sábado, 25 de julho de 2020

Lúcia

Nasci num país africano chamado Cabo Verde, cedo senti necessidade de sair de lá, não tinha as condições que pretendia para viver e tendo parte da minha família em Portugal, o meu desejo era ir ter com eles. A minha infância foi difícil, perdi o meu pai com 7 anos, sendo o filho mais velho, tive de ajudar a minha mãe a criar os meus irmãos, com muito esforço, sempre tive a força necessária para ultrapassar as dificuldades.

 

Fui para Lisboa com 16 anos, queria dar continuidade aos meus estudos, e estudar música passava pelos meus planos, aprendi piano, era um instrumento que adorava tocar. 

Embora tivesse um pouco de formação musical, o trabalho que arranjei, foi como funcionário numa escola de música. A minha família acolheu-me enquanto precisei, e foi uma grande ajuda até ser independente. Já trabalhava há alguns anos na escola, tinha 27 anos, morava sozinho e comprei um piano em segunda mão para colocar em casa.


Na escola de música conheci uma aluna de piano, tinha 24 anos, o seu nome era Lúcia, uma mulher de pele branca, olhos grandes, usava o cabelo liso preso, o corpo era bem delineado, dava nas vistas pelas roupas que usava, decotes ousados e calças justas que definiam o rabo.

Fomos ganhando confiança nos intervalos das aulas, a amizade ficava mais vincada pela troca de experiências e pela partilha de carinho, através dos gestos e palavras.


Ambos gostávamos de artes, e num sábado à tarde por mera coincidência encontrámo-nos numa exposição de pintura, eu estava sozinho e a Lúcia com uma amiga, conversámos um pouco e após termos visto a exposição juntos, convidou-me para lanchar, durante o repasto trocámos opiniões sobre as obras e falámos sobre arte. 

A cumplicidade que tinha com a Lúcia mexia comigo, deixava-me com vontade de estar mais vezes com ela, de dizer-lhe que a paixão estava a apoderar-se de mim, refugiava-me nas teclas do piano, para combater a ausência da Lúcia nos fins de semana… e pensava na reação que podia ter se dissesse que estava a gostar dela. Não estava preparado para um "não ".


Tinha de transmitir o que sentia, o desejo, perceber se seria correspondido… um dia após as aulas, questionei-a… se tinha alguém, se queria sair comigo… e a resposta foi uma faca a entrar no meu corpo, tinha começado uma relação recentemente, deixou-me de rastos, não conseguia ver-me com mais ninguém. Isolei-me, deixei de sair… caí numa solidão, num vazio interior, num sofrimento desmedido, como haveria de arranjar forma para erguer-me.

Não voltei a vê-la porque já tinha terminado o curso de piano. Tinha o contacto dela, mas não queria interferir na sua relação, o meu pensamento estava focado nela e isso não me permitia ter relacionamentos.


Passados dois anos, encontrei a Lúcia, numa exposição de fotografia, o seu olhar era triste, mais magra, abatida… aproximei-me… não sabia qual seria a sua reação quando me visse, por trás dela, perguntei:

- Lúcia? Estás bem?

Olhou para trás, quando me viu, os olhos grandes ficaram ainda maiores, sorriu e disse…

- Estava longe de imaginar que te fosse ver aqui.

- Eu também não esperava, como tens passado?

- Mal… a fase tem sido difícil, vou ter de ir, tenho uns amigos à minha espera… ainda tens o meu contacto?

- Sim.

- Liga-me e falamos.


Deixei passar uns dias e liguei, o telefonema foi demorado, falámos durante muito tempo, contou que a relação que teve deixou-a de rastos, foi maltratada e chegou a ser agredida pelo ex-namorado, estava livre, abalada e traumatizada. Procurei animá-la, e disse que se precisasse de alguma coisa para ligar, estaria disposto a ajudá-la.


Alguns dias depois, ligou e disse que gostaria de estar comigo. 

Ao início da noite, fomos a um barzinho, conversámos sobre o passado e presente, disse-me que a conversa que tivera comigo ao telemóvel, ajudou-a a ver as coisas de outra forma.

Saímos do bar, estava muito frio, era inverno… os nossos lábios tremiam, o seu rosto sorria, e perguntei-lhe se queria ir beber um chocolate quente a minha casa. Acedeu.

A casa estava fria, liguei o aquecedor, colocámos uma manta pelas costas, bebemos o chocolate quente. A Lúcia avistou o meu piano, perguntou se podia tocar, respondi que sim. Os seus dedos passavam nas teclas criando uma melodia que entrava nos meus ouvidos e deixava-me sereno e nostálgico. Sentia um arrepio nas costas. 

A seguir fui eu que toquei, a Lúcia sentou-se no sofá, fechou os olhos, o som invadia as nossas almas, entranhava-se nos nossos sentidos, quando terminei, a Lúcia agradeceu-me pelo momento, sentei-me ao seu lado, e disse:

 - Lúcia desde que começaste a namorar, não tive nenhum relacionamento, não me saíste da cabeça, sofri muito… mas continuo a gostar muito de ti, o que sinto por ti é indescritível…

Os olhos da Lúcia ficaram a brilhar e caiu uma lágrima pelo rosto e pediu:

- Abraça-me.


O nosso abraço foi profundamente sentido, como se já tivesse acontecido há muito tempo atrás… o meu rosto encostou ao dela, lentamente os nossos lábios encontraram-se, os beijos aqueceram-nos, despimo-nos… fui buscar chantilly e deitei-lhe nos bicos das mamas e na sua vulva, lambi-lhe os bicos, desci até à vagina, lambi-lhe o chantilly e chupei-lhe o clitóris, a Lúcia arrepiada, estremecia. Demos um beijo na boca com sabor doce, a seguir a Lúcia colocou chantilly ao longo do meu pau, chupou e lambeu, ficou com bocados brancos no canto da boca, mesmo com o pau grande a Lúcia tentava meter o máximo possível dentro da boca, o broche foi muito gostoso. 

Sentada no sofá de lado ergueu uma perna, ficou como uma tesoura, encaixei no meio e enterrei o pénis devagarinho na sua cona, ficámos uns momentos assim...e trocámos de posição… debruçada no piano, por trás enfiei-lhe o meu pau na coninha, apalpei-lhe as mamas, a Lúcia pedia para enterrar mais, o meu pau foi bem para dentro dela, aumentei ao máximo o ritmo… já sem conseguir controlar-me mais, vi-me todo… sensação de prazer total, continuei com tesão e o pau dentro dela, o piano abanou, a Lúcia gemeu e disse alto "estou a vir-me toda".


Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Podíamos nunca mais nos termos visto ou não existir envolvimento, mas tudo teve um tempo certo para acontecer, se não foi mais cedo, acabou por ser mais tarde…

Criámos uma relação, enriquecida com um filho e uma filha e ligados a um amor incalculável.


quinta-feira, 16 de julho de 2020

Tiago

A minha vida era estável, trabalhava como funcionária pública, morava sozinha, tinha 46 anos, viúva desde os 35 anos, um filho na faculdade, a estudar no estrangeiro no programa Erasmus.
Quando saía do trabalho, cuidava do meu corpo, praticava exercício, por vezes estava com amigos numa esplanada, morava em frente à praia, caminhava junto ao mar, absorvia energia, assistia ao pôr-do-sol… o meu tempo era bem passado até chegar a noite, após o jantar sentia-me mais só, a única companhia que tinha era um gatinho branco, muito fofo… viajava pelas redes sociais, pelos interesses que tinha sobre moda, culinária e para além de falar com o meu filho pelo skype… às vezes, quando me sentia menos ocupada, entrava em chats para poder conversar com outras pessoas. 

Após um dia de trabalho, fui até a uma esplanada à beira de casa e do outro lado da estrada. Avistei três surfistas que vieram na minha direção, ficaram numa mesa junto à minha, de frente para mim ficou um homem aparentemente quarentão com barba castanha, cabelo castanho claro e molhado esticado para trás, com óculos de sol, pele bastante morena… o físico dele chamou-me a atenção, notava que o olhar dele dirigia-se ao meu, estava sozinha tentava disfarçar, pegava no telemóvel e desviava o olhar… entretanto saí e fui para casa.

Passados dois dias, voltei à esplanada, sentei-me no mesmo lugar e desta vez o mesmo homem já estava na mesa em que o tinha visto da última vez, acompanhado com os outros dois colegas, vestidos com os fatos de surf, pela conversa que ia ouvindo, principalmente vindo da voz dele, reparei que ainda não tinham ido surfar, o cabelo dele estava seco, bem encaracolado, sem óculos de sol, os olhos eram grandes e castanhos… 

O olhar dele continuava a bater no meu, voltei a disfarçar, fui discreta… entretanto eles saíram, e foram na direção do mar… chegaram alguns amigos, fiquei mais um pouco e depois fui caminhar no passadiço… de longe via os três surfistas no mar à espera das ondas que demoravam a aparecer… 

Mais uma vez voltei à beira mar, desta vez… fui para o areal, tirei as sapatilhas, estendi uma toalha, sentei-me... estava agradável, o mar estava um pouco mais agitado, viam-se as ondas…e o meu olhar prendia-se no horizonte.
Ouvia um caminhar na areia atrás de mim, vozes a aproximarem-se e reconheci uma voz… eram os surfistas, ficaram na minha direção, perto do mar, fizeram alguns exercícios de aquecimento antes de entrarem no mar… fui apreciando o mar, as ondas, e eles iam aproveitando o surf, eu reparava no surfista que me ficou debaixo de olho, mantive-me ali por bastante tempo… até que o vento estava a incomodar… os surfistas saíram do mar… passaram por mim, um deles parou… era ele… meteu conversa comigo, soube que se chamava Tiago e que era meu vizinho… saímos juntos do areal, após uma curta conversa, fez-me o convite para tomarmos um café a seguir ao jantar… aceitei. 

O local combinado foi um barzinho junto à praia, ouvia-se o barulho das ondas, fomos falando de nós, soube um pouco da minha história de vida, dele soube que era divorciado, tinha 48 anos, morava sozinho, fazia pouco tempo que tinha comprado um apartamento, era professor de surf… passámos por ali umas horas, a conversa foi fluída e interessante… já estávamos quase a ir embora e o Tiago perguntou-me se no dia seguinte queria ir até ao mar com ele, aprender um pouco de surf, achei que não teria muito jeito, mas como queria estar junto dele, disse-lhe que sim… 

Ao final da tarde, encontramo-nos junto ao mar, já trazia uma prancha a mais e fato de surf para mim… segui as indicações dele, meia atrapalhada e com algum receio fui fazendo o que me dizia… acabou por correr bem, vimos o pôr-do-sol dentro de água... gostei da experiência… 

   
Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

A seguir… disse-lhe que estava a precisar de um banho quente, o Tiago olhou para mim e disse-me que ia fazer um arroz de pato para o jantar, perguntou se eu gostava e se queria ir até ao apartamento dele, respondi-lhe que embora não fosse o meu prato preferido, não me importava de lhe fazer companhia.

Chegados ao apartamento dele, estava cansada, sentámo-nos no sofá, cada um enrolado na sua toalha e disse-lhe:
- Hoje é um dia de sorte…
- Então porquê?
- Porque tive uma aula grátis de surf, e vou ter um jantar feito por ti…
- Ah sim… és uma privilegiada… sabes que já faz tempo que não cozinho para uma mulher…
- Na verdade nunca tive um homem que cozinhasse para mim, serás o primeiro…
- Então vou ter de caprichar, quero que fiques a gostar… 
- Se ficar a gostar... já viste? Venho aqui buscar o jantar todos os dias - sorri.
- Pode ser… e eu vou buscar a sobremesa a tua casa… sorriu.

Sentia atração por ele, o Tiago estava a ser um querido por tudo o que estava a fazer por mim, disse-lhe que ia tomar banho, foi preparar-me a casa de banho, deu-me uma toalha…
O banho soube-me fantasticamente, fiquei quentinha… a seguir foi ele… voltei para o sofá da sala, quando voltou, o seu perfume ficou espalhado pela sala… foi fazer o jantar.
A mesa elegantemente disposta, garrafa de vinho, o arroz de pato com bom aspeto, acendeu duas velas, estava tudo bom… a conversa deliciosa, estávamos animados… 

Arrumámos a cozinha e fomos para o sofá, o Tiago escolheu um filme para vermos, encostei-me a ele, passou o braço por trás de mim…Fazia bastante tempo que não sentia aquela proximidade, deixou-me arrepiada… deixámos de prestar atenção ao filme, íamos conversando, o Tiago passou a mão pelo meu rosto, fechei os olhos com o toque dele, a minha mão foi ter ao rosto dele também, sentia a barba… demos um abraço… o Tiago levou a boca dele à minha… as mãos dele agarraram as minhas mãos… foi um beijo prolongado, molhado e intenso… aquele beijo fez-me ficar húmida… a mão dele passou pelo meu pescoço, desceu até a um seio, percorreu a minha barriga, desabotoou o botão da minha calça, meteu a mão… e fixou a mão na minha genitália, suspirei…

Puxei as calças de fato de treino dele para baixo, a minha mão foi agarrar-lhe o pénis, estava húmido e duro… lambi-lhe a barriga, depois meti os testículos na minha boca, chupei-lhe o pénis, levei-o à minha bochecha, a minha língua fazia movimentos circulares na ponta do pénis, o Tiago suspirava… ficámos sem roupa… levou-me até ao terraço, era o último andar, acima dali, só o céu… ninguém nos via… a noite estava boa… sentou-me numa mesa… abri as pernas, a língua dele lambeu os meus seios, enquanto os apalpava, beijou-me a boca, o pescoço, desceu até ao meu clitóris… usava e abusava da língua, ao mesmo tempo meteu dois dedos dentro da minha vagina… aumentava os meus gemidos, só queria o pénis dentro de mim… não perdeu tempo, leu os meus pensamentos…

Enterrou o pau bem duro dentro de mim, agarrei-me à mesa… o Tiago em pé mexia o corpo dele sobre o meu… sentia o meu tesão e prazer a aumentar cada vez mais… o Tiago parou e sentou-se numa espreguiçadeira, fui para cima dele, fiquei de costas e o pénis estava bem dentro de mim... fazia movimentos para trás e para a frente, virei-me para ele, continuei… o Tiago ergueu-se, sentado comigo em cima, beijou-me os seios e as nossas línguas encontraram-se, aumentei o ritmo dos movimentos, junto com os movimentos dele, estávamos sintonizados… a minha vagina estava toda molhada… voltou a inclinar-se para trás, estava a chegar ao orgasmo, parecia uma louca com o pénis dentro de mim, até que me vim toda… foi uma sensação única de prazer, fui ter à boca dele e beijei-o, aguentava mais e queria que o Tiago atingisse o orgasmo, fiquei de quatro…  enterrou-me… voltei a sentir o tesão, o desejo… não parou mais, aumentou cada vez mais a intensidade, e chegou ao orgasmo, veio-se todo, sentia o leite dentro de mim… continuou a foder-me por mais uns segundos e tive novamente outro orgasmo, estremeci... mais um momento intenso.. o meu corpo tinha ultrapassado o limite do prazer… 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

O nosso envolvimento aconteceu de uma forma muito rápida e espontânea, talvez tenha ajudado a carência de ambos, continuámos a frequentar o apartamento dele e a minha casa, a sairmos e a aproveitarmos o mar, iniciámos um namoro, nunca é tarde para termos uma relação… 







segunda-feira, 6 de julho de 2020

Camila

Estava a passar um momento bom na minha vida, tinha 25 anos, fui promovido no trabalho, divertia-me com amigos, tinha um excelente ambiente familiar, sentia-me feliz.
Quanto a relações, não namorava, mas tinha algumas pretendentes e estava na dúvida na escolha. Todas elas, pertenciam ao meu grupo de amigos.

A Sílvia tinha 24 anos, era uma mulher um pouco vaidosa e arrogante, possuía um corpo escultural, tinha o dom de provocar, seduzir… sabia que já se tinha envolvido com alguns amigos.

A Núria tinha 23 anos, procurava estar mais próxima a mim, era simpática, atraente e muito ciumenta, tinha o defeito de omitir o que via, contornava as situações e criava vários problemas.

A Camila tinha 22 anos não olhava a meios para atingir fins, quando entrava algo na cabeça dela, era para ser feito. Tínhamos uma ligação "amor/ódio ", podíamos ter a melhor conversa do mundo, como a pior discussão do mundo. 

Todas tinham a sua beleza e despertavam-me desejo… tinham feitios muito diferentes e às vezes discutiam por minha causa. A minha cabeça estava confusa, sentia que qualquer uma estava ao meu alcance para existir envolvimento, teria de fazer uma escolha, deixava o tempo passar até a altura certa, sem ter ideia de quando iria acontecer.

Um dia tivemos uma festa de aniversário, era um amigo nosso que fazia anos, o jantar foi num restaurante que já conhecia, éramos um grupo de trinta pessoas. Quando nos sentámos à mesa, fiquei com as três amigas perto de mim, todas elas queriam falar comigo, pareciam que me estavam a disputar com sorrisos, insinuações e olhares… estavam a deixar-me perdido, só conseguia pensar na escolha que poderia fazer.

Fui fumar um cigarro no exterior do restaurante, apareceu a Núria e fumou um cigarro também, metia conversa, sorria, tinha uma calça justa e uma blusa de alças, queria saber para onde eu ia a seguir, não dei a resposta, não queria dar sinais.
A seguir, ao meu lado, a Sílvia quando falava comigo apoiava a sua mão na minha coxa, quase na virilha, dava-me tesão, falava ao meu ouvido e deixava as outras a roerem-se de inveja…
A Camila sentada de frente para mim, mostrava-se atenta a tudo o que as outras faziam, os olhos dela tinham fogo, notava que estava a explodir de vontade para se aproximar de mim.

Entretanto recebi uma mensagem no telemóvel, era da Camila a dizer para eu escolher um sítio no restaurante para ir ter comigo. Olhei para ela, sorriu e piscou-me o olho. Deixou-me ainda mais desejoso de fazer a escolha que tinha para fazer. Saí da mesa, ainda faltava para cantar-se os "parabéns". Fui discretamente para uma outra parte do restaurante, que estava vazia, conhecia bem aquele espaço, dirigi-me até ao WC, a Camila também conhecia, enviei-lhe mensagem para o telemóvel a indicar-lhe onde estava.
Quando chegou até mim, perguntou:
- Escolheste bem o sítio?
- Não sei… o que achas?
- Escolheste bem, vou até ao meu WC que é deste lado, o teu é daquele.
- Camila precisas que desaperte o teu vestido?
- Queres acompanhar-me?
- Sim.

Entrámos os dois no WC feminino, dentro existia uma luz ligeira que entrava por um postigo, as nossas mãos entrelaçaram-se, e demos um beijo prolongado, as nossas línguas sentiram-se… com a luz reduzida, a minha mão percorria o corpo da Camila, de costas para mim, puxei o fecho do vestido para baixo, despi-a… passei a mão no seu rabo, estava de fio dental, o seu corpo estava ardente, beijei-a no pescoço, mordi-a nas costas… com a sua mão para trás veio mexer por cima das calças no meu pénis, estava duro. Apalpei as suas mamas duras… virou-se de frente para mim, puxou-me as calças para baixo, meteu o meu pau dentro da sua boca, chupou-o… ao mesmo tempo a sua mão tocava a punheta e a outra mão passava nos meus testículos… o broche era deleitoso… a seguir… pôs um pé em cima da sanita, pela frente lambi a sua coninha, metia os dedinhos e a Camila gemia… pedia mais… queria o meu pénis dentro dela. Por trás dela enfiei-lhe o pau na sua coninha… ao mesmo tempo apalpava as suas mamas, inclinou o corpo para a frente… sentia o meu pau todo no seu fundo… estava a ser maravilhoso… continuei a fodê-la… aumentei o ritmo… a Camila continuava a pedir mais intensidade… até que soltou um gemido forte, tinha chegado ao orgasmo… estava insaciável… sentei-me na sanita, chupou-me o pénis e… veio para cima de mim, o meu pau voltou a estar dentro dela… investiu fortemente em cima de mim, muito intenso… fodeu muito… e fez-me vir… após sentir o meu leitinho, voltou a gemer e chegou novamente ao orgasmo. 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Três mulheres a desejar-me, tive de fazer uma escolha, a Camila teve o impulso e proporcionou-se o envolvimento… ficou gravado tudo o que se passou naquele WC com pouca luz…