terça-feira, 25 de agosto de 2020

Afonso

 Sempre fomos um casal ligado a aventuras, mente aberta, a nossa finalidade era chegar ao prazer. Gostávamos de experiências diferentes… Tinha 43 anos e o meu marido 49, já nos conhecíamos há 30 anos, fruto da nossa relação tínhamos dois filhos… durante todo esse tempo houve infidelidades de ambas as partes.


Uma das histórias que o meu marido me contou foi com uma vizinha do nosso prédio, na altura tinham ambos 36 anos, ela também era casada, durante as reuniões de condomínio os seus olhares eram intensos, começaram a falar mais vezes, e um dia durante a tarde foram para um motel… pela descrição do meu marido, ela não tinha jeito para fazer oral, e só quis fazer anal. Após ter confessado a traição, a nossa relação ficou abalada, tendo eu mais vontade de o trair, chegámos a um consenso de manter-nos juntos, mas livres para nos envolvermos com quem quiséssemos.


Quando tinha 38 anos, num período em que o meu marido estava poucas vezes em casa, tive um caso com um rapaz de 22 anos, que durou uns meses e me despoletou uma imensa vontade de fazer sexo com frequência, talvez tenha apanhado a pessoa certa, embora fosse novo na idade já tinha alguma experiência sobre sexo, o seu pau enchia-me de prazer… a sua pele tenra e macia, o seu perfume e o beijo carinhoso deixava-me fora de mim… 


Com o meu marido mantinha a vida sexual, diariamente tínhamos momentos deliciosos e não perdia a vontade de fazer amor com ele.

Um dia estávamos a conversar e o meu marido perguntou:

- Gostava de vivenciar algo diferente contigo…

- Como assim?

- Já que não temos tabus e somos livres e dados ao prazer… vou propor-te uma coisa...

- Estás a deixar-me ansiosa… diz lá… qual é a proposta?

- Aceitas envolveres-te com outro homem e eu assistir?

Fiquei quase sem resposta, pensei… e disse-lhe que… sendo um desejo seu, que o fazia por ele.


O meu marido tinha um amigo chamado Afonso... 42 anos, não o conhecia embora já tivesse ouvido falar dele. Fomos até a casa deste, sentia-me um pouco nervosa, ainda tinha dúvidas se iria conseguir envolver-me à frente do meu marido.

O Afonso, era um homem que aparentava ser mais novo, vestido com umas calças de sarja, camisa branca, entroncado… foi uma boa escolha do meu marido, qualquer mulher se perdia no seu corpo. A conversa foi-se desenrolando, começámos a ganhar confiança, e ficou tudo mais apimentado, sabíamos qual era o propósito, o Afonso já sabia que eu ia à sua casa para comer-me… 


O meu marido estava sentado numa poltrona, calado, ouvia a nossa conversa e observava-nos… o Afonso estava sentado mais afastado no sofá, fui por trás do sofá e apoiei as minhas mãos nos seus ombros robustos, toquei-lhe no pescoço… apalpei os seus peitorais, o meu toque estava a deixá-lo excitado e a mim desejosa por algo mais…

As nossas mãos espalharam-se pelos nossos corpos, o toque e o apalpar fazia-nos aumentar o tesão… iniciámos um beijo de língua, naquele momento não quis olhar para o meu marido, continuei sem pensar que estaria ali a ver-nos… as nossas roupas descolaram dos nossos corpos, com o Afonso sentado no sofá, ajoelhei-me e chupei o seu pau avantajado, de canto de olho tive curiosidade de olhar para o meu marido, estava com uma mão no rosto e a outra apoiada por cima das calças na direção do seu pénis… 


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Abstraí-me da sua presença, o Afonso sentou-me no sofá, abriu-me as pernas, e lambeu-me avidamente, a sua língua explorava todos os pontos da minha coninha, usava os dedos, a sua saliva molhava ainda mais a minha ratinha, a sensação era de satisfação total.

Estava bem molhada… só tinha vontade de sentir a sua verga a enterrar-se em mim… 

Fiquei de joelhos em cima do sofá, apoiada no encosto, por trás o Afonso penetrou-me, os nossos gemidos coincidiam, empinei o rabo para trás, o Afonso fodia muito bem, variava a intensidade e o ritmo, sabia o que estava a fazer, estava louca de tesão. O meu marido mantinha-se atento, mas já tinha agarrado no seu pénis e começou a tocar uma punheta…

Ainda me deixou mais excitada… a seguir fui para cima do Afonso… os meus movimentos eram com cadência, agarrei-me ao seu pescoço, aumentei mais o ritmo… os dedos dele mexiam no meu clitóris… descontrolada dei uma gargalhada e um gemido prolongado… tinha chegado ao orgasmo… ficámos de pé, debrucei-me sobre o encosto do sofá, fiquei a olhar para o meu marido e por trás o Afonso fodeu-me com toda a força, uma dor misturada com prazer, tão forte que fazia-me abanar toda e veio-se… senti um jacto de leite dentro de mim, dizendo… "que bom, putinha".


Quis compensar o meu marido por deixar-me solta com outro homem e como tal, fui na sua direção, fiz-lhe um broche… o seu pau bem duro, encheu-me a boca, chupei-o muito até ao fundo, até sentir o seu leite dentro da minha boca, abri a boca e mostrei-lhe o leitinho todo, e engoli.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


O meu marido sentiu muita excitação e prazer…

Senti-me descartada ou entregue facilmente a outro homem, mas adorei toda a envolvência, sentir-me observada pelo meu marido inibiu-me, mas depois desinibi-me e foi épico. 


sábado, 15 de agosto de 2020

Letícia

Durante muito tempo vivi totalmente dependente dos meus pais, principalmente em termos monetários. Eram médicos, não deixavam que nada me faltasse. Entretanto, licenciei-me no curso de Farmácia, tinha 24 anos, procurava emprego e, enquanto não arranjava, aproveitava a vida.


Mantinha uma relação com a Letícia. Namorávamos há 1 ano. A nossa ligação era de respeito, mas muito liberal, havia sempre tempo a dois, cada um de nós tinha liberdade para estar e sair com os amigos. Principalmente aos fins de semana juntávamo-nos todos em jantares e saídas à noite.

Tínhamos vários amigos em comum, alguns mais chegados porque já os conhecíamos há muito tempo. 

A Letícia estava a terminar o curso de artes plásticas. Tinha cabelo castanho comprido e liso, olhos castanhos-escuros, piercing na língua, tatuagem nas costas e uns seios grandes. 

Possuía entusiasmo por tudo o que era novo e alinhava em experiências fora da rotina.


Um dia, falámos sobre um assunto pensado por mim, sabendo que os meus pais iam passar uns dias fora do país, propus o seguinte: Passar um fim de semana numa outra casa que os meus pais tinham, uma casa de aldeia, quase isolada, com piscina, vários quartos, seria uma boa altura para escolhermos um grupo de amigos, e passarmos um fim semana cheio de animação, estávamos no verão. A Letícia gostou da ideia e aceitou prontamente.


O passo seguinte seria escolher os amigos, eu escolhi quatro e a Letícia outros quatro, sendo que cada um escolhia dois casais, dez pessoas era o ideal para as condições que a casa tinha. Eu escolhi um amigo barman e a namorada, colega de faculdade da Letícia, e um casal que frequentou a universidade comigo. A Letícia escolheu uma amiga Dj e o namorado, e um casal amigo de infância… definimos qual era o dia, e convidámos o pessoal e todos aceitaram.


O dia estava marcado. Na véspera fizemos compras, muito álcool e carnes para churrasco, arranjámos uma mesa de som, entre outras coisas que achámos importantes e fomos preparar tudo para a casa, não queríamos que faltasse nada. Passámos os dois a noite de sexta para sábado no local que teria os nossos amigos no dia seguinte a preparar o acolhimento para estes.


Sábado, a meio da tarde, começaram a chegar os convidados. O dia estava quente. O pessoal ia deixando as malas nos quartos e depois juntava-se no pátio… conversávamos uns com os outros… alguns começaram a beber cerveja, a fumar… eu preparava o assador para grelhar as carnes, o pessoal foi apanhar sol junto da piscina. O barman tratou das bebidas, a DJ tratou do som.

A Letícia e algum pessoal estavam na cozinha a preparar petiscos, e sobremesas.

O tempo estava a ser passado da melhor forma, convívio e boa disposição.


Já tínhamos jantado e bebido muito. Os homens jogavam às cartas, algumas mulheres usavam o telemóvel, outras viam TV… a noite estava abafada, uma bela noite de verão.

Fomos todos para a zona da piscina, o som puxava para dançar, havia casais a dançar, outros sentados a beber e a fumar ganza, a malta estava a exceder-se nas emoções, todos leves e livres, entregues à diversão total… 


O casal que frequentou a faculdade comigo, atirou-se à piscina, começou a despir-se… o pessoal eufórico gritava e batia palmas, beijaram-se, ela apoiada na parede da piscina, empinou o rabo e ele por trás penetrou-a… foi o passo para tudo começar a descambar.

A DJ sentada numa caixa abriu as pernas e o namorado puxou as cuecas do biquíni para o lado e lambeu-a nas partes baixas… 

O casal amigo de infância da Letícia, apalpou-se avidamente, ele sentado na espreguiçadeira, ela sentada por cima dele… foderam de forma intensa…

O barman estava em pé junto à mesa de som, e a namorada, de joelhos, abocanhava e chupava-lhe o pénis até ao fundo e com um ritmo acelerado.

Eu e a Letícia observámos aquele envolvimento todo, só visto em filmes, o nosso desejo cresceu… e enquanto víamos os outros entregues ao prazer, nós fizemos o mesmo. Lambi-lhe a coninha, até ficar bem babada, a Letícia chupou-me o pau e eu cheio de tesão sentia a sua boca no meu pénis, ouvia os casais a gemer e via os casais em cenas pornográficas, houve até troca de casais…

A Letícia pôs-se de lado, penetrei-a, o meu pau entrava e saía com um ritmo acelerado, apalpa-lhe um seio, ela virava a cabeça e as nossas línguas mexiam uma na outra... o nosso gemer era forte, a Letícia teve um espasmo, um gemido intenso, senti a coninha mais molhada, estava a vir-se… a seguir deitou-se de barriga para cima, meti-lhe a verga no meio das mamas, ela apertava as mamas com as mãos, fiz-lhe uma espanholada, por vezes a sua boca lambia a ponta do meu pénis, vi-me… o esperma saiu com pressão até à entrada da sua boca, deixando depois um rasto pelo meio das mamas.


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Tudo o que se passou não será apagado da minha memória, alguns amigos no dia seguinte não se lembraram do que se tinha passado. Foi uma experiência única, todos os sentidos estiveram à prova… a sedução e o prazer estiveram bem presentes durante a noite naquela casa.







 

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Diogo

Procurava aproveitar ao máximo todo o tempo que tinha livre. Era juíza, tinha 36 anos, solteira, morava sozinha, sem empregada doméstica, o tempo era muito bem gerido para não deixar nada por fazer. O meu corpo estava em forma, fazia por ter cuidado na alimentação. 

A noite de sábado e o domingo eram meus, fugia da rotina, sentia-me livre para sair e ter novas aventuras…


A minha vida era muito solitária, durante a semana o pouco tempo que tinha livre era à noite para ler, adormecia sempre tarde… praticamente não possuía amigos, vivia num mundo à parte, virado só para mim…

Adorava sair ao fim de semana, afastada da minha zona, divertir-me… reservava um hotel, numa cidade que gostasse e saía de casa ao fim da tarde de sábado… passeava… jantava sozinha, por vezes ia ao cinema… dependia do que me apetecesse fazer…


Num fim de semana de maio, fui a uma cidade que ficava a 150 km de casa. Lembrei-me de ligar ao Diogo que era do meu tempo de faculdade e morava nessa cidade. Tínhamos a mesma idade e já não o via há 5 anos. 

Disse-lhe que estava na cidade dele, perguntei-lhe se estava livre, se podia estar comigo… acedeu prontamente… embora dissesse que ia sair tarde do trabalho, se não me importasse estaria comigo após o jantar… disse-lhe que não havia problema…depois bastava dizer-me um nome de um bar e ia lá ter, ficou assim combinado.


Fui dar uma volta pela cidade, estive junto ao mar… o tempo foi passando.

O Diogo enviou mensagem a dizer o nome do bar e a hora que estava por lá. 

Fui mais cedo, o bar era bastante acolhedor, fiquei sentada à espera que chegasse.

Entretanto chegou… sorridente, deu-me um abraço, já fazia tempo que não nos víamos, o perfume dele ficou a pairar em meu redor. 

O Diogo era morenaço, de estatura mediana, barba aparada, cabelo preto encaracolado, um homem discreto, divertido e meigo…

Mantivemos um diálogo por bastante tempo, como ia a nossa vida profissional, viagens, recordámos tempos de faculdade, e abordámos a vida sentimental, disse-lhe que continuava a morar sozinha e ele igual. Ambos não tínhamos relacionamentos amorosos.


Entretanto aproximou-se um homem da nossa mesa, cumprimentou o Diogo e este apresentou-me o Rui, primo dele. Ele sentou-se connosco. Iniciámos uma conversa a três… o Rui era da mesma estatura do Diogo, tinha a nossa idade, cabelo liso e castanho, olhos escuros, parecia simpático. Pela forma como conversava notava-se que possuía experiência, sabia seduzir, era subtil a expor os assuntos… estava a gostar de interagir com eles… havia animação na conversa, o tema de sexo também veio à baila, quais as posições que davam mais prazer, experiências que tivemos, um pouco de tudo, o assunto estava a deixar-me excitada, e notava que eles também sentiam desejo… os nossos olhares pediam envolvimento… 


O Diogo questionou-me se tinha hotel marcado, respondi-lhe que não, e perguntei se algum deles me aconselhava algum sítio para passar a noite… o Diogo disse-me que se quisesse podia passar a noite no apartamento dele, tinha um quarto a mais… não me importava nada, a minha resposta foi sim… O Diogo perguntou se queríamos ir até ao apartamento dele, aceitámos.


Saímos do bar e fomos até ao apartamento do Diogo. Ligou o ar condicionado para aquecer o ambiente, pois estava um pouco de frio. Colocou música e foi para a cozinha, fiquei com o Rui na sala fomos nos conhecendo melhor… o Diogo voltou, íamos petiscando, bebendo um bom vinho, a música era agradáve… já me sentindo mais à vontade com os dois…


Sentia-me desinibida, estava perto de iniciar algo que nos ia dar muito prazer, notava que estávamos na expectativa, à espera que algum de nós tivesse a iniciativa de começar… sentei-me no sofá no meio dos dois, comecei por beijar a boca do Diogo, enquanto uma das minhas mãos esfregava as calças do Rui na zona do pénis, a outra mão desapertava o botão da calça do Diogo, o Rui passou a mão dele nos meus seios… 

Disse que queria ser a rainha deles, queria sentir o máximo de prazer com eles, e dar-lhes muito prazer também… 


Ambos tiraram as calças… despiram-me… os nossos corpos estavam nus entregues à aventura, ao toque, ao envolvimento, à loucura…

Virei-me para o lado do Rui e fiquei de lado… agarrei e comecei a chupar-lhe o pénis… a outra mão tocava e mexia o pénis do Diogo, sentia-o bem duro… penetrou-me por trás, apalpava-me o meus seios… sentia-me solta, e a querer variar as posições, sentir bem aqueles dois pénis duros…

 

Com o Diogo sentado comecei a chupar-lhe a verga, por trás o Rui enterrava-me o pau na minha vagina, estava toda molhada… o pénis do Diogo também estava todo babado, eu ia engolindo bocados de esperma, metia-o todo dentro da minha boca, olhava para o Diogo e vi-o cheio de prazer, e a sorrir… o Rui também metia o pénis dele bem até ao meu fundo, gemia…


A seguir mudamos as posições… o Rui sentou-se no sofá, o meu corpo foi para cima dele… 

o pénis duro entrava dentro da minha cona… inclinei-me para a frente, beijava-o na boca, o Diogo abriu com as mãos o meu cuzinho e meteu o pénis... devagarinho foi metendo mais e mais… estava bem enterrado… sentia os dois paus bem dentro de mim, aumentei os gemidos…aumentaram o ritmo, o Rui chupava-me os seios, não aguentava mais… vi-me… um orgasmo bem forte… fiquei encostada ao peito do Rui…


Queria sentir também o orgasmo deles… o Diogo deitou-se no chão, sentada em cima dele de costas, era enterrada e ao mesmo tempo o Rui estava de pé, chupava-lhe o pénis… Os meus movimentos eram intensos, fiz de tudo para o Diogo se vir, e assim foi… já sentia o leitinho dele dentro de mim… saí de cima dele, com o leitinho a sair dentro de mim e a escorrer… continuei a chupar o pénis do Rui, cada vez mais… batia-lhe a punheta e chupava muito… veio-se todo na minha boca… engoli tudinho… 


Todos nós tivemos muito prazer. Os dois deleitaram-me… senti-me uma rainha muito satisfeita e consolada. Dormimos os três no quarto do Diogo, a cama era larga… de manhã quando acordamos voltámos a sentir o prazer…


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest


Foi um grande fim de semana, intenso… senti-me uma mulher entregue ao prazer dado por dois homens, experiência louca… vontade de voltar a repetir…