sexta-feira, 29 de maio de 2020

Sofia

A casa que habitava com os meus pais ficava num local sossegado, numa aldeia com um aglomerado pequeno de casas, mas relativamente perto da cidade. Até ser adolescente brincava com um grupo de amigos na rua, jogávamos futebol, andávamos de bicicleta, passávamos muito tempo fora de casa. Existia segurança e o tempo era bem aproveitado.

Ao longo da adolescência passei muito tempo a admirar a minha vizinha da casa do lado, era mais nova que eu apenas um ano, todos os dias íamos no mesmo autocarro para a escola, fazíamos muitas viagens acompanhados um pelo outro. Estudávamos inúmeras vezes juntos e quando tínhamos alguma dúvida sobre a matéria bastava tocar à campainha e as dúvidas eram tiradas. 
Ficava maravilhado com o seu corpo, a janela do quarto dela ficava na direção da minha, entre os buraquinhos do estore espreitava-a, quando tinha a janela aberta conseguia ver um busto ou por vezes a imagem do corpo a passar, outras vezes esperava muito tempo até ela vir sacudir os tapetes do seu quarto à janela. 

Tinha 22 anos, mantinha contato com a Sofia, os nossos pais conversavam amiúde, e quando a minha mãe falava com a mãe dela à frente de casa, a Sofia por vezes estava presente e eu ia ter com elas, entrava na conversa.
A Sofia tinha o cabelo preto pelo ombro, olhos com umas lindas pestanas grandes, usava aparelho nos dentes, mas até assim a sua boca despertava desejo, o seu andar era sexy e chamativo, tinha o rabo empinado para trás e os seios arrebitados para a frente.

Sentia um amor platónico pela Sofia, nunca lhe tinha dito. Era um pouco tímido e não tinha coragem para a convidar para sairmos, receava que declinasse. 
Um dia estava à janela do meu quarto a olhar para o jardim e a janela do quarto da Sofia abriu, ela apareceu… olhei na sua direção e sorrimos um para o outro. Sem saber bem o que dizer, foi ela que falou…
- Então não se faz nada por aí?
- Olha Sofia daqui a pouco vou ao ginásio.
- Também queria começar, depois dás-me as informações sobre o que preciso saber?
- Sim… quando voltar, passo pela tua casa e digo-te como são os procedimentos.
- Combinado, obrigada… até logo!
- Até logo Sofia!

Depois do jantar, fui a casa dela, toquei à campainha, a Sofia abriu a porta e disse para eu entrar, estava de fato de treino justo, o seu corpo deixava-me cheio de vontade de apalpá-la e colar-me a ela. Sentámo-nos no sofá, estávamos sozinhos porque os pais dela já tinham subido para o quarto. 
Expliquei-lhe como teria de fazer para se inscrever no ginásio e os documentos que necessitava. Naquele momento achei que a Sofia tinha um olhar diferente, mais direto aos meus olhos, ficou sentada bastante próxima a mim, as minhas mãos suavam, disse-me que já nos conhecíamos há muito tempo, desde crianças e recordamos algumas brincadeiras e partidas que fizemos no passado, rimos bastante. 
A Sofia mostrou interesse pelas histórias, a conversa estava animada, a maior parte do tempo era ela que falava, olhei para os seus lábios e imaginava um beijo, tinha vontade de fazer-lhe um convite, ficarmos a dois num local qualquer, acabou por ser a Sofia a fazê-lo… perguntou-me se queria sair com ela no dia seguinte, o meu coração acelerou os batimentos e disse que sim… 
Fui para casa a pensar na saída com a Sofia, não me saía da cabeça…

Depois do jantar, aguardei um pouco à saída da minha casa pela Sofia que saiu entretanto da sua casa, parecia outra mulher, cabelo preso, uns brincos que eram umas argolas grandes, lábios pintados com um batom preto, olhos sombreados, calção e uma blusa de alças. Muito apetitosa. Reparou também na minha roupa e disse-me que estava todo jeitoso.
Como eu não tinha carta de condução, foi a Sofia a conduzir o carro do seu pai.
Fomos até a um barzinho que ficava em frente a um rio, bebemos umas caipirinhas, a Sofia mostrava a sua coxa, seduzia com a perna cruzada, tinha sempre um motivo de conversa e eu ficava mais calado, mas mantinha a atenção sobre o que dizia.

O mar ficava perto, decidimos ir até à beira-mar, demos uma volta a pé pela marginal, era lua cheia, havia luz sobre o mar e as rochas, a maré estava a vazar, o cheiro era a maresia, os assuntos já faltavam para continuarmos a conversar, como existia visibilidade, dirigimo-nos para as rochas, não tinha mais ninguém além de nós, parámos… e encostei-me num rochedo enorme virado para o mar, a minha cabeça rodou para ver a lua, a cabeça da Sofia acompanhou, a seguir os nossos olhos ficaram frente a frente, a Sofia beijou os meus lábios, beijámo-nos a ouvir as ondas a bater nas rochas, abracei-a, estava aconchegada a mim, desabotoou os botões da minha calça, meteu a mão por dentro dos boxers, ao mesmo tempo beijava o meu pescoço, a minha mão passou por baixo da sua blusa, apalpei-lhe um seio duro por cima do sutiã, puxei o sutiã para baixo e com o dedo polegar e indicador mexia-lhe no bico teso da mama. Estava cheio de tesão, desejoso para sentir e dar-lhe ainda mais prazer. A Sofia puxou-me as calças e boxers para baixo, e aninhada lambeu a minha glande, depois chupou o meu pau bem babado… que momento incrível! 
A seguir desci o seu calção, e ela, apoiada com as costas numa rocha, abriu as pernas, à sua frente com a blusa para cima lambi-lhe as mamas, chupei-lhe os bicos eretos, a minha boca foi ao seu clitóris, que lambi acompanhado por um gemido dela, a minha língua avançou para a sua vulva, a boca ficou molhada com a sua humidade… baixinho e com a voz ofegante, a Sofia sussurrou: 
- "Fode-me".
O seu tronco ficou inclinado numa rocha, por trás… enterrei o meu pau bem dentro da sua cona, gemeu… dei-lhe umas palmadas no rabo, enquanto mantinha a minha ereção toda dentro dela, apalpava-lhe as mamas, e com a sua cabeça rodada para trás beijava a sua língua… o meu gemido também aumentou, pedia para aumentar o ritmo… balanceava o rabo para trás e para a frente para acompanhar o movimento que fazia, aumentei mais… as pernas dela tremiam, saiu um gemido intenso da sua boca: - "estou a vir-me toda" - disse.
Foi com a boca até ao pénis duro, ainda tinha restos de esperma, chupou sem parar com uma intensidade fora de série… aguentei pouco tempo… disse: - "que bom ". Vi-me todo na sua boca.

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Foram vários anos de ligação, juntos na infância e adolescência, na escola, nas nossas casas sem existir envolvimento, aconteceu quando já éramos adultos, o sonho de qualquer homem era ter uma vizinha assim, adorei o momento. Mais vezes foi repetido noutros locais.






domingo, 24 de maio de 2020

Marco

A minha vontade era conhecer os quatro cantos do mundo, adorava viajar, sentir todas as culturas, interagir com as pessoas e a minha profissão permitia-me andar de um lado para o outro. Trabalhava como consultora numa empresa multinacional… passava mais tempo fora do país do que propriamente em Portugal… a maior parte das vezes ia sozinha… tinha 24 anos, um mundo inteiro para explorar, embora já tivesse feito várias viagens pelo globo.

Um dia a minha empresa marcou-me viagem para Itália, o destino seria Milão… ia passar cinco dias em contexto de trabalho… fui sozinha… o meu hotel ficava ao lado da empresa que iria visitar, ia ter formação e dar umas palestras… 

Conheci um português a trabalhar nessa empresa, era o Marco… tinha 28 anos… um homem de olhos azuis, cabelo castanho um pouco comprido, alto, bem constituído… antes de saber que era português achei que fosse italiano. Era impossível ficar indiferente ao seu olhar. Não foi paixão à primeira vista, mas fiquei perto disso… o Marco participou comigo nas formações… estávamos sentados lado a lado… após uma das formações fomos almoçar juntos… visto conhecer a cidade de Milão levou-me a um restaurante que já conhecia… durante o almoço soubemos várias informações um do outro, ambos éramos solteiros, quando soube que ele era do sul de Portugal, e eu do Norte… meti-me com ele, disse-lhe que os opostos se atraem… ele levou para o lado da distância e disse que por vezes visitava o norte…

Ao final do dia ficávamos livres do trabalho e íamos sempre dar uma volta por Milão. O Marco era o meu guia turístico. Levava-me a todos os sítios emblemáticos. Eu adorava a forma como me explicava, como me dava a conhecer a cidade, a proximidade e companhia dele preenchiam o meu dia...
Foram três dias de conhecimento, do Marco e da cidade.

Já estava no quarto dia em Milão… parecia que conhecia o Marco desde a infância, o ar doce dele fascinava-me… estava num autêntico conto de fadas… sabia que no dia seguinte, à noite, ia voltar para o meu país e o Marco ia ficar, isso já estava a mexer comigo, ia custar a despedida.
Neste penúltimo dia, o Marco perguntou-me se queria ir até casa dele. Eu estava cansada, o dia tinha sido desgastante, precisava de um lugar sem barulho, sossegado, o que me propôs agradou-me… disse-lhe que sim.
Fomos de autocarro, não era longe…depois andamos um pouco a pé e chegamos ao apartamento dele… 
Disse-me que podia tomar um banho para relaxar enquanto fazia o jantar… assim foi… tomei um banho que me revigorou… o jantar estava genial, a comida muito boa, ele tinha jeito para cozinhar, bebemos os dois uma garrafa de vinho… a sobremesa estava uma delícia… a seguir sentei-me no sofá e o Marco foi tomar banho.

Quando chegou junto a mim, o cabelo dele estava húmido, penteado para trás, um suave aroma/perfume desprendia-se da sua pele e entranhava-se nas minhas narinas… arrepiei-me… mantivemos ali um diálogo… perguntou-me:
-Então o que achas de Milão?
- Gostei bastante, já tinha ido a Roma e já fiz outras viagens, mas assim acompanhada desta forma acho que ia gostar de ir a qualquer lado.
- Gostaste mais da companhia do que da cidade?
- Bem… para ser sincera gostei da cidade, adorei a companhia…
- Vais voltar?
- Espero poder voltar, e tu, quando vais a Portugal?
- Acho que só queres voltar pelos meus cozinhados, daqui a três meses vou passar lá duas semanas…
- Pelos teus cozinhados também e pela tua simpatia, charme e boa disposição… se não for antes podemos encontrar-nos daqui a três meses? 
- Obrigado pelos elogios, também és simpática, uma querida e estou convencido que vamos voltar-nos a encontrar… 

Ali, sentados ao lado um do outro… as suas palavras faziam-me bem... o meu coração batia mais forte... ele levantou-se… foi ligar a aparelhagem, colocou música… acendeu três velas, apagou as luzes… o ambiente estava muito romântico… quando se sentou ao meu lado, puxou-me para ele… olhou-me nos olhos… bem perto… não me mexia… fechei os olhos… o Marco colou os lábios dele aos meus… avançou para um prolongado beijo, os nossos narizes cruzavam-se, a nossa saliva misturava-se… as nossas línguas mexiam-se e sentíamos o sabor do beijo… 

A seguir ao beijo parámos, olhámos um para o outro… passou a mão pelo meu rosto, passei a minha mão pelo rosto dele, os olhos dele iluminavam-me…abraçámo-nos… a seguir a mão dele agarrou a minha, os nossos dedos entrelaçaram-se…voltámos ao beijo… estávamos mudos… concentrados um no outro, nos beijos, no olhar, no que sentíamos… 

Puxou-me a blusa para cima, beijou-me, as suas mãos deslizaram suavemente pelas minhas costas, arrepiando-me… desapertou-me o sutiã, acariciou os meus seios… apalpou-os de forma suave, lambeu-os… cada toque, cada beijo, era uma vontade maior de o sentir junto a mim e dentro de mim…

Tirei-lhe a t-shirt… levei a minha boca à boca dele, depois lambi-lhe a orelha… as minhas mãos passavam nos seus peitorais, desceram pela barriga, tirei-lhe as calças… a minha boca desceu… tocava-lhe no pénis, era grosso… chupava-o… ele ia apalpando os meus seios ao mesmo tempo… o meu desejo aumentava… deitamo-nos no sofá eu por cima dele, fizemos um 69… ambos estávamos bem molhados… a língua do Marco era bem irrequieta.

Rodei o meu corpo, a minha vagina foi na direção do pénis dele, o meu desejo era ser penetrada, o pénis enterrou bem dentro de mim, baixei o tronco e sentíamos o beijo um do outro, as línguas cruzavam-se nas nossas bocas de um lado para o outro, mordia-lhe os lábios… os meus seios sentiam as mãos do Marco… em cima dele, fiquei de costas, sentia bem o pénis dentro de mim, os meus dedos passavam pelo meu clitóris… estava superexcitada, o Marco soltava gemidos de prazer… sentia as pulsações a aumentarem… o Marco pediu-me para sair daquela posição, levantou-se… de pé… agarrou-me… levantou-me… fiquei no colo dele a fazer cadeirinha, meteu-me o pénis bem duro dentro de mim… agarrei-me ao pescoço dele, gemíamos muito… a seguir deitou-me em cima da mesa… com as minhas pernas abertas, fodeu-me intensamente… cheguei ao céu… só via as estrelas, era o melhor orgasmo que tinha sentido em toda a minha vida… e pouco depois sentia o orgasmo dele, um gemido forte e prolongado…chegámos ao auge do prazer… fomos para o quarto, deitados na cama ficámos em conchinha passando a noite juntos…

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Mantivemos contacto, o Marco visitou-me em Portugal, passámos três anos, com visitas de longe a longe… o Marco continuou em Itália, eu continuei com as minhas viagens de trabalho, as nossas vidas não permitiam muita proximidade, a distância também não ajudava, ficámos só amigos. 




quarta-feira, 20 de maio de 2020

Rui e Carla

O meu casamento com o meu marido era bastante feliz, já estávamos juntos há 8 anos, sem filhos, eu tinha 35 anos, o meu marido mais dois… a nossa ligação era unida e procurávamos que o casamento nunca entrasse em rotina, fazíamos coisas diferentes e acima de tudo divertíamo-nos. 

Conhecíamos um casal há 2 anos, o Rui era empresário, tinha 36 anos, fisicamente estava em forma, olhos claros, pouco cabelo, uma pessoa calma e simpática. A Carla era advogada, tinha 32 anos, olhos pretos, cabelo loiro comprido, cintura fina, peitos médios, era uma mulher sincera e aventureira, sem filhos como nós. 

Juntávamo-nos várias vezes na nossa casa ou na casa deles, que ficavam perto uma da outra... existia muita proximidade como se fôssemos uma família, identificava-me muito com a Carla, pela maneira de ser, falávamos sempre durante muito tempo, as nossas histórias eram partilhadas como se fossem segredos…

O meu marido e o Rui saíam juntos, tinham amigos em comum… por vezes também ficavam em casa a ver futebol, existia bastante cumplicidade entre todos nós… um dia fomos à praia, passeámos na areia e demos todos um mergulho, apanhámos sol estendidos nas toalhas, os abdominais do Rui eram bem definidos, disfarçadamente ia reparando neles, notava que o meu marido também olhava de forma menos discreta para as nádegas arredondadas e cheias da Carla... pensei por momentos... o que iria na cabeça deles? Seria que pensavam no mesmo que eu?... o certo é que o olhar do Rui colava muitas vezes no meu corpo, e a Carla além de falar bastante com o meu marido, também reparava nos atributos dele… 

Essa ida à praia fez-me criar um fetiche na cabeça… mas quis guardá-lo só para mim.
As férias de verão estavam à porta, resolvemos marcar as férias todos juntos, já tínhamos falado na possibilidade disso acontecer, fomos oito dias para a República Dominicana.

Os dias foram bem passados, fizemos muita praia, conhecemo-nos ainda melhor… por vezes falava imenso tempo com o Rui, fizemos grandes cozinhados juntos, jantares bem saborosos… saímos alguns dias à noite, o meu marido e a Carla dançavam juntos… eu e ela também chegamos a fazer caminhadas à noite, enquanto que os nossos maridos ficavam no bar… 
Cada um de nós procurava divertir-se e passar umas boas férias. 

A viagem tinha chegado ao fim, voltámos para casa com laços reforçados na nossa ligação de amizade, soubemos aproveitar todos os momentos da melhor forma possível, momentos bem partilhados.

Depois da chegada, marcámos um jantar em nossa casa para o dia seguinte… a nossa pele estava bronzeada, havia boa disposição, o cansaço da viagem estava ultrapassado, o ambiente estava bom, como sempre foi… já tínhamos petiscado, bebido sangria, estávamos animados… liguei o rádio, escolhi as músicas, começámos a dançar, íamos trocando de par… beijava o meu marido, o Rui beijava a Carla, estava bastante calor, entretanto víamos o Rui a apalpar os seios da Carla, mesmo por baixo da blusa, era o clique que faltava... aproveitei a onda, e meti a minha mão dentro das calças do meu marido, estávamos todos desinibidos e loucos, a dança passou para segundo plano.

Fomos os quatro para o quarto, cada um de nós ia tirando a roupa, não perdi tempo, comecei a chupar o pénis do meu marido, ao mesmo tempo o Rui lambia e chupava a vagina da Carla, a seguir era o meu marido que me lambia a vagina toda e eu via a Carla a lamber e a meter o pénis do Rui todo dentro da boca. 

Sentir e ver todo aquele cenário, estava a deixar-nos com muito desejo… o meu marido enterrou o pau bem dentro de mim, estava bem quente e húmido, ao lado a Carla foi para cima do Rui, bem penetrada olhava para mim e sorria… os nossos olhares cruzavam-se, existia prazer… entretanto saímos das posições, o Rui veio na minha direção, deitou-me de quatro, e enfiou-me o pénis bem até ao fundo, apalpou-me os seios por trás, olhei e via a Carla apoiada com as mãos numa cômoda e por trás o meu marido enviava o pénis bem dentro dela, olhava para mim e dava um sorriso safado… enquanto dava palmadas no cu dela… 

O quarto cheirava muito a sexo, o meu marido deitou-se, fui para cima dele... o pénis duro entrava dentro de mim… inclinei-me para a frente e o Rui meteu-me o pénis no meu cuzinho, a Carla aproximou-se de mim, beijou-me de língua… aumentaram a intensidade… não aguentei muito tempo, soltei um grito de prazer, tinha chegado ao orgasmo com o leite do Rui a escorrer do meu cuzinho…ele também tinha chegado ao orgasmo.

A Carla queria mais, enquanto voltou a chupar o pénis do meu marido, eu chupava-lhe e lambia-lhe a vagina, estava a delirar… o meu marido foi para cima dela, abriu-lhe as pernas, enterrou-a, o ritmo foi aumentando e eu beijava a boca da Carla, sentíamos bem a língua uma da outra… a Carla também se veio toda, estremeceu com os olhos revirados… o meu marido saiu daquela posição, agarrei o pénis dele, toquei-lhe uma punheta, e veio-se todo na minha boca… 

Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Depois deste envolvimento todo, senti um dos maiores prazeres da minha vida, continuámos por muito tempo a ter relações a quatro, a inovar nas posições, no desejo, na vontade que cada um tinha, fazíamos de tudo para todos chegarem ao orgasmo. Com essas trocas de casais descobrimos formas diferentes de atingirmos o máximo prazer. 



sábado, 16 de maio de 2020

Carlos

Fui jogador de futebol durante muitos anos. Passei pelas camadas jovens e cheguei ao futebol profissional tinha 23 anos, fui trocando de clubes até que cheguei a um da primeira liga, aos 29 anos.

O clima no balneário era muito forte, bom ambiente, brincadeiras atrás de brincadeiras, havia críticas sempre construtivas, todos unidos para melhorar e acatar o que nos era transmitido, não conhecia pessoalmente nenhum dos meus colegas. 

Estava longe da minha verdadeira casa, era solteiro, fui viver para perto do estádio com mais dois jogadores. 

No balneário, ao meu lado equipava o Carlos, 1,85 m de altura, era forte, um líder na equipa, moreno, cabelo preto, corpo bem definido, uns abdominais de fazer inveja a qualquer um.
Nas conversas que iam havendo no balneário um dos temas principais era mulheres, o Carlos gabava-se muito das mulheres que tinha comido e que comia, tinha 34 anos, muitos clubes na carreira, muitas histórias… ia partilhando algumas com os colegas… solteiro dava a entender que qualquer uma lhe servia… gostava de ouvir aquelas conversas, ia estando atento, não tinha muito para falar sobre isso, eu era inexperiente com mulheres, e a minha tendência era para homens… era homossexual, ninguém ali no balneário notava… procurava disfarçar, mas no plantel havia homens muito bem feitos, dava gosto estar ali… 

Sentia-me mais próximo do Carlos, era com ele que me sentia mais à vontade, era extrovertido, bom amigo, eu não era titular, por vezes nem convocado era, mas ele, como titular e capitão, ajudava-me muito, dava-me força, motivava-me… dizia que ia chegar o meu momento de jogar a titular… achava que ele era o maior motivo para eu continuar a lutar naquele plantel… 

Já íamos a meio da época, os objetivos da equipa estavam a ser cumpridos, tínhamos criado a rotina de sair no dia seguinte ao jogo, era folga, ia quem quisesse, mas a maior parte das vezes quem saía era eu, o Carlos e outro jogador.

Os assuntos eram variados, mas quase sempre versavam sobre o relato dos pormenores nas relações sexuais que o Carlos tivera, uma das histórias que contou, foi que um dia teve numa festa em casa de um colega… havia várias mulheres, mas todas estavam acompanhadas, ele e três colegas não tinham acompanhante do género feminino, a festa foi avançando com muita música e álcool… estavam a curtir… a dançar… e na loucura do ambiente… deu um beijo na boca a um dos colegas… aquilo que tinha acabado de dizer mexeu comigo, sorri e pensei que não me importava nada que tivesse sido eu a receber aquele beijo… e perguntei-lhe:
- Como te sentiste após o beijo?
- Foi estranho, estava animado, não houve língua… foi diferente… 
- Mas gostaste?
- Naquele momento era o que tinha, aproveitei-me...sorriu.
Não quis aprofundar mais, porque também estava outro colega, aquele dia passou assim…

Fui para casa e os filmes começaram a surgir na minha cabeça, e as perguntas… será que o Carlos alinhava em algo mais? Será que se deixava levar?… Como fazer para isso acontecer?… Muitas dúvidas…

Teria de esperar pela altura certa, tínhamos de estar sós, não queria que o plantel soubesse, tinha receio de perder um amigo se lhe falasse sabendo que era um mulherengo, estava a mexer muito comigo, podia levar a mal… o tempo foi passando e a vontade que acontecesse algo entre nós ia aumentando. 

O Carlos morava sozinho, fazia da casa dele um ponto de encontro para fazer sexo, era um garanhão… todas as histórias que me contava, aguçava-me o apetite e só queria envolver-me com ele… 

Tivemos um jogo muito importante no sábado à tarde contra um grande do futebol português, jogámos os dois na equipa titular, ganhámos o jogo… o Carlos marcou o golo da vitória… o dia estava a ser incrível, as sensações estavam ao rubro…

Marcámos o restaurante e fomos jantar após o jogo… fomos todos… ambiente do melhor… todos riam… nunca tinha sentido aquele ambiente noutro clube… o jantar prolongou-se… muito álcool, tudo divertido… era meia-noite e ainda estavam quase todos no restaurante… entretanto alguns iam embora… e fui ficando, só iria para casa quando o Carlos fosse…

A seguir… discoteca… fomos 6… uma fila muito grande à entrada… o Carlos já conhecia o dono… fomos logo para o início da fila… entrámos… muitos homens e mulheres bonitas… continuámos a beber… o meu olhar ia de encontro ao Carlos, o olhar dele ia de encontro às mulheres mais bonitas que ali estavam… 

O Carlos fixou o olhar numa das muitas mulheres, aproximou-se… dançou com ela, falava… ria e ela também estava a achar-lhe piada… eu estava atento ao que se ia passar... ela afastou-se… se tencionava algo mais, não conseguiu… o tempo foi passando e só estava eu, o Carlos e mais um colega.

Voltou a aproximar-se de outra mulher… esteve algum tempo a falar com ela, dançaram… surgiu o beijo… o beijo que eu tanto queria, senti um ciúme estranho. 
Já era tarde… a mulher que ele tinha dado o beijo saiu da discoteca. O Carlos veio ter connosco, disse-nos que a noite não estava a correr bem, costumava arranjar sempre alguém para passar a noite na casa dele… o nosso colega disse que ia embora… eram 5h da manhã... fiquei só eu e o Carlos… bebemos mais um copo… e achamos que tinha chegado a hora de irmos embora… 

Quando saímos... o Carlos perguntou-me se tinha gostado da noite… disse-lhe que sim…
Perguntou-me se tinha comido alguém… e sorriu... a vontade que tinha de responder era que o comia a ele... contive-me… disse-lhe que não…

Sem contar perguntou-me se queria ir dormir a casa dele, por momentos veio tudo o que pensava dele à cabeça, estremeci… acho que devo ter ficado de todas as cores… disse-lhe que sim…

Já em casa dele… sentou-se no sofá… notava-se que estava cansado, com álcool a mais… não o podia deixar adormecer… sentei-me ao lado dele… e perguntei:
- Então a noite não foi produtiva?
- Não… não foi de todo… podia ter sido bem melhor…
- Acredito… acho que para mim também podia ter sido melhor…
Olhou para mim… colou o olhar… cresceu a vontade de me aproximar, não sabia como ia reagir… arrisquei… tinha de ser naquele momento ou nada…
Fui na direção do rosto dele, aos lábios… beijei-o... meio adormecido... deixou-se levar…
Sentia a língua dele… os olhos dele fechados… os meus abertos para ver a sensação que estava a ter… 
Comecei a tirar-lhe a roupa… estava calado… ajudou a tirar as calças… parecia estar ao meu alcance…
Tocava-lhe no pau… chupei-o… gemeu… continuei… o seu pau não era grande… metia-o todo na minha boca… continuou a gemer… estava a dar sinal que eu estava a chupar bem...
Eu estava cheio de tesão… da forma como ele estava descontraído, não fiquei convencido que me fosse fazer oral… mas se me penetrasse já ia ser mais que bom… procurei sentar-me em cima do pau dele… entrou bem no meu cuzinho… fui fazendo movimentos para baixo e para cima… ele ia fazendo movimentos a ajudar…eu ia tocando no meu pau… estava todo húmido… saí de cima dele… fiquei de 4… veio por trás de mim, e enfiou-me bem o pau dele no meu cu… muito bom… aumentou a intensidade... sentia o pau dele todo dentro de mim… a mão dele foi ter com o meu pau… tocava-me… eu gemia…sentia o meu cu molhado… o Carlos deu um "ai"  veio-se… sentia o leitinho dele todo dentro do meu cu…a sair e a escorrer… ainda no incêndio do prazer, o Carlos virou-me… veio lamber-me o pau… fiquei nas nuvens… para quem nunca tinha feito… estava a ser ótimo… chupou muito… estava quase a atingir o orgasmo… disse-lhe que me ia vir, pensei que ele ia deixar de chupar… que não ia engolir… mas errei… foi até ao fim… a boca dele ficou cheia do meu leite… engoliu… ambos atingimos o máximo de consolo… 

                                                  Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest
Experiência única… nunca tinha sentido algo tão bom com um homem, tanto prazer junto... o Carlos ficou só pela experiência, não voltámos a repetir… o Carlos juntou-se com uma mulher,  muito bonita.  Eu arranjei um namorado, somos muito felizes. 









sábado, 9 de maio de 2020

Diana

Chamo-me Bruna e já conhecia a Diana há mais de 20 anos, estudámos juntas no liceu, fomos para a faculdade para o mesmo curso, e depois trabalhámos até ao dia de hoje na mesma empresa de contabilidade. Atualmente tenho 41 anos e ela 39. No passado tive vários encontros, namorei muito, nunca casei… mas cheguei a ter casamento marcado. 
A Diana foi casada durante 10 anos e está divorciada há 3 anos… temos sido boas amigas, desabafamos, somos confidentes uma da outra, passamos horas ao telemóvel, saímos muitas vezes juntas, sobretudo agora que a Diana está divorciada… cada uma mora no seu apartamento…
Definindo por alto, a Diana é uma mulher de personalidade forte, pouco meiga, não se ri facilmente, sincera, diz sempre o que sente, procura sempre ajudar quem a rodeia, fisicamente tem um corpo que dá nas vistas, seios grandes, nem magra, nem gorda… cor de pele clara, olhos castanhos, um rosto normal… um piercing no nariz que a torna sexy.
Todos os fins de semana tínhamos um programa diferente para fazermos.

Durante a semana combinámos uma ida ao Teatro, era uma peça de comédia e precisávamos de nos divertir e rir… era a Diana que conduzia sempre o carro, pelo caminho foi-me dizendo:
- Já viste amiga, já nos conhecemos faz tanto tempo, já passámos por tanta coisa juntas, e agora somos a companhia uma da outra…
- Verdade Diana, podíamos estar as duas casadas, com filhos e quase a ser avós e estamos assim livres parecendo duas vadias - sorri.
- É porque tinha que ser assim, mas acho que faço mais coisas diferentes contigo do que quando era casada.
- E acho que vamos continuar a fazer. Sabes do que me lembrei Diana?
- Diz lá Bruna.
- Que tal fazermos uma viagem nas nossas férias?
- Parece-me uma excelente ideia… Qual é o país que gostavas de visitar?
- Tenho vários… As praias do Brasil, as montanhas da Áustria ou a cidade de Miami.
- Não escolhes mal, por acaso até gostava de ir a São Salvador da Bahia.
- Também não me importava… marcamos viagem?
- Sim… daqui a um mês já estamos lá.
A peça de teatro foi muito boa, a seguir fomos até a um bar, já não conseguia tirar a viagem da cabeça, sentia-me feliz, iam ser 10 dias bem aproveitados. 
Foi uma boa escolha e rápida, agora era esperar até o dia chegar...

O dia da viagem chegou, ambas com um nervoso miudinho, nunca fizemos uma viagem tão longa… e também íamos passar muito tempo juntas…
Logo no levantar do avião, agarrámos a mão uma da outra, entreolhámo-nos e desejámos boa viagem, aquela mão agarrada a mim era o significado de uma união de muitos anos… muita partilha e amizade. 

Finalmente o avião aterrou no Brasil… ambas víamos o nosso desejo concretizado… faltava descobrir e conhecer São Salvador da Bahia… 

Foi no dia seguinte, roupa fresca, estava muito calor e fomos conhecer a cidade, talvez fosse por estarmos mais longe, sentíamo-nos totalmente livres, com vontade de experimentar e conhecer tudo, de plena descoberta, a adrenalina estava no auge, parecíamos meninas com 18 anos… 

Fomos jantar fora, a noite estava com um lindo luar, jantámos na esplanada junto à praia, nunca tinha sentido algo tão romântico… as nossas conversas iam de encontro às relações que tivemos, ambas fomos contando pormenores de momentos marcantes com os nossos homens naquela altura…íamos acompanhando com a bebida… a Diana sentia calor, abanava a blusa e via-lhe os seios… cada uma de nós contou um momento inesquecível que teve com um homem… Fui a primeira a contar… 

-Tinha 24 anos, época baixa, a meio da tarde estava numa esplanada de um hotel, havia um homem na mesa do lado, e mais ninguém… fumei um cigarro, ele puxou um cigarro também… trocámos olhares, não havia ali mais nada para passar o tempo, o homem pediu licença e sentou-se mais perto de mim… a minha vontade de fazer sexo era muita… o homem não era de deitar fora… tinha 32 anos… conversámos bastante, cerca de 2 horas… fomos falando, mas notava que ele me queria comer… e eu tinha essa vontade… insinuava… mostrava-se um pouco tarado na forma como me elogiava e os assuntos que escolhia, mas eu gostava… aliás já me sentia húmida… ele notou que queríamos sentir prazer… saímos da esplanada… acho que pensámos os dois em ir para o quarto, mas não chegámos lá... entrámos no elevador que subiu e desceu muitas vezes… dentro daquele elevador chupei-lhe o pau…puxou-me a saia para cima… e penetrou-me bem forte… enquanto me agarrava os  seios, inclinei a cabeça e beijava-me de língua, com a conversa que tivemos antes e aquela adrenalina de poder aparecer alguém,  durou muito pouco… ambos chegámos ao orgasmo no último andar… a descida foi para descomprimir e recuperar…
A Diana adorou… disse-me que só de ouvir, já se sentia húmida também… Era a vez dela contar a sua história… 

-Tinha 27 anos, mantinha uma relação com um negrinho muito fofinho de 29 anos, estive com ele durante 2 anos, de todas as relações que tive, foi com ele que fiz sexo em sítios que nunca pensaria fazer, havia vários lugares para descrever, grande parte deles públicos, estivemos vários dias sem estarmos juntos, havia aquele desejo e vontade de nos encontrarmos, escolhemos estar juntos durante a semana, a meio da tarde, fomos às compras… na verdade acho que devíamos ter ido para um motel, só que… era a época dos saldos, optamos por fazer umas compras antes de nos entregarmos um ao outro. Num determinado momento, entrámos numa loja de roupa, vimos a roupa que nos interessava, mas…. a roupa passou para  segundo plano, fomos a um provador, levámos algumas peças de roupa, os provadores estavam todos vazios, escolhemos o mais longe da entrada… entrámos… as roupas ficaram no chão, desejosos para comer-nos… baixei as calças dele, aquele pau grande e tesudo, quis chupá-lo bem, tínhamos de ter cuidado com o barulho, o pau dele estava bem molhado…meti-lhe um preservativo, disse-me para apoiar as mãos no banco, inclinei-me para a frente, por trás de mim sentia a língua dele a passar-me no cu e na vagina, estava cheia de tesão e a aguentar ao máximo para não gemer… pedi para ele sentar-se no banco… de costas para ele, sentei-me em cima do pau…sentia-o bem enterrado dentro de mim, continuava a fazer um esforço enorme para não gemer, apalpava-me os seios… o tesão aumentava… dançava em cima do pau dele, não podíamos demorar muito tempo, era uma rapidinha… aumentei o ritmo… em cima dele, ele não parava de fazer os movimentos certos, e… vi-me toda… soltei um grito, tapei a boca… continuámos mais um pouco e foi a vez dele soltar um grito de prazer… valeu pela adrenalina, momento incrível…
Terminei a descrição e sentia-me muito húmida, disse à Diana que já tínhamos bebido muito que o melhor seria irmos para casa, tinha lá uma surpresa para as duas…

Chegámos a casa zonzas, mas conscientes do que sentíamos, e da vontade que tínhamos de ter prazer… tomámos um banho, despertámos, o nosso perfume atraía… a Diana deitou-se na cama, e perguntou-me: 
- Então qual é a surpresa que tens para nós? Algum homem?
- Não Diana… mas tenho algo que possa atenuar a falta do homem.
- Ai sim? Algum robot? Sorriu.
- Tenho um dildo… queres usar?
- Quero Bruna… mas tens de ser tu a dar-me prazer…

Deitei-me na cama junto a ela… fui direta à boca dela… beijei-a… o meu corpo estava por cima… sentia os seios dela encostados aos meus, notava a Diana excitada… a minha boca chupava-lhe os bicos, ela trincava os lábios… a minha língua desceu até à vagina dela… chupei… lambi-lhe o clitóris… a excitação aumentava… disse-lhe para se colocar de lado, levantei uma perna dela, encaixei-me nela, roçamos muito, as nossas vaginas molhadas, faltava o ar, o quarto estava quente, a minha mão passava o dedo na boca dela, ela chupava-o, apalpava-lhe os seios… peguei no dildo… meti-lhe na vagina lentamente, parecia que já se ia vir… meti-o até ao fundo, metia e tirava como se fosse um pénis a entrar e a sair da vagina, delirava… Fui à boca dela e beijei-a… tirei o dildo passei nos lábios dela, ficaram molhados, o dildo estava molhado… voltei a meter na vagina, enquanto lambia o clitóris… dizia para aumentar o ritmo do dildo, para lamber muito… contraiu-se toda, deu um grito, veio-se toda… teve um orgasmo brutal, prolongado e intenso.

A seguir… aproveitei que a Diana estava naquela posição, fiquei com os joelhos apoiados na lateral da cabeça dela, a boca ficou no meio das minhas pernas… lambeu-me a vagina… chupou… que saudades de sentir algo assim… saí daquela posição… de joelhos em cima da cama viradas uma para a outra, dávamos um beijo molhado… passávamos os dedos na vagina uma da outra... as nossas mãos acariciavam o nosso corpo, a minha vagina estava toda molhada…  deitei-me… a Diana enfiou-me o dildo na vagina, fazia movimentos circulares e outros movimentos, eu estava a ficar doida… beijou-me… apalpou-me… estava com muito tesão… ia demorar pouco a vir-me… comigo naquela posição… a Diana tirou o dildo da vagina, meteu-mo devagarinho, no meu cuzinho… ao mesmo tempo meteu três dedos com a outra mão na minha vagina… aumentei o gemido… foi com a língua ao meu clitóris… era demais… vi-me em segundos… estava no auge… toda molhada, repleta de prazer…

Todas as noites havia envolvimento, aquele prazer era diferente de ter um homem, conhecíamo-nos bem, sabíamos o que gostávamos, o que nos dava verdadeiro prazer… éramos umas loucas na cama… 
Aproveitámos muito bem as férias a todos os níveis… 

                                                 Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Mantivemos a nossa amizade muito forte, cada uma no seu apartamento, continuamos a ter relações com homens e por vezes entre nós… 






segunda-feira, 4 de maio de 2020

Anderson

Após concluir a minha licenciatura em línguas modernas, enviei vários currículos, procurei emprego por um período de tempo, e fui chamada para a receção de um hotel, não era o que pretendia, mas tive que me sujeitar…
Tinha 30 anos, morava com os meus pais, queria ter a minha independência, gostava de praticar desporto, o meu corpo era atlético, gostava de andar bem vestida, seduzir e entregar-me a situações novas, procurar ou encontrar o diferente, a minha mente sempre foi bastante aberta… 

O meu trabalho foi rolando, fui-me habituando, e até ganhei gosto pelo que fazia, não era monótono, via sempre pessoas novas a entrar no hotel, umas com estadia mais prolongada, outras passavam só uma noite.
Passados uns meses de ter iniciado o meu trabalho, entrou um grupo de quatro ingleses, para ficarem hospedados durante um mês no hotel. Um deles falava muito bem o português, fiquei surpresa, e curiosa para saber o motivo de ser fluente nesta língua. Fisicamente era um homem forte, cabelo loiro, pele branca, um sorriso com os dentes certinhos, gostei da sua aparência.

No momento do registo de entrada, foi ele que tratou de tudo, talvez por saber falar bem a língua portuguesa, mostrou-se com um perfil dominador, parecia o chefe dos outros. Sem lhe perguntar contou-me a história que os trazia até Portugal.
Morava em Portugal há 10 anos, era gestor de empresas, decidiu convidar três amigos do mesmo ramo para frequentar umas palestras e ao mesmo tempo passar umas férias. Ia estar com eles durante um mês. No fim desta estada os amigos iam para Inglaterra e ele ficava por cá… após a apresentação, desejei-lhes uma boa permanência e se precisassem de alguma coisa que dispusessem, agradeceu.

Através dos dados que me deu sabia que se chamava Anderson, tinha 29 anos… todos os dias, antes do pequeno-almoço, cumprimentava-me desejando-me "bom dia" e metia conversa comigo, procurava saber algum detalhe sobre mim, sempre bem-disposto, mesmo com aquele aspeto de se ter deitado muito tarde no dia anterior e ter dormido pouco.
Aquela sua presença era recorrente, só nas minhas folgas, é que, sabia eu, não aparecia.
Sentia uma atração pelo Anderson. O tempo da estada já ia a meio. As nossas conversas eram uma fusão de interesses. Notava que era um homem vivido e, através de uma conversa que tivemos, era experiente com mulheres, abriu um pouco o jogo… acho que estava a precisar de um envolvimento com alguém que me soubesse dar prazer.

Após muitas conversas e maior confiança um com o outro, nas vésperas de terminar a estada, passei a noite a trabalhar no hotel. Estava tudo calmo, o Anderson esteve com os amigos a beber no bar do hotel até fechar… os colegas subiram para o quarto, ele cambaleava, ficou a falar comigo, a voz arrastava, os olhos brilhavam, e o tema de conversa foi sexo, embora soubesse que não estava a dizer coisa com coisa, estava a excitar-me com o que dizia, perguntou-me:
- Como mulher gostas de aventuras?
- Depende, mas por norma gosto de experiências novas.
- Isso agrada-me… há um sítio onde gostava de te levar.
- Sério? Onde?
- Gostas de surpresas?... não te vou dizer… mas podemos marcar para o dia em que tiveres folga.
- Gosto de surpresas sim… se a resposta é ter de esperar, eu aguardo.
- Marca na tua agenda e depois vais ser tu a dar-me a resposta.

Aquela insinuação deixou-me desejosa para saber onde me ia levar. Entretanto, desejou-me boa noite e subiu para o quarto. A meio da noite veio ter à receção, chamou-me, veio ter comigo, disse que não conseguia dormir… não estava a contar com a sua presença, foi até atrás de uma coluna e chamou-me… quando apareci, encostou-me à parede e beijou-me a boca, o pescoço, deixou-me cheia de fogo por dentro de mim, travei-o, não permiti que avançasse… afastou-se… pediu desculpa e voltou a subir para o quarto.
O beijo deixou-me com vontade de fazermos algo mais, fiquei a pensar naquele momento.

A estada chegou ao fim. Combinei com o Anderson estarmos juntos passados três dias. Era o dia da minha folga, deu-me a morada e marcámos em sua casa. 
Cheguei a meio da tarde. O Anderson mostrou-me a casa: era grande, bem dividida, com jardim à frente… ficámos na sala, depois fomos até à parte de trás da casa, sentámo-nos à mesa, por baixo de uma espécie de tenda, abriu uma garrafa de champanhe que fomos bebericando…   

Mantinha a curiosidade de saber se a surpresa seria conhecer a sua casa ou algo mais…
Questionei-o:
- A surpresa?
Sorriu e respondeu-me:
- Tens razão… vou-te mostrar o que ainda não viste, uma parte da casa…
Fomos até esse sítio… era um quarto… com pouca luz, com uma música ambiente suave, o odor era agradável… a seguir perguntou-me se estava disposta para ser dominada… sempre gostei de coisas novas, acedi…

Despiu-me… disse para ficar de quatro, pôs-me uma coleira de couro no pescoço, prendeu um cadeado e andei assim presa pelo chão, a seguir fiquei de joelhos, vendou-me os olhos… algemou-me, pegou num chicote, fui chicoteada várias vezes no rabo… sentia-me uma submissa, apenas e só cumpria as suas ordens…a seguir passou o pau pela minha boca, não era grande… mas sentia-o a bater nos meus lábios…entrou pelos meus lábios… chupei-o… cabia todo dentro da minha boca… tirou-me as algemas… fiquei sentada e prendeu-me os braços esticados com cordas, arreganhei a vagina, a língua do Anderson não parava pelo meu clitóris, a excitação atingia o auge, comigo presa, meteu o seu pénis na minha cona, investiu sobre mim, dava palmadas nos meus seios, cada movimento era uma sensação crescente de prazer, continuou… sem parar… os nossos gemidos ecoavam pelo quarto, cheguei ao orgasmo… não consegui conter-me e esguichei urina… o Anderson soltou-me, fiquei de quatro, meteu o pau no meu cuzinho e veio-se logo a seguir… 

                                      Fonte: Imagem retirada da internet, pinterest

Toda a envolvência foi nova para mim, fiquei a adorar o sadomasoquismo, ser submissa aumentou a minha excitação, o orgasmo foi dos mais intensos que tive… voltámos a ter cenas similares, fantasias e loucuras.