sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Heitor

Após um processo bastante complicado de divórcio, aos 48 anos fiquei finalmente livre, com um casal de filhos fantásticos já adultos e independentes, vivia sozinha e tinha iniciado há uns meses uma relação com o Heitor… era homem com 51 anos, igualmente divorciado, era arquiteto, um apaixonado por natureza e por leitura, a sua cultura era acima da média.


O Heitor também morava sozinho, como tal, íamos variando, ora namorávamos em minha casa, ora na dele… o mais importante era estarmos juntos e sentirmo-nos bem… as nossas noites quando dormíamos juntos eram calorosas, éramos dois seres soltos e loucos por sentir carinho e amor.


Com o fim de semana a aproximar-se, decidimos ir passá-lo fora… como ambos adorávamos a natureza, escolhemos uma casa de turismo rural que ficava numa serra bastante alta a cerca de 400 km de distância. 


Saímos de manhãzinha, o cheirinho a manhã era inalado pelas nossas narinas, o nosso percurso era longo, fomos devagar e por estradas secundárias, fomos parando e caminhando para aproveitar e apreciar a paisagem… o dia estava nublado e com o aproximar das serras, ficava nevoeiro… parámos pelo caminho num restaurante para almoçar e retomamos a viagem…


O nevoeiro atrapalhava a paisagem, estava a ser difícil para conduzir, o Heitor ia cada vez mais devagar porque viam-se mal as linhas na estrada, levantou um pouco o nevoeiro, enquanto conduzia a minha mão foi até ao seu pénis, apertou-o, e o pénis cresceu, o Heitor também passava a sua mão pela minha perna, e apalpou a minha coninha, vi no GPS que estávamos a passar uma reta grande, desapertei o cinto das calças do Heitor, desabotoei os botões, agarrei na sua verga mole e babada, inclinei-me sobre as suas pernas e durante a sua condução, eu mamava no seu pau… notava às vezes o carro a oscilar…

- Está a saber-te bem Heitor?

- Sim está, tu chupas bem… assim mesmo com GPS ainda me vou perder…

- Queres perder-te comigo?

- Vamos atrasar a viagem, mas vai valer a pena pararmos e perder-me em ti…


Começámos a subir novamente, e o nevoeiro voltava, resolvemos fazer uma pausa, o carro ficou parado num parque à beira da estrada, não havia mais carros… vimos umas árvores perto rodeadas de nevoeiro, tinha umas escadas que desciam para um terreno… resolvemos dar um passeio pelo incerto, conscientes onde estávamos a colocar os pés, e já no meio do terreno só se viam as nossas pegadas no chão, não nos íamos perder porque dava para seguir as pegada para trás… 


Sentia algum frio, saía algum vapor pela minha boca, parecia que estava a fumar, o Heitor aconchegou-me ao seu corpo, com os narizes frios demos um beijo, entregou as mãos nas minhas costas, arrepiou-me… via-se uns raios de sol a entrar pelo meio do nevoeiro, o Heitor tinha as mãos frias, meteu-as por baixo da minha blusa e apalpou as minhas maminhas, depois meteu uma mão por a descer do umbigo, por baixo das calças e esfregou a minha coninha, ao mesmo tempo agarrei no seu pau duro… aqueles mimos deixaram-nos com tesão e vontade de algo mais…


Ambos baixámos as calças, ali isolados no terreno, com o nevoeiro à nossa volta, apoiei as mãos num tronco de uma árvore e por trás o Heitor enterrou o seu pau na minha ratinha, estava húmida, com o pau bem enfiado apalpava as minhas mamas por cima da blusa, continuou assim a foder a minha cona, ambos estávamos a ter muito prazer, pelo local no meio da natureza, pela adrenalina, e pela excitação… disse que estava quase a vir-se… saí daquela posição, debrucei o meu tronco e meti o seu pau na minha boca chupei até sentir o leitinho morno a entrar na minha boca e a escorrer pela minha garganta… 


                                                                      Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foi uma viagem cheia de adrenalina e sexo puro num local menos apropriado na natureza, embora com algum frio e nevoeiro, foi bem gostoso… 



terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Soraia

Conhecia a Soraia desde o tempo de escola, começámos a estudar na primária até entrarmos na faculdade, cada um seguiu o seu curso e deixámos de ter contato, soube que teria casado com 23 anos, e eu casei com 25. O tempo foi passando e um dia passei por ela de carro, não me viu, já não a via há dez anos.


Mais tarde soube que viera morar para o andar de cima do meu apartamento, tinha um filho de três anos e eu uma filha de um ano e meio… acabámos por nos cruzar no elevador, ficámos perplexos, já passara muito tempo que não nos víamos, eu tinha 30 anos e a Soraia 29. Disse-me que veio morar para ali para ficar mais perto da casa dos pais, o marido estava a trabalhar fora do país, precisava do apoio da família. Eu estava casado com uma enfermeira que passava tempo demais fora de casa, havia dias que não punha os olhos na minha esposa.


Ao longo do tempo eu e a Soraia falávamos várias vezes quando nos encontrávamos, recuperámos a nossa amizade, estávamos perto um do outro, havia apoio, desabafos, lembranças do passado e confidências, ambos tentávamos salvar os nossos casamentos.


Num fim de semana ia estar sozinho, a Ana iria fazer noite no hospital, o marido da Soraia estava fora do país, eram 22h de sábado, liguei à Soraia… sentia-me só e pela conversa percebemos que ambos precisávamos de companhia… a noite estava a ser penosa, demorava a passar, os nossos filhos já dormiam… peguei no meu filho ao colo e subi até ao apartamento da Soraia, ela estava à minha espera, deitei o meu filho no sofá da sala.

A Soraia vestia um robe de cetim, cabelo aos cachos loiro, era da minha altura, magra e olhos claros, fomos para o escritório, uma luz ténue iluminava a secretária, sentou-se na sua cadeira e desligou o computador, o espaço ficou com menos luz… olhou para mim e disse:


- Sabes, estou a pensar em divorciar-me… 

- Então, porquê? O que se passa?

- Falta-me a presença do meu marido, sinto-me carente e criar uma criança sozinha também não ajuda.

- Entendo-te sinto o mesmo… por vezes dá vontade de mudar, é difícil suportar a ausência.


A conversa desenrolou-se, e de repente a Soraia pediu-me para sentar-me na sua cadeira, depois tirou o robe à minha frente, estava com uma cinta de ligas, um sutiã rendado, iniciou uma dança sensual, esfregava os seios, gingava a anca, batia com a mão no rabo empinado, tirou o sutiã apertou uma mama na outra, o seu olhar sedutor deixava-me com taquicardia, despiu as cuecas, a coninha estava rapadinha, agarrou nas cuecas e esfregava-as de um lado para o outro entre as pernas… sem me tocar deixou-me com o pau teso. 

Veio até mim, nua… sentou-se em cima de mim, agarrou no meu cabelo e beijou-me o pescoço e a boca com vontade, ficávamos sem ar, apalpei as suas mamas, lambi os bicos, levantei-me da cadeira, despi-me… de joelhos a Soraia lambuzou o meu pénis, chupou-o carinhosamente, voltei a sentar-me na cadeira junto à secretária, a Soraia veio para cima de mim, a minha mão e dedos passaram pela sua cona molhada, os dedos entraram dentro dela, soltava leves gemidos e dizia que queria sentir o meu pau dentro dela.


Lentamente a sua cona ficou em cima do meu pau e desceu até ficar todo enterrado, fazia movimentos bons e ouvia-se o som do pénis a bater no fundo, os bicos dela estavam tesos, aumentou o ritmo, queria ser ela a controlar, estava cada vez mais solta, molhada e embalada em cima de mim, e fui eu já sem aguentar mais que inundei a sua cona com leite quentinho e logo a seguir a Soraia contorceu-se e o seu tronco caiu sobre o meu, e disse: "Obrigada pela companhia e pelo carinho, deste-me o que me faltava".


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


A carência proporcionou um momento de sexo, que nos deixou supersatisfeitos, fomos amantes durante muitos anos, mas mantivemos sempre os nossos casamentos. 


sábado, 5 de fevereiro de 2022

David

Fui informada pela empresa que trabalhava na área dos recursos humanos que ia ser orientadora de um estagiário durante um certo período de tempo. Seria a primeira vez que ia passar por uma situação desse género. 

Passados uns dias, bateram à porta do meu gabinete, foi-me apresentado o David, ficou a saber que ia ser eu a acompanhá-lo durante o seu estágio. O David era um rapaz alto, cabelo preso na nuca, tinha uma boa imagem e vinha bem vestido. Aos poucos foi sendo informado sobre os procedimentos da empresa, era um rapaz com 28 anos, interessado, responsável e atento.

Queria sempre saber mais, eu apreciava o seu perfil e ele mostrava-se disponível para o que fosse preciso. Nos momentos de pausa tínhamos conversas sobre a nossa vida pessoal, no início a sua timidez era um entrave, depois ganhou mais confiança e sentia-se mais à vontade para falar um pouco de tudo.


Não se notava a nossa diferença de idade, eu tinha 39 anos mas sentia-me uma jovem à sua beira, eram partilhados variados assuntos entre nós e crescia a amizade. O David era atencioso, ouvia-me e isso era importante, fazia-me sentir bem, tinha tempo para mim.

O estágio foi passando, as conversas foram muitas, o David era um rapaz precioso, parecia que estava protegida pelo que dizia e pela forma como me tratava. 

Entretanto o estágio estava quase a chegar ao fim, e teria de ser avaliado por mim, no momento da avaliação, estava ao meu lado, e disse-lhe que ia ter nota máxima em todos os parâmetros, porque mereceu.


- David valeu a pena todo o esforço e dedicação, certo?

- Sim sem dúvida, com a sua ajuda foi tudo mais fácil…

- Ora essa, sabe que gostei muito de o conhecer.

- Obrigado por tudo… também me senti muito bem consigo.


O último dia dele, era no dia seguinte, pela manhã achei-o triste, e eu também estava um pouco em baixo por saber que tinha de me despedir dele, já estava muito habituada à sua presença, ia sentir a sua falta. As conversas foram poucas durante o dia.

Os funcionários começaram a sair da empresa e alguns vieram ao gabinete desejar tudo de bom para o David, ele agradecia e olhava para mim emocionado. Ficámos só os dois. 

Antes de ir embora, pegou num saco e entregou-me, disse que era uma lembrança para mim, fiquei sem jeito, abri o saco, tinha um presente dentro, desembrulhei, era um pisa papéis lindíssimo para colocar na secretária. Disse que assim quando o visse, lembrava-se dele. 

Aquele carinho dele tinha de ser compensado e tinha de ser uma despedida inesquecível.


Disse-lhe para me acompanhar até à sala de reuniões, entrámos, bati a porta… encostei-me à porta pela parte de dentro, o David arregalou os olhos, puxei-o para mim, como era bem mais alto do que eu, baixou a sua cabeça e demos um beijo lento e demorado… a seguir tirei-lhe as calças, chupei o seu pau, era pequeno, cabia todo dentro da minha boca… depois pegou em mim ao colo, sentou-me na mesa de reuniões, comigo de sutiã apalpou as minhas  maminhas, lambeu-me a boca e foi beijar a minha cona peludinha, lambeu-me o clitóris… 


Naquela posição inclinei o tronco para trás, fiquei apoiada com os cotovelos na mesa e o David enterrou o pau, visto o seu pénis ser pequeno sentia pouco na profundidade, enquanto fodia, a sua respiração ficava cada vez mais ofegante, e veio-se dentro de mim, eu não consegui chegar ao orgasmo, mas fiquei feliz por ter dado prazer ao David. Fui para casa a pensar no que tinha acontecido, as minhas cuecas estavam molhadas, o meu companheiro estava a preparar o jantar e numa chamada ao telemóvel, aproveitei e fui direta para o WC, urinei na sanita e sentia a sair esperma da minha vagina, tomei um banho e ainda havia fluídos que eram expelidos pela minha coninha… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


O David foi apanhado desprevenido, de surpresa, não estava à espera que fosse sobre ele, fui danada…