terça-feira, 25 de janeiro de 2022

Marcelo e Dalila

Faltava um ano para terminar o meu curso na universidade, tinha 21 anos e morava com o Marcelo que tinha 22, as nossas faculdades eram diferentes, por vezes passávamos tardes a estudar no quarto, e raramente saíamos à noite. A nossa ligação de amizade era mantida de forma muito consistente, havia entreajuda, já nos conhecíamos desde miúdos, embora na adolescência não tivéssemos muito contacto, o Marcelo fez o liceu numa escola particular e eu numa pública, os nossos pais já se conheciam antes de nós nascermos...

Ambos namorávamos, a minha namorada tinha 19 anos, estudava direito e era jogadora de ténis profissional, o seu corpo era atlético, seios pequenos e duros, andava sempre de rabo de cavalo, a cor do cabelo era loiro, pele clara, tinha um piercing na orelha, enquanto não conhecia bem as pessoas abusava da timidez, mas depois soltava-se ganhava confiança e parecia outra pessoa… gostava de natureza, desportos de aventura, de adrenalina. 


A namorada do Marcelo já namorara comigo na adolescência, mantivemos uma relação durante um ano e depois não deu certo, mas nem eu nem ela contámos ao Marcelo… era um segredo nosso que não quisemos partilhar. A Dalila tinha 20 anos, era morena, olhos esverdeados, alta e o rabo estava bem mais gostoso agora do que quando namorávamos, tinha uma tatuagem na omoplata, a sua mente era liberal, sabia que já se tinha envolvido com amigas, desconfiava que podia ser bissexual, e o Marcelo sabia disso… 


Várias vezes as nossas namoradas visitavam-nos, por vezes, ao fim de semana, íamos os quatro ao cinema ou beber um copo aos bares e depois passavam a noite connosco… éramos todos amigos e os momentos que vivíamos eram de alegria e diversão.

Numa sexta-feira tivemos um jantar entre amigos, bebemos bastante, estávamos todos animados, entrámos em bares, dançámos… fomos para junto do rio, conversámos e a noite estava intensa e a passar rápido… já era de madrugada, quase de manhã, estava a nascer o dia, estávamos cansados e voltámos para o apartamento.


Como tínhamos alguma fome fomos para a cozinha, preparar uns petiscos, enquanto íamos buscar o que nos apetecia, eu dava uns beijos à minha namorada e via o Marcelo a apalpar a Dalila, os nossos sorrisos entre todos eram evidentes, a Dalila era provocadora e descarada, estava cheia de calor, tirou a blusa e ficou de sutiã, as suas mamas eram volumosas, pouco faltava para ver-se os mamilos, de repente a minha namorada começa a dançar com ela, agarradas uma à outra, eu sentia tesão, o Marcelo observava com um ar de safado.

Ambas iniciaram um beijo quente de língua, entretanto a Dalila já tinha uma mama à mostra, encostaram as costas uma à outra e chamaram-nos… enquanto beijava a minha namorada, apalpava os seios da Dalila, e o Marcelo beijava a Dalila e apalpava os seios da minha namorada, os quatro estávamos superexcitados, sentíamos que estava a acontecer algo diferente, mas a certeza era que todos íamos alinhar naquele envolvimento de casais.


Eu e o Marcelo ficamos encostados ao balcão da cozinha, a Dalila ajoelhou-se à minha frente e fez-me um broche, chupava bem melhor agora, quando namorávamos o seu broche era fraco, ao lado a minha namorada metia o pau do Marcelo todo na sua boca, olhava para mim ao mesmo tempo que chupava, a seguir deitei-me no chão, a Dalila pediu ao Marcelo para a enterrar por trás enquanto chupava o meu pau e a minha namorada pôs uma perna de cada lado da minha cabeça, dobrou as pernas e fiz-lhe um minete… estava muito prazeroso, a Dalila já tinha gritado fortemente, havia atingido o orgasmo, a minha namorada foi para cima do meu pau que estava molhado e entrou bem na sua cona… desejosa por mais, pediu ao Marcelo que penetrasse o seu pau dentro do cuzinho dela… beijava a sua boca e ao mesmo tempo gemia muito, tinha as suas mamas bem aconchegadas ao meu peito, pouco tempo aguentou, explodiu num orgasmo… logo a seguir sentámos as duas lado a lado na mesa da cozinha, o Marcelo enfiou o pau na cona da minha namorada, agarrado às suas pernas fodeu-a intensamente, quando chegou o momento de se vir, tirou o pau e veio-se para cima da barriga dela, o leite ficou à volta e dentro do seu umbigo. Ao lado na mesma posição que estava a minha namorada, fui ao cuzinho da Dalila, enquanto namorámos nunca tinha acontecido, o meu pau entrou bem e afundou facilmente dentro do seu cuzinho, ela chupava os seus dedos, depois o Marcelo foi beijá-la na boca e eu acelerei o ritmo, estava a ser tão bom, por baixo a minha namorada ainda passou a sua língua nos meus testículos… a seguir tirei o meu pau e vi-me dentro da boca da minha namorada. 


     

                                                                                        Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Inesperado... diferente ... e prazeroso… adorámos a experiência, mais vezes foi repetida e bem aproveitada, conhecíamos os corpos de cada um e o que gostávamos mais de fazer e como fazer… foram muitas loucuras acumuladas.


sábado, 15 de janeiro de 2022

Isabel

O meu casamento durava há 25 anos, a Isabel continuava a ser o amor da minha vida, tivemos 3 filhos e já tínhamos netos. Eu estava com 57 anos e ela 54. No entanto, já passáramos por momentos bastante difíceis, há quatro anos atrás, foi detetado um cancro da mama na Isabel. O mundo acabou por desmoronar sobre nós. 

Entre tratamentos, quimioterapia e operação foi complicado ter resistência psicológica, e a Isabel acabou por ficar sem uma mama. O cabelo caiu o que se tornou num choque para todos, mas ela era uma mulher forte, corajosa, encarou sempre o problema de forma positiva, e ajudou muito na sua recuperação.


A nossa proximidade sempre foi evidente, poucas eram as vezes que saímos um sem o outro, durante a semana tínhamos uma loja ligada ao comércio e estávamos o dia todo juntos, e o fim de semana era aproveitado para sair, passear… e desde a recuperação da Isabel, começámos a frequentar mais hotéis, passar noites fora, aproveitar os dias livres ao máximo.


A nossa casa era grande e como tal num domingo fizemos a festinha de aniversário do nosso neto mais novo, foram cerca de trinta pessoas, usámos um salão e a cozinha dos anexos, toda a gente estava animada e os miúdos brincavam todos juntos.

Ajudei a cozinhar e a servir o almoço, deixei a Isabel descansar e aproveitar para estar perto dos netinhos.


Mais tarde cantámos os parabéns ao nosso pequenino, comemos bolo e bebemos champanhe, já sentíamos falta de ter a família toda junta e aquela azáfama à nossa volta.

Depois, entre todos, ajudámos a arrumar tudo, e tornou-se mais fácil, a festa terminou ao final da tarde.


A Isabel estava feliz, conversou bastante, brincou com os netos, foi um dia bem passado… e de repente tinha terminado o barulho, ficámos os dois envolvidos no silêncio, um pouco nostálgicos, demos a mão um ao outro…

- Isabel, gostaste? Como te sentes?

- Sim gostei, mas acho que os miúdos gostaram mais… sinto-me bem, tu foste incansável, ajudaste bastante.

- Agora temos tempo para relaxar e ter o nosso momento a dois.


Ainda no anexo, o sol já se tinha posto, tínhamos o fogão aceso, o ambiente estava quentinho, a Isabel estava de costas para mim virada para um armário, fui por trás de si, encostei-me ao seu corpo, passei a mão pelo seu cabelo que já era comprido, afastei o cabelo e dei-lhe um beijo no pescoço… as minhas mãos apalparam as suas nádegas, ela rodou o corpo para mim, passou a mão pelo meu rosto, até ao pescoço, os nossos lábios uniram-se e trocámos um beijo repleto de carinho.


Juntos à lareira, tirámos as nossas roupas, a Isabel não tinha qualquer complexo por não ter uma mama no seu corpo, a minha mão passava levemente pelo seio, lambia-o… ela sentou-se numa poltrona, e abriu as pernas, a sua coninha tinha variados pelos, mas não obstruíam a minha língua, que descobria o clitóris no meio dos pelos e lambia a sua vulva, a Isabel tapava com uma mão os olhos e a outra descansava atrás da nuca, elogiava a minha perícia… continuou sentada, debruçou o tronco para a frente e comigo em pé e com o meu pau virado para a sua boca, chupou-o… passava uma mão pelos meus testículos e a outra metia os dedos na coninha… o seu broche estava a deixar-me prestes a vir-me, parou…


Voltou-se a recostar na poltrona, e o meu pénis duro e cheio de baba, penetrou-a… a vagina tinha contrações, chupei a sua língua fora da boca, enquanto a fodia, o meu polegar mexia no seu clitóris, estava embalada no meu ritmo, era eu que a controlava… começou a pedir para a foder mais, agarrada ao meu quadril, fazia força para a frente… estava desejosa… disse-lhe para se vir para mim… Mantivemos assim aquela foda por mais algum tempo, e no momento em que o meu pénis foi até ao fundo, bem enterrado na cona, estremeceu o corpo, a sua rata ficou mais molhada… o gemido foi alto… para juntar ao seu clímax, o meu pau veio-se, acrescentando ainda mais prazer a ambos.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Houve muitas adversidades e problemas, soubemos superar todos os obstáculos sempre juntos e unidos, foi o nosso primeiro orgasmo após a sua recuperação.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Márcio

Estava solteira, tinha 23 anos, quase todos os dias após o jantar, ia para o meu quarto e através da internet conhecia homens e mulheres, despia-me através da webcam, via homens e mulheres a masturbarem-se à frente do ecrã, sentia tesão, o meu dildo era frequentemente usado. Dava-me uma vontade extrema de ir ter com alguém para apagar-me o calor, e chegou a acontecer várias vezes.

Conhecia pela internet, indicava a morada da minha casa, vinham ter comigo, eu fugia pela janela, sem os meus pais se aperceberem, entrava dentro do carro e toda aquela adrenalina fazia-me ficar ofegante e desejosa de ser penetrada, mais tarde achava que era louca, parecia que estava a pedir que me violassem, nunca devia ter feito o que fiz, porque podia correr mal, era um risco elevado.


Na casa ao lado moravam a minha irmã e o meu cunhado, este tinha 41 anos e possuía um corpo bem delineado, frequentava o ginásio, o seu tronco era largo, cabelo curto, tinha um feitio complicado, um pouco bruto, frieza nas palavras, mas tinha momentos que sentia atração por ele.


Eu e a minha irmã não tínhamos uma boa ligação, ficávamos chateadas muitas vezes, cada uma ocupava o seu lugar, sem grandes confianças, raramente ia até sua casa.

Um dia à tarde, a temperatura ambiente era alta, sabia que a minha irmã não estava em casa, viria do trabalho só ao final do dia. 

Da minha janela observava o meu cunhado Márcio que andava pelo jardim, regou as plantas, limpou a churrasqueira e deitou-se numa espreguiçadeira a apanhar sol, via o seu abdômen definido, os braços tinham os músculos a sobressair, notava-se bem a sua boa forma. Olhava para o seu corpo e passava os dedos na minha coninha, estava humedecida.


Teria de arranjar uma forma de me aproximar dele, desci as escadas com um biquíni a tapar as minhas maminhas, e um calção bem curto com parte das nádegas a saírem, reparei que o Márcio olhava-me, perto do muro da separação do terreno, de costas para ele baixei o meu tronco e empinei o rabo na sua direção para fazer carícias ao Jack, o meu cão. Olhei para o Márcio e ele estava apoiado com os cotovelos na cadeira, sorri e ele sorriu para mim, encostei a um ferro do terreno, coloquei-o no meio das mamas e disse-lhe:

- Está calor cunhado, só está bom para estar dentro da piscina.

- Queres vir cá dar um mergulho?

- Apetecia-me… precisava de refrescar-me…

- Anda cá então.


Avancei o muro e segui na direção da piscina, tirei o calção e fiquei de cueca de bikini, mergulhei, a água estava quente… os bicos das minhas mamas ficaram a notar-se… o Márcio foi a um chuveiro perto da piscina, via a água fria a cair no seu tronco forte, aproximou-se e mergulhou também. Passamos um bom bocado dentro da piscina a conversar, cada palavra dele aumentava a minha tentação de me envolver.


Pouco depois, fomos ambos até ao chuveiro, não estava ninguém por perto, os meus pais não estavam em casa, só víamos o jardim e a piscina à nossa frente… a água do chuveiro caía sobre os nossos corpos, o Márcio estava atrás de mim e colou-se ao meu corpo, no meu rabo sentia o seu pénis a crescer encostado, virei-me para ele, já estava à espera do meu beijo, demos um linguado bem intenso, a minha boca beijou o seu pescoço e foi lamber um dos seus mamilos, a água morna caía nas minhas costas, baixei as suas cuecas e meti o seu pau torto e duro dentro da minha boca, o pau batia por dentro na minha bochecha, chupava-o cheia de tesão, fechou a água… levantou o meu corpo leve e sentou-me com as pernas nos ombros e a minha cona direcionada à sua boca, sentia a sua língua a entrar dentro da minha ratinha, que delícia!


Com a sua força de braços, manteve-me ao colo, agarrei-me no seu pescoço, baixou o meu corpo e fui penetrada… fodeu-me assim durante uns minutos… mudamos a posição, apoiei um pé em cima de uma cadeira, por trás o Márcio enterrou o seu pau gostoso na minha cona molhada… continuou sem parar… batia de forma bruta no meu fundo… não conseguia controlar os meus gemidos, já estava perto de chegar ao clímax, o Márcio investia em mim fortemente suados e loucos de prazer, primeiro soltei um gemido prolongado, o orgasmo apoderou-se de mim, a seguir foi o Márcio a tirar o pau dentro de mim, a minha boca foi até ao seu pau engoliu e ficou lambuzada de esperma. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


O meu cunhado fez-me chegar ao orgasmo, deu-me imenso prazer… não senti nenhum arrependimento por ter traído a minha irmã. 

O Márcio foi um garanhão e eu fui a putinha