quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Inês

Viajava por todo o país, era vendedor, tinha 31 anos, sempre que tinha um tempo livre ia para o ginásio, procurava estar em forma, principalmente sentir-me bem. Divorciara-me recentemente, depois de ter estado casado cinco anos, sem filhos… sentia necessidade de ter umas umas férias. Depois do divórcio e do desgaste do trabalho, precisava de um lugar sossegado, com bonitas paisagens, absorver energia. 

Lembrei-me do Alentejo, uns amigos dos meus pais tinham lá uma herdade, podia até ir para casa deles, tinha a certeza que me deixavam lá dormir... mas não queria, preferia estar à minha vontade...aluguei uma casa relativamente perto deles, durante 15 dias.

Num domingo à tarde apareci de surpresa na herdade deles, ficaram admirados, sem contar, perguntaram-me:

- Então rapaz vieste sem avisar? E a família onde está?

Disse que estava divorciado fazia pouco tempo e que ia passar uns dias sozinho perto da herdade. Não cheguei a entrar na casa, foi uma visita rápida...

Não gostaram de saber que ia ficar noutro lugar não sendo a casa deles, mas que tinham muito gosto que fosse todos os dias lá tomar um café… 

Aceitei e agradeci a simpatia.

No dia seguinte, após o jantar, fui a casa deles… Quando entrei estavam sentados no sofá a ver TV, perguntaram se ainda me lembrava da Inês… Disse que sim. 

A última vez que tinha visto a Inês tinha sido há 10 anos atrás, eu ia várias vezes à herdade mas coincidia com a Inês estar de férias… filha única, ia passar muitas vezes férias com os tios ao Algarve. A Inês tinha 20 aninhos. Chamaram por ela e a Inês apareceu… cabelo preso, olhos claros, um rabo redondinho e bem feito, estatura normal, e um sorriso que fazia duas covinhas nas bochechas.

Perguntaram-lhe se sabia quem eu era… respondeu que embora já não me visse há muito tempo, que se lembrava bem de mim… sentou-se à minha frente no sofá, íamos falando os quatro… achava a conversa dela muito adulta… perspicaz e inteligente… foi uma boa conversa.

Fui para casa a pensar na Inês… e mortinho que chegasse o outro dia para poder ir a casa deles…

E assim foi… quando entrei a Inês estava no sofá, parecia que já estava à minha espera…

Tomei café tirado por ela, mostrava-se simpática, não queria que me faltasse nada… Voltámos todos a conversar, mas… só queria que fosse a Inês a falar para lhe dirigir o meu olhar, ela também não tirava os olhos de cima de mim, aqueles olhares eram intensos e até perdia o fio da conversa… o meu pensamento era só ela… já era tarde, disse que ia embora... fez questão de me acompanhar até à porta… Baixinho perguntei-lhe: 

- Estás ocupada amanhã à tarde?

- Não... porquê?

- Se quiseres vais ter ao largo da igreja às 15h, e vamos dar uma volta. 

- Vou pensar. 

Fiquei convencido que a resposta era sim, só pensava no passeio com a Inês, não conseguia adormecer… 

O dia chegou... às 15h estava à espera que ela chegasse… não a via a chegar, o tempo ia passando e eu ansioso por vê-la… eram 15h15… apareceu… de calção curto, de top, havaianas calçadas… reparei que tinha uma tatuagem nas costas.
- Demorei? - perguntou. 
- Exagerado… vamos passear?
- Sim… onde queres ir?
- O convite foi teu… vou para onde me levares. 
- Achei que não virias, estou à tua espera desde manhã! - e sorri.

Entrámos no meu jipe, fomos sem destino, dar uma volta. Depois de algum tempo a conduzir pelo alto Alentejo e apreciarmos os dois a paisagem, parámos… saímos do jipe e fomos sentar-nos debaixo de um chaparro… fomos falando de várias coisas, relacionamentos, viagens, os nossos livros preferidos, de tudo um pouco, tínhamos gostos semelhantes, inclusive gostávamos de tatuagens… perguntei-lhe:

- Tens mais alguma tatuagem?

- Sim, no total tenho 3 e tu?

- Olha não tenho nenhuma, mas gosto e gostava de fazer uma…

- Em que sítio e o quê?

- Nunca pensei no que poderia tatuar, teria de ter significado… o sítio seria no antebraço ou perna…

- Hum… gosto desses sítios… eu tenho uma borboleta, uma estrela e um símbolo chinês…

- Significado de todas as tatuagens?

- A estrela é a minha família, a borboleta é o animal que mais gosto e o símbolo quer dizer "sorte"... 

- E terei sorte em saber onde tens a borboleta e o símbolo chinês? Visto que a estrela está nas costas. 

- A borboleta está num seio… o símbolo chinês está abaixo da barriga… 

- Gostei e ainda não as vi…

- Um dia mostro-te…

Voltámos para o jipe… e seguimos viagem de regresso… deixei-a no largo da igreja, perguntou-me se logo ia lá a casa, disse-lhe que ia pensar e sorri…

Nesse dia não fui… fiquei por casa… quis pensar na tarde toda que passámos juntos, custou, mas aguentei sem ir… 

Acordei a pensar que já podia ser noite… fui dar uma corrida, fiz o almoço, fiz uma sesta de tarde, a seguir limpei a casa e já estava a chegar a noite… 

Voltei a casa deles e perguntei pela Inês. Responderam que tinha ido a casa de uma amiga que morava perto. A Inês não estava… Foi difícil estar ali sem a ver e sem falar com ela… vim embora cedo.

Passou mais um dia… a seguir ao jantar fui novamente a casa deles, tentar estar com ela…atenuar o desejo.

A Inês estava no quarto… levei-lhe um livro e os pais disseram para ir ter com ela ao quarto… não estava muito animada, disse-me que contava comigo naquele dia que não apareci, também lhe disse que contava com ela no dia seguinte e ela não estava. Viu o livro… era do nosso autor preferido… gostou e fomos para a sala.

Os pais dela disseram-me para não ir lá nos próximos dois dias, porque iam para Lisboa… tinham de resolver uns negócios. 

Achei que eu e a Inês pudéssemos estar juntos sozinhos nesse período… ela sorriu para mim, estava a dar-me o sinal.

Antes de ir embora, ela voltou a acompanhar-me à porta e baixinho disse-me para ir ter com ela no dia seguinte à noite porque já estaria sozinha… piscou-me o olho.

Estava cada vez mais perto o momento de ver as tatuagens dela, e na verdade tinha vontade de sentir o corpo dela por inteiro…

Chegou o dia, a noite estava quente, o verão aproximava-se do fim. A Inês estava na varanda à minha espera… o olhar dela seguiu-me da entrada do portão até chegar junto dela… o perfume do seu corpo, deixava-me com vontade de me colar a ela… agarrou-me na mão… puxou-me e disse-me para ir com ela ver uma coisa… perguntei-lhe:

- As tuas tatuagens?

- Não… maluco… anda… 

Foi-me mostrar 2 cabritinhos que tinham nascido nesse dia… tinha muitos mais animais, tudo muito limpo e um monte de palha encostado a uma parede, havia luz... 

A Inês empurrou-me para cima da palha… e a seguir atirou-se ela… riu-se… puxou-me para junto dela… não resisti… surgiu o beijo tímido e depois tornou-se mais prolongado e molhado… a minha mão estava no seio dela, ela tinha a mão dela na minha barriga… 

- Vamos sair daqui… para outro lado. - disse. 

- Para onde me vais levar cheio de palha?

- Já vais ver.

Entramos nos anexos da casa… a herdade era toda nossa… dava para fazer tudo, em qualquer lugar…

- Vai ser agora que vou ver a tua borboleta e o símbolo chinês? - Perguntei.
- Vais ver tudo o que quiseres.

Arrepiei-me...senti um desejo muito forte de me envolver…

Levou-me para o WC… abriu a água do duche… tirou a roupa… mostrou as tatuagens e disse:

-Tira a roupa e vem ter comigo…

Cumpri a ordem dela… entrei no duche de água morna… encostei-a à parede. A água caía-me pelas costas… a minha língua lambia-lhe o pescoço… apalpava-lhe os seios… beijava-a toda… passava a minha mão na sua coninha... ela tocava-me no pau… passava-me as mãos no pescoço e peito… muito tesão junto… saímos do banho… sequei-a com uma toalha, e ela a mim… a minha verga não baixava… fomos nus até à varanda que ficava na parte de trás da casa… era escuro… via-se a lua e as estrelas a reluzir no céu… sentei-me numa cadeira que descia o encosto… a Inês… veio beijar-me… passava as unhas pelo peito… arranhava-me ligeiramente... mordia os meus mamilos… a língua dela foi até ao meu umbigo… arrepiava-me… sentia a baba a sair do meu pau… tocou-o, molhou a mão e meteu-a na boca… chupou um dos dedos da minha mão… estava a deixar-me louco de tesão… levantei-me… deitei-a no meu lugar… lambi-lhe a orelha e disse-lhe ao ouvido que faltava pouco para sentir o meu pau bem duro dentro dela… a minha boca desceu até ao pescoço, a língua  ia do pescoço até à boca dela… sentia as mãos dela a agarrar com força a cadeira…

Continuei a descer… a minha língua fazia movimentos circulares nos bicos dos seios… juntava-lhe os seios e beijava um bico de cada vez… voltei a descer mais… a minha língua foi até à barriga… e voltou a subir até à boca dela, a respiração era mais acelerada, leves gemidos e arrepios… desci… fui até à vulva… lambia-lhe o clitóris e punha dois dedos na boca dela… depois apalpava os seios duros de uma menina de 20 anos. Continuei a lamber aquela vagina fechadinha como se fosse virgem… A Inês disse: 

- Penetra-me devagar, já não faço há muito tempo…

Pus-me em cima dela e penetrei-a lentamente...

- Assim devagarinho e com carinho...gostas?

- Que meigo… continua… 

A respiração dela ia ficando mais rápida, eu aumentei mais o ritmo, agarrou-me as costas,  arranhou-me… tinha os olhos fechados, a cara dela era de autêntico prazer… quis sair da posição… veio chupar-me o pau… cuspiu-lhe… lambeu-o… ficou de pé debruçada sobre as grades da varanda… empinou o rabo… fui por trás… enterrei-a com o meu pau bem molhado… os gemidos eram bem audíveis… voltámos a mudar a posição… quis ser ela a dominar… deitou-me e foi para cima de mim… muita intensidade… não parava… para cima e para baixo até ao fundo com um ritmo sem igual, estava a aumentar o gemido… exclamava "que bom"… eu suava de prazer… as mãos dela agarraram-se às minhas… explodiu de prazer… gemeu muito… toda molhada… olhos fechados… estremecia… eu também não aguentei mais… ficou com a vagina cheia de leite… nada podia ser definido naquele momento, só sentido...  os nossos corpos encaixaram e ficaram assim por uns minutos. 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Ainda faltavam uns dias para voltar a casa, durante o período que estive no Alentejo, fizemos sexo muitas vezes… foi sempre bom… 15 dias inesquecíveis… 



domingo, 15 de novembro de 2020

Vitor

Frequentava a faculdade, no curso de economia, tinha 20 anos. No meu tempo livre ajudava a minha mãe na sua fábrica têxtil. Passava muitas vezes pelo escritório, pois toda a ajuda era importante. A minha progenitora tinha 37 anos. Fora mãe solteira, mulher de pulso e de garra. Era uma guerreira! Criou-me e educou-me sozinha. Também geria sozinha a empresa e ainda conseguiu colocar-me na faculdade, sentia muito orgulho nela!


A fábrica era grande com bastantes funcionários e várias máquinas. Para fazer a manutenção desta vinha um técnico. Chamava-se Vítor, tinha 26 anos, olhos esverdeados, cabelo escuro ondulado, rosto arredondado, lábio finos, sem barba… magro, bastante falador, simpático e, por vezes, um pouco atrevido. O seu olhar para as funcionárias era notório e algumas também gostavam de observá-lo.


O Vítor conhecia bem a minha mãe e ela gostava da maneira de ser dele, já tinha muita confiança e fazia a manutenção há vários anos na fábrica. Comigo começou a ter essa confiança mais tarde, tinha sempre uma palavra em tom de brincadeira, e insistia constantemente que um dia tínhamos de ir tomar um café juntos, eu nunca o levava a sério.


Sentia que o Vítor era um amigo, mas tinha noção que seria fácil ultrapassar a barreira da amizade, ele era atiradiço e se eu caísse na tentação podia haver envolvimento, queria manter-me sem namorado, embora não pusesse de lado a hipótese de algo muito breve, só de uma tarde ou noite. 


Falei com a minha mãe sobre os convites que ele fazia. Tinha uma relação de muita abertura com ela. E esta falava comigo sobre todos os assuntos, incluindo saídas que tinha com homens, ela era a minha confidente, dava-me conselhos, ajudava-me a tomar decisões, como tal, disse-lhe que tinha recebido um convite do Vítor para tomar café, qual era a opinião que tinha sobre o assunto, tornou-me como resposta a sorrir: se não tomares tu café com ele, vou eu… tinha percebido que o Vítor era um mulherengo, que se fazia a todas, mas talvez eu precisasse de alguém com experiência.


Num determinado dia, voltou a sondar para tomarmos um café e eu aceitei, não acreditou, ficou surpreso, marcámos o café para o dia seguinte à noite. 

Saímos, fomos até um bar, notei que recebia muitas mensagens no telemóvel, não sabia esconder isso, sorria para o écran, íamos mantendo a conversa, provocava bastante, mas não houve nenhum envolvimento entre nós, nem um beijo.

No dia seguinte a minha mãe perguntou como tinha corrido, disse-lhe que não se tinha passado nada entre nós, só uma conversa. A minha mãe desabafou comigo e disse que já se tinha envolvido com o Vítor há 6 anos atrás, tinha ele a minha idade, nessa altura eu tinha 14 anos. Perguntei como tinha sido o envolvimento, tive curiosidade de saber, a minha mãe disse que teve de o ensinar, que era inexperiente na altura, mas que beijava muito bem, agora já devia estar bem melhor, aquela conversa deu a entender algum desejo nosso pelo Vítor. 


Passados uns dias, já passava da hora de saída, faltava só o Vítor sair, eu estava no escritório a terminar uma fatura de umas encomendas e a minha mãe estava noutro gabinete, o Vítor bateu à porta, disse-lhe para entrar, a brincar disse:

- Estamos fechados - sorri.

- Só vim fazer uma pergunta, já chegou a máquina nova que foi pedida?

- Pensei que vinhas convidar-me para mais um café.

- Se gostaste da companhia podemos combinar outro, mas não respondeste à minha pergunta.

Ouviu-se a voz da minha mãe a dizer que a máquina tinha chegado ao final da tarde.

- Não sabia que estava aí chefinha.

- Ainda estou… cansada e a precisar de uma massagem.

- Olhe que tenho umas mãos que nem lhe conto… só experimentado.


Aquele insinuar-se a fazer a massagem à minha mãe, deixou-me com água na boca, e vieram-me filmes à cabeça, e espontaneamente perguntei-lhe se as suas mãos chegavam para mim, visto estar também a precisar do seu toque.

O Vítor ficou sem resposta, estático e sem contar… levantei-me e aproximei-me dele, a minha mão passou pelo seu rosto, ficou com olhos bem abertos e os lábios trêmulos, beijei-o na boca, correspondeu ao beijo de língua, olhou de canto de olho para o lado, a minha mãe apareceu e, sorrindo, perguntou: posso participar?


As roupas saíram dos nossos corpos, ficámos nus, o Vítor ainda estava sem acreditar no que estava a ver, enquanto sentia o seu beijo molhado, que me deixava cheia de tesão, a minha mãe de joelhos chupava-lhe o pénis… a seguir ficou sentado no sofá do gabinete da minha mãe, a minha língua e a dela passaram pelo seu pénis, chupávamos à vez, e sorrimos uma para a outra, o Vítor saiu do sofá, a minha mãe sentou-se lá eu sentei-me por cima da barriga dela, abrimos as duas as pernas, a língua do Vítor alternava entre a minha vagina e a vagina da minha mãe, estávamos molhadas e excitadas, enfiou o pau dentro da minha coninha, e apalpava-me os seios, lambeu-os também, a seguir enterrou a verga na vagina da minha mãe, e ao mesmo tempo meteu os dedos na minha cona, ambas gemíamos, sentia o ar quente da boca da minha mãe atrás de mim, o Vítor, a seguir, enfiou o pau no meu cuzinho e passado pouco tempo enterrou-o no cuzinho da minha mãe, sentimos alguma dor no sexo anal, mas gostámos… após tudo o que estava a acontecer, com tanto desejo e tesão não ia demorar a atingirmos o orgasmo, o Vítor ficou deitado no chão, o meu corpo foi para cima dele, a minha coninha foi penetrada pelo seu pénis, passava os meus dedos no clitóris, a minha mãe com uma perna de cada lado da cabeça do Vítor baixou-se e o Vítor lambia intensamente a sua rata, a primeira a vir-se fui eu, com um gemido forte, fiquei molhada e muito satisfeita, o Vítor a seguir veio-se dentro de mim com "ai" prolongado… a minha mãe foi a última, atingiu o orgasmo na boca do Vítor. 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


O Vitor confessou que sempre teve o fetiche de fazer sexo com mãe e filha, eu nunca tinha experimentado sexo anal, doeu, mas deu-me prazer, ver a minha mãe ser penetrada também aumentou o meu desejo. A minha mãe gostou mais deste envolvimento com o Vítor do que há 6 anos atrás. Gostou de presenciar um orgasmo meu.



quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Sabrina

Era uma menina sossegada, um pouco introvertida, nunca tive muitos amigos, ficava mais no meu canto, às vezes até ficava melhor isolada. No liceu quando me sentia mais sozinha nos intervalos das aulas, procurava alguma amiga ou amigo e assim passava o tempo. 


Nunca deixei muito que abusassem com aproximações desmedidas, por vezes era assediada no liceu, metiam-se comigo, a roupa que vestia era sempre mais ousada, tinha noção que provocava, a tentação era grande para dizerem uns piropos, eu ouvia, gostava porque me sentia melhor que qualquer mulher, mas não ligava, mantinha a minha postura e seguia o caminho.


Perdi a virgindade com 16 anos, depois desse dia tive poucos envolvimentos que acabassem em sexo, os meus 19 aninhos acabados de fazer ainda tinham pouca experiência sexual.

A minha maneira de ser era complicada, muito nariz empinado, tentava ser independente, era pouco carinhosa, por vezes até era bruta, sentia que havia rapazes que me abordavam e queriam conversa para se aproveitarem de mim, para sexo… quando suspeitava que o objetivo era esse, a conversa terminava e não havia sucesso.


Considerava-me caseira, saía pouco com amigos, era difícil conseguirem tirar-me de casa. 

Mas num dia de verão, estava calor e recebi um convite para ir até ao rio, estávamos de férias, e aceitei. Foi um casal de namorados que eu não conhecia, uma amiga e dois amigos, passámos a tarde junto a um rio. Quando chegámos quis refrescar-me e dei um mergulho nas água límpidas, estava de calção e t-shirt, os bicos das minhas mamas notavam-se na t-shirt e o papo do meu monte de vénus no calção… fui até à toalha secar-me e estive atenta ao casal desconhecido, eram pouco mais velhos do que eu, soube que tinham começado uma relação há pouco tempo, havia muitos beijos e toques no corpo entre eles… 


Os dois foram para dentro de água estavam juntinhos, os corpos roçavam-se, davam abraços e vê-los assim deixava-me excitada… depois vieram também para a toalha, no calção do rapaz notava-se que tinha um pau acima da média, estava bem delineado, deitados continuavam com os beijos e os corpos juntos… de repente saíram da nossa beira, percebi que tinham ido dar uma queca, estavam desejosos e não conseguiam esconder… e eu sentia-me quente e com vontade de algo que me saciasse… aguentei a tarde assim desejosa.


Quando cheguei a casa, vi que os meus pais deixaram um bilhete a dizer que tinham ido jantar fora… fui tomar um banho de água fria, para baixar o nível de excitação, mas depois pus a água mais quente, as minhas mãos tocavam e passavam pelo meu corpo todo, os dedos entravam na minha vagina, estive quase a vir-me com a água do chuveiro a cair-me nas costas.  


Saí do banho, sequei-me com a toalha, fui buscar à gaveta um vibrador que me tinham oferecido no meu aniversário, deitei-me na cama, dobrei e abri as pernas, primeiro fui penetrando com dois dedos a minha coninha e assim passado pouco tempo, libertava mel, depois peguei no vibrador, e coloquei-o a vibrar em cima do meu clitóris, o meu corpo ficava agitado, eu soltava alguns gemidos, logo a seguir enfiei metade do vibrador dentro da minha cona, girava, mexia para um lado e para o outro, e depois meti-o todo até ao fundo, aquela vibração toda dentro de mim, e o pensar naquele casal no rio, fez-me revirar os olhos e atingir o clímax, deitei-me de lado e adormeci em cima da cama até os meus pais chegarem.  


                   Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Ter visto a envolvência de um casal, deixou-me excitada e com vontade de algo mais, usei o meu vibrador para me masturbar e chegar ao prazer.