive na minha vida foi compensada por tudo o que aprendi e vivi com a Patrícia. 





sexta-feira, 15 de julho de 2022

Rafael

As minhas experiências amorosas eram vastas… como mulher já tinha tido envolvimentos com outras mulheres, o que achei fantástico, fiz sexo em grupo, ménages… tendo gostado mais de ter dois homens comigo ao mesmo tempo. Todas essas ligações foram importantes para mim, soube conhecer bem o meu corpo, descobrir várias formas de prazer, o sexo era o meu ponto de abrigo, adorava ter experiências novas e diferentes, nunca tive relações duradouras. Como tal, aos 52 anos estava solteira.


A minha autoestima sempre esteve em alta, embora o meu corpo tivesse sempre com uns quilos a mais, nunca fui abaixo, sempre tive com quem fazer sexo, bastava querer… 

Tornei-me independente muito cedo, comecei a morar sozinha com 18 anos, aprendi a viver comigo mesma, e se as paredes da minha casa falassem iam ter muito para contar… foram muitos orgasmos.


Tinha um amigo especial, chamado Rafael conhecia-o há 20 anos, estivemos juntos em momentos com muita excitação, foram experiências loucas que nos encheram de muito prazer.

Por vezes estávamos juntos, quando visitava a minha casa trazia sempre uma prendinha para mim. O Rafael era divorciado, tinha 50 anos, o seu corpo era gordo, tinha entradas no cabelo grisalho, sempre teve um lado aventureiro, homem um pouco bruto de quem eu gostava, sabia surpreender uma mulher, era imprevisível e espontâneo.


O Rafael teve um tempo desempregado, depois arranjou um trabalho como camionista, fazia viagens nacionais e às vezes pela Europa. Como morava longe de mim, falávamos pelo telemóvel, dizia que estava feliz com o seu novo emprego.

Um dia ligou-me e disse que tinha saudades minhas, que sentia desejo de estar comigo, aquelas suas palavras deixaram-me com muita vontade de dar-lhe um abraço e de entregar-me a si... perguntei:

- Rafael, estás longe?

- Estou em França, daqui a uns dias regresso e vou passar perto da tua zona.

- Hum… vais querer matar saudades?

- Se houver essa possibilidade, gostava de estar contigo.

- Ok… depois avisa porque também quero muito estar contigo.


Aqueles dias seguintes, fizeram-me pensar muito nele, masturbei-me várias vezes com o Rafael no meu pensamento, os meus dedos e o dildo deixavam-me satisfeita, mas sentia falta dos seus beijos, do toque, dos gemidos, dos arrepios… 

O meu corpo pedia o Rafael, o relógio parecia que estava sempre na mesma hora, os dias demoravam a passar, nunca tinha sentido tanta vontade de fazer sexo como naqueles dias.


O Rafael informou que já tinha entrado no nosso país, não demoraria muito a chegar até mim, o meu ritmo cardíaco aumentou, sabia que já faltava pouco para o sentir.

Combinámos que iria ter com ele, deixou o camião num parque a 20 km de minha casa, saí e, à medida que percorria o caminho, já nem me lembrava dos locais que ficavam para trás, só pensava no que faltava passar para chegar até ao Rafael.


Entretanto, cheguei, aproximei-me do seu camião, esperava-me dentro dele, desceu e deu-me um abraço, senti-me protegida e aconchegada nos seus braços fortes, colada ao seu corpo.

Estivemos dois meses sem estarmos juntos, ambos sentíamos muita vontade de nos entregarmos um ao outro. A temperatura estava amena, levei um vestido até meio da perna e sem cuecas vestidas… subimos até dentro do camião. 


Fomos diretamente para a cama da cabine, os nossos beijos eram ardentes, o Rafael puxou o fecho do meu vestido e fiquei só de sutiã, a sua mão apalpava-me as mamas mexendo nos meus bicos, descia e passava a mão pela minha vagina, sentia-me molhada… o Rafael desceu as calças e os boxers, a minha mão pequena agarrou no seu pau babado, não era grande, mas era bem grosso, com ele deitado, a minha boca foi até ao seu pénis, tinha-o todo dentro da minha boca, chupei-o bem. Que vontade de fazer um bom broche! 

O Rafael veio para cima de mim com o seu lado bruto, beijou-me… mordeu-me o lábio inferior, depois de lamber as mamas, abanou-as com as mãos e deu-lhe umas palmadas, a seguir com a sua mão grossa deu-me um estalo na cara com alguma força, suada e desejosa tudo o que fazia excitava-me… enfiou-me o pénis na cona… a minha sensibilidade estava à flor da pele, após vários movimentos do Rafael, estremeci e tive um orgasmo… continuámos a foder intensamente… pus-me de quatro e o Rafael deu-me palmadas fortes no rabo, enterrou-me o seu pénis grosso dentro do meu cu, o meu gemido foi forte, o Rafael gemia também… logo a seguir fui para cima do Rafael… de forma intensa, os meus movimentos eram acelerados em cima do seu pau, voltei a vir-me e passados alguns segundos foi o Rafael a chegar ao orgasmo. 


                                  Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Nunca tinha feito sexo dentro de um camião, foi excelente… vamos sempre a tempo de fazermos coisas novas e diferentes em qualquer lugar.

Mantivemos os encontros esporádicos, repletos de aventura, desejo e prazer.



terça-feira, 5 de julho de 2022

Li

Sempre tive uma tendência para o que era asiático, desde a comida, passando pelas mulheres e tinha o sonho de fazer uma viagem pelo oriente.

A minha vida profissional corria bem, o meu salário permitia-me deixar dinheiro de parte, estava com 27 anos, sem namorada, não andava à procura, mas se aparecesse iria aproveitar de bom grado.

 

Já tinha tido alguns desgostos amorosos ao longo da vida e como tal estava muitas vezes à retranca, custava dar o primeiro passo, e tinha muita dificuldade em confiar. 

Como não gostava muito de sair de casa, frequentava alguns chats de amizade, navegava muito tempo pela internet, e foi assim que comecei a teclar com a Li. 


Aos poucos fui conhecendo a Li, vi algumas fotos dela, e começámos a ver-nos por videochamada, era uma chinesinha muito gira e fofinha, tinha 32 anos, já vivia em Portugal desde os seus 15 anos, trabalhava com os seus pais. A sua pele era clara, parecia seda, cabelo liso preto, rosto redondo, um sinal perto do canto do lábio, por vezes usava óculos, era baixinha. Gostava muito de falar com ela, era uma mulher com garra, inteligente e muito gentil. 

As nossas conversas eram variadas, falávamos sobre tudo, a Li falava-me muitas vezes do seu país, das tradições, das paisagens e aguçava-me cada vez mais o apetite de conhecer o lado de lá. A Li também tinha interesse em voltar ao seu país, estava há muitos anos sem visitá-lo. 


Mantivemos os dois um contato diário sem fim, iniciávamos a conversa após o jantar e prolongava-se pela noite dentro, era sempre interessante falarmos, havia sempre algo novo para descrever, comentar ou explicar, a Li tinha muitos sítios em Portugal que não conhecia, e que gostava de conhecer. 


Passados uns meses, resolvemos finalmente conhecer-nos… fiz 100 km para a conhecer, cheguei à cidade que ela habitava quase ao final da manhã. Estava algum frio, o sol por vezes escondia-se atrás das nuvens, quando aparecia não se notava o seu calor. 

Chegado ao local combinado, olhava para todo o lado para a tentar descobrir, mas não a conseguia ver, fixei o meu olhar mais para longe e vi-a a aproximar-se, os meus olhos observavam o seu estilo, sorriso nos lábios pintados de vermelho, olhos sombreados, vestia um casaco comprido castanho, saia curta e umas botas de cano até ao joelho, quando chegou até mim, demos um curto abraço, e um beijo no canto do lábio… aquele momento coroava todos os momentos que falávamos, todas as conversas que proporcionaram o nosso conhecimento.


Estava entusiasmado por estar perto da Li, o nosso sentido de humor encaixava, dávamos risadas, existia cumplicidade e a forma como falávamos tocava no nosso coração.

Passeámos o dia inteiro, foi bem aproveitado e já no final do dia a sensação foi que tinha passado muito rápido. Despedimo-nos novamente com um abraço curto e um beijo no canto do lábio.


Voltámos às nossas conversas diárias e marcámos novo encontro, desta feita, a Li viria até à minha zona, passadas duas semanas estivemos outra vez juntos.

Continuava frio, não havia sol, a Li apareceu bem agasalhada, com o mesmo sorriso que a caracterizava, aproximou-se e demos um abraço mais prolongado e um beijo na boca muito leve… levei a Li a conhecer vários locais que tinha vontade de conhecer, adorou todos eles, já perto do final do dia e sabendo que poderia demorar até estarmos juntos, agarrei a sua mão fria e perguntei:

- Já sei que adoraste os passeios que fizemos… e da companhia o que tens a dizer?

- Gostei… estás a ser como imaginava… e em relação a mim?

- Bem… gosto da tua companhia, sinto-me bem contigo… e estou apaixonado por ti.

- Isso é muito forte… mas o certo é que sinto o mesmo por ti.

- Queres namorar comigo?

- Sim quero.


Iniciámos uma relação à distância, mas com bastante felicidade.

Passados quatro meses, marcámos a viagem da minha vida, fomos até Pequim.

Felizes como nunca, a Li dava-me a conhecer a sua cidade, tudo o que via fascinava-me, a minha adrenalina estava aos pulos. À noite fomos para casa de familiares da Li, seria lá que íamos pernoitar nos próximos dias. 


Já no quarto, estávamos um pouco exaustos, mas havia algum tempo para os nossos corpos se unirem, tirei a roupa da Li, após uns beijos molhados e uns apalpões, deitei-a na cama dobrei as suas pernas e lambi-lhe a sua coninha, os meus dedos também entraram dentro dela, os seus gemidos agudos faziam-se ouvir… continuou de barriga para cima, disse que queria chupar o meu pau, levei o meu pau até à sua boca, ficou com uma almofada por baixo da cabeça e chupava bem, agarrei-me ao topo da cama e fazia o movimento de anca, com o pénis metido na sua boca, estava a foder a sua boca… a seguir veio para cima de mim, a sua cona estava molhada e o meu pénis duro e babado deslizou para dentro dela. Os nossos gemidos eram intensos de prazer absoluto… a Li contorceu-se e caiu sobre o meu peito, tinha chegado ao orgasmo. Ficando deitada de barriga para baixo, meti-lhe o meu pénis dentro da vagina, aumentei o ritmo forte e encadeado, e demorei segundos a encher a coninha da Li com o meu esperma.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


A nossa história começou num écran, tornou-se pessoal em Portugal, mas desenrolou-se e pôde ficar até ao fim em Pequim. A cultura da Ásia é o nosso abrigo, o meu sonho tornou-se realidade, junto à pessoa que amo.