Apaixonei-me por uma mulher ligada à natureza e aos animais, a Patrícia era Bióloga e vegan, tinha 39 anos e muito tempo dedicado ao ambiente e a tudo o que era natural, sem químicos, sem poluição… possuía uma quinta com variadas árvores de fruto, culturas de legumes e muitos animais.
Eu tinha 40 anos, despedi-me do trabalho que desempenhava na cidade e dediquei-me a ajudar a Patrícia na sua quinta na aldeia, a minha vida mudou 180 graus, os dias eram ocupados a tratar de animais, apanhar legumes na horta, comprara recentemente um trator, que usava no campo, tornara-me um agricultor.
O nosso trabalho era diário, havia sempre alguma coisa para fazer, e tínhamos algumas pessoas que vinham para a quinta ajudar… a venda dos produtos e a rentabilidade do espaço, juntamente com o gosto que tínhamos pelo que fazíamos era um fator aliciante para continuarmos a viver da forma que escolhemos.
Estávamos sempre muito próximos, passávamos o dia juntos desde que o sol nascia até ao pôr-do-sol. A nossa ligação era muito forte, não sabíamos o que era discutir, o entendimento entre nós era perfeito.
Um dia tivemos um fim de semana com menos trabalho, com a ajuda de amigos decidimos construir uma casa de madeira numa árvore da quinta, a árvore era grande e consistente, forte para aguentar as tábuas da construção… deu bastante trabalho, foram precisos vários dias para ficar uma casa dentro do que gostávamos de ter.
Uma casa pequena, com um quarto, uma sala que fazia de cozinha também e um WC, era confortável, acolhedora, resistente e adorávamos passar as tardes por lá… sentados à varanda… passávamos o tempo a ver a paisagem sobre a quinta, víamos os terrenos, de longe os animais, o tempo era ocupado a ler, na descontração e a descansar.
Era final de tarde, os últimos raios de sol do dia atravessavam os ramos das árvores… eu e Patrícia sentíamos a brisa fresca a correr, ouvíamos o som das folhas e o chilrear dos pássaros, o sol ia descendo até cair a noite… a Patrícia estava encostada a mim, a sua mão passou por cima dos meus calções na direção do meu pénis, a seguir meteu a mão dentro dos calções e mexeu nele… o meu pau subiu e o tesão aumentava, olhou para mim e sorriu, desceu os calções e iniciou um broche, a sua boca chupava bem demais, a mão acompanhava com uma punheta, o meu pau estava todo babado, a Patrícia veio até à minha boca e demos um beijo de língua intenso, entrámos em casa, com a Patrícia deitada no chão subi o seu vestido, os meus dedos entravam na sua cona e lambia-lhe o clitóris e a sua vulva, o meu minete deliciou-a… em pé demos um abraço, a noite já estava por cima de nós…
No quarto a Patrícia apoiou o peito em cima da cama, por trás enterrei-lhe o pénis bem forte, com os movimentos vigorosos, o prazer aumentava, a seguir ficou de lado e voltei a penetrá-la… cheguei ao orgasmo… a seguir voltei a lamber a coninha da Patrícia e a meter os dedos, e veio-se compulsivamente.
A natureza conjugada com o amor que sentimos por quem amamos, é mágico… a mudança que tive na minha vida foi compensada por tudo o que aprendi e vivi com a Patrícia.



